Gustavo
Tapioca: O Imperador do mundo e Senhor da guerra mira o coração da América do
Sul
Depois
do bloqueio à Venezuela, a Doutrina Trump avança para transformar a Amazônia no
novo palco de sua guerra híbrida.
<><>
O novo mapa da guerra
O cerco
à Venezuela deixou de ser apenas um episódio de confronto diplomático. É o
esboço de uma estratégia mais ampla que mira o coração da América do Sul. Sob o
pretexto de combater “narcoterroristas”, a Doutrina Trump reativa o velho
princípio da Doutrina Monroe — “América para os americanos”(do Norte) — e o
traduz em linguagem de guerra preventiva.
O alvo
imediato é Caracas, mas a mira já se desloca para a floresta amazônica e para o
subsolo brasileiro, onde repousam reservas estratégicas de petróleo, gás e
minerais raros. O que parece uma ofensiva pontual é, na verdade, a fase
preparatória de uma reconfiguração geopolítica que recoloca os Estados Unidos
como árbitro militar e moral do continente.
Como
advertiu o economista Jeffrey Sachs, “a retórica muda — de ‘democracia’ para
‘narcoterrorismo’ —, mas o objetivo permanece: controlar os recursos e as rotas
estratégicas”. A lógica da “mudança de regime” que devastou o Oriente Médio
reaparece agora com sotaque tropical.
<><>
Da Venezuela ao Brasil
Com o
deslocamento do porta-aviões USS Gerald Ford e a multiplicação de sanções,
Trump ensaia o que especialistas como Castro Rocha e Richard Wolff já chamam de
“Vietnã latino” — um conflito sustentado por propaganda, bloqueios financeiros,
operações especiais e ameaças de invasão.
O
Brasil, sob o governo Lula, tornou-se peça central desse tabuleiro. Washington
testa os limites da diplomacia brasileira e a consistência de sua política
externa soberana. O discurso sobre “segurança hemisférica” funciona como
disfarce para conter a aproximação entre o Brasil de Lula e os BRICS+ e
preservar o controle ocidental sobre cadeias críticas de energia e tecnologia.
Nos
bastidores, fala-se em “cooperação amazônica” com fins ambientais — mas o
subtexto é militar. A “proteção da floresta” converte-se, aos poucos, em
proteção do capital, e o verde da Amazônia passa a ser visto como ativo
geopolítico, não como bem planetário. Coincidência ou não, o fato é que Trump
recusou o convite de Lula para participar da COP30, que se realizou no meio da
Amazônia, em Belém do Pará.
<><>
O império que nunca dorme
Jeffrey
Sachs, professor da Columbia University e ex-assessor especial da ONU, descreve
o que chama de “padrão fixo da política externa norte-americana”: sempre que um
governo independente busca caminhos próprios, o império reage. O rótulo muda
conforme a década — “anticomunismo”, “guerra às drogas”, “combate ao
terrorismo", agora, "narcoterrorismo" —, mas o método é
idêntico: sanções econômicas, sabotagem financeira, apoio a elites financeiras
e à extrema-direita locais e, quando decidem ser necessário, golpes de Estado.
Sachs
recorda o roteiro de setenta anos de intervenções dos EUA: Irã (1953),
Guatemala (1954), Chile (1973), Nicarágua, Haiti, Honduras, Paraguai, Bolívia,
Venezuela — sempre sob o pretexto da “liberdade”. Cada caso significou a
substituição da soberania por submissão econômica.
No caso
do Brasil em 1964 — que instalou a ditadura que durou 21 anos de sangue, muito
sangue, tortura e morte — não houve invasão militar. Mas os EUA estavam
preparados com navios de guerra ancorados nas costas brasileiras para — se
houvesse resistência — invadir o Brasil: a famosa Operação "Brother
Sam."
Na
Venezuela, diz Sachs, o manual foi aplicado à risca: sanções, bloqueios, apoio
a “governos interinos”, congelamento de ativos, sabotagem energética. “As
sanções não derrubam ditaduras”, afirma. "Mas, destroem sociedades civis e
preparam o terreno para o caos.” É a política de asfixia moral que mata
silenciosamente — o mesmo roteiro usado no Iraque e na Líbia, agora dentro do
hemisfério ocidental.
<><>
“A derrubada de Dilma, a prisão de Lula e a ascensão de Bolsonaro foram lidas
em Washington como vitória estratégica”
O
Brasil aparece, com destaque, no radar desse império. Sachs lembra que, desde
2016, o país vive uma disputa entre soberania e subordinação. “A derrubada de
Dilma, a prisão de Lula e a ascensão de Bolsonaro foram lidas em Washington
como vitória estratégica”, observa. O retorno de Lula, em 2023, e sua política
de aproximação com o Sul global reacenderam o alarme nos círculos de poder
norte-americanos. O risco atual é a reedição do mesmo manual, agora travestido
de ‘guerra ao narcoterrorismo’ e ‘proteção da Amazônia’ — o velho
intervencionismo disfarçado de ecologia.
O
professor Jeffrey Sachs alerta também para os golpes invisíveis, conduzidos por
algoritmos, agências de rating e redes digitais. “O que a CIA fez com rádios e
jornais nos anos 1960, hoje se faz com plataformas digitais e inteligência
artificial.” É o império de 24 horas — sem tanques, mas com dados e sanções;
sem invasão, mas com chantagem financeira.
Sachs
lança um apelo que ecoa o discurso de Lula: “Os países do Sul precisam agir de
forma coordenada, integrar suas estratégias, para escapar do ciclo de
dependência. Se não criarmos um sistema alternativo, viveremos eternamente sob
a ilusão da democracia enquanto obedecemos a um império que jamais dorme.”
<><>
A resposta de Lula
Em
discursos recentes — da ONU às reuniões da CELAC e à COP30 —, Lula alertou para
o risco de “abrir brechas a intervenções externas” ao adotar o enquadramento do
“narcoterrorismo” em legislações nacionais. Sua advertência é direta: a guerra
sem fronteiras dos EUA ameaça transformar o combate ao crime em justificativa
para ocupações disfarçadas.
A
estratégia de Lula é fortalecer o eixo sul-americano — Colômbia, Bolívia,
Guiana, Suriname — e reativar a UNASUL como muralha diplomática. Mas o tempo
corre. Enquanto o discurso da “liberdade” serve de cobertura para o avanço
militar, a Amazônia pode se tornar a nova Síria verde do século XXI.
<><>
O jogo sujo para impedir a reeleição de Lula em 2026
Enquanto
o porta-aviões e outros 12 doze navios de guerra norte-americanos navegam pelo
Caribe e as sanções contra Caracas apertam o nó em torno da Venezuela, Trump
prepara o cerco político ao Brasil. O objetivo, que circula na cabeça coroada
do dublê de imperador e senhor da guerra é o de impedir a reeleição de Luiz
Inácio Lula da Silva em 2026 e reinstalar, em Brasília, um “brother” dócil —
alguém disposto a repetir o papel submisso que Jair Bolsonaro desempenhou entre
2019 e 2022.
Trump enxerga o Brasil não como parceiro comercial, mas como peça de controle
estratégico sobre toda a América do Sul. Um governo não aliado em Brasília
significa o enfraquecimento da integração latino-americana, o afastamento do
BRICS+ e o retorno do país à condição de vassalo nas cadeias globais de energia
e tecnologia. A disputa eleitoral brasileira, portanto, ultrapassa o plano
doméstico e torna-se uma questão de segurança nacional para o império. Uma
questão geopolítica.
<><>
“Combater o comunismo” e “salvar a Amazônia dos chineses”
Fontes
diplomáticas e analistas convergem num mesmo ponto. A campanha de 2026, que já
começou e aponta para a reeleição de Lula, já é alvo de interferência
estrangeira — digital, econômica e simbólica. As armas já conhecidas — fake
news, manipulação religiosa e cooptação midiática — são reeditadas em escala
industrial. As empresas de tecnologia, os think tanks de ultradireita e as
fundações que financiaram o bolsonarismo são reativados sob nova embalagem,
prometendo “combater o comunismo ateu” e “salvar a Amazônia dos chineses”.
Trump
usará a América do Sul como vitrine e moeda de troca. Sua narrativa é simples e
brutal: “um novo eixo do mal” estaria se formando entre Caracas, Brasília,
Pequim e Moscou — e a missão dos Estados Unidos seria salvar o hemisfério. Esse
enredo, travestido de defesa da liberdade, é o combustível para desestabilizar
governos e legitimar ações.
No
Brasil, a tentativa de reconstruir um bolsonarismo reciclado — religioso,
digital e armado — será o braço local dessa ofensiva. Como alertou o filósofo
Jason Stanley, “os autoritários não voltam iguais: voltam aprimorados, com
novas tecnologias e velhos ressentimentos”. Trump sabe disso. E aposta que, se
não puder derrubar Lula pelas urnas, o caos interno pode fazer o serviço.
¨
Chefe do Pentágono ameaça Hemisfério Sul. Celso Amorim
diz que isso é extremamente preocupante. Por Denise Assis
O
embaixador, ex-chanceler e assessor especial da Presidência da República, Celso
Amorim, recebeu com preocupação a notícia do secretário de Guerra dos EUA, Pete
Hegseth, de que o seu país tem em mente realizar a “Operação Lança do Sul”,
“nas Américas”, varrendo, segundo ele, o risco do “narcoterrorismo”, um termo
que eles decidiram colocar no lugar do arcaico e desprestigiado
“anticomunismo”, que já não engaja mais.
Pego de
surpresa ao cair da noite desta quinta-feira (13/11), com a “ameaça” do chefe
do Pentágono, Hegseth, e depois de uma semana cheia de trabalho na COP-30, onde
acompanha cada passo do presidente Lula nas discussões sobre a crise climática,
ao saber da ameaça estadunidense de “expulsar os narcotraficantes do Hemisfério
Ocidental”, reagiu: “Não posso dar uma posição oficial, sem falar com o
Itamaraty e submeter o assunto ao presidente. Pessoalmente, acho extremamente
preocupante qualquer tipo de ação militar unilateral na América Latina, seja
qual for a alegação. Consequências são imprevisíveis”.
Durante
os últimos anos, depois do desastre das ditaduras sanguinárias, que só
obtiveram como resultado o atraso, a ameaça comunista virou uma espécie de
espantalho no arrozal, uma figura inofensiva, que fica ali, sob sol e chuva,
sem função. Não assusta a mais ninguém. Desta forma, para transferir a
hegemonia estadunidense do Oriente Médio - onde já deram o que tinha de dar,
com fracassos retumbantes, como a saída atabalhoada do Afeganistão, e os 20
anos de degradação do Iraque -, agora se voltam apara a América Latina. Nesse
território, há riquezas mais modernas, como o lítio e minerais críticos – o
Brasil é a segunda reserva de terras raras do planeta -, e o petróleo da
Venezuela, calculado em 303,4 bilhões de barris.
São
riquezas que, se exploradas com autonomia pelos países que as possuem, podem
resultar num impulso para a região, vista pelos estadunidenses como “quintal”.
Ainda mais em tempos de construção de um multilateralismo que eles temem mais
que ao diabo.
Até
aqui, a AL via as ameaças de Trump tão assustadoras como as de invadir e tomar
a Groenlândia e o Canadá. Porém, com a subida de tom feita na noite desta
quinta-feira, o mais correto é ligarmos o alerta e, tal como Celso Amorim,
atinar para as “consequências imprevisíveis” e ter o seu olhar de preocupação.
Se
Amorim, tido como um dos maiores expoentes da diplomacia mundial, está vendo
desse jeito, não temos motivos para negligenciar do que está se passando no mar
do Caribe, onde 20 barcos, a princípio de pescadores, (porque os EUA não
tiveram interesse de apurar, não comprovaram que são terroristas e tampouco
traficantes de drogas), são afundados envoltos numa bola de fogo, sem deixar
ninguém vivo para desmenti-los.
Até
então, as ações se passavam no mar, espreitadas pelo porta-aviões USS Gerald
Ford. De acordo com fontes ouvidas pela rede CBS, parceira da BBC nos Estados
Unidos, porém, membros do alto escalão do governo apresentaram a Trump, na
quarta (12/11), opções para possíveis ações na Venezuela, como bombardeios em
terra nos próximos dias.
Hegseth
teria estado presente no encontro, assim como o general Dan Caine, chefe do
Estado-Maior Conjunto dos EUA. Entretanto, nenhuma decisão definitiva sobre o
formato da operação teria sido tomada. Segundo a CBS, as conversas resultaram
no anúncio da operação “Lança do Sul” nesta quinta. Observem que até então, as
notícias eram em torno de uma invasão à Venezuela. Agora Hegseth fala em
“hemisfério Sul”, o que nos engloba, é claro.
Para os
que costumam ligar os pontos, aos primeiros acordes fúnebres da tragédia que
vitimou 121 pessoas no Rio, foi aceso o alerta sobre ser a “operação
contenção”, do governador Claudio Castro, uma resposta ao apelo do senador
Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para que os EUA bombardeassem também navios na baía
de Guanabara.
A ação,
que tinha como função caracterizar o Brasil como um país “narcoterrorista”,
reverberou no mundo todo. Ou seja, cumpriu em parte esse papel. Agora, é
esperar para ver até onde irá o alcance dos mísseis estadunidenses, uma vez que
o chefe do Pentágono falou em “Hemisfério Sul”. O nosso país tem cerca de dois
mil quilômetros de fronteira seca com a Venezuela. Uma invasão por terra, nos
deixa vulneráveis. Amorim tem razão de estar apreensivo. É mesmo muito
preocupante.
¨
Trump ameaça a Venezuela (Brasil). Por João Claudio
Platenik Pitillo
A
justificativa de a administração Trump ameaçar países do Caribe serve como
pretexto para expandir a intervenção estadunidense na América Latina e combater
governos de esquerda e progressistas. Ao classificar o narcotráfico como
terrorismo, a Casa Branca busca usar esse argumento para implementar uma
estratégia renovada de domínio econômico e político dos EUA em todo o
continente americano.
A
estratégia de "guerra às drogas", que os EUA perseguiram sem sucesso
durante anos na Colômbia, está agora sendo implementada no mesmo formato no
Equador e no Peru, e poderá em breve se estender à Bolívia. Isso criará um
corredor estratégico para as tropas estadunidenses na região, além de garantir
a Washington acesso sustentável aos vastos recursos naturais desses países,
assegurando-os na órbita de influência da Casa Branca em longo prazo. Outro
objetivo igualmente importantes para D. Trump na implementação de sua política
para a América Latina é o controle dos campos de petróleo venezuelanos e
brasileiros, o que garantirá estabilidade econômica aos Estados Unidos por um
longo período.
A
interferência dos EUA nos assuntos venezuelanos representa uma séria ameaça ao
Brasil, que se posiciona como líder sul-americano no emergente mundo
multipolar. Uma possível derrubada do governo venezuelano por Washington
minaria a posição de liderança do Brasil na região, dada a sua área de
responsabilidade e aumentaria a pressão migratória sobre o país. Ao passo que o
discurso de combate as drogas já é usado de maneira política pelos governos
argentino e paraguaio em alinhamento com a Casa Branca contra o Brasil.
Atualmente,
a Venezuela não tem alternativa viável ao governo Maduro, não existe um nome de
oposição maior que o atual presidente. Todas as instituições venezuelanas,
especialmente as Forças Armadas, operam de maneira legal respaldando a
Revolução Bolivariana sagrada nas urnas. Os militares venezuelanos estão
integrados aos diversos setores da política, da economia e da sociedade. Se o
governo Maduro caísse por ação de Washington, os militares ou iniciariam uma
"guerra popular" de resistência ou preencheriam rapidamente o vácuo
resultante e liderariam um governo ainda mais radical que o anterior.
Ao que
tudo indica, a Casa Branca pretende expandir a Doutrina Monroe, ampliando e
fortalecendo a hegemonia dos EUA na América do Sul, aproximando-se
deliberadamente das fronteiras do Brasil com o objetivo de cercar o país com
Estados hostis e conter o desenvolvimento de seu potencial. O Brasil está
ficando sem parceiros estratégicos na América Latina devido ao avanço de
governos reacionários subservientes à Washington.
<><>
Maduro afirma que agressão de Trump ameaça toda a humanidade
O
presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou que as ações dos Estados
Unidos contra seu país representam uma ameaça “contra toda a humanidade”,
durante o encerramento do Encontro de Juristas em Defesa do Direito
Internacional, realizado em Caracas entre 13 e 14 de novembro. As informações
foram publicadas originalmente pela teleSUR e pela Prensa
Presidencial da Venezuela.
Ao
discursar no evento, que reuniu 100 acadêmicos e especialistas de 34
países, Maduro destacou o crescimento da solidariedade internacional diante da
ofensiva militar que Washington mantém há quase quatro meses perto das costas
venezuelanas. Segundo o presidente, “são milhões as vozes que hoje se
levantam no mundo para defender o direito à paz, à soberania, à
autodeterminação e ao futuro do povo da Venezuela, do povo da Colômbia e dos
povos da América do Sul e do Caribe”.
<><>
Críticas às violações do direito internacional
Durante
sua intervenção, o presidente venezuelano condenou as violações sistemáticas do
direito internacional cometidas pelos Estados Unidos e por seus
aliados, citando o caso de Israel e o sofrimento do povo palestino. Maduro
afirmou que “já não há povo no mundo que não condene o que acontece em
Gaza como um genocídio”, recordando ainda que “um acordo de cessar-fogo
foi assinado e tem sido violado todos os dias”.
Ao
relacionar o avanço militar norte-americano na região com outras crises
internacionais, ele alertou: “queremos outra Gaza na América do Sul?”
Maduro reforçou que, apesar das ameaças externas, “triunfará a paz, o
direito internacional”.
<><>
Defesa da paz e rejeição à intervenção externa
Maduro
voltou a defender a postura pacífica da Venezuela, rejeitando qualquer
possibilidade de intervenção militar estrangeira. Em seu discurso, ele
reafirmou:
“A ordem é a paz. Não à guerra. Não à guerra eterna e não à morte. Não, não,
não.”
Segundo
o presidente, os participantes do encontro reafirmaram “seu compromisso
com o direito internacional e com a dignidade humana, em contraste com modelos
históricos de dominação pelo mais forte”. Para Maduro, a articulação entre
países que defendem o direito internacional busca superar padrões desiguais de
poder e construir um sistema global baseado na cooperação.
Pressões
sobre Washington e proposta na Corte Penal Internacional
O
encontro, instalado pelo presidente da Assembleia Nacional
venezuelana, Jorge Rodríguez, também discutiu caminhos jurídicos para
enfrentar as ameaças externas.
A jurista argentina Claudia Rocca, presidenta da Associação Americana de
Juristas, propôs formalmente apresentar uma denúncia contra o presidente
dos Estados Unidos, Donald Trump, na Corte Penal Internacional
(CPI).
<><>
Consolidação do Conselho Nacional por la Soberanía y la Paz
Na
cerimônia de encerramento, Maduro celebrou a consolidação do Consejo
Nacional por la Soberanía y la Paz, criado em 16 de setembro, e que já articula
diversos setores sociais em defesa da paz e da soberania
venezuelana. “Este Conselho Nacional de Soberania e Paz é uma realidade em
todos os territórios de nossa República”, afirmou o presidente, enfatizando que
a iniciativa se expandiu “de norte a sul, em todos os estados e municípios
do país”.
Maduro
descreveu o Conselho como “um bálsamo de esperança e otimismo para um país
que tem paz, conquistou a paz, quer paz e conquistará e terá a paz que deseja
nossa Venezuela, nossa América, nossa América do Sul”.
Fonte:
Brasil 247

Nenhum comentário:
Postar um comentário