Alemanha
elaborou 'plano secreto de guerra' contra a Rússia
Rodovias
que viram pistas de pouso para aviões, 'cidades' erguidas em duas semanas e uma
logística para trazer 800 mil soldados alemães, americanos e de outros países
da Organização do Tratado do Atlântico
Norte (Otan) para
o front em caso de uma guerra com a Rússia .
Esses
são alguns dos principais pontos do "OPLAN DEU”, o plano secreto da
Alemanha para responder a um eventual ataque de Moscou num futuro próximo.
O
documento de 1,2 mil páginas foi traçado há cerca de dois anos e meio por
membros do alto escalão do Exército Alemão, revela uma matéria do jornal
americano The Wall Street Journal desta quarta-feira (26/11).
De
acordo com a reportagem, oficiais do exército alemão acreditavam, a
princípio, que a Rússia estaria pronta para atacar a Otan a partir de 2029. No
entanto, uma série de eventos recentes de sabotagem,
espionagem e invasão do espaço aéreo europeu, atribuídos a Moscou, levantam a
suspeita de que um ataque por parte do país de Vladimir Putin possa ocorrer
antes mesmo desse prazo.
Um
cessar-fogo com a Ucrânia, que vem sendo pressionada pelos
Estados Unidos,
também pode dar tempo e recursos para a Rússia preparar uma agressão a aliados
da Otan, acrescentam analistas ouvidos pelo WSJ.
Caso
ocorra uma guerra entre Rússia e as potenciais ocidentais, a Alemanha teria um
papel primordial pela localização geográfica, já que, com os Alpes formando uma
barreira natural, as tropas da Otan teriam de cruzar o país para chegar à
Europa Oriental.
Além de
detalhes logísticos envolvendo linhas férreas, rodovias, portos e caminhos
pelos quais tropas e suprimentos seriam transportados, o plano também delineia
como soldados e veículos seriam protegidos, alimentados e hospedados nesse
deslocamento.
Ainda
de acordo com o WSJ, o OPLAN DEU também serviria para dissuadir a Rússia de uma
eventual intenção de atacar os territórios da Otan. "O objetivo é
prevenir a guerra deixando bem claro para nossos inimigos que, se eles nos
atacarem, não serão bem-sucedidos", disse um oficial de alto escalão e um
dos autores do plano ao jornal.
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Mudança de mentalidade
A
reportagem destaca como um dos principais desafios do plano justamente a
mentalidade que foi adotada pela Alemanha após a Guerra Fria e a reunificação do país, em 1990. Um "otimismo
pacífico" acabou fazendo com que Berlim deixasse de lado o
investimento em infraestruturas de uso dual, que haviam sido pensadas para o
caso de o Alemanha ficar no meio a um conflito global, como entre americanos e
soviéticos.
Um dos
exemplos de estrutura de uso dual foram as autobahns , cuja construção previa a sua
conversão para uma pista de pouso de aeronaves de grande porte. Para isso, os
guarda-corpos podiam ser facilmente removidos, assim como a divisão central das
faixas. Além disso, havia tanques subterrâneos de combustível e estruturas para
a montagem instantânea de torres de controle aéreo.
No
entanto, após os anos 1990, esses projetos foram deixados de lado – e muitas
das estradas mais recentes não possuem essa função de uso dual.
Segundo
o WSJ, o governo alemão acredita que 20% das rodovias e 25% das pontes precisam
de reformas para permitir a passagem de veículos de grande porte. Para os
portos do Mar do Norte e Báltico, estão sendo calculados investimentos de 15
bilhões de euros (R$ 93 bilhões), dos quais 3 bilhões somente para projetos que
permitam o uso dual de infraestrutura.
O plano
de guerra da Alemanha também cita a necessidade de que sejam facilitadas as
parcerias com o setor privado caso a ameaça russa se concretize. Empresas já
vêm sendo acionadas para treinamentos, como foi o caso da Rheinmetall , especializada
em logística, que assinou um contrato de 260 milhões de euros para dar suporte
às tropas alemãs e da Otan, diz a reportagem.
Nos
últimos meses, a Rheinmetall efetuou, em 14 dias, a construção completa de um
acampamento para 500 soldados, com alojamento, cinco postos de combustíveis, um
refeitório e vigilância por drones, uma espécie de "cidade construída do
nada em 14 dias e desmontada em sete", contou uma fonte da Rheimetall ao
jornal americano.
A
operação, no entanto, revelou também as limitações da infraestrutura alemã: não
houve capacidade para acomodar todos os veículos e o terreno era irregular,
obrigando a empresa a transportar soldados de um lado para o outro.
Mesmo
assim, as forças armadas alemãs têm sido
otimistas quanto à implementação do plano, ressalta o Wall Street
Journal. "Considerando que começamops do zero no início de 2023,
estamos muito satisfeitos com o ponto onde estamos hoje. É um projeto muito
sofisticado", disse um dos coautores do OPLAN DEU ao jornal.
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Putin fala em trégua caso Ucrânia recue completamente no
Donbas
Durante
uma coletiva de imprensa realizada no Quirguistão, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que poderia
aceitar um cessar-fogo com a Ucrânia, com uma condição: que o país vizinho
retire completamente as suas tropas da região do Donbas.
“Se
as forças ucranianas se retirarem
dos territórios que ainda ocupam (no Donbas), podemos assinar uma trégua e
acabar com os combates. Se não o fizerem, iremos alcançar esse objetivo pela
via militar”, disse o mandatário russo.
A
declaração aconteceu em coletiva realizada após a reunião da Organização do
Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), em Bishkek, capital do Quirguistão.
Em
outro momento da entrevista, Putin disse que as forças russas continuam
avançando no território do Donbas e assegurou que, em breve, conquistarão
definitivamente a região de Zaporizhzhia, onde, segundo ele, “o cenário no
campo de batalha mostra que o colapso da resistência ucraniana é iminente”.
“Estamos
[as forças russas] avançando rapidamente pelo norte da região e quando
completarmos esse movimento estaremos cercando praticamente toda a área
fortificada que ainda resiste”, explicou o mandatário russo.
Vale
lembrar que a OTSC possui seis países-membros, todos eles ex-integrantes da
antiga União Soviética. Além do Quirguistão, anfitrião da reunião deste ano, e
da Rússia, que lidera a entidade, também formam parte a Armênia, o Azerbaijão,
o Cazaquistão e o Tajiquistão.
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Visitas norte-americanas
A
declaração de Putin acontece em meio às negociações para um acordo de paz
permanente, em esforço que vem sendo mediado pelos Estados Unidos visando
colocar um fim definitivo à guerra iniciada em fevereiro de 2022.
Em coletiva na última terça-feira
(25/11),
o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que fez alterações no plano
original, produzindo um “documento aprimorado, com contribuições apresentadas
por ambos os lados”.
O
Kremlin admitiu, dias atrás, que está negociando uma data na semana que vem
para um encontro presencial entre o presidente Putin e o enviado especial de
Washington, Steve Witkoff, para discutir a última proposta apresentada pela
Casa Branca.
Em
paralelo a esse encontro, os Estados Unidos enviarão a Kiev o secretário do
Exército, Dan Driscoll, com a missão de realizar o mesmo diálogo com o líder
ucraniano Volodymyr Zelensky.
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28 pontos
A
proposta original dos Estados Unidos, anunciada na semana anterior, continha 28
pontos, incluindo o reconhecimento da Crimeia e do Donbas como território
legítimo da Rússia e a definição do idioma russo como língua oficial em ambos
os territórios.
Também
estipulava que a Ucrânia não poderá ser aceita como membro da Organização do
Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e será obrigada a reduzir o tamanho das suas
forças armadas.
Outro
ponto importante seria a obrigação aos Estados Unidos e à União Europeia de
levantar gradualmente todas as sanções econômicas impostas à Rússia.
Finalmente,
a Ucrânia se comprometeria a realizar eleições presidenciais dentro de um prazo
máximo de 100 dias após a entrada em vigor do documento.
Resta
saber quais desses pontos foram alterados, quais foram mantidos e como ficou o
texto que será discutido entre Moscou e Kiev a partir de agora.
• Putin reforça ameaça e diz que só haverá
paz se Ucrânia ceder territórios
O
presidente russo Vladimir Putin reforçou suas principais exigências para o fim
da guerra na Ucrânia, afirmando que a Rússia só abandonará as armas se as
tropas de Kiev se retirarem do território reivindicado por Moscou.
Putin
tem pressionado pelo reconhecimento legal dos territórios ucranianos que a
Rússia tomou à força.
Eles
incluem a península da Crimeia, que foi ilegalmente anexada em 2014, e Donbas,
composto por Luhansk e Donetsk, que tem hoje sua maior parte ocupada por
Moscou.
Para
Kiev, que já descartou abrir mão das partes de Donbas que ainda controla,
recompensar a Rússia por sua agressão está fora de questão.
Ao
falar com repórteres durante uma viagem ao Quirguistão, Putin acusou Kiev de
querer lutar "até o último ucraniano" — algo que, segundo ele, a
Rússia também estava, "a princípio", pronta para fazer.
Ele
repetiu sua posição de que a Rússia está motivada nos campos de batalha e que a
luta só vai acabar quando as tropas ucranianas se retirarem dos territórios em
disputa.
"Se
eles não abrirem mão, conquistaremos isso pela força das armas", afirmou.
Ainda
assim, os lentos avanços da Rússia no leste da Ucrânia têm tido um custo
significativo em termos de mão de obra.
Segundo
o Instituto para Estudo de Guerra, sediado nos Estados Unidos, nesse ritmo,
Moscou levaria quase mais dois anos para tomar o restante da região de Donetsk.
A
declaração deste quinta-feira foi a primeira em que Putin abordou os intensos
movimentos diplomáticos da última semana, quando os EUA e a Ucrânia mantiveram
discussões intensas sobre um plano de paz supostamente elaborado em outubro por
autoridades americanas e russas.
O
plano, fortemente inclinado às exigências de Moscou, foi posteriormente
revisado.
Contudo,
acredita-se que ele não trate da questão dos territórios ocupados que,
juntamente com garantias de segurança para a Ucrânia, é o maior ponto de
discórdia entre Moscou e Kiev.
Putin
disse que o novo rascunho do plano já foi apresentado à Rússia e que poderia se
tornar uma "base" para um futuro acordos para encerrar a guerra.
Apesar
disso, ele acrescentou que era "absolutamente necessário" discutir
"certos pontos específicos que precisam ser colocados em linguagem
diplomática".
Questionado
sobre a possibilidade da Crimeia e Donbas serem reconhecidas sob controle
russo, mas não legalmente, Putin disse: "Esse é o ponto da nossa discussão
com nossos colegas americanos".
Ele
confirmou que uma delegação dos EUA, incluindo o enviado especial Steve
Witkoff, é esperada em Moscou na primeira metade da próxima semana.
O
presidente americano, Donald Trump, disse a repórteres que Witkoff pode ir para
Moscou acompanhado de seu genro, Jared Kushner.
Enquanto
isso, o principal assessor presidencial da Ucrânia, Andriy Yermak, disse que o
secretário do Exército dos EUA, Dan Driscoll, deve visita Kiev no final da
semana.
Na
quarta-feira, Trump disse que havia "apenas alguns pontos de discordância
restantes" entre Rússia e Ucrânia, indicando que qualquer reunião com o
presidente ucraniano Volodymyr Zelensky para discutir esses pontos estava
condicionada à assinatura de um acordo de paz.
Durante
sua conversa com repórteres, Putin mais uma vez expressou seu desprezo pela
liderança ucraniana, que ele disse considerar ilegítima.
Por
isso, "não adiantava" assinar qualquer documento com eles,
acrescentou.
A
Ucrânia está sob lei marcial desde o início da invasão russa, em fevereiro de
2022, e, por isso, não pôde realizar as eleições programadas.
No
início do ano, o Parlamento ucraniano votou de forma unânime para afirmar a
legitimidade do presidente Zelensky, cujo mandato terminou no primeiro
semestre.
Putin
também descartou os alertas de líderes europeus de que a Rússia poderia atacar
o continente europeu nas próximas décadas.
"Isso
nos parece ridículo", disse.
A Casa
Branca e Donald Trump têm se mostrado otimistas sobre os recentes esforços
diplomáticos para negociações de paz, mas os europeus têm expressado
repetidamente seu ceticismo em relação a Putin realmente acabar com a guerra.
Nesta
quarta (26/11), a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, acusou
a Rússia de manter uma mentalidade pós-Segunda Guerra Mundial e de ver o
continente europeu como uma "esfera de influência", na qual nações
soberana poderiam ser "divididas".
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Ucranianos estão voltando a falar russo em escolas em
Kiev
Após o
início da invasão russa em grande escala , em fevereiro
de 2022, muitos na Ucrânia passaram a falar exclusivamente
ucraniano, deixando o russo de lado no dia a dia. O país é considerado
bilíngue. Embora o ucraniano fosse a língua oficial do país, o russo
predominava em várias regiões do leste. Com o início da guerra, muitos se recusaram
a usar o idioma do país invasor.
No
entanto, com o tempo, esse impulso emocional inicial parece ter diminuído, e
alguns ucranianos que falam russo voltaram a usar seu idioma nativo. Um número
significativo de jovens em idade escolar, e às vezes até mesmo professores,
continua a se comunicar em russo.
De
acordo com um estudo do Serviço Estatal para a Qualidade da Educação, realizado
em cooperação com o Comissário para a Proteção do Ucraniano como Língua
Oficial, entre abril e maio de 2025, o uso do ucraniano nas escolas está
aumentando de forma geral. O estudo constatou que 48% dos alunos entrevistados
na Ucrânia se comunicam exclusivamente em ucraniano, o que representa um
aumento de sete pontos percentuais em comparação com o ano letivo anterior.
Contudo,
essa constatação não se aplica igualmente a todas as regiões: os resultados são
particularmente impressionantes na capital, Kiev, onde se observa até mesmo uma
tendência negativa. A porcentagem de alunos que usam exclusivamente o ucraniano
em suas escolas diminuiu dez pontos percentuais em comparação com o ano letivo
passado, chegando agora a apenas 17%.
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Ucraniano em sala de aula, russo nos intervalos
Oksana
(que prefere não revelar seu nome verdadeiro) é professora em uma escola em
Kiev. "Em sala de aula, as crianças falam ucraniano, mas quando o sinal
toca para o intervalo, elas começam a falar russo entre si", relata.
"Temos até um menino que quer falar russo em sala de aula. A família dele
fala russo e ele não entende bem ucraniano", conta Oksana.
A aluna
Iryna, que frequenta outra escola em Kiev, relata algo semelhante. "A
maioria das meninas da nossa turma fala ucraniano, mas quase todos os meninos
falam russo", explica Iryna. Ela própria fala ucraniano tanto em casa
quanto na escola. Apenas ocasionalmente usa uma língua mista, difundida na
Ucrânia, chamada "Surzhyk".
O
declínio no uso do ucraniano entre os estudantes de Kiev pode ser atribuído ao
grande número de imigrantes das regiões leste do país, onde a proporção de
escolas de língua russa era maior, afirma Olena Ivanovska, Comissária para a
Proteção da Língua Oficial.
A
professora Oksana compartilha dessa observação. "Por exemplo, uma menina
fala ucraniano comigo e, quando o pai a busca, ela imediatamente muda para o
russo", explica. Segundo ela, a família é de deslocados internos do
leste da Ucrânia.
Valentyna,
mãe de um aluno do sétimo ano de outra escola de Kiev, acredita que há outro
motivo para tantos estudantes falarem russo. "Na minha opinião, isso se
deve à predominância de conteúdo em russo no YouTube e nas redes sociais. Eles
também jogam jogos online nos quais a comunicação é em russo", disse.
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Como é a situação linguística no dia a dia?
O fato
de muitas pessoas na capital ucraniana falarem russo não surpreende Oleksiy
Antypovych, diretor do instituto de pesquisas Rating. "Em Kiev, cerca de
50% falam ucraniano, pouco menos de 20% russo e 30% falam ambos os idiomas.
Aliás, o número de entrevistados que declaram falar russo em Kiev é o dobro da
média ucraniana", afirmou, citando um estudo de seu instituto.
Os
entrevistados da DW também observaram um retorno do russo ao cotidiano.
"Com o início da invasão em larga escala, houve uma mobilização maciça de
forças internas em relação aos nossos símbolos nacionais. Desde 2024, o idioma
russo, especialmente em Kiev, voltou a estar presente nas ruas e deixou der ser
algo malvisto", afirmou Antypovych.
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Ambiente de aprendizagem do ucraniano por lei?
Olena
Ivanovska acredita que ainda há muito trabalho a ser feito para criar um
ambiente de língua ucraniana nas escolas do país, inclusive fora da sala de
aula. "O patriotismo por si só não basta. É preciso a vontade do Estado e
uma política consistente em relação ao idioma usado por professores e
administradores escolares."
Portanto,
é importante "que o Parlamento aprove o projeto de lei para garantir um
ambiente de aprendizagem em língua ucraniana nas instituições de ensino",
afirma a Comissária para a Proteção da Língua Oficial.
O
projeto de lei, apresentado ao Parlamento em outubro de 2024, define o termo
"ambiente de aprendizagem em língua ucraniana". Ele estipula que o
processo educacional abrange não apenas as aulas, mas também os intervalos, a
comunicação nas dependências da escola e outras atividades educativas. Se a lei
for aprovada, as autoridades serão obrigadas a desenvolver um sistema para
avaliar a proficiência linguística das crianças. No entanto, não são previstas
medidas contra alunos ou pais que se comuniquem em russo.
"Além
disso, precisamos deixar claro para os pais que falam russo com seus filhos em
casa que seus filhos estarão em desvantagem significativa quando começarem a
frequentar a escola, em comparação com outras crianças cuja língua materna é o
ucraniano", acrescenta Ivanovska.
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Importância da cultura pop
Novas
leis por si só provavelmente não são suficientes. Além de instrumentos legais,
também é necessário conteúdo ucraniano de alta qualidade, afirma a Comissária
para a Proteção da Língua Oficial. O conhecido blogueiro ucraniano Andriy
Shymanovsky chama a atenção para a grande importância e influência da
cultura pop sobre as crianças.
"Não
temos nenhum blogueiro infantil ucraniano criando conteúdo interessante sobre
experimentos, pegadinhas e desafios", pontuou. Schymanowsky está
convencido de que as crianças compartilham conteúdo em russo entre si porque
geralmente o acham mais divertido.
"Se
não houver nada engraçado em ucraniano, estamos em desvantagem. Além disso, as
crianças hoje em dia jogam jogos de tiro populares, que em sua maioria não são
em ucraniano. É por isso que precisamos de uma grande variedade de conteúdo em
nosso idioma, e não apenas conteúdo acadêmico", acrescentou o blogueiro.
Fonte:
Opera Mundi/BBC News Mundo/DW Brasil

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