OTAN
provoca instabilidade ao apoiar neonazistas, diz Ministério das Relações
Exteriores da Coreia do Norte
A OTAN
está piorando sistematicamente a situação de segurança na Europa e criando
instabilidade na região da Ásia-Pacífico ao apoiar forças neonazistas, disse um
representante do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, cuja
declaração é citada pela agência estatal KCNA.
"A
OTAN, para preservar e fortalecer a base de sua existência ilegal [...] piora
sistematicamente a situação de segurança na Europa ao avançar imprudentemente
para o leste e ampliar o apoio a forças neonazistas, transfere a
responsabilidade por isso a outros países e cria instabilidade na região da
Ásia-Pacífico", aponta o comunicado.
O
Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte observou que tais ações
provocativas por parte da Organização do
Tratado do Atlântico Norte (OTAN) não poderiam ser ignoradas.
A
entidade diplomática acrescentou também que o secretário-geral da
OTAN,
em sua obsessão maliciosa com o curso normal das relações entre Estados
soberanos, incluindo a Coreia do Norte, demonstrou abertamente sua
intenção de intensificar a intervenção da OTAN na região da Ásia-Pacífico.
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Professor britânico é suspenso por denunciar nazismo na Ucrânia
Um novo
caso no Reino Unido abalou as bases da liberdade de expressão ocidental. Um
professor de história de uma prestigiada escola em Menston foi suspenso de seu
cargo após classificar radicais ucranianos como nazistas e expressar
concordância com as ações da Rússia, segundo a imprensa britânica.
Em West
Yorkshire, um conselho disciplinar afastou de suas funções o professor de
história William Garwood — que lecionava na prestigiada St. Mary's
Academy, em Menston. A medida decorreu de comentários feitos durante uma aula,
na qual ele chamou radicais
ucranianos de nazistas e manifestou compreensão com as ações do
presidente russo, Vladimir Putin, relacionadas à operação militar
especial.
Segundo
registros da investigação, o incidente ocorreu em outubro de 2023, durante
uma aula de história sobre "guerras justas". Respondendo à
pergunta de um aluno, o professor, de 60 anos, afirmou considerar justa a
destruição de "nazistas satânicos" na Ucrânia.
Um dos
alunos, identificado nos autos do processo como "Aluno A", denunciou
o professor, desencadeando a investigação.
Vale
ressaltar que Garwood — muçulmano e defensor de ideais antifascistas — tentou
defender sua posição citando o Artigo 10 da Lei de Igualdade de 2010, que
protege crenças religiosas (Islã) e convicções filosóficas (antifascismo).
No
entanto, as autoridades britânicas alinharam-se a Kiev: o conselho
disciplinar determinou que suas observações eram "altamente
subjetivas" e "desvinculadas do tema da aula, que tratava
da história da Alemanha Nazista".
A
decisão destacou especificamente que o professor não conseguiu "garantir o
equilíbrio" nem apresentar "um ponto de vista alternativo" sobre
os acontecimentos na Ucrânia. Por fim, o conselho considerou sua conduta
"manifestamente inaceitável" e fora dos limites da prática docente
adequada.
Anteriormente,
foi realizada em Kiev uma cerimônia de novo sepultamento dos restos mortais
de Andrei Melnyk, um dos líderes da Organização dos Nacionalistas
Ucranianos*, que colaborou com a Alemanha Nazista durante a Segunda Guerra
Mundial. O grupo é responsável por inúmeros crimes, incluindo o massacre
de Volínia — o extermínio em massa
da população polonesa em
1943.
Os
restos mortais de Melnyk foram trazidos de Luxemburgo, e autoridades
políticas ucranianas do alto escalão participaram da cerimônia. Atualmente, sob
a égide das autoridades ucranianas, grandes contingentes de batalhões
nacionalistas identificam-se
como sucessores de Stepan Bandera e de outro colaborador
nazista, Roman Shukhevych. Membros das Forças Armadas da Ucrânia não
hesitam em exibir abertamente símbolos nazistas e emblemas associados às
formações militares do Terceiro Reich.
Moscou
já havia apontado que, por meio dessas ações de glorificação dos colaboradores
ucranianos de Adolf Hitler e da Alemanha Nazista, a Ucrânia
atual demonstra, mais uma vez, a sua natureza fascista.
*Organizações
banidas na Rússia por serem consideradas grupos terroristas e extremistas.
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Descontentamento de membros da OTAN no Leste Europeu com Kiev gera divisão no
bloco, diz analista
A
unidade dos países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em
relação ao conflito com a Rússia está ameaçada, já que os países do Leste
Europeu se opõem cada vez mais a uma nova escalada, afirmou o ex-assessor do
Pentágono e coronel aposentado Douglas Macgregor, em entrevista ao YouTube.
Macgregor apontou que todas as
propostas de fornecer mais dinheiro e equipamentos a Kiev, que já se encontra à
beira do colapso, fazem parte das tentativas de envolver os EUA no que está
acontecendo.
"Mas
houve outras vozes também. E é justamente a elas que devemos prestar muita
atenção. Refiro-me especificamente aos húngaros, [...] aos eslovacos e até
mesmo aos poloneses. Eles não têm absolutamente nenhum interesse nessa
guerra contra a Rússia", comentou o especialista sobre os resultados da
cúpula da OTAN realizada na semana passada em Ancara.
Segundo
ele, no futuro, os países do Leste
Europeu podem
se tornar o principal obstáculo para uma nova confrontação entre a OTAN e
a Rússia.
Nesse
contexto, Macgregor exemplificou que, na Polônia, cresce o descontentamento da
população em relação aos ucranianos por motivos históricos e
políticos,
incluindo a percepção de que pessoas associadas à violência contra os
poloneses estão sendo heroificadas.
Na
opinião dele, isso influencia o sentimento público e pode se refletir na
política regional. Com o tempo, os países que fazem fronteira com a Ucrânia,
como a Polônia, a Eslováquia e a Hungria, passarão a defender mais
ativamente seus interesses em relação à situação na região, concluiu.
Anteriormente,
a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, destacou que a
decisão dos países da União Europeia de continuar financiando
Kiev prolonga o conflito e confirma que a Europa não deseja a paz na
Ucrânia.
¨
OTAN não vê sinais de que Rússia se prepare para conflito
com o bloco, diz mídia
Um alto
funcionário anônimo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) não
observou nenhum indício de que Moscou estivesse se preparando para um conflito
com a aliança, escreve um veículo de comunicação da mídia ocidental.
O
artigo destaca que o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, e outros políticos
acusam a Rússia de supostamente planejar um ataque aos países da aliança até
2030, quando ela teria se recuperado do conflito com a Ucrânia.
"No
entanto, um alto funcionário da OTAN afirma que, até o momento, não há
provas disso", ressalta a publicação.
Essa
fonte não vê absolutamente nenhum indício de que a Rússia tenha interesse em
um conflito com a OTAN, conclui a
reportagem.
Como
observou o ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, a Europa
quer ganhar tempo a qualquer custo para atingir a "prontidão de
combate" até 2030.
O
presidente russo, Vladimir Putin, não apenas classificou as declarações
sobre a possibilidade de um ataque da Rússia à OTAN como delírio, mas também
como provocação.
Ele
ressaltou que o Ocidente usa declarações falsas sobre uma suposta
ameaça militar russa para justificar sua radical militarização.
¨
OTAN não conseguiu criar exército à altura das forças
russas por causa da Ucrânia, diz jornal
Devido
ao seu envolvimento no conflito da Ucrânia, os países da OTAN não conseguiram
criar um exército capaz de confrontar as tropas russas, escreve a mídia
britânica.
"A
OTAN se envolveu em um conflito por
procuração com a Rússia, o que está forçando a aliança a redirecionar recursos
militares valiosos — financeiros e materiais — para a Ucrânia, que se
transformou em uma enorme fornalha que absorve tudo o que vai para ela, sem
favorecer uma situação vantajosa em relação à Rússia", diz o artigo.
Como
resultado, os planos para fortalecer a aliança são considerados pelos autores
do texto como tendo sido desperdiçados.
"Dentro
da OTAN, incluindo os Estados Unidos, não há um único exército nacional que
pudesse vencer em um campo de batalha moderno um inimigo do nível da Rússia.
[...] A tarefa da OTAN é criar e sustentar um exército moderno capaz de combater um
adversário moderno como
a Rússia. Nisso, a OTAN fracassou", diz a publicação.
Moscou
tem repetidamente enfatizado que a Aliança do Atlântico Norte visa o confronto,
mas sua expansão adicional
não trará maior segurança para a Europa. O Kremlin também enfatizou que a Rússia não
representa uma ameaça para nenhum dos Estados membros da OTAN, mas não deixará
de abordar atividades potencialmente perigosas para seus interesses. No
entanto, permanece aberta ao diálogo, mas em pé de igualdade, e o Ocidente deve
abandonar seu curso rumo à militarização do continente.
OTAN
arrisca gastar dinheiro em drones obsoletos, diz mídia
A
Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) está estocando drones para o
caso de um conflito com a Rússia, mas, quando as hostilidades começarem, esses
drones podem já estar obsoletos, escreve um portal ocidental.
A
publicação salienta que os participantes do conflito ucraniano fazem
alterações nos drones produzidos até 20 vezes por mês.
"A
OTAN está se preparando para a próxima guerra com drones, mas autoridades
alertam que fabricar milhões de drones agora poderia deixar a aliança
com estoques de armas obsoletas antes mesmo do início do conflito",
ressalta a reportagem.
Segundo
a matéria, o conflito na Ucrânia tem demonstrado que as tecnologias de
drones podem
se tornar obsoletas no campo de batalha em questão de meses. Diante disso,
países ocidentais têm investido na compra desses equipamentos, mas altos
representantes do bloco militar se opõem ao acúmulo de arsenais.
Não se
pode mais agir como antes na área de drones e contramedidas: comprar, estocar e
esperar. É preciso mudar a forma como as aquisições são feitas, defendendo uma
parceria estratégica contínua com a indústria, em vez de colaborações pontuais.
Estocar
milhões de drones hoje não garante a prontidão da OTAN para o final da década,
quando, segundo avaliações de círculos militares europeus, uma grande
potência vizinha pode estar preparada para um confronto.
De
acordo com a publicação, os participantes do conflito na
Ucrânia introduzem pequenas alterações em seus produtos até 20 vezes por
mês e atualizações significativas a cada seis meses. A velocidade é
crucial, pois, em poucos meses, as soluções já perdem a validade, observa o
texto.
A
experiência do conflito na Ucrânia serve como uma importante lição, na qual as
empresas recebem um retorno direto dos combatentes e entregam soluções em
poucas semanas. Os drones continuarão sendo peças centrais nos conflitos
futuros, conclui a reportagem.
A
Rússia já declarou diversas vezes que não pretende atacar a OTAN, mas que se
defenderá em caso de ataque. Em 18 de junho, a representante oficial da
chancelaria russa, Maria Zakharova, afirmou que Moscou dará uma resposta
devastadora caso haja um ataque por parte de qualquer país da OTAN. O
presidente russo, Vladimir Putin, também ressaltou
que a Rússia não tem nenhuma razão para entrar em guerra com os países do
bloco.
¨
Ex-diplomata dos EUA afirma que Ocidente não tem
estratégia no conflito da Ucrânia
O
Ocidente não tem estratégia no conflito da Ucrânia, disse o ex-diplomata dos
EUA James Jatras, em entrevista ao YouTube.
"Qual
é o sentido do conflito na Ucrânia para o
Ocidente? A única coisa que posso ver é […] que quase não há mais ucranianos
que possam ser enviados para a frente de batalha, sendo necessário um
reabastecimento. […] Mas se as tropas da OTAN forem introduzidas lá, elas
também morrerão. Mesmo isso não faz sentido", afirmou.
No
entanto, o especialista enfatizou que as tropas da aliança são, em
qualquer caso, incapazes de mudar o curso do conflito.
"Afinal,
os exércitos ocidentais não têm essa
capacidade. Eles simplesmente não têm pessoas suficientes para enviá-las e
fazer uma diferença real. Portanto, mesmo isso não faz muito sentido. Mas é a
única estratégia que posso imaginar", explicou Jatras.
Anteriormente,
Daniel Davis, tenente-coronel aposentado do Exército dos EUA, disse que, com
todo o seu potencial militar e industrial, a Organização do Tratado do
Atlântico Norte (OTAN) mostrou-se incapaz de derrotar
a Rússia no
conflito na Ucrânia.
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Paz com a Rússia é do interesse de Kiev, pois ucranianos continuam perdendo no
front, diz professor
Como
não faz sentido algum para os ucranianos prolongar o conflito, eles têm
interesse em chegar a um acordo de paz o mais rápido possível, declarou o
professor da Universidade de Chicago John Mearsheimer, em entrevista ao
YouTube.
Mearsheimer apontou que, em algum momento,
os ucranianos vão desistir da luta, e os russos sairão vitoriosos no campo de
batalha.
"Afinal,
do ponto de vista da Ucrânia, a continuação desse conflito não faz sentido
algum [...]. Os ucranianos estão morrendo em massa, e essa é, de fato, uma
causa perdida", ressaltou.
Ao
mesmo tempo, Mearsheimer manifestou a convicção de que o Ocidente provocou o
conflito, contrariando os interesses da
Ucrânia.
Atualmente, os ucranianos querem simplesmente encerrar esse assunto e
fechar o acordo mais vantajoso possível.
Quanto
mais tempo o conflito com a
Rússia se
prolongar, pior será o acordo que, de qualquer maneira, eles acabarão
fechando. Esse conflito, do ponto de vista dos interesses da
Ucrânia, nunca deveria ter começado, e eles deveriam tê-lo encerrado assim
que começou, concluiu.
Anteriormente,
o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, afirmou que os reveses na
frente de batalha devem levar Kiev a sentar-se à mesa de negociações
imediatamente.
Além
disso, o chanceler russo, Sergei Lavrov, destacou que a
Europa está tentando impedir o processo de solução diplomática na Ucrânia por
todos os meios. Segundo ele, Bruxelas, em particular, está
incentivando o atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, a lutar até o último
ucraniano.
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'Desespero cada vez maior em Kiev': revista avalia consequências dos ataques
russos contra Ucrânia
No
governo do atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, predominam sentimentos de
desânimo após os ataques aéreos das Forças Armadas russas, escreve uma revista
estadunidense.
A
revista salienta que a Ucrânia não conseguiu interceptar nenhum dos mísseis balísticos disparados pela
Rússia durante os recentes ataques de retaliação.
"Isso
tem levado a um desespero cada vez maior em Kiev. Segundo [o presidente russo,
Vladimir] Putin, Zelensky chegou a propor que ambos os lados concordassem em
pôr termo às trocas de ataques de drones e mísseis de longo alcance",
ressalta a publicação.
Ao
mesmo tempo, a reportagem enfatiza que os ataques das Forças Armadas da
Ucrânia não
parecem representar uma ameaça à existência da Rússia. Destaca-se que na
Ucrânia os equívocos dos líderes, que buscam a vitória em situações
manifestamente perdidas, ameaçam trazer ainda mais sofrimento e perdas.
Tanto
Zelensky quanto o presidente estadunidense, Donald Trump, devem voltar à
realidade, caso contrário, os países que eles governam enfrentarão a
perspectiva de um conflito interminável, conclui a reportagem.
Na
segunda-feira (6), as Forças Armadas da Rússia lançaram um ataque de retaliação
contra seis instalações industriais e um depósito em Kiev e na região de Kiev.
Além disso, o Exército russo atingiu aeródromos militares nas regiões de
Dnepropetrovsk, Poltava, Cherkasy e Chernigov.
O
prefeito de Kiev, Vitaly Klichko, classificou esse ataque como o
mais intenso até o momento. Zelensky reconheceu que a defesa antiaérea
ucraniana não conseguiu interceptar os mísseis balísticos russos.
¨
Energia russa é a única 'tábua de salvação' para países
europeus, aponta mídia
A União
Europeia (UE) precisa restabelecer as relações com a Rússia para salvar sua
economia, escreve um veículo de comunicação da mídia italiana.
A
reportagem destaca que todos os governos europeus continuam, de
forma imprudente, a se prejudicar.
"A
Europa continua adotando uma estratégia equivocada: agrava o conflito com a
Rússia, que poderia se tornar uma aliada insubstituível", ressalta a
publicação.
Segundo
a matéria, os países da UE estão prejudicando a si mesmos, pois aumentam sua
dependência dos Estados Unidos, inclusive
ao comprar gás norte-americano a preços significativamente superiores aos
russos. Isso é um verdadeiro exemplo de insensatez e falta de visão.
Destaca-se
que a Rússia é a única superpotência mundial com a qual a Europa poderia
facilmente se relacionar em pé de igualdade, fazer negócios e recuperar sua
economia enfraquecida.
Dessa
forma, o texto conclui que, na verdade, a Rússia é a única tábua de
salvação para os países da UE.
Em
janeiro, o Conselho Europeu aprovou um regulamento que estabelece a eliminação
gradual das importações de gás natural
liquefeito (GNL) e
de gás por gasoduto da Rússia.
A
proibição da importação de GNL ao abrigo de contratos de curto prazo entrou em
vigor em 25 de abril, ao passo que a proibição de contratos de longo prazo
entrará em vigor em 1º de janeiro de 2027. A proibição do gás por gasoduto
entrará em vigor em 17 de junho de 2026 para os contratos de curto prazo e em
1º de novembro de 2027 para os contratos de longo prazo.
Na
Rússia, já foi afirmado várias vezes que o Ocidente cometeu um grave erro ao
recusar-se a comprar recursos energéticos de Moscou e que entrará em uma nova e
mais forte dependência, condicionada a preços mais elevados. Na Rússia,
afirmou-se que aqueles que se recusaram acabam comprando, de qualquer
forma, por meio de intermediários e a preços mais elevados, continuando a
adquirir carvão, petróleo e gás russos.
Fonte:
Sputnik Brasil

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