Janethe
Fontes: O “quarto de despejo” do pobre de direita
Analisar
o contexto histórico e as subjetividades brasileiras que legitimam formas de
dominação simbólica, que forjaram essa figura emblemática denominada de “pobre
de direita”, não é uma missão nada fácil. Assim, as reflexões contidas neste
ensaio procuram ancorar-se em autores como Florestan Fernandes, Pierre
Bourdieu, Paulo Freire, Milton Santos e, sobretudo, Jessé Souza, aliando esse
último pensador a trechos do icônico livro Quarto de Despejo, de Carolina Maria
de Jesus e à letra da música Construção, de Chico Buarque, para entendimento da
importância da crítica e da resistência cultural.
Essas
reflexões passam, ainda, pela necessidade de compreender que o autoritarismo
brasileiro não se restringe apenas ao domínio institucional. Ele estrutura,
desde de tempos mais remotos, práticas cotidianas, hábitos, valores culturais e
formas de percepção de mundo.
Ou
seja, trata-se de um fenômeno que atravessa séculos, amparado por um ethos
patrimonialista e por uma cultura de naturalização da desigualdade. Sérgio
Buarque de Holanda, Raymundo Faoro e Roberto DaMatta identificam na
cordialidade, no patrimonialismo e no personalismo, traços permanentes de um
Brasil que não rompeu totalmente com suas raízes coloniais.
É desse
intricado contexto histórico que emerge a figura do “pobre de direita”, um
sujeito invariavelmente subalternizado que, de forma paradoxal, adere ao
discurso das elites, algo que desafia interpretações simples e reducionistas.
Sendo assim, para entender esse sujeito, se faz necessária uma análise mais
ampliada da cultura política brasileira, para a qual contribuíram, de forma
seminal, Holanda, Faoro e DaMatta.
O
conceito de “homem cordial”, estabelecido por Holanda (1995) em Raízes do
Brasil, não remete à gentileza, mas sim à personalização das relações de poder:
“A lhaneza no trato, a hospitalidade, a generosidade, a ternura, são
manifestações espontâneas do homem cordial. Mas essa cordialidade não
significa, como parece à primeira vista, boas maneiras ou civilidade. (…) A
contribuição brasileira à civilização será, talvez, a do homem cordial”
(Holanda, 1995, p.146).
A
cordialidade brasileira, definida por Sérgio Buarque de Holanda, mascara a
violência simbólica e física exercida pelo Estado e pelas elites, criando uma
sociedade onde o público se confunde com o privado e onde os vínculos pessoais
excedem os princípios impessoais da democracia moderna. Isso ajuda a explicar
por que, mesmo em contextos democráticos, práticas autoritárias persistem com
legitimidade popular.
Faoro
(2001), em Os Donos do Poder, aprofunda essa análise, ao investigar o
patrimonialismo herdado da colonização portuguesa. Para ele, a burocracia
estatal brasileira se estrutura como um instrumento de manutenção dos
privilégios de uma elite que monopoliza o Estado em benefício próprio. O
autoritarismo, portanto, não é um desvio, mas um traço constitutivo da formação
social brasileira.
DaMatta
(1997), com sua análise antropológica da cultura brasileira em Carnavais,
Malandros e Heróis, mostra como o brasileiro transita entre dois mundos: o da
regra e o da exceção. “O jeitinho é, pois, a maneira que o brasileiro encontrou
para conciliar a norma impessoal com as exigências da pessoa concreta”
(DaMatta, 1997, p. 197). Com DaMatta, as hierarquias são naturalizadas e a
ideia de igualdade é relativizada. Isso contribui para a formação de uma
mentalidade que, mesmo entre os mais pobres, aceita a autoridade como algo
inevitável e, muitas vezes, deseja exercê-la contra aqueles que julga “abaixo”
na escala social.
Já
Fernandes (2008) denuncia a permanência do racismo sob nova roupagem, na ordem
capitalista brasileira. Freire (2019) assinala para o processo de desumanização
como base do autoritarismo educacional e Santos (2006) ratifica a desigualdade
territorial como forma de segregação urbana esquematizada.
Jessé
Souza amplia ainda mais todo esse debate, sobretudo em seu livro: A elite do
atraso. Segundo ele, a adesão de parcelas pobres da população ao pensamento de
direita é resultado de uma identidade construída sob bases de humilhação e
exclusão. Para isso, usa da lógica da dominação simbólica de Pierre Bourdieu
(1998), a qual torna possível que os sobrepujados contribuam com a própria
dominação.
Assim,
o “pobre de direita” internaliza o discurso da meritocracia, do
empreendedorismo individual e da criminalização da pobreza, mesmo quando sua
realidade desmente tais narrativas. Essa figura é, em última análise, um
produto da cultura autoritária brasileira, marcada pela negação da
solidariedade de classe e pela valorização do individualismo. “Trata-se de
fazer com que os explorados acreditem que são culpados pela própria exploração
e, ao mesmo tempo, se identifiquem com o explorador”(Souza, 2017, p. 183).
Contudo,
o “pobre de direita” não é apenas um arquétipo do alheamento ideológico, ele é,
sobretudo, resultado da internalização dos valores autoritários e hierárquicos
de uma sociedade que nunca universalizou plenamente os direitos civis,
políticos e sociais.
É o
sujeito que, por identificação simbólica com o poder e pela promessa de
ascensão individual, aceita — e até defende contundentemente — políticas
excludentes e repressivas. É o trabalhador que, ao invés de se reconhecer como
parte de uma classe explorada e oprimida, se enxerga como um “empreendedor de
si mesmo” ou como alguém que precisa “se impor” para “vencer”.
A letra
da música Construção, de autoria de Chico Buarque, descreve a desumanização do
trabalhador sob o capitalismo autoritário e nos revela a apatia do trabalhador
como peça descartável da máquina urbana, na qual o “pobre de direita” ignora
que é, também, vítima.
Sentou
pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu
feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e
soluçou como se fosse máquina
Dançou
e gargalhou como se fosse o próximo
E
tropeçou no céu como se ouvisse música
E
flutuou no ar como se fosse sábado
E se
acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou
no meio do passeio náufrago
Morreu
na contramão atrapalhando o público…
Essa
alienação, longe de ser acidental, estrutura as relações sociais e molda
subjetividades diversas. O “pobre de direita” é uma das expressões mais
concretas dessa herança: uma figura que encarna a contradição de um país onde a
dominação se reproduz sob o disfarce da ordem e do progresso.
O
autoritarismo brasileiro é fruto de um processo histórico-cultural que combina
dominação simbólica, exclusão material e apagamento de saberes populares. A
figura do pobre de direita é expressão de um sujeito colonizado, que reflete o
discurso da elite por necessidade de pertencimento e valorização. Romper com
esse ciclo exige uma pedagogia da libertação, uma política de memória e a
valorização da arte como instrumento de desnaturalização da violência. A música
e a literatura tornam-se, assim, espaços vitais de resistência.
Em seu
livro Quarto de despejo, Carolina Maria de Jesus expõe a favela como território
da exclusão extrema. Suas anotações denunciam a fome, a precariedade e a
negligência do Estado. A favela como o quarto de despejo de uma cidade é
metáfora que sintetiza a marginalização da população pobre e negra. Sua escrita
é resistência e memória.
Em
conclusão, é necessário ressaltar que não é possível abordar, em tão poucas
linhas, a importância da análise crítica de Jessé de Souza sobre o Brasil atual
e o chamado “pobre direita”. Porém, para finalizar, deixo aqui outra frase de
Carolina Maria de Jesus: “Eu queria ser rica. Só para andar bonita, comer bem e
ter cama macia”.
• Sob Lula, Brasil deixa o Mapa da Fome
pela segunda vez
O
Brasil está oficialmente fora do Mapa da Fome das Nações Unidas. O anúncio foi
feito nesta segunda-feira (28) pela Organização das Nações Unidas para a
Alimentação e a Agricultura (FAO), durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares
(UNFSS+4), em Adis Abeba, na Etiópia. A informação foi divulgada no Relatório O
Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 (SOFI 2025), que se
baseia em médias trienais — neste caso, de 2022 a 2024. Segundo a FAO, o Brasil
reduziu para menos de 2,5% o percentual de sua população em risco de
subnutrição.
A
conquista foi alcançada em tempo recorde. Em 2022, o Brasil enfrentava um
cenário crítico de insegurança alimentar. Ainda assim, em apenas dois anos de
governo, o país conseguiu reverter esse quadro, graças a uma combinação de
políticas sociais, incentivo ao trabalho e valorização da agricultura familiar.
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“Sair
do Mapa da Fome era o objetivo primeiro do presidente Lula ao iniciar o seu
mandato em janeiro de 2023. A meta era fazer isso até o fim de 2026”, relembrou
o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome,
Wellington Dias. “Mostramos que, com o Plano Brasil Sem Fome, muito trabalho
duro e políticas públicas robustas, foi possível alcançar esse objetivo em
apenas dois anos. Não há soberania sem justiça alimentar. E não há justiça
social sem democracia.”
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Avanços no combate à pobreza
Segundo
dados do IBGE e do Ministério do Desenvolvimento Social, entre 2022 e 2024,
cerca de 24 milhões de brasileiros saíram da insegurança alimentar grave. Em
paralelo, a pobreza extrema foi reduzida a 4,4% em 2023, o menor índice da
série histórica, tirando quase 10 milhões de pessoas dessa condição desde 2021.
O bom
desempenho econômico também contribuiu para os resultados. Em 2024, o Brasil
alcançou a menor taxa de desemprego desde 2012 (6,6%) e bateu recordes de renda
domiciliar per capita, que chegou a R$ 2.020. A desigualdade também recuou: o
índice de Gini caiu para 0,506, impulsionado pelo crescimento de 10,7% na renda
do trabalho dos 10% mais pobres — um ritmo 50% superior ao dos mais ricos.
Boa
parte dessa transformação tem origem no fortalecimento dos programas sociais.
Segundo o Caged, 98,8% das 1,7 milhão de vagas com carteira assinada criadas em
2024 foram ocupadas por pessoas registradas no Cadastro Único, sendo que 1,27
milhão eram beneficiárias do Bolsa Família. Com o aumento da renda, cerca de um
milhão de famílias deixaram de receber o benefício em julho de 2025.
De
acordo com Wellington Dias, o sucesso do combate à fome está diretamente ligado
à articulação de políticas complementares: “Essa vitória é fruto de políticas
públicas eficazes, como o Plano Brasil Sem Fome, que engloba o Bolsa Família, o
Programa de Aquisição de Alimentos, o Programa Cozinha Solidária, a valorização
do salário mínimo, o crédito para a agricultura familiar, o incentivo à
qualificação profissional, ao emprego e ao empreendedorismo, além do
fortalecimento da alimentação escolar.”
O feito
de 2025 marca a segunda vez que o Brasil sai do Mapa da Fome sob a liderança do
presidente Luiz Inácio Lula da Silva — a primeira foi em 2014. O retorno ao
mapa ocorreu a partir do triênio 2018-2020, após o desmonte de diversas
políticas sociais.
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Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza
Durante
sua presidência no G20 em 2024, o Brasil propôs a criação da Aliança Global
contra a Fome e a Pobreza, que já reúne mais de 100 países, além de fundações,
organizações e instituições financeiras internacionais. A meta da Aliança é
contribuir para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
(ODS) até 2030, especialmente os que tratam da erradicação da fome e da
pobreza.
“O
exemplo brasileiro pode ser adaptado em muitos países ao redor do globo. No
Brasil, sair do Mapa da Fome é só o começo. Queremos justiça alimentar,
soberania e bem-estar para todos”, afirmou Wellington Dias.
O
ministro também destacou que, ao unir políticas públicas eficazes com esforços
internacionais, o Brasil reafirma seu compromisso com a Agenda 2030 da ONU,
buscando a construção de um mundo mais justo, igualitário e livre da fome.
• "Não há soberania sem justiça
alimentar", diz Wellington Dias
O
Brasil foi oficialmente retirado do Mapa da Fome pela Organização das Nações
Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), conforme anunciado nesta
segunda-feira (28), em Adis Abeba, Etiópia, durante a 2ª Cúpula de Sistemas
Alimentares da ONU. Segundo o relatório O Estado da Segurança Alimentar e
Nutricional no Mundo 2025 (SOFI 2025), o país conseguiu reduzir para menos de
2,5% a parcela da população em situação de subnutrição entre os anos de 2022 e
2024.
A
conquista representa um marco histórico para o Brasil e evidencia a retomada de
políticas públicas eficazes, como o Plano Brasil Sem Fome. “Sair do Mapa da
Fome era o objetivo primeiro do presidente Lula ao iniciar o seu mandato em
janeiro de 2023. A meta era fazer isso até o fim de 2026. Mostramos que, com o
Plano Brasil Sem Fome, muito trabalho duro e políticas públicas robustas, foi
possível alcançar esse objetivo em apenas dois anos”, afirmou o ministro do
Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias. E completou: “Não há
soberania sem justiça alimentar. E não há justiça social sem democracia”.
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Caminho reverso: do retrocesso à recuperação
O
Brasil já havia deixado o Mapa da Fome em 2014, após mais de uma década de
ações sociais estruturantes. No entanto, entre 2018 e 2020, com o desmonte de
políticas públicas voltadas à segurança alimentar, o país voltou a figurar
entre as nações com altos índices de subnutrição. A situação se agravou em
2022, considerado um dos períodos mais críticos em relação à fome.
O
retorno à rota de combate à fome se deu com o novo ciclo de políticas sociais
implementadas a partir de 2023, que incluíram não apenas transferência de
renda, mas também fomento à agricultura familiar, geração de emprego,
fortalecimento da alimentação escolar e valorização do salário mínimo.
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Redução da pobreza e da desigualdade
Além de
superar a fome grave, o Brasil também registrou indicadores sociais inéditos.
Em 2023, a taxa de pobreza extrema foi reduzida a 4,4%, menor patamar já
registrado, com cerca de 10 milhões de pessoas deixando essa condição desde
2021. Até o fim de 2023, aproximadamente 24 milhões de brasileiros foram
retirados da insegurança alimentar grave, segundo dados do IBGE com base na
Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA).
Em
2024, a taxa de desemprego caiu para 6,6%, a mais baixa desde 2012, enquanto a
renda domiciliar per capita atingiu R$ 2.020, um recorde histórico. A
desigualdade social também recuou, com o índice de Gini chegando a 0,506 —
menor nível desde o início da série.
Outro
dado emblemático está no perfil das contratações formais: de 1,7 milhão de
novos empregos com carteira assinada em 2024, 98,8% foram ocupados por pessoas
registradas no Cadastro Único. Desse total, 75,5% eram beneficiários do Bolsa
Família. Com o aumento da renda e da formalização, cerca de um milhão de
famílias superaram a linha da pobreza e deixaram de receber o benefício em
julho de 2025.
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Políticas públicas integradas e resultados concretos
Segundo
Wellington Dias, a conquista do Brasil foi possível graças à articulação entre
diversos programas sociais. “Essa vitória é fruto de políticas públicas
eficazes, como o Plano Brasil Sem Fome que engloba o Bolsa Família, o Programa
de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Cozinha Solidária, a valorização do
salário mínimo, crédito para a produção de alimentos pela agricultura familiar
(PRONAF), incentivo à qualificação profissional, ao emprego e ao
empreendedorismo, além do incremento da alimentação escolar”, listou o
ministro.
Ele
destacou que todas essas ações funcionam como uma engrenagem coordenada para
garantir a soberania alimentar e o desenvolvimento social do país. “Todas as
políticas sociais trabalhando juntas para ter um Brasil sem fome e soberano”,
enfatizou.
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Cooperação internacional: Brasil lidera Aliança Global
O
exemplo brasileiro agora serve de inspiração para o mundo. Em 2024, durante sua
presidência do G20, o país lançou a Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza. A
iniciativa busca mobilizar governos, organizações internacionais e instituições
financeiras para acelerar o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS), especialmente o de erradicação da fome até 2030. Atualmente,
a Aliança já conta com 101 países e dezenas de instituições.
“O
exemplo brasileiro pode ser adaptado em muitos países ao redor do globo. No
Brasil, sair do Mapa da Fome é só o começo. Queremos justiça alimentar,
soberania e bem-estar para todos”, declarou Wellington Dias.
• "Nossa guerra sempre foi contra a
fome", diz Jorge Messias, da AGU
O
advogado-geral da União, Jorge Messias, comemorou nesta segunda-feira (28) o
anúncio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura
(FAO/ONU) de que o Brasil está, mais uma vez, fora do Mapa da Fome. Em
publicação nas redes sociais, Messias atribuiu o feito ao empenho do governo do
presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em combater a fome e promover justiça
social.
"Nada
resiste ao trabalho. Não é mera coincidência. Com um governo comprometido em
cuidar da população, o Brasil volta a sair do Mapa da Fome. A nossa guerra
sempre foi contra a fome! Mais uma conquista do governo do presidente Lula”,
escreveu o titular da AGU.
A
manifestação se soma à ampla repercussão positiva entre autoridades e
lideranças políticas, após a divulgação do relatório O Estado da Segurança
Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 (SOFI), que aponta que o país reduziu a
proporção de pessoas em situação de subnutrição para menos de 2,5% da
população. O dado considera a média trienal entre 2022 e 2024 e foi anunciado
durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU, realizada em Adis Abeba,
Etiópia.
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Reconstrução e prioridade social
A fala
de Jorge Messias destaca não apenas a conquista concreta, mas também o
simbolismo da superação de um dos períodos mais críticos da história recente do
país. O Brasil havia deixado o Mapa da Fome pela primeira vez em 2014, durante
os governos petistas, mas voltou a figurar na lista da ONU a partir de 2018,
como consequência do desmonte de políticas públicas e do agravamento das
desigualdades sociais.
Desde
2023, com o início do terceiro mandato de Lula, o país retomou a trajetória de
combate à fome e à miséria por meio de ações integradas como o Plano Brasil Sem
Fome, que articula o Bolsa Família, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA),
o apoio à agricultura familiar, o fortalecimento da alimentação escolar e a
valorização do salário mínimo.
Fonte:
A Terra é Redonda/Brasi 247

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