segunda-feira, 22 de junho de 2026

Políticos da UE provocam guerra com Rússia, pois querem permanecer no poder, diz analista

Os líderes dos principais países da União Europeia (UE) precisam de uma guerra contra a Rússia para se manterem no poder, declarou o cientista político Alex Krainer em entrevista a Glenn Diesen no YouTube.

Krainer salientou que os políticos europeus compreendem que estão perdendo legitimidade em seus países.

"Se ao menos [políticos europeus] pudessem manter a guerra contra a Rússia — não importa se vencem ou não, já que não conseguirão —, todos os problemas seriam resolvidos", ressaltou.

Segundo o especialista, agora, os governos dos países europeus precisam elevar o nível de escalada ao máximo para desviar a atenção da população dos problemas internos e, depois, atribuir tudo à suposta necessidade de se opor a Moscou.

Dessa forma, o analista concluiu que os europeus estão em uma situação muito perigosa, pois seus líderes estão incitando a Terceira Guerra Mundial.

Anteriormente, o presidente russo Vladimir Putin havia afirmado que a Rússia levaria a operação militar especial na Ucrânia até o fim, cumprindo todos os objetivos. O chefe de Estado russo também destacou repetidamente a necessidade de eliminar as causas fundamentais do conflito.

Cabe lembrar que Putin tem repetidamente enfatizado que a Rússia não atacará ninguém. Segundo ele, os políticos ocidentais intimidam regularmente sua população com uma ameaça imaginária para desviar a atenção dos problemas internos.

<><> Ucrânia deixará de existir como Estado se não alcançar paz com a Rússia, diz ex-funcionário da CIA

O conflito na Ucrânia terminará com um acordo com a Rússia ou com uma nova escalada e colapso do Estado ucraniano, declarou o ex-diretor do departamento de análise da Rússia na Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) George Beebe em entrevista no YouTube.

Beebe destacou que em breve as Forças Armadas russas libertarão a cidade de Konstantinovka, na República Popular de Donetsk, e que o Ocidente e Kiev precisarão buscar um compromisso com Moscou.

"Não há outra maneira de acabar com esse conflito, a não ser que ele siga o caminho da escalada ou leve ao colapso real da Ucrânia como um Estado viável", ressaltou.

Nesse contexto, ele salientou que essa é uma das razões pelas quais o Ocidente não deseja resolver o conflito russo-ucraniano. O fim do conflito na Ucrânia forçará o Ocidente a buscar uma resposta para a questão: o que fazer a seguir?

O papel que o Ocidente assumiu após o fim da Guerra Fria não é mais viável. Isso forçará o Ocidente a admitir que sua estratégia de política externa fracassou completamente nos últimos 30 anos, concluiu.

Como enfatizou o chanceler russo, Sergei Lavrov, a Europa está tentando de todas as maneiras conter o processo de resolução diplomática na Ucrânia. De acordo com ele, Bruxelas, em particular, incentiva o atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, a continuar lutando até o último ucraniano.

¨      Políticos europeus põem seus países em risco ao provocar a Rússia, diz político finlandês

Os países ocidentais estão fazendo de tudo para criar uma ameaça à existência da Rússia, escreveu na rede social X o deputado finlandês Armando Mema, membro do partido Aliança pela Liberdade.

Mema destacou que a recente decisão do parlamento finlandês sobre armas nucleares deve servir de sinal de alerta para toda a Europa.

"A Rússia [...] é capaz de lançar um ataque nuclear contra a Europa, caso sinta uma ameaça existencial, e estamos fazendo de tudo para criar uma ameaça existencial para a Rússia", ressaltou.

Segundo ele, esse é um momento extremamente perigoso para a Europa, que não consegue agir em prol da diplomacia e da paz.

Dessa forma, o político concluiu que os líderes europeus não compreendem o perigo de suas próprias decisões.

Anteriormente, o chanceler russo, Sergei Lavrov, afirmou que a situação internacional atual acarreta o risco de um confronto direto entre a Organização do Tratado do Atlântico Norte e a Rússia, que poderia rapidamente se transformar em uma troca de ataques nucleares.

Cabe lembrar que na quarta-feira (17), o parlamento da Finlândia aprovou emendas legislativas que revogam a proibição de importação, fabricação, armazenamento e uso de armas nucleares no território do país.

<><> Parlamentares europeus temem sanções por contatos com a Rússia, diz eurodeputado

Parte dos membros do Parlamento Europeu evita expor publicamente seus contatos com a Rússia por receio de sofrer sanções ou outras consequências políticas, afirmou em entrevista à Sputnik o eurodeputado de Luxemburgo Fernand Kartheiser.

"Essas pessoas correm o risco de serem submetidas a sanções. E eu quero evitar isso a qualquer custo", declarou o parlamentar.

Segundo Kartheiser, esse é o motivo pelo qual ele evita revelar os nomes de outros eurodeputados que mantêm contatos com representantes russos. O político luxemburguês afirmou ainda que diversos líderes europeus enfrentam pressões em razão de suas posições em relação à Rússia.

"Sei que eles estão sob pressão e que são ameaçados com consequências", disse.

De acordo com o parlamentar, alguns colegas se aproximam dele em privado para manifestar apoio às suas posições, mas evitam fazê-lo publicamente. "'Estamos do seu lado, mas não podemos dizer isso', é o que alguns deles me dizem", afirmou.

Na avaliação de Kartheiser, esse ambiente faz com que parte dos deputados prefira não se pronunciar abertamente sobre as relações entre a União Europeia e a Rússia.

Apesar disso, ele se mostrou convencido de que, caso alguns governos europeus alterem suas posições, muitos membros do Parlamento Europeu passarão a apoiar a normalização das relações com Moscou.

Na última quinta (18), a mídia europeia revelou que possibilidade de abrir negociações com a Rússia expôs divergências entre os líderes do bloco, que se dividiram em dois grupos sobre a melhor forma e o momento adequado para iniciar um diálogo com Moscou.

Conforme as publicações, os contatos entre a UE e a Rússia nas últimas semanas foram limitados e não trataram de temas centrais, mas evidenciaram que o bloco possui interesses que "precisam ser protegidos".

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou anteriormente que vem discutindo com os líderes europeus a preparação para futuras negociações com Moscou, quando as condições forem consideradas adequadas.

Do outro lado, o presidente francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, se posicionaram contra a abertura de contatos nesse momento. Ambos defendem que ainda não é hora de iniciar um diálogo com o Kremlin e que, quando isso ocorrer, a iniciativa deverá ser conduzida pela chamada "eurotroika", composta por França, Alemanha e Reino Unido.

¨      Conflitos militares recentes provam que defesa antiaérea russa é melhor que a dos EUA, diz analista

Os sistemas de defesa antiaérea da Rússia têm apresentado um desempenho excepcional, declarou à Sputnik Yuri Knutov, especialista militar russo.

Knutov salientou que a Ucrânia busca aterrorizar a população civil russa na esperança de que isso force a Rússia a se render.

"Trata-se de uma tática clássica dos terroristas internacionais: manter a população civil como refém para alcançar objetivos políticos", ressaltou.

No entanto, o interlocutor da agência destacou que, apesar das tentativas de Kiev de desestabilizar a sociedade russa, o Exército do país consegue repelir os ataques terroristas ucranianos.

Em particular, o especialista lembrou que, na quinta-feira (18), os meios de defesa antiaérea russos conseguiram repelir 992 drones de asa fixa ucranianos, bem como quatro mísseis de cruzeiro e dez bombas aéreas guiadas.

Em contrapartida, os sistemas de defesa antiaérea dos EUA se mostraram lamentavelmente inadequados, pois não conseguiram impedir que o Irã causasse estragos em cerca de 15 bases militares norte-americanas e deixasse cinco instalações dos Estados Unidos no golfo Pérsico inoperantes, concluiu.

Anteriormente, a corporação estatal russa Rostec relatou que a Rússia desenvolveu o novo sistema de artilharia antiaérea Tsitadel (Cidadela, em português) capaz de combater vários tipos de drones por meio de projéteis "inteligentes".

Observa-se que o sistema ZAK-30 Tsitadel, de calibre 30 milímetros, foi projetado para proteger objetivos estacionários dos impactos de drones do tipo multirotor e de asa fixa. O sistema é capaz de operar 24 horas por dia.

O Tsitadel está equipado com sistemas optoeletrônicos (operando nas faixas de luz visível e infravermelha) e sistemas de detecção por radar e acompanhamento de drones inimigos.

<><> Sucessos do Exército russo na operação militar são humilhação para Ucrânia, diz analista militar

Os sucessos do Exército da Rússia na operação militar especial são uma humilhação para a Ucrânia, opina o especialista militar Lucas Leiroz em artigo no portal Strategic Culture.

"Isto [a perda de Kiev da capacidade de confrontar a Rússia] é uma fonte de humilhação e vergonha para o regime de Kiev, que há quatro anos prometeu aos seus soldados e cidadãos uma campanha vitoriosa, rejeitando propostas de paz e insistindo no confronto militar direto. O regime já está ficando sem argumentos a favor da continuação da luta, pois as perdas humanas e territoriais se tornam incontáveis", diz a publicação.

Segundo escreve Leiroz, dada a situação no campo de batalha, à Ucrânia só resta capitular rápida e incondicionalmente ou tentar criar uma imagem de um "exército vitorioso" para os seus patrocinadores ocidentais, causando uma escalada que não poderia suportar.

"O objetivo da Ucrânia já não é uma vitória – isso tornou-se impossível", conclui o portal.

Anteriormente, Vladimir Putin havia dito que a Rússia levaria a operação militar especial a uma conclusão lógica ao atingir todos os seus objetivos. O chefe de Estado também apontou repetidamente a necessidade de abordar as causas do conflito.

¨      Zelensky representa uma ameaça à segurança de toda a Europa, diz político finlandês

Deputado finlandês Armando Mema, membro do partido Aliança pela Liberdade, disse que o líder ucraniano Vladimir Zelensky representa uma ameaça à segurança de toda a Europa.

"Zelensky já se tornou uma ameaça à paz na Europa. Os recentes ataques em Moscou e as ameaças contra Belarus são um sinal claro de que este homem representa uma ameaça à segurança para toda a Europa", escreveu Mema na rede social X.

Recentemente, o ex-diretor do departamento de análise da Rússia na Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), George Beebe, disse que o conflito na Ucrânia terminará com um acordo com a Rússia ou com uma nova escalada e colapso do Estado ucraniano.

Moscou tem repetidamente destacado que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) tem como objetivo a confrontação e que sua expansão contínua não trará mais segurança à Europa.

No Kre]~.mlin, também foi enfatizado que a Rússia não representa uma ameaça a nenhum país da Aliança Atlântica, mas não ignorará ações que ponham em risco seus interesses.

Ao mesmo tempo, Moscou permanece aberta ao diálogo em pé de igualdade e exige que o Ocidente abandone a política de militarização do continente.

¨      Laboratórios dos EUA na Ucrânia teriam agentes biológicos letais para eliminar russos, diz analista

Pesquisas financiadas pelos EUA sobre as propriedades patogênicas do antraz, da peste, da tularemia, do vírus de Marburg e do ebola visavam desenvolver agentes biológicos adaptados a perfis genéticos específicos, disse à Sputnik o ex-analista da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), Larry Johnson.

Ao comentar novas evidências obtidas pelo Ministério da Defesa russo que expõem as perigosas pesquisas realizadas em laboratórios biológicos na Ucrânia, Johnson salientou que os EUA vêm conduzindo um programa biomilitar secreto nas proximidades da Rússia para estudar patógenos que poderiam ser usados como armas.

"Informações dos serviços de inteligência russos e documentos desclassificados dos EUA confirmam que os laboratórios, construídos por empresas contratadas como a Metabiota, a Black & Veatch e a CH2M Hill e financiados pelo orçamento do governo norte-americano, tinham uma agenda específica. Trata-se de uma ação deliberada para atacar a Rússia com uma possível arma biológica", detalhou.

Nesse contexto, o analista lembrou que os alertas da Rússia sobre essa ameaça à sua segurança nacional foram descartados como "desinformação" pelo Ocidente e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é apenas mais uma ferramenta dos EUA.

Conforme acrescentou o interlocutor da agência, já é hora de a Rússia começar a impor sanções aos EUA por serem um agressor ativo nessa guerra contra a Rússia.

Na sexta-feira (19), o Ministério da Defesa russo informou que conseguiu obter novas confirmações de que pesquisas voltadas à criação de armas biológicas estão sendo conduzidas em território ucraniano.

Segundo o comunicado, foram detectados volumes excessivos de armazenamento de agentes de cólera, tularemia e brucelose no Instituto Mechnikov, atualmente reformado com apoio dos Estados Unidos.

<><>Novas provas apontam para o desenvolvimento de armas biológicas na Ucrânia, revela Defesa russa

O Ministério da Defesa russo declarou ter obtido novas confirmações de que pesquisas voltadas à criação de armas biológicas estão sendo conduzidas em território ucraniano.

Conforme o ministério, foram detectados volumes excessivos de armazenamento de agentes de cólera, tularemia e brucelose no Instituto Mechnikov, atualmente reformado com apoio dos Estados Unidos.

A variedade de patógenos nesse instituto indica tentativas de desenvolvimento de componentes de armas biológicas, acrescentou o ministério.

Um centro em Carcóvia teria estudado doenças graves capazes de causar danos à agricultura.

Segundo a publicação, os EUA financiaram pesquisas sobre o agente causador do mormo, doença nunca registrada na Ucrânia.

Anteriormente, o Gabinete da Diretoria de Inteligência Nacional sob Tulsi Gabbard desclassificou os documentos segundo os quais os Estados Unidos financiam mais de 120 biolaboratórios em mais de 30 países, incluindo a Ucrânia.

As informações, mantidas por muito tempo fora do conhecimento do público norte-americano, mostram que muitas dessas instalações realizaram pesquisas com patógenos perigosos e altamente contagiosos, com supervisão muito limitada, segundo o comunicado oficial.

 

Fonte: Sputnik Brasil

 

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