Vazamento
em poço da Petrobras provoca danos à fauna na Foz do Amazonas
Um
laudo técnico do IBAMA mostra que os 18 mil litros do fluido que vazaram na
perfuração do poço Morpho, no bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas, continham
substância tóxica suficiente para impactar animais e o meio ambiente. O
documento, obtido pela jornalista Nadia Fontes do DW e repercutido pelo Pará
Terra Boa, apontou que a viscosidade do produto químico faz com que os animais
afetados percam funções essenciais como respiração e capacidade de se
alimentar. A contaminação também pode ter eliminado organismos-chave na área
atingida, comprometendo a dinâmica de toda a cadeia alimentar.
Fontes
do IBAMA ouvidas pelo Estadão afirmam que o laudo é um alerta sobre a
complexidade das atividades petrolíferas na Foz do Amazonas. E a despeito da
insistência da Petrobras em afirmar que o fluido vazado não é tóxico, o
documento constata: “Mesmo em pequenos volumes, os resíduos de substâncias
químicas persistentes no meio ambiente são suficientes para causar efeitos
tóxicos nos organismos marinhos, comprometendo o ecossistema afetado”.
Na
última 6ª feira (13/2), o Ministério Público Federal (MPF) enviou duas
recomendações ao IBAMA e à Petrobras sobre a exploração de combustíveis fósseis
na Foz do Amazonas. O órgão pede a suspensão das fases do licenciamento
ambiental da exploração de petróleo na região pela Petrobras, além da revisão
das comunicações feitas pela empresa sobre o projeto e da análise conjunta de
todos os poços previstos para o bloco, detalha a Folha.
O MPF
pede que o IBAMA não autorize a perfuração de três outros poços no Bloco 59
– Marolo, Manga e Maracujá – sem que a
Petrobras apresente estudos técnicos necessários, informa o g1. Outro pedido é
que sejam analisados os efeitos cumulativos e sinérgicos dos quatro poços
previstos na região, e não separadamente como está sendo feito para o poço
Morpho.
O órgão
também pediu que o IBAMA suspenda as licenças para pesquisa sísmica. O MPF
identificou que o licenciamento dessa atividade está avançando sem dados
primários, relatam AM Post e Click Petróleo e Gás. Isso significa que não foram
coletadas no local informações reais sobre todo o ecossistema que vive ali e
desconhece-se o impacto real das atividades sobre o meio ambiente.
Já à
Petrobras, o MPF pede que a comunicação e os boletins informativos sejam
atualizados de forma clara, explicando a perfuração de quatro poços, em vez de
um. A Petrobras quer perfurar Marolo, Manga e Maracujá entre 2027 e 2029 e
tentou incluir esses poços na licença de Morpho, o que foi negado pelo IBAMA.
O MPF
aponta que pareceres técnicos do IBAMA confirmam que a Petrobras não apresentou
o diagnóstico do meio ambiente, conforme exigido. Logo, sem estes dados, as
reuniões técnicas informativas (RTIs) com a população se tornam inválidas, pois
a população é consultada sobre um projeto que não mensura os impactos reais.
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Em tempo:
No
aniversário de 15 anos do Fundo Social do Pré-Sal (FS), uma análise do INESC
aponta que o fundo “nunca cumpriu sua promessa de apoiar financeiramente uma
estratégia de desenvolvimento e de superação das desigualdades no país”. O
relatório chega em boa hora, visto que um novo fundo parecido com o FS está
sendo previsto para usar recursos da exploração de combustíveis fósseis na Foz
do Amazonas para, supostamente, investir em transição energética. Segundo a
Folha, os recursos ficaram represados para a maior parte das políticas às quais
deveriam se destinar e foram utilizados para amortecer dívidas.
• Vazamento provoca danos na fauna da Foz
do Amazonas
Os 18
mil litros do fluido de perfuração que escaparam durante a perfuração no bloco
FZA-M-59 na bacia marítima da Foz do Amazonas contêm substância tóxica o
suficiente para impactar animais marinhos e o meio ambiente até sua degradação
completa.
A
conclusão está no laudo técnico assinado pelo Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que está sob sigilo
momentâneo. Ele integra o processo que investiga as causas do incidente
envolvendo a Petrobras no início de janeiro. O vazamento ocorreu a partir da
instalação de um navio sonda, que operava no bloco localizado a cerca de 160
quilômetros da costa do Amapá.
Segundo
o documento ao qual a DW teve acesso, a toxicidade do fluido à base de óleo
vazado para o mar provocou impactos negativos no ambiente. A viscosidade do
produto químico faz com que os animais afetados percam funções básicas como
respiração e capacidade de se alimentar. Outros organismos-chaves podem ter
sido eliminados na área atingida, o que muda a dinâmica de toda a cadeia.
Até o
momento, o vazamento rendeu à petroleira uma multa de R$ 2,5 milhões e uma
parada forçada na operação de mais de trinta dias. A empresa tem até o fim de
fevereiro para pagar a infração ou apresentar uma defesa.
Desde
2020, a Petrobras recebeu 1.790 multas do Ibama por infrações ambientais. O
valor cobrado ultrapassa a casa dos R$ 335 milhões, segundo o levantamento da
DW com base no banco de dados do instituto aberto para consultas.
Para
Fábio Ishisaki, assessor de políticas públicas no Observatório do Clima e
professor de direito ambiental, não há motivo para que as informações do
processo estejam em sigilo, especialmente após a lavratura da multa pelo Ibama.
A população, defende ele, deve estar ciente do que aconteceu e dos impactos
provocados.
"Para
tanto, o amplo acesso às informações deve ser garantido, sob pena, inclusive,
de se transgredir o princípio da publicidade da administração pública que está
garantida na nossa Constituição Federal", argumenta Ishisaki.
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Falta de treinamento e efeito da correnteza
A
Petrobras não confirmou à DW se já retomou as atividades na Foz do Amazonas,
onde busca petróleo a uma profundidade superior a dois quilômetros. A
autorização para a volta das operações no local saiu há poucos dias, após uma
avaliação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Apesar
da liberação, o relatório dos técnicos da agência obriga a petroleira a fazer
uma série de mudanças antes do retorno da perfuração. Isso inclui trocas de
partes de equipamentos e treinamento da equipe – que, segundo o laudo da ANP ao
qual a DW teve acesso, pode não ter sido capacitada para responder corretamente
à situação.
Na
avaliação dos técnicos, aponta o laudo, a vibração provocada pela força das
correntes marítimas na Foz do Amazonas contribuiu para o dano no equipamento
que apresentou problemas e, consequentemente, perdeu fluido para o mar. Apesar
de o sistema em uso na ocasião estar "dentro dos limites de projeto",
o desgaste ocorreu, aponta o documento.
Para
voltar a operar, a ANP pediu que a Petrobras troque todos os selos que vedam o
riser – uma espécie de tubulação que liga o poço à sonda flutuante – e que
aumente o monitoramento em todo o processo.
A ANP
disse à DW por meio de nota que autorizou o reinício das atividades de
perfuração, mas que, como condição, as medidas de segurança estabelecidas
precisam ser atendidas. A agência também informou que suas equipes
"realizaram uma fiscalização in loco na sonda ODN II, auditando o sistema
de gestão de segurança operacional da Petrobras relacionado às operações."
Segundo a ANP, a perfuração ainda não foi retomada, "o que depende da
avaliação e mobilização do operador".
À DW, a
Petrobras afirmou que "atua em plena conformidade com os requisitos
regulatórios vigentes, prestando todos os esclarecimentos devidos aos órgãos
competentes e atendendo rigorosamente a todas as demandas dos referidos
órgãos".
O
Greenpeace diz que o teor do documento da ANP gera apreensão. A organização faz
parte de um grupo que entrou com uma Ação Civil Pública (ACP) em outubro do ano
passado contra a perfuração do bloco 59. Eles pedem a suspensão da licença
ambiental concedida pelo Ibama à Petrobras alegando falhas no processo e riscos
ambientais.
"Coisas
básicas não estavam sendo feitas, como ter uma equipe bem treinada e
equipamentos com manutenção em dia. Isso estava expondo tanto as pessoas que
estão trabalhando nesse local, o próprio local e todos que dependem da saúde
desse ecossistema", afirma Mariana Andrade, coordenadora de Oceanos do
Greenpeace Brasil.
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Risco de acidentes
De 2020
a 2024, o Sistema Nacional de Emergências Ambientais recebeu 1.394 comunicados
de acidentes relacionados a atividades em plataformas de petróleo. Nesse
período, o número mais alto de ocorrências foi em 2021, com 300 registros.
"Esses
dados demonstram a regularidade dos incidentes associados às atividades
petrolíferas em geral, e evidenciam que mesmo vazamentos pontuais e
aparentemente de pequena relevância, quando considerados em conjunto, podem
provocar um impacto significativo na região", afirma o laudo técnico do
Ibama ao qual a DW teve acesso.
De
acordo com a Lei nº 9.966/2000, as empresas que atuam no ramo têm obrigação de
comunicar qualquer incidente que possa causar poluição ocorrido em portos,
dutos, navios, plataformas e instalações de apoio. A norma diz que a informação
tem que ser repassada imediatamente aos órgãos ambientais, à Capitania dos
Portos e à ANP – independentemente das providências adotadas para seu controle.
A
perfuração do bloco 59 ocorre a cerca de 160 quilômetros da costa do Amapá.
Essa região costeira abriga a maior formação contínua de manguezais do mundo,
considerada uma importante reguladora das temperaturas globais.
Uma
análise prévia do Instituto Chico Mendes da Conservação de Biodiversidade
(Icmbio) identificou pelo menos 99 espécies da fauna sensíveis à atividade
petrolífera na região, entre a costa do Maranhão e o litoral do Amapá.
Para o
Greenpeace, o incidente com o escape de fluido reforça o argumento de que o
risco de vazamento de petróleo é grande na Foz do Amazonas. A falta de uma base
hidrodinâmica atualizada dificulta, inclusive, prever como as substâncias
vazadas para o mar se dispersam naquele ambiente.
"Falta
também análise sobre a interação desta atividade com o sistema climático. Isso
não foi considerado para a emissão dessa licença da Petrobras. Quais são os
impactos climáticos dessa operação? ", questiona Andrade, mencionando
ainda a desconsideração da presença das comunidades tradicionais naquela porção
amazônica.
• MPF recomenda transparência, suspensão
de licenciamento e análise total de impactos da exploração de Petróleo na Foz
do Amazonas
O
Ministério Público Federal (MPF) enviou duas recomendações ao Instituto
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e à
Petrobras acerca dos riscos da exploração de petróleo na Foz do Amazonas . O
órgão pede a suspensão imediata do licenciamento de pesquisas sísmicas e exige
que a análise dos impactos considere os poços previstos para o bloco FZA-M-59
de forma conjunta, e não isolada.
Para os
procuradores e procuradoras da República no Pará e no Amapá, a forma como os
processos estão sendo conduzidos esconde os verdadeiros riscos socioambientais
da exploração de petróleo na região.
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Omissão de dados e transparência
Um dos
pontos centrais de uma das recomendações é o bloco de exploração FZA-M-59. O
MPF aponta uma contradição entre o que a Petrobras diz à sociedade e o que ela
planeja tecnicamente.
Nos
materiais de comunicação e reuniões com as comunidades, a Petrobras aborda a
perfuração de apenas um poço (chamado “Morpho”). Já em um cronograma atualizado
apresentado pela empresa, os estudos ambientais já preveem a perfuração de
outros três poços no mesmo bloco (“Marolo”, “Manga” e “Maracujá”), entre 2027 e
2029.
Segundo
o MPF, além de prejudicar o conhecimento público sobre a proporção real das
atividades previstas, ao licenciar um poço de cada vez, o impacto total é
mascarado. Quando quatro poços são perfurados na mesma região, os riscos de
vazamentos, o barulho das máquinas e o fluxo de navios se somam, criando um
impacto muito maior do que seria mensurado ao considerar cada poço de forma
individual e independente. Para o MPF, os impactos devem ser analisados
considerando os efeitos cumulativos e sinérgicos.
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Pesquisa sísmica
A outra
recomendação foca na pesquisa sísmica — um método que usa canhões de ar
comprimido para emitir pulsos sonoros potentes e mapear o petróleo no fundo do
mar.
O MPF
identificou que o licenciamento dessas pesquisas está avançando sem dados
primários. Isso significa que a empresa responsável não foi ao local coletar
informações reais sobre todo o ecossistema que vive ali.
Além de
destacar que a região abriga o Cânion do Rio Amazonas e recifes de corais, que
são áreas de extrema sensibilidade biológica, o MPF aponta que pareceres
técnicos do próprio Ibama confirmam que não foi apresentado o diagnóstico de meio ambiente que foi exigido. Segundo o
MPF, sem esses dados, as reuniões técnicas informativas (RTIs) com a população
são inválidas, pois a sociedade acaba sendo consultada sobre um projeto cujo
impacto real não é conhecido nem pelos próprios técnicos do projeto.
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O mito da “soberania nacional”
O MPF
também contesta o uso frequente do argumento de “defesa do interesse nacional”
e “independência energética” para acelerar as licenças. Os procuradores e as
procuradoras da República explicam que, no modelo de exploração atual – regime
de concessão -, a propriedade do petróleo e do gás extraídos é transferida para
as empresas que ganham o direito de explorar. O resultado do 5º Ciclo da Oferta
Permanente de Concessão (OPC), por exemplo, resultou na adjudicação de blocos a
um consórcio majoritariamente composto por grandes corporações transnacionais,
tais como Chevron, Equinor, ExxonMobil, Petrogal, Karoon, CNODC e Shell.
Como
muitas dessas empresas são grandes corporações estrangeiras, o lucro da
atividade vai prioritariamente para acionistas ao redor do mundo, e não para o
Brasil. Para o MPF, o uso da “soberania” como justificativa é contraditório,
pois o controle do recurso natural é entregue ao capital internacional,
enquanto os custos ambientais operacionais e os riscos de um eventual desastre
são assumidos integralmente pelas comunidades locais e pelo ecossistema
brasileiro.
Para
garantir a segurança das populações e do meio ambiente, o MPF fez pedidos
específicos:
• Ao Ibama:
– Não
autorize a perfuração dos poços Marolo, Manga e Maracujá sem que a Petrobras
apresente os estudos técnicos necessários;
–
Condicione qualquer avanço no Bloco FZA-M-59 à análise conjunta dos quatro
poços previstos, considerando os efeitos sinérgicos e cumulativos;
–
Suspenda o prazo para manifestação pública e as Reuniões Técnicas Informativas,
até que os estudos necessários para as pesquisas sísmicas sejam realizados
corretamente;
• À Petrobras:
–
Retifique e atualize, em 30 dias, o projeto de comunicação social e os boletins
informativos, para que conste de forma clara a previsão de perfuração dos
quatro poços ao invés de um;
–
Atualize todos os canais oficiais da empresa, removendo informações que
considerem a perfuração de apenas um poço, garantindo o direito à informação e
a transparência ambiental.
• Emissões da produção brasileira de
petróleo aumentam em 2025
Nunca
na história deste país o Brasil produziu e exportou tanto petróleo quanto em
2025. Um volume recorde que, quando queimado, aumentou as emissões de gases de
efeito estufa e agravou as mudanças climáticas. Mas o crescimento das emissões
do petróleo brasileiro não se restringiu ao chamado Escopo 3, que trata do
consumo e de que todas as petrolíferas se isentam de responsabilidade, aqui ou
em outras partes do mundo. Também ocorreu na produção desses combustíveis
fósseis.
Segundo
a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o volume de gás fóssil queimado em
plataformas petrolíferas chegou a 5,1 milhões de metros cúbicos (m³) por dia em
2025. É um crescimento de 17% em relação a 2024 e a maior quantidade de gás
queimada em unidades de produção desde 2010, quando a queima foi de 6,6 milhões
de m³/dia, detalha a Folha, em matéria repercutida por Click Petróleo e Gás,
Agenda do Poder e Acessa.
Queimar
gás fóssil em plataformas e outras unidades de produção não aumenta apenas as
emissões de dióxido de carbono. A prática ainda tem grande potencial para
liberar metano, um gás com poder estufa 80 vezes maior do que o CO2. “(A
queima) contribui, de forma cada vez mais escalonada, para a mudança
climática”, reforça Luiz Afonso Rosário, consultor sênior da 350.org.
Cálculos
do Banco Mundial indicam que a queima de gás em plataformas emite cerca de 400
milhões de toneladas de gases de efeito estufa por ano – o equivalente a todas
as emissões do Egito em 2023. Em 2024, o volume desse combustível fóssil
queimado no mundo atingiu o maior patamar desde 2007.
A ANP
justifica a elevação pela entrada em operação de novas plataformas ao longo do
ano, já que o comissionamento dos equipamentos exige queima total de gás nos
primeiros meses. Em 2025, a Petrobras colocou três novas plataformas em
operação. E a norueguesa Equinor começou a operar uma unidade em Bacalhau, no
pré-sal da Bacia de Santos, também de grande porte, como as da estatal
brasileira.
A
Petrobras afirma que os dados da ANP consideram todas as empresas com operações
no Brasil, mas que suas emissões cresceram menos de 2% em 2025, mesmo diante do
aumento de 13,5% na produção operada pela companhia. Porém, em seu relatório
anual de produção, a estatal aponta que suas emissões de GEE aumentaram 7% no
ano passado. A petrolífera também cita a operação das novas plataformas como
justificativa, além do aumento no uso de gás, com a inauguração de uma unidade
de tratamento do combustível fóssil no Rio de Janeiro.
De
acordo com o IBAMA, as emissões de GEE são um dos principais impactos
considerados no licenciamento de projetos petrolíferos no país. Por isso, o
órgão ambiental incluiu a necessidade de implementar um plano de mitigação no
processo de licenciamento da Petrobras para a Etapa 4 do pré-sal – exigência
que foi questionada pela petrolífera. “Gradativamente, a mesma medida será
incorporada aos demais licenciamentos dessa tipologia”, explica o IBAMA. A ver.
Fonte:
ClimaInfo/DW Brasil/PGR Pará

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