Ataques
iranianos deixam bases dos EUA vulneráveis na região
Os
danos sofridos pelas bases militares norte-americanas no Oriente Médio são
tão graves que Washington pode nunca mais recuperar o nível de presença que
tinha na região, é o que afirma reportagem do Intercept, divulgada nesta terça-feira
(06/10)
Segundo
a publicação, as tropas norte-americanas estão enfrentando sérias dificuldades
para defender suas instalações no exterior, à
medida que o conflito com o Irã sai do controle para o Secretário de Defesa
Pete Hegseth.
A
reportagem relata que, após uma série de ataques devastadores em toda a região,
bombardeiros estratégicos posicionados no Reino Unido evacuaram para território
norte-americano no último domingo (04/10) em resposta a uma série de “ameaças”.
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O que aconteceu em Fairford?
Na
semana passada, cinco homens foram presos sob suspeita de crimes relacionados a
explosivos e terrorismo perto da Base Aérea de Fairford, em Gloucestershire.
Todos foram posteriormente libertados sob fiança.
As
autoridades britânicas sugeriram um suposto envolvimento iraniano no incidente,
uma insinuação que foi “categoricamente” rejeitada pelo Ministro das Relações
Exteriores de Teerã, Abbas Araghchi , e pela Embaixada do Irã em Londres.
Um
oficial citado pelo The Intercept descreveu a ameaça como um “plano
sofisticado” envolvendo “múltiplos drones” contra a Base Aérea de Fairford, que
teria desencadeado “um pesadelo militar e de relações públicas”. O alarme foi
tão grande que o Pentágono convocou urgentemente 12 bombardeiros estratégicos
B-1.
Segundo
o meio de comunicação, a incapacidade de proteger aeronaves a noroeste de
Londres ocorre em meio a uma onda de ataques contra instalações americanas em
escala global.
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Ataques iranianos contra os EUA no Oriente Médio
Nesse
contexto, as ofensivas iranianas com drones e mísseis balísticos causaram
baixas entre as tropas, colocaram muitas outras em perigo e destruíram ou
danificaram inúmeras posições no Oriente Médio.
Além
disso, bases importantes sofreram tamanha devastação que as operações foram
radicalmente alteradas. “A situação das bases na região pode nunca se
recuperar”, alertou um oficial citado pelo The Intercept.
O
relatório detalha como os ataques iranianos causaram danos tão severos às bases
norte-americanas que Washington pode nunca mais recuperar seu nível anterior de
presença militar na região.
Segundo
o relatório, os EUA e seus aliados utilizaram mais de 11.000 projéteis apenas
nos primeiros 16 dias da guerra , enquanto 65% dos mísseis interceptores
Patriot foram destruídos entre fevereiro e julho.
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Irã reafirma apoio à resistência palestina no marco de três anos da guerra
O Irã
reafirmou seu apoio à resistência palestina nesta quarta-feira (07/10), quando
se completam três anos do início da guerra de
Israel contra Gaza,
após os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023.
Em comunicado, o major-general Ali
Abdollahi, comandante do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, comentou
diretamente o ataque do Hamas naquele dia, afirmando que “a operação ‘Dilúvio
de Al-Aqsa’ foi além da imaginação do regime sionista” e “acelerou o declínio”
de Israel.
“O dia 7 de outubro transformou a
estratégia defensiva da Frente de Resistência em uma estratégia ofensiva para a
legítima defesa do povo palestino e de sua terra, e acelerou o declínio do
regime sionista usurpador, assassino de crianças e opressor”, disse o general,
em comunicado.
Abdollahi
citou nominalmente os comandantes mortos nos últimos anos, entre eles o general
iraniano Qassem Soleimani, o ex-secretário-geral do Hezbollah Hassan Nasrallah
e os dirigentes do Hamas Ismail Haniyeh e Yahya Sinwar.
“Os
inimigos da Ummah Islâmica, especialmente os sionistas criminosos e apátridas,
devem saber que as ações épicas dos mártires da Frente de Resistência (…)
continuarão e marcarão o fim do regime de ocupação em Jerusalém”, afirmou.
Ele
também afirmou que a política iraniana de apoio à Palestina e à Frente de
Resistência continuará sob o atual líder supremo do país, aiatolá Mojtaba
Khamenei, “até a libertação de Al-Quds” (nome árabe de Jerusalém).
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Frente de Resistência
A Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) também marcou a
data, em declaração separada, observando que a ofensiva de 2023 alterou de
forma permanente o equilíbrio estratégico na região.
Segundo
as forças iranianas, após a ofensiva, os movimentos da Frente de Resistência,
em Gaza, Líbano, Iêmen, Iraque, Síria e o Irã, ampliaram sua coordenação no
enfrentamento a Israel e aos Estados Unidos.
A IRGC
reiterou que continuará respondendo militarmente aos ataques e advertiu que uma
nova ofensiva dos Estados Unidos ou de Israel receberá uma resposta “dolorosa e
devastadora”.
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Ataques israelenses continuam três anos após 7/10, e Gaza
enfrenta fome e colapso humanitário
Três
anos após o início da guerra de Israel em Gaza, em 7 de outubro de
2023, pelo menos 74.243 palestinos foram mortos no enclave. Do lado israelense,
os ataques liderados pelo Hamas naquele dia deixaram pelo menos 1.139 mortos.
Mesmo
após a entrada em vigor do cessar-fogo, em 7 de outubro de 2025, outros 1.460
palestinos foram mortos em Gaza. Desde o anúncio do cessar-fogo, em outubro de
2025, 1.431 palestinos foram mortos e 5.026 ficaram feridos, segundo dados do
Ministério da Saúde de Gaza compilados pela ONU.
Mais de
8 mil palestinos permanecem desaparecidos sob os escombros em Gaza, segundo
estimativa da Defesa Civil Palestina citada em setembro pelo Alto Comissariado
da ONU para os Direitos Humanos. Desde novembro de 2025, mais de 630 corpos e
restos mortais foram recuperados de edifícios destruídos. A ONU alerta que, no
ritmo atual e diante da falta de equipamentos pesados, a localização e
recuperação dos desaparecidos poderá levar pelo menos dez anos.
O relatório mais recente do Escritório das
Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), publicado em
2 de outubro, aponta quase um ano após o cessar-fogo, cerca de 1,9 milhão de
pessoas continuam deslocadas em Gaza, muitas delas depois de terem sido obrigadas
a deixar suas casas repetidas vezes.
Mais de
350 mil unidades habitacionais foram destruídas ou danificadas e mais de 60% da
população perdeu a casa. Além disso, com a aproximação do inverno, 279 mil
pessoas vivem em locais de deslocamento sujeitos a inundações ou em edifícios
considerados inseguros.
A ONU
alerta que os estoques de materiais para abrigos estão praticamente esgotados,
enquanto persistem restrições à entrada de itens essenciais. A entidade estima
que a Faixa de Gaza sofreu um retrocesso de 77 anos em seu desenvolvimento
humano em decorrência de dois anos de ofensiva militar diária de Israel sobre o
território palestino.
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Acesso à água continua precário
O
acesso à água também permanece precário. Atualmente, 74% da população depende
de água potável transportada por caminhões. As duas usinas de dessalinização do sul de Gaza reduziram a produção
ao menor nível por falta de equipamentos e peças, colocando em risco o
abastecimento de cerca de 500 mil pessoas em Deir al-Balah e Khan Yunis. Todas
as seis estações de tratamento de águas residuais estão fora de operação e
cerca de 70% das estações de bombeamento de esgoto não funcionam.
A fome
continua sendo uma das principais ameaças. O Programa Mundial de Alimentos
(WFP) estima que 1,4 milhão de palestinos, cerca de dois terços da população de
Gaza, enfrentam níveis elevados de insegurança alimentar aguda. A agência
alerta que, caso o atual volume de assistência humanitária não seja mantido,
até 90% da população poderá enfrentar níveis elevados de insegurança alimentar
até o final deste ano.
O
sistema de saúde também permanece sob enorme pressão. Apenas 19 dos 36
hospitais de Gaza funcionam parcialmente e nenhum opera plenamente, segundo a
Organização Mundial da Saúde (OMS).
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‘Viver é um grande risco’
O medo
continua presente na rotina dos palestinos. “Não podemos dizer que estamos 100%
seguros. Temos medo até de sair de casa e do barulho dos drones sobre nós. Até
nossas próprias casas são inseguras”, relata Layla, nome fictício de uma
trabalhadora humanitária que vive em Gaza, em depoimento publicado nesta
terça-feira (06/10) pela Islamic Relief.
Segundo
ela, ataques continuam atingindo áreas densamente povoadas e locais onde vivem
famílias deslocadas. “Os assassinatos não param e não conseguimos viver nossas
vidas normalmente.” Layla diz ainda temer perder familiares, colegas ou a
própria vida e chama atenção: “talvez, depois de três anos, Gaza esteja sendo
esquecida.”
Para a
palestina, apesar do desejo da população de reconstruir a vida, a insegurança
permanece: “em Gaza, simplesmente viver é um grande risco.”
Já Umm
Mohammad, mãe de cinco filhos e deslocada da Cidade de Gaza, contou à Reuters,
que a guerra dispersou sua família. “Éramos uma família feliz”, afirmou. Hoje,
ela com o marido e parte da família em um acampamento improvisado em Deir
al-Balah. Neste 7 de outubro, três anos após o início da guerra, ela recordou a
vida que tinham antes: “lembramos o quanto éramos felizes, apesar de todos os
problemas, antes de a guerra começar e destruir tudo o que amávamos.”
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‘Tolerância desapareceu do mapa’
A veículo argentino Página 12 também traz o relato
de um dos sobreviventes do ataque do Hamas em 7 de outubro. O argentino Pedro
Goldfarb, morador do kibutz Nir Itzchak, vive próximo às cidades palestinas de
Khan Yunis e Rafah. Na manhã do ataque, Goldfarb permaneceu com a mulher cerca
de 11 horas trancados no abrigo de segurança da casa. Dois grupos chegaram a
entrar na residência. O primeiro estava armado, disparou contra a casa,
destruiu objetos e tentou entrar no cômodo onde o casal estava escondido. Os
dois permaneceram no abrigo até a chegada de soldados israelenses.
Três
anos depois, Goldfarb afirma que a experiência não o levou para a direita, mas
reforçou ainda mais suas posições progressistas. “Agora sou mais de esquerda do
que antes”, disse ao jornal argentino. Goldfarb fez duras críticas às mudanças
na sociedade israelense desde os ataques. Segundo ele, “a tolerância
desapareceu do mapa”.
O
argentino relata ameaças contra israelenses que defendem a paz ou
responsabilizam o governo de Benjamin Netanyahu pelo 7 de outubro. “Israel,
para melhorar algo, para poder superar tudo isso, primeiro precisa abandonar o
sionismo”, afirma. “Ser sionista e ser progressista é uma contradição.”
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Bilhões de dólares em armas para Israel
Três
anos após o início da guerra, Washington mantém praticamente
inalterado o fluxo de recursos e armamentos para Israel, destaca reportagem da Al Jazeera. Desde 7 de outubro
de 2023, os Estados Unidos destinaram pelo menos US$ 25,5 bilhões em recursos
militares a Israel. Além disso, Washington aprovou pelo menos US$ 33,16 bilhões
em transferências de armas ao país no mesmo período.
Atualmente,
o núcleo da ajuda está em um acordo de dez anos assinado em 2016, durante o
governo Barack Obama, que prevê US$ 3,8 bilhões anuais em financiamento
militar. Em abril de 2024, o Congresso aprovou um pacote suplementar de
segurança de US$ 14,1 bilhões.
Entre
os armamentos aprovados desde outubro de 2023 estão milhares de munições de 120 milímetros
para tanques, caças F-15 e peças avaliadas em US$ 18,82 bilhões, além de um
pacote de US$ 7,4 bilhões em bombas, kits de guiamento, fusíveis e mísseis
Hellfire, autorizado depois da posse de Trump em 2025.
Além
disso, destaca a reportagem, antes do cessar-fogo de outubro de 2025, os
Estados Unidos vetaram seis resoluções relacionadas a Gaza no Conselho de
Segurança das Nações Unidas, incluindo iniciativas que pediam o fim da guerra.
Washington ampliou ainda a pressão contra o Tribunal Penal Internacional (TPI),
que expediu mandados de prisão contra Netanyahu e o ex-ministro da Defesa Yoav
Gallant.
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Irã critica AIEA por declarações 'infundadas' e alerta
para consequências de nova guerra
O chefe
do Estado-Maior do Irã, Ali Abdollahi, criticou duramente na segunda-feira
(05/10) a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) por suas declarações
“infundadas” sobre o programa nuclear do país persa, informou a agência iraniana Tasnim.
Abdollahi
classificou como “delirante” a alegação de Israel de que o programa nuclear
iraniano entrou em uma fase militar e pediu às organizações internacionais, em
particular à AIEA, que “parem de se fazer de lobos em pele de cordeiro” e “se
abstenham de fazer comentários infundados sobre as instalações nucleares do
Irã”.
Nesse
contexto, ele alertou que, se “uma nova guerra eclodir contra o Irã, as
consequências afetarão a todos” afirmou Abdollahi, citado pela IRNA.
Ele disse que, se houver um novo
ataque dos Estados Unidos ou de Israel, as forças iranianas darão “uma resposta
severa” e atacarão os interesses norte-americanos “sem quaisquer limitações”.
A AIEA
exige que o Irã retome as inspeções de suas instalações nucleares, suspensas
após os ataques de Israel e dos EUA em junho de 2025. Teerã, por sua vez,
criticou a agência por seus relatórios negativos e chegou a cogitar a
possibilidade de se retirar do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares
(TNP).
Teerã
enfrenta uma guerra desde 28 de fevereiro, quando Washington e Tel Aviv
atacaram o país. A ONU afirmou que o secretário-geral António Guterres
está viajando para Islamabad, onde deverá discutir os
“esforços diplomáticos e de mediação” do Paquistão entre Irã e os EUA.
O líder
das Nações Unidas tem chegada prevista à capital na terça-feira (06/10) para se
reunir com altos funcionários do governo, incluindo o primeiro-ministro
Muhammad Shehbaz Sharif e o vice-primeiro-ministro e ministro das Relações
Exteriores, Mohammad Ishaq Dar, disse seu porta-voz em um comunicado.
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Presidente do Irã diz a Putin que cessar-fogo com EUA
'não está fora de alcance'
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, disse ao seu
homólogo da Rússia, Vladimir Putin, que um acordo de paz com os Estados Unidos
“não está fora de alcance”. A declaração ocorreu durante uma conversa
telefônica entre os líderes, nesta quarta-feira (07/10), informa a agência Fars.
Segundo
Pezeshkian, “o Irã está totalmente preparado para alcançar um acordo
equilibrado e justo que garanta paz e segurança duradouras na região”. “Nossa
linha vermelha são os interesses nacionais e os direitos do povo iraniano. Se os Estados
Unidos aderirem aos marcos legais internacionais, chegar a um acordo não está fora de alcance”, acrescentou.
Ele
também defendeu que o Irã está “pronto para cooperar e colaborar com seus vizinhos
para alcançar a paz e a segurança da região, sem a presença ou interferência de
países extrarregionais”.
Nesta
quarta-feira (07/10), o presidente iraniano anunciou a redução do consumo de
eletricidade no país, visando o redirecionamento dos recursos energéticos para
a produção industrial em meio a possibilidade de novos confrontos.
“Não
devemos permitir que o ciclo de produção seja prejudicado. Vamos reduzir o
consumo de eletricidade, gás, gasolina, água e outros setores de energia”,
declarou. “A condição para a resistência e para enfrentar o Ocidente é que
todos suportem as dificuldades”, acrescentou.
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Putin defende reparações
Segundo
o governo iraniano, Putin afirmou ao presidente do Irã que os Estados Unidos e
Israel devem pagar reparações pelos danos provocados durante a guerra. Ele também defendeu
que Teerã receba garantias de segurança de longo prazo de que não haverá uma
nova ofensiva contra o país.
O líder
russo elogiou a “coragem” manifestada pelo Irã diante dos ataques e reafirmou a
disposição de contribuir para iniciativas diplomáticas destinadas ao
cessar-fogo. Putin mencionou as iniciativas dos mediadores do conflito,
reiterando que os iranianos “podem ter certeza” de que Moscou está pronto para
ajudar.
Ele
também observou que a cooperação entre Rússia e Irã continua avançando no
âmbito do Tratado de Parceria Estratégica Abrangente, apesar da guerra e das
mudanças provocadas pelo conflito no Oriente Médio.
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Bloqueio de rotas ‘ilegais’ no Estreito de Ormuz
Teerã
também anunciou nesta quarta-feira (07/10) que pretende bloquear em breve todas
as rotas de navegação que considera “ilegais” no Estreito de Ormuz.
“Em
breve, as poucas rotas que infratores criaram por meio da explosão e destruição
de algumas passagens rochosas existentes no Estreito de Ormuz serão
bloqueadas”, declarou o general de brigada Mohammad Reza Naqdi, assessor sênior
do comandante-chefe da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC).
“O
Estreito de Ormuz está fechado e as Forças Armadas da República Islâmica do Irã
têm controle total sobre ele. Essa situação continuará até que as demandas
legítimas do Irã sejam atendidas”, afirmou Naqdi.
Segundo
ele, existem atualmente algumas rotas utilizadas por pequenas embarcações para
transportar petróleo e transferi-lo posteriormente para navios-tanque. Teerã
classifica as operações como contrabando e afirma que essas passagens foram
abertas por meio de explosões nos trechos rochosos do estreito.
Fonte:
The Intercept/Opera Mundi

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