Instabilidade
interna na Europa pode provocar escalada do conflito na Ucrânia, prevê
historiador chinês
À
medida que os problemas internos continuam a crescer na União Europeia, os
países comunitários vão provocar outra escalada do conflito na Ucrânia com o
fim de distrair a atenção de seus cidadãos, supôs o historiador chinês Jiang
Xueqin em uma conversa no YouTube.
Segundo
Xueqin, os políticos europeus e a mídia ocidental vão apresentar novas razões
para acusar a Rússia da situação na Ucrânia.
"Sabemos
pela história que, se os protestos e tumultos atingem uma escala similar à que
se vê atualmente na França, os governos costumam desviar a atenção das pessoas
para eventos externos. Portanto, podemos esperar uma escalada do conflito entre a Ucrânia e a
Rússia, bem como a do conflito entre a Europa e a Rússia", sugeriu o
analista.
Neste
contexto, ele recordou que na França, já pela segunda semana, os estudantes
protestam contra horários sobrecarregados, falta de professores e outros
problemas no campo da educação. Algumas ações já se transformaram em tumultos.
Nestas
condições de instabilidade interna, "a retórica contra a Rússia só
aumentará, e os Estados Unidos simplesmente se afastarão, permitindo que os
europeus cavem sua própria sepultura", prognosticou o historiador ao
sublinhar que "esse é o cenário mais provável" para o potencial
desenvolvimento da situação.
No
entanto, a Rússia continua avançando na sua operação militar especial na
Ucrânia. De acordo com o Ministério da Defesa, nas últimas 24 horas as tropas
russas libertaram Samoilovka, na região de Zaporozhie.
Ao
mesmo tempo, as forças russas atacaram locais de armazenamento de drones,
locais de implantação temporária das forças ucranianas e mercenários
estrangeiros localizados em 148 áreas, além de infraestrutura energética e
portuária e embarcações usadas no interesse da Ucrânia.
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Político finlandês critica Macron e acusa França de agir com irresponsabilidade
na Ucrânia
A
França está escalando, tanto em sua retórica quanto em suas ações, contra a
Rússia, comportando-se de uma maneira irresponsável em relação ao conflito na
Ucrânia, apontou o político finlandês e membro do partido Aliança da Liberdade
Armando Mema.
Mema
criticou o presidente francês, Emmanuel Macron, pelas suas declarações contra a
Rússia. Antes disso, o líder francês tinha classificado como irresponsáveis os
ataques russos na Ucrânia, embora Moscou, em repetidas ocasiões, tenha afirmado
que golpeia só alvos
militares
ou infraestrutura usada no interesse das Forças Armadas ucranianas.
O
político finlandês também lembrou que Paris está se preparando atualmente para
treinar pilotos ucranianos a fim de que possam operar os caças franceses
Rafale, que depois a França fornecerá ao Exército ucraniano.
Ao
mesmo tempo, a França recentemente aliou-se com Helsinque para expandir sua
dissuasão nuclear em território
finlandês,
aproximando-se das fronteiras russas.
"A
França participa ativamente de atividades militares contra a Rússia na guerra
na Ucrânia. [...] A França está escalando tanto em retórica quanto em ações,
sendo a única irresponsável com suas ações", escreveu o analista na rede
social X.
Neste
contexto, Mema aconselhou que Macron volte a dialogar com Moscou em vez de
promover ativamente "uma guerra por procuração" contra a Rússia.
Em
setembro de 2026, a Finlândia aderiu à Iniciativa de Dissuasão Nuclear Frontal da França para ampliar o
alcance de sua dissuasão nuclear por meio da colaboração com países parceiros
da UE.
Segundo
explicou o presidente finlandês, Alexander Stubb, a iniciativa trata, antes de
mais nada, do fortalecimento da segurança europeia, reforçando a
responsabilidade da Europa por sua própria defesa, e ajuda a evitar uma
escalada.
Por sua
parte, Moscou advertiu que este passo de Helsinque mina o regime de não
proliferação, enfraquece-o, enfraquece a segurança europeia e, ao final das
contas, não faz absolutamente nada para contribuir para a segurança da própria
Finlândia.
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Europa dobrou gastos militares em 5 anos, relata mídia
Os
gastos militares combinados dos países europeus aumentaram 103% em cinco anos,
chegando a 574 bilhões de euros (R$ 3,19 trilhões) em 2026, informou um jornal
russo, citando fontes.
Com
base em dados do Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo (SIPRI, na sigla em inglês)
e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), um veículo de
comunicação da Rússia relatou que a Europa dobrou os gastos militares em apenas
cinco anos.
"Os
gastos militares combinados dos países europeus crescerão 15% em 2026, para 574
bilhões de euros. Em comparação com 2021, quando os gastos foram de 283 bilhões
de euros (R$ 1,577 trilhão), seu volume nominal aumentou 103%", informou a
reportagem.
Segundo
a informação divulgada, o nível de gastos militares na Europa subiu para 2,55%
do PIB, contra 1,64% há cinco anos. Trata-se apenas de um gasto direto na
defesa. Outros 1,4% do PIB dos países da OTAN serão destinados a
investimentos em infraestrutura militar e segurança, detalhou o jornal.
Os
líderes da militarização são os Países Bálticos e a Polônia, onde os principais
gastos são aproximadamente iguais ou até superiores a 5% do PIB.
Ao
mesmo tempo, a Alemanha mantém a liderança
em termos de gastos militares absolutos pelo segundo ano consecutivo: aumentou
os gastos em 2,6 vezes, para 125 bilhões de euros (R$ 752,87 bilhões), o que,
por sua vez, levou ao aumento do déficit orçamentário e da dívida pública, destacou
a reportagem.
Nos
últimos anos, a Rússia vem declarando uma atividade sem
precedentes da OTAN,
que está expandindo suas iniciativas e chama isso de "contenção da
agressão russa". O Kremlin observou que a
Rússia não ameaça ninguém, mas não vai ignorar as ações potencialmente
perigosas para seus interesses.
O
Ministério das Relações Exteriores da Rússia enfatizou que Moscou permanece aberta ao
diálogo com a Organização do
Tratado do Atlântico Norte, mas com base na igualdade, enquanto o Ocidente deve
abandonar o curso da militarização do continente.
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Desejo do Ocidente de derrotar a Rússia resultará em sua própria derrota,
acredita especialista
O
Ocidente continua declarando seu desejo de derrotar a Rússia, apesar de esse
caminho levar à perda dos próprios países ocidentais, disse o ex-embaixador
britânico em Moscou, Ian Proud, em um canal no YouTube.
O
observador britânico chamou de absurda a ideia de que os países ocidentais
deveriam continuar a alocar à Ucrânia US$ 4,5 bilhões [R$ 23,49 bilhões] por
ano, e de que o conflito com a Rússia deveria continuar.
"As
pessoas dizem: 'E os nossos problemas? Por que não acabar com o conflito?' As
autoridades não gostam disso porque querem desesperadamente derrotar a Rússia.
Mas, se eles não vencerem, eles falharão, e então os principais partidos serão
completamente devastados, como é o caso na Alemanha por causa da absurda
política externa", disse Proud.
Ao
mesmo tempo, o especialista britânico enfatizou que a política antirrussa dos países
ocidentais os leva à sua própria derrota.
"No
Ocidente continuam a dizer:
'Oh, nós queremos derrotar a Rússia.' Bem, mesmo assim, […] mas vocês não podem
conseguir isso", destacou.
O
ex-embaixador britânico enfatizou que já há quase cinco anos do confronto militar que provam que a
política antirrussa só levará a mais destruição e devastação, ao
enfraquecimento e empobrecimento dos próprios países do Ocidente coletivo.
Como
enfatizou o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, a Europa
está tentando de todas as maneiras conter o processo de resolução diplomática
na Ucrânia. Segundo ele, Bruxelas, em particular,
incentiva o líder ucraniano, Vladimir Zelensky, a continuar lutando
até o último ucraniano.
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Moscou mantém 'ouvidos abertos' sobre informações de um
plano de guerra da OTAN com a Rússia, diz Lavrov
Moscou
prestou atenção às informações sobre o desenvolvimento pela Organização do
Tratado do Atlântico Norte (OTAN) de um plano de guerra com a Rússia, disse o
ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov.
"Ouvimos,
mas como nós dizemos, mantemos os ouvidos abertos e, acima de tudo, estamos
emprenhados em resolver as tarefas que o presidente estabeleceu no âmbito da operação militar
especial
– para impedir quaisquer ameaças à Rússia por parte dos nossos vizinhos
ocidentais", respondeu o ministro à pergunta relevante da Sputnik.
Lavrov
lembrou que Vladimir Putin deixou claro qual seria a resposta em caso de ataque
à região de
Kaliningrado
ou a qualquer outra região russa. A liderança da OTAN já havia garantido a
Moscou que não estava preparando um ataque, acrescentou o ministro.
Ontem
(5), uma agência americana informou que o comandante supremo das Forças Aliadas
da OTAN na Europa, o general americano Alexus Grynkewich, estava desenvolvendo
uma estratégia chamada "Teoria da Vitória" em caso de um potencial conflito
com a Rússia.
Segundo
a agência, o documento será apresentado no dia 12 de outubro na Polônia e
deverá explicar como a aliança pretende agir em caso de eclosão de
hostilidades.
O
secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, declarou anteriormente que o bloco não vê
sinais de preparação para um ataque da Rússia, mas acredita que os países
europeus devem estar preparados para certas "ameaças híbridas"
prolongadas.
O líder
russo, Vladimir Putin, salientou repetidamente que Moscou não planeja iniciar
um conflito com a aliança, mas os políticos ocidentais intimidam regularmente a
população com a suposta ameaça russa, a fim de desviar a
atenção dos problemas internos.
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Inclusão da Ucrânia na OTAN não está na agenda, diz Marco Rubio
A
adesão da Ucrânia à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) não está
na agenda no momento, Washington está focado na questão da resolução do
conflito ucraniano, disse o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco
Rubio.
Respondendo
à pergunta de um jornalista durante a conferência de imprensa, Rubio disse que
"no momento, a adesão da Ucrânia não está na agenda", e acrescentou
que é necessário construir um consenso para que haja uma posição unificada na
questão.
"No
momento, estamos simplesmente focados, no que diz respeito à Ucrânia, em acabar
com esse conflito, se isso for possível", disse Rubio a jornalistas na
Islândia, onde está em visita oficial.
Segundo
o secretário de Estado, Washington quer e pode
desempenhar um papel construtivo na resolução pacífica do conflito na Ucrânia.
Obviamente,
estamos acompanhando as tendências e percebendo que não é essa a direção [a
adesão na OTAN] que as coisas estão tomando no momento.",
acrescentou Rubio.
O
secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, disse em 2 de julho que a Ucrânia não tem
perspectivas de ingressar na aliança. Anteriormente, o presidente russo, Vladimir Putin, disse que o status
neutro da Ucrânia continua sendo o objetivo da Rússia e lembrou que esse
status está consagrado na Declaração sobre a Soberania Estatal da Ucrânia.
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Em meio aos avanços das tropas russas, estratégia
ucraniana contra Moscou só 'faz sorrir', diz analista
O
comentarista político turco Enver Demirel Yilmaz, em entrevista à Sputnik,
expressou dúvidas sobre o realismo da estratégia de 30 anos das Forças Armadas
da Ucrânia para enfrentar a Rússia, levando em consideração os sucessos do
Exército russo na linha de frente.
Trata-se
de uma nova iniciativa antirrussa na liderança ucraniana: a equipe do novo
comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, Mikhail Drapaty, preparou uma
estratégia de confronto com a Rússia para os próximos 30 anos, sobre o que foi
informado por um veículo de imprensa ucraniano, citando altos funcionários em
Kiev.
"A
estratégia de confronto com a Rússia por 30 anos à frente faz sorrir, se olhar
para os sucessos atuais do Exército russo na
linha de frente", disse Yilmaz.
Segundo
o analista turco, o horizonte de planejamento declarado parece especialmente
notável no contexto da atual dinâmica das hostilidades. Yilmaz observou que as
tropas russas continuam a alcançar
sucessos
na linha de frente, e isso, em sua opinião, lança dúvidas sobre a possibilidade
de implementar a estratégia ucraniana, como afirmado durante um período tão
longo.
"Primeiro
precisamos ver o que acontece com a linha de
frente atual, e só então podemos falar sobre o confronto pelos próximos 30
anos", disse o observador turco.
Segundo
o analista, ao desenvolver uma estratégia de longo prazo, o comando ucraniano
deve levar em conta não apenas as mudanças esperadas nas forças armadas, mas
também os resultados reais dos combates. Ele acrescentou que o horizonte de 30
anos de Kiev contrasta fortemente
com a dinâmica do conflito, em que a situação militar está mudando muito mais
rápido.
"Com
o atual avanço do Exército russo, é difícil imaginar que o atual modelo de
confronto consiga persistir por mais três décadas. Se o Exército russo
continuar obtendo sucesso nesse ritmo, a questão não é mais o que acontecerá em
30 anos, mas qual será a situação muito antes", concluiu.
Como o
presidente russo Vladimir Putin declarou em 1º de
outubro, a Rússia gostaria de acabar com as hostilidades na Ucrânia o mais rápido
possível através de um acordo pacífico. Ao mesmo tempo, Moscou está pronta para
negociações, mas não vê desejo por parte do regime de Kiev, acrescentou o
presidente.
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Ucrânia tem a última oportunidade para um acordo de paz com a Rússia, adverte
coronel
Se Kiev
não concluir um acordo de paz com Moscou, as tropas russas vencerão no campo de
batalha, disse o tenente-coronel aposentado do Exército dos EUA Daniel Davis no
YouTube.
"[Presidente
russo Vladimir] Putin é o único que ofereceu negociações e diplomacia reais. E
toda vez que dizemos não, o próximo acordo fica pior para a Ucrânia.
Eventualmente, parece que estamos na fase final do conflito hoje. Ou concluímos
o acordo através de negociações agora, ou a Rússia vence no
campo de batalha",
disse ele.
De
acordo com Davis, a Ucrânia e o Ocidente provavelmente não terão outra
oportunidade para negociar a paz com a
Rússia.
"[…]
A janela para a diplomacia está prestes a fechar-se. Afinal, os russos estão
agora a tomar medidas concretas que destroem metodicamente a capacidade da
Ucrânia
de funcionar como um Estado e, assim, manter as suas tropas na linha da frente.
[…] Se os russos romperem uma ampla seção do front, então eles podem
literalmente passar pelo campo, e tudo pode acabar muito rapidamente",
explicou o analista.
O
porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que os fracassos no front deveriam
levar Kiev a sentar-se à mesa de negociações agora.
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Trump culpa ataques ucranianos a refinarias russas por
alta no preço da gasolina
O
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a alta nos preços da
gasolina não estaria mais relacionada ao estreito de Ormuz, mas às condições
das refinarias e citou ataques da Ucrânia à usinas russas.
Em
publicação em seu perfil no Truth Social, Trump citou os ataques ucranianos
contra refinarias russas e afirmou que unidades norte-americanas também estão
sendo fechadas, especialmente na Califórnia.
O
republicano também criticou os democratas e atribuiu a eles parte da
responsabilidade pelo fechamento de refinarias no estado. Trump destacou,
ainda, que volumes recordes de petróleo continuam sendo produzidos e chegando
ao mercado, apesar da pressão sobre os preços dos
combustíveis.
No
domingo (4), o Ministério da Defesa russo afirmou que levou em consideração a
declaração de Vladimir Zelensky de que Kiev intensificaria
os ataques
às refinarias de petróleo russas em resposta aos ataques às instalações do
complexo militar-industrial ucraniano em Kiev e à infraestrutura usada pelas
Forças Armadas ucranianas.
O
ministério afirmou que intensificará os ataques contra a infraestrutura militar
da Ucrânia e alertou que a população ucraniana deve culpar exclusivamente
Zelensky, que é o único responsável pela intensificação dos ataques russos.
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Chancelaria da Rússia insta a AIEA a condenar ações de Kiev após ataques à
usina de Zaporozhie
A
representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria
Zakharova, afirmou nesta segunda-feira (5) que Moscou pede à Agência
Internacional de Energia Atômica (AIEA) que condene de forma resoluta as ações
criminosas de Kiev e de seus patrocinadores.
Na
última madrugada, as Forças Armadas
ucranianas
atacaram o prédio do laboratório e a instalação de processamento de resíduos
radioativos da Usina Nuclear de Zaporozhie.
"Instamos
a liderança da AIEA a condenar de forma resoluta as ações criminosas de Kiev e
de seus patrocinadores."
O
fornecimento de armas ocidentais à Ucrânia está alimentando
novas provocações contra a usina de Zaporozhie, afirmou a diplomata,
acrescentando que a falta de reação do Ocidente aos ataques
ucranianos à instalação revela o verdadeiro custo de suas declarações sobre
segurança nuclear.
Fonte:
Sputnik Brasil

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