terça-feira, 6 de outubro de 2026

Marcelinho, Washington… Ídolos do esporte não emplacam nas eleições

A aposta do ex-meia Marcelo Pereira Surcin, o Marcelinho Carioca, de 54 anos, na candidatura a deputado distrital pelo Distrito Federal não vingou. Com 2,4 mil votos, ou aproximadamente 0,15% do total, o jogador com passagem pelo Brasiliense na Série A do Campeonato Brasileiro de 2005 não conseguiu uma das 24 cadeiras na Câmara Legislativa.

Maior artilheiro em uma edição do Campeonato Brasileiro com 34 gols em 2004 vestindo a camisa do Athletico-PR, Washington, o Coração Valente, perdeu na corrida pelas oito vagas do Distrito Federal à Câmara dos Deputados. O candidato pelo MDB teve 7.503 votos, ou 0,45% dos votos válidos e consta na lista de suplentes, o banco de reservas do partido.

Leila do Vôlei não conseguiu ser reeleita na disputa por duas cadeiras ao Senado no DF. A medalhista de bronze em Atlanta-1996 e em Sydney-2000 ficou em terceiro lugar.

O ex-jogador de futebol e ídolo do São Paulo foi candidato a deputado federal por São Paulo pelo MDB nas Eleições de 2026, mas recebeu cerca de 9,4 mil a 9,6 mil votos e ficou fora não somente da disputa, mas também da suplência.

O ex-jogador de futebol Edmundo “Animal” teve um desempenho frustrante nas urnas e não conseguiu se eleger para o cargo de deputado federal pelo Rio de Janeiro. Candidato pelo PSDB, o ídolo vascaíno obteve 35.725 votos, o equivalente a 0,40% dos votos válidos. Com o resultado, ele terminou o pleito na condição de suplente do partido. Donizete (PL), o Pantera, campeão do Brasileirão pelo Botafogo e da Libertadores pelo Vasco, perdeu.

Ouro em Londres-2012, a judoca Sarah Menezes (MDB) obteve 10.408 votos (0,51%) na disputa para a Câmara dos Deputados pelo Piauí. A ex-judoca e campeã olímpica disputou o pleito como estreante, mas não se elegeu na corrida pela cadeira de deputado federal.

Nas eleições de Pernambuco, o ex-atacante Flávio Caça-Rato (MDB) e o ex-meia Everton Felipe (PL) naufragaram na disputa pela Câmara dos Deputados.

•        Vanderlei Luxemburgo termina eleição ao Senado em sétimo no Tocantins

O projeto do ex-técnico Vanderlei Luxemburgo (Podemos) de chegar ao senado terminou na noite deste domingo. Candidato por Tocantins, ele ficou em sétimo lugar na corrida por votos com 4,11%. Até a publicação deste post, a apuração no Estado apresentava 98,8%.

Eduardo Gomes (PL) está eleito com 27,23%. A segunda cadeira é de Alexandre Guimarães (19,16%). Na sequência, aparecem Eli Borges (Republicanos) com 16,44%, Gaguim (União) com 15,46%, Paulo Mourão (PT) com 7,85% e Ronaldo Dimas (Podemos) com 5,62%, o mesmo partido de Vanderlei Luxemburgo, com 5,51%.

Durante a campanha, Vanderlei Luxemburgo propôs integrar esporte e educação como política de inclusão social. Ele defendeu a ampliação da infraestrutura esportiva nos municípios e afirmou que pretendia atuar no Senado para viabilizar recursos e projetos voltados principalmente às crianças e aos jovens.

“Esporte e educação são fundamentais. O esporte ajuda a tirar o jovem da marginalidade e a educação forma o cidadão. Quero trabalhar para ampliar essa estrutura e criar oportunidades para quem mais precisa”, defendeu durante a campanha.

Na área da saúde, defendeu a criação da Casa do Diabético, com atendimento especializado e foco no diagnóstico precoce e acompanhamento dos pacientes. Segundo ele, a proposta tinha como intenção ampliar a prevenção e reduzir complicações provocadas pela doença.

Vanderlei Luxemburgo tem negócios em Tocantins. Ele é sócio da e presidente da TV Jovem, uma emissora de televisão com sede em Palmas e afiliada à Record. Luxemburgo tem residência fixa na capital do estado, Palmas, e desenvolveu projetos de comunicação e turismo regional, como o programa e projeto cultural Rotas Tocantins.

 

Fonte: Correio Braziliense

 

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