Marcelinho,
Washington… Ídolos do esporte não emplacam nas eleições
A
aposta do ex-meia Marcelo Pereira Surcin, o Marcelinho Carioca, de 54 anos, na
candidatura a deputado distrital pelo Distrito Federal não vingou. Com 2,4 mil
votos, ou aproximadamente 0,15% do total, o jogador com passagem pelo
Brasiliense na Série A do Campeonato Brasileiro de 2005 não conseguiu uma das
24 cadeiras na Câmara Legislativa.
Maior
artilheiro em uma edição do Campeonato Brasileiro com 34 gols em 2004 vestindo
a camisa do Athletico-PR, Washington, o Coração Valente, perdeu na corrida
pelas oito vagas do Distrito Federal à Câmara dos Deputados. O candidato pelo
MDB teve 7.503 votos, ou 0,45% dos votos válidos e consta na lista de
suplentes, o banco de reservas do partido.
Leila
do Vôlei não conseguiu ser reeleita na disputa por duas cadeiras ao Senado no
DF. A medalhista de bronze em Atlanta-1996 e em Sydney-2000 ficou em terceiro
lugar.
O
ex-jogador de futebol e ídolo do São Paulo foi candidato a deputado federal por
São Paulo pelo MDB nas Eleições de 2026, mas recebeu cerca de 9,4 mil a 9,6 mil
votos e ficou fora não somente da disputa, mas também da suplência.
O
ex-jogador de futebol Edmundo “Animal” teve um desempenho frustrante nas urnas
e não conseguiu se eleger para o cargo de deputado federal pelo Rio de Janeiro.
Candidato pelo PSDB, o ídolo vascaíno obteve 35.725 votos, o equivalente a
0,40% dos votos válidos. Com o resultado, ele terminou o pleito na condição de
suplente do partido. Donizete (PL), o Pantera, campeão do Brasileirão pelo
Botafogo e da Libertadores pelo Vasco, perdeu.
Ouro em
Londres-2012, a judoca Sarah Menezes (MDB) obteve 10.408 votos (0,51%) na
disputa para a Câmara dos Deputados pelo Piauí. A ex-judoca e campeã olímpica
disputou o pleito como estreante, mas não se elegeu na corrida pela cadeira de
deputado federal.
Nas
eleições de Pernambuco, o ex-atacante Flávio Caça-Rato (MDB) e o ex-meia
Everton Felipe (PL) naufragaram na disputa pela Câmara dos Deputados.
• Vanderlei Luxemburgo termina eleição ao
Senado em sétimo no Tocantins
O
projeto do ex-técnico Vanderlei Luxemburgo (Podemos) de chegar ao senado
terminou na noite deste domingo. Candidato por Tocantins, ele ficou em sétimo
lugar na corrida por votos com 4,11%. Até a publicação deste post, a apuração
no Estado apresentava 98,8%.
Eduardo
Gomes (PL) está eleito com 27,23%. A segunda cadeira é de Alexandre Guimarães
(19,16%). Na sequência, aparecem Eli Borges (Republicanos) com 16,44%, Gaguim
(União) com 15,46%, Paulo Mourão (PT) com 7,85% e Ronaldo Dimas (Podemos) com
5,62%, o mesmo partido de Vanderlei Luxemburgo, com 5,51%.
Durante
a campanha, Vanderlei Luxemburgo propôs integrar esporte e educação como
política de inclusão social. Ele defendeu a ampliação da infraestrutura
esportiva nos municípios e afirmou que pretendia atuar no Senado para
viabilizar recursos e projetos voltados principalmente às crianças e aos
jovens.
“Esporte
e educação são fundamentais. O esporte ajuda a tirar o jovem da marginalidade e
a educação forma o cidadão. Quero trabalhar para ampliar essa estrutura e criar
oportunidades para quem mais precisa”, defendeu durante a campanha.
Na área
da saúde, defendeu a criação da Casa do Diabético, com atendimento
especializado e foco no diagnóstico precoce e acompanhamento dos pacientes.
Segundo ele, a proposta tinha como intenção ampliar a prevenção e reduzir
complicações provocadas pela doença.
Vanderlei
Luxemburgo tem negócios em Tocantins. Ele é sócio da e presidente da TV Jovem,
uma emissora de televisão com sede em Palmas e afiliada à Record. Luxemburgo
tem residência fixa na capital do estado, Palmas, e desenvolveu projetos de
comunicação e turismo regional, como o programa e projeto cultural Rotas
Tocantins.
Fonte:
Correio Braziliense

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