Jeferson
Miola: Powerpoint é o itinerário da Globo para a delação do Vorcaro atingir
Lula
Quando
a Globo fabricou notícias falsas sobre o triplex na praia do Guarujá e o sítio
de Atibaia para instrumentalizar a farsa montada por Sérgio Moro contra Lula,
prevaleceu uma reação de absoluta incredulidade. Ninguém, de são consciência,
acreditava que aquelas mentiras da Globo pudessem produzir os desdobramentos
graves que, tempos depois, levaram Lula à prisão e jogaram o Brasil no abismo
fascista-militar.
Na
verdade, ninguém intuía, àquela altura, que com aquelas reportagens enviesadas
a Globo já estava um passo adiante no tabuleiro do golpe.
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Ninguém,
mas com exceção, porém, de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, que estavam
consorciados com a Globo no processo para derrubar Dilma, prender Lula e levar
a direita antipetista e a extrema-direita ao poder.
Deltan
fez aquele powerpoint fraudulento, recheado de convicções, pelo qual foi
condenado a indenizar Lula em 146 mil reais anos depois. Aquela peça
jurídico-midiática traçou o itinerário até a prisão do Lula e a eliminação dele
da eleição de 2018 pelos militares.
Moro
foi ainda além, e considerou a reportagem sobre o triplex uma “prova
documental” do processo farsesco. Em 2017, o juiz-ladrão descreveu nos autos da
ação que “a informação [de que Lula era dono do triplex], por forma
desconhecida [!!] vazou [para a Globo], foi publicada [pela Globo] e não foi
desmentida [por Lula]”.
Simples
assim. A Globo fabricou um enredo farsesco, deu a ele ares de verdade no seu
noticiário massacrante contra Lula, não aceitou os esclarecimentos de que Lula
não era o dono do triplex, e então a gangue de Curitiba só teve o trabalho de
transformar a condenação midiática do Lula em condenação criminal.
Hoje,
nove anos depois, a Globo repetiu no programa Estúdio i da Globo News a farsa
do powerpoint do Deltan – aliás, foi a segunda vez no breve período de 15 dias.
Em 6 de
março, dois dias depois da prisão de Vorcaro, o Estúdio i já tinha apresentado
sua primeira –e infame– versão anos 2026 de powerpoint, colocando a fotografia
do Lula no centro do “corruptograma” Master.
E, uma
semana depois de Vorcaro anunciar o acordo de delação, o Estúdio i voltou à
carga com um ataque brutal a Lula e ao PT no novo powerpoint.
É
indecente o que fizeram a jornalista Andreia Sad e seus colegas Arthur Dapieve,
Thomas Traumann e Valdo Cruz no programa de sexta-feira, 20 de março.
Apresentaram
e comentaram um organograma das “conexões do Daniel Vorcaro” que tinha a
fotografia do Lula como personagem central, aparecendo ladeado de outras
figuras ligadas a ele e ao PT, como Guido Mantega, Ricardo Lewandowski. Não
faltou nem a estrela do PT.
Parece
inacreditável, mas a turma do Estúdio i colocou até Gabriel Galípolo, o
presidente do Banco Central que mandou liquidar o Banco Master, como uma das
conexões criminosas do Vorcaro, mas não incluiu Roberto Campos Neto!
Sim,
não incluiu o personagem que foi leniente com as fraudes do Vorcaro e que o
autorizou a assumir o Master, a despeito de mandado de prisão contra o mafioso
em 2020, e de dois anos de negativas de técnicos do BC.
Essa
mágica do sumiço pode ser explicada. Campos Neto é um manda-chuva do Nubank. E
desde 2023 o Nubank patrocina com 110 milhões de reais o Jornal Nacional. A
novela As três graças, além de outros programas da emissora dos Marinho, também
recebem verbas publicitárias do banqueiro Campos Neto.
A Globo
também não incluiu na versão 2.0 do powerpoint o Bolsonaro, o Ibaneis Rocha,
Cláudio Castro, Nikolas Ferreira, gentes da Faria Lima e … a própria Globo, que
foi financiada por Vorcaro em evento em Nova Iorque – afora outros mimos ao
Grupo, que ainda serão revelados.
Em
síntese: a Globo desenhou o itinerário da delação do Vorcaro para arrastar Lula
para o centro do escândalo e isentar os reais implicados, que são os agentes
corruptos do sistema bancário-financeiro, Campos Neto, Paulo Guedes, mais
governantes e políticos cúmplices e participantes das festinhas do Vorcaro,
todos do campo político da direita e do bolsonarismo.
O
powerpoint da Globo é um expediente grosseiramente criminoso que tem como alvo
central o Lula e sua candidatura à reeleição.
Seria
ingênuo pensar que a Andreia Sadi e seus colegas teriam autonomia para promover
tamanha vilania por conta própria. Este ataque audaz e brutal foi decidido
pelos patrões deles.
Do
mesmo modo que na farsa da Lava Jato I, se o governo não denunciar urgentemente
essa trama farsesca para interromper sua continuidade logo na arrancada, será
tragado pela espiral conspirativa e verá a reeleição do Lula seriamente
ameaçada.
O
governo, sua base social e parlamentar, os atores políticos, os partidos de
sustentação, em especial o PT, precisam materializar imediatamente uma reação
política e institucional eficaz para impor a verdade dos fatos no debate
público.
Não
pode haver omissão e tolerância com práticas criminosas ou desvios de agentes
de Estado –sejam eles policiais federais e procuradores; sejam eles juízes,
inclusive André Mendonça, da Suprema Corte– se direcionarem as investigações de
modo faccional, com o objetivo de blindar os reais bandidos e envolver Lula, PT
e políticos ligados ao Partido.
E
também não pode haver leniência com crimes da mídia, como o cometido pela
Globo, que se esconde no princípio da liberdade de imprensa para camuflar a
prática de jornalismo de guerra.
No voto
sobre a prisão de Daniel Vorcaro, o ministro Gilmar Mendes denunciou algumas
estripulias do seu colega André Mendonça com setores da Polícia Federal.
Gilmar
é especialista sênior em engrenagens golpistas – foi o autor daquela
brutalidade inconstitucional que impediu Lula de assumir a Casa Civil do
governo Dilma em março de 2016 para assegurar o avanço do golpe.
Por
isso, ele é alguém insuspeito para dizer que “infelizmente, é possível enxergar
no caso concreto tristes reminiscências dos métodos e expedientes lavajatistas
que este Tribunal tem tido grande trabalho em coibir”.
Lembrando
a Lava Jato, Gilmar diz que a operação se desenrolou “com a coparticipação de
certa parcela da mídia, que passou a funcionar como efetiva assessoria de
imprensa da força-tarefa, reproduzindo acriticamente as versões, narrativas e
informações repassadas por agentes interessados que, confessadamente, buscavam
na manipulação da opinião pública a legitimação para a consecução de seus
projetos políticos”.
Gilmar
também criticou duramente a decisão de Mendonça sem a “imperativa participação
do Procurador-Geral da República”.
Isso
não é um mero detalhe. Além da óbvia exigência legal de participação do PGR, o
titular de toda ação penal, o by-pass pode ser sugestivo da aliança do André
Mendonça com setores bolsonarizados da PF.
É
sintomático, por exemplo, que em 8 de março passado o Lauro Jardim, também
jornalista da Globo, já previa a delação e sentenciava que a “delação de Daniel
Vorcaro deve ser negociada com a PF, não com a PGR”!.
A
conspiração anti-Lula está em marcha. Ainda há tempo para deter seu avanço.
Para isso, é essencial uma reação urgente e implacável. A ingenuidade é
indesculpável.
• O PowerPoint de esgoto. Por Roberto
Junquilho
“Você
viu, o Lula é ladrão, tá metido com Vorcaro”, me diz a senhora com quem
converso esporadicamente ao comentar o PowerPoint exibido na última sexta-feira
(19) na GloboNews, que apresenta o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, hoje
presidiário, e sua rede ligações, que, por via de consequência, está igualmente
envolvidas na fraude financeira do Banco Master. A fala da minha interlocutora
se explica.
O
diálogo mostra a marca do jornalismo de esgoto da chamada grande mídia que
chega aos lares brasileiros, mais intensa em ano eleitoral como nesse 2026, a
lembrar de que ainda estamos no mesmo clima da Lava-Jato, operação de
desinformação criada em 2016 pelo então juiz Sergio Moro parcial Sergio Moro e
o procurador Deltan Dallagnol, hoje desmoralizados, e embalada pela Rede Globo.
Quem
não se lembra no Jornal Nacional, diariamente por longos meses, a manilha de
esgoto despejando dinheiro, enquanto eram exibidas matérias sobre fatos
distorcidos colocando Lula como chefe de uma organização criminosa? Apesar dos
desmentidos, da canalhice de Moro e Dallagnol, a comprovação de que tudo era
mentira, ficou a marca: “Lula é ladrão!”, com diz minha interlocutora. À
pergunta “e o que ele roubou?", a resposta é a mesma do mentiroso João
Grilo, personagem do genial Ariano Suassuna na peça teatral “O Auto da
Compadecida”: “Não sei, só sei que foi assim”.
Como em
2016, está tudo formado para mergulhar o Brasil na mesma onda golpista que
resultou no impedimento da ex-presidenta Dilma Rousseff, na prisão de Lula e em
outras injustiças formatadas para eleger o obscuro deputado Jair Bolsonaro à
presidência da República em 2018.
O
PowerPoint, exibido no programa comandado pela jornalista Andréa Sadi,
inexplicavelmente, mostra que os quatro principais nomes supostamente ligados a
Vorcaro, bem próximos de sua foto, são todos do campo da esquerda ou do
governo: Lula, Guido Mantega, “PT da Bahia” e Gabriel Galípolo, presidente do
Banco Central.
E
esconde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o governador de São Paulo,
Tarcísio de Freitas (Republicanos), que receberam R$ 5 milhões na campanha de
2022 do operador financeiro de Vorcaro no Master, Fabiano Zettel, não aparecem
na ilustração. Da mesma forma, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), ligado ao
ex-banqueiro e à Igreja Lagoinha, do empresário e chamado pastor André Valadão,
o presidente do PP, Ciro Nogueira, que, apesar de ser “um amigo de vida” de
Vorcaro, só é mostrado no fim do cartaz.
O
desmentido ao PowerPoint Como vai pelo próprio conhecimento público da fraude
do Banco Master, que revela exclusivamente nomes da direita e da extrema
direita bolsonarista. Isso é fartamente demonstrado em ataques à Rede Globo nas
redes sociais na mídia independente, meio, ao que parece, não merece a
importância que deveria ter por parte do governo, do PT e do presidente Lula.
Ora,
Lula recebeu Vorcaro no Planalto como presidente da República, como faz com
presidentes de outras instituições financeiras, com assessores, auxiliares e
até ministros. Foi o bastante para ser colocado como “próximo” do Vorcaro.
Já o
PL, o partido mais envolvido no escândalo, não é mencionado também no
PowerPoint, enquanto uma bandeira do PT - “PT da Bahia”-, surge em destaque. O
presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), cujo número de celular estava na
agenda do iPhone 17 de Vorcaro, também não é mostrado no gráfico da GloboNews.
Dos 18
nomes de bolsonaristas e políticos do centrão flagrados na agenda telefônica de
Vorcaro, 16 são escondidos no PowerPoint da Globo, na mais pura demonstração de
que o objetivo é tumultuar o processo eleitoral e reforçar junto à população,
principalmente a mais desinformada, o jargão da Lava-Jato: “Lula é ladrão”.
Pelo visto consegue, como comprova o rápido diálogo citado no início desse
texto.
De onde
se conclui que, ou o PT, Lula e seus assessores adotam alguma atitude,
inclusive pelos meios judiciais, exigindo reparação, abandonam a passividade e
começam a pautar a imprensa, ou a reeleição corre o risco de ir pro brejo, como
em 2018. O pior é a ameaça de eleger um tipo com Flávio Bolsonaro, resultado
que colocaria o Brasil sob a tutela de Donald Trump, sem soberania com um
governo dentro da lógica miliciana.
Essa
medida exige urgência, a partir da delação premiada do Daniel Vorcaro, que
pode, pasmem, envolver o governo Lula e deixar de fora Bolsonaro, Tarcísio de
Freitas, Ciro Nogueira e outros, sem esquecer a igreja Lagoinha do André
Valadão, onde a grana corria solta e forte por meio da fintech Clava Forte.
• "Não vou me calar diante desse
absurdo", diz Jandira Feghali sobre PowerPoint da Globo
A
deputada federal Jandira Feghali (PC do B-RJ) criticou a Rede Globo após a
exibição de um PowerPoint na última sexta-feira (20) na GloboNews, sobre o caso
do Banco Master. As declarações foram feitas neste domingo (22), em vídeo
publicado nas redes sociais da parlamentar, durante evento que marcou os 104
anos do Partido Comunista do Brasil (PC do B), no centro do Rio de Janeiro
(RJ).
Durante
a fala, a parlamentar afirmou que a apresentação exibida pela emissora provocou
indignação. "Eu quero expressar minha indignação, repito, minha indignação
com o que a Rede Globo fez essa semana", disse. Em seguida, acrescentou:
"Não é possível imaginar que o povo não tem memória. As pessoas têm
memória, não subestimam o nosso povo!".
A
deputada criticou o conteúdo do material e a forma como o presidente Luiz
Inácio Lula da Silva (PT) foi incluído. "Fazer um PowerPoint sobre a
corrupção do Master, o escândalo do sistema financeiro, colocando o Lula no
centro desse PowerPoint, é no mínimo um acinte, isso é um escândalo",
afirmou.
Ela
também questionou a ausência de outros nomes no material. "Não colocaram
lá o Bolsonaro, que autorizou toda a operação. Não colocaram lá o Campos Neto,
presidente do Banco Central da época, que autorizou todas as manobras para
facilitar o plano Master", declarou. Na sequência, acrescentou: "Não
botaram o Tarcísio, não botaram o Ciro Nogueira, não botaram o Nikolas [...]
Foram botar o Lula, que em algum momento da sua agenda como presidente recebeu
um dono de banco?".
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Comparação com a Lava Jato
Feghali
associou o episódio ao período da Operação Lava Jato. "Estamos no ano
eleitoral, vem de novo um clima de lava-jato", disse. Ela também mencionou
a apresentação feita pelo ex-procurador Deltan Dallagnol. "As pessoas
lembram daquele PowerPoint do Dallagnol [...] que dizia que tinha convicções e
não provas", afirmou. A parlamentar citou ainda decisões envolvendo o
ex-procurador. "Ele usou a ficha limpa contra o Lula e foi caçado,
condenado na ficha limpa por unanimidade no TSE", declarou.
Ao
abordar os desdobramentos do caso, a deputada questionou os interesses por trás
do conteúdo exibido. "O sistema Globo agora precisa responder a que
interesse o sistema financeiro vai responder?", disse. Ela também citou o
senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao levantar questionamentos sobre o cenário
político. "É isso mesmo que o Sistema Globo quer? Eleger Flávio Bolsonaro?
Então digam", afirmou.
Ao
final, Feghali voltou a criticar o conteúdo exibido e defendeu medidas.
"Isso não justifica a mentira, o escândalo e a acusação indevida ao
presidente Lula", disse. "Lula, o governo e sua equipe devem tomar as
providências devidas."
As
estruturas golpistas nunca foram desmontadas. Por Moisés Mendes
Os
caminheiros sabem o que fazer para que o útil se junte de novo ao agradável. O
útil da reação ao aumento do diesel, provocado pelas guerras do fascismo e
pelas máfias da distribuição e do varejo dos combustíveis, une-se ao que
interessa ao golpismo. É hora de bloquear estradas de novo.
Os
caminheiros são os únicos profissionais, autônomos ou empregados, capazes de
parar o país. Nenhuma greve, em nenhuma outra área, pode ameaçar a circulação
de bens e a prestação de serviços.
Mas os
caminhoneiros não estão sozinhos na capacidade de rearticulação, não só para
reclamar benefícios e privilégios, mas para levar adiante, pela repetição, um
novo projeto de golpe.
Se
Andréia Sadi resgatou na Globo um powerpoint piorado de Dallagnol, muito mais
infantil e colegial, por que eles não podem pensar em bloqueios de novo?
É um
grupo social de golpistas impunes. Quem sabe dizer se o homem-lagartixa, que se
grudou ao para-brisa de um caminhão em 2023, foi punido como bloqueador de
estradas? Quem da turma dele teve punição?
Quantos
inquéritos ainda continuam contra os que tentaram impedir a posse de Lula? A
impunidade predomina entre autônomos e entre empresários empregadores das
maiores transportadoras. Ninguém se lembra que Mário Luft, dono de uma das
gigantes do transporte no país, sofreu busca e apreensão.
Foi em
24 de janeiro de 2026. Mas não por envolvimento nos bloqueios, e sim por
suspeita de ter financiado o transporte dos que invadiram Brasília no 8 de
janeiro de 2023. Não há colegas de Luft, com nomes e marcas conhecidas ou
desconhecidas, indiciados até hoje.
Os
grandes financiadores dos acampamentos (não seus laranjas que passavam adiante
o dinheiro miúdo) e dos bloqueios estão impunes. Para repetir uma frase que se
repete desde o início do governo Lula: as estruturas do golpismo estão
intactas. E continuam financiando as facções da extrema direita.
Os
caminhoneiros impunes, que ameaçam parar de novo, podem trazer de volta, e com
protagonismo, o homem-lagartixa de Pernambuco e seus parceiros de agitação,
sabotagem e conspiração. Não desprezem a possibilidade de ver as mesmas figuras
liderando os mesmos caminhoneiros.
Enquanto
isso, continuam impunes os investigados nos inquéritos das fake news, dos
crimes da pandemia e de todos os delitos cometidos por alguma motivação
bolsonarista.
Líderes
e quadros de todos os níveis do golpismo atuam em todo o país, em especial nos
Estados do Sul, aguardando a reversão de expectativas no cenário político. O
que mais se ouve no interiorzão é: nós voltaremos.
Os
caminhoneiros estão prontos para voltar, com o mesmo suporte de patrões
endinheirados e até hoje inalcançáveis. A punição dos líderes do golpe não
chegou aos agrupamentos intermediários, que também tinham e ainda têm voz de
comando.
Não
resolve argumentar com essa gente que seus inspiradores determinaram ou
apoiaram a desmontagem da distribuição de combustíveis no Brasil. E que a
guerra é provocada por ações do fascismo americano admirado pelo fascismo
brasileiro.
O
extremismo impune não quer saber de explicações. O que o bolsonarismo quer é
confusão às vésperas da eleição, em áreas decisivas para a definição dos
humores do país. E com a ajuda do powerpoint de Andréia Sadi.
A fúria
anti-Lula retoma e aperfeiçoa os métodos de 2022 e 2023, para que desta vez não
voltem a falhar.
Fonte:
Brasil 247

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