quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Flávio, espelho da destruição bolsonarista

Uma primeira pergunta. Quem era Jair Bolsonaro antes de se tornar um personagem fabricado pelo capital e pelo imperialismo? No fundo, uma imagem e nada mais que a imagem do matuto ingênuo, xucro, mas honesto? A imagem do tiozão do churrasco que produziria, novamente, uma derivação da empatia imaginada de milhões de brasileiros de mentalidade forjada pela semiótica novelesca da mídia tradicional, sempre à espera de um “salvador da pátria”. Da mentalidade sectária herdada dos tempos coloniais?

Bem, a história é simples: o tiozão se tornou presidente – mesmo que, para isso, fosse preciso envolver a prisão política de Lula após o lawfare da Lava Jato conduzida pela dupla Moro e Dallagnol. E, em seu exercício, ele, efetivamente, não governou. Deixou simplesmente que o país seguisse à deriva das leis vorazes do capital e do lucro. O lucro governou o Brasil de 2018 a 2022, e Bolsonaro foi o anti-herói colocado à frente com a única função de desviar a atenção, sob o modus operandi de polêmicas sobre as principais agendas do governo: da pauta climática à educação, da saúde à segurança pública, da defesa da soberania às relações interministeriais. Tudo uma confusão, um desvario, uma zona. Por incapacidade de governo? Nada disso! Porque dele não era e nunca foi requisitada tal capacidade. O bolsonarismo não representa os ideais do nacionalismo clássico justamente porque, em sua base, não há qualquer substância a não ser o próprio lucro. O bolsonarismo é a prótese utilizada pelo capitalismo financeiro. É o mercado em estado puro, sem qualquer tensionamento por parte do Estado, quem cria as regras para a condução dos assuntos públicos, cujo resultado é sempre um invariável “salve-se quem puder”.

É o neoliberalismo operando seus motores. E, convenhamos, “neoliberalismo” é o termo leve encontrado para algo que não é apenas a linha sucessória de um processo histórico. Não é a atualização do liberalismo clássico. É algo mais profundo, que tem como fundamento a ruptura com a própria história. Formulações como necropolítica (Mbembe) e semiocapitalismo (Bifo) são esforços de uma elaboração mais precisa do termo, cuja essência é a mesma da servidão. Não há palavra mais precisa do que servidão para entender o significado da extrema-direita, cujos exemplos maiores no eixo sul-americano foram, e seguem sendo, Bolsonaro e o bolsonarismo, no Brasil, e Milei, na Argentina.

Ambos não são chefes de Estado. A tomada de decisão que fazem é sempre condicionada por grandes corporações. Tudo isso ficou claro durante os perigosos anos do mandato de Jair Bolsonaro. O risco de sua reeleição tornou-se um risco de vida e morte. Não nos esqueçamos disso!

Mas, e o Flávio?

Se Bolsonaro era um espelho das intenções do grande capital, um ator sem a necessidade de sê-lo, um matuto capaz de crer que tinha efetivamente uma vocação, ao mesmo tempo em que era incapaz de entender que o jogo da política e do poder logo o descartaria quando não fosse mais útil, e seria execrado da vida pública, Flávio é ainda pior do que ele. E é pior porque não corresponde, efetivamente, a uma criação do mercado: é um espelho do espelho; já um efeito da recursividade de um modelo descartado por boa parte do capital.

A quem o Flávio convence? Qual é sua marca, seu carisma, seu potencial de produzir uma “empatia imaginada”? A esquerda deve compreender uma coisa: o que se pode fazer, desde já, não é desconsiderar a hipótese de que a disputa pode ser acirrada, exigindo uma construção ainda mais sólida em um eventual segundo turno. O que está em jogo, portanto, é compreender a possibilidade de uma disputa acirrada e as condições políticas que a produziriam.

Ora, Flávio é a síntese da história recente da redemocratização do país. É a fusão caótica de Collor e Bolsonaro em uma versão antiquada e cafona do homem limpo, branco e hétero que deve restituir a moral na política. Como isso pode colar novamente? Como pode a política ser o espaço de uma compulsão à repetição traumática em massa, nesses moldes? Como pode uma ideia ser maior que a experiência de uma geladeira vazia, da carne dura e escassa durante o exercício de Bolsonaro? O óleo de soja disparando, a carne bovina chegando a subir 32,4% em um único ano, em 2019, e a alimentação acumulando altas de 14,09% em 2020 e 11,64% em 2022: a vida cotidiana tornando-se progressivamente mais cara, o alimento novamente convertido em privilégio. Vejamos Milei e os quadros de miséria na Argentina. O que era a Argentina, onde em qualquer canteiro de obras havia um assador de carne que preparava o assado para os operários da obra, em comparação ao que é hoje, em que a carne foi subtraída da mesa do argentino? Como pode a piada acerca da picanha ser maior do que o poder de voltar a consumi-la no governo Lula, mesmo que o valor não seja mais o mesmo desde o golpe? O que seria do consumo da carne, para finalizar com um só exemplo, caso Bolsonaro tivesse conseguido a reeleição? Não nos iludamos, portanto, com teses relativistas que nada explicam.

E não nos iludamos com aquelas formulações excêntricas que criticam Lula e o neoliberalismo sem levar em conta as dinâmicas do capital. Produzir sua ruptura pode ser uma alternativa defensável, e não é meu objetivo aqui destituí-la de sentido histórico. O que não se pode é confundir os modos pelos quais o PT conseguiu construir, em termos de passos importantes, os rumos de um país melhor. Quem duvidar disso, basta ler, em uma perspectiva comparativa, o que é o Brasil sem o PT e com ele. Não entender isso implica não entender do que o Brasil foi salvo nas últimas eleições, quando até a grande mídia teve que, humilhantemente, se dobrar diante do PT.

Então, vejamos bem: o Flávio é a saturação de tudo o que existe de pior na velha política. Ufanismo, soluções mágicas, tom beligerante. E, como bom representante da extrema-direita, boa dose de vulgaridade. Nele não se encontrará sequer uma única ideia original, uma única expressão autoral. Porque, diferentemente da direita tradicional, a extrema-direita dispensa a boa formação, demonstrando não haver, novamente, passagem cabível entre o liberalismo clássico e o neoliberalismo. O neoliberalismo é, como disse David Harvey, o acerto de contas da luta de classes: espécie de revanche após anos de uma distribuição mais equitativa de riqueza e direitos. O neoliberalismo, cuja formulação mais acertada seria neodespotismo, prescinde de tudo o que remeta à razão. É, como todo bom fascismo, anti-intelectual.

Flávio Bolsonaro não é a superação de Bolsonaro. É sua repetição. Não é o espelho de uma nova realidade política, mas o espelho de uma imagem já refletida inúmeras vezes. De um lado, Lula carrega consigo a densidade de uma experiência histórica; de outro, Flávio aparece como a tentativa de transformar a própria repetição em futuro. É justamente aí que reside o enigma: quando uma sociedade já não consegue produzir novas imagens, passa a acreditar que o reflexo ainda é realidade.

•        Emenda parlamentar fortalece conexão de Flávio Bolsonaro com a milícia. Por Tadeu Porto

A sabedoria popular vai mostrar, de maneira muito sólida, que algumas coisas não mudam: desde o pau que nasce torto e nunca se endireita até aquele evento que pode acontecer uma vez e nunca mais, mas que, se ocorrer pela segunda vez, certamente acontecerá pela terceira.

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A milícia é um poder paralelo real, com forte presença no Rio de Janeiro, e não é de hoje que se sabe da realidade desse poder. Não é de hoje também que se sabe que a família Bolsonaro tem ligações diretas com o paramilitarismo.

Essas conexões contam com fatos concretos e conhecidos: Flávio Bolsonaro concedeu a Medalha Tiradentes a Adriano da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime, além de empregar a mãe e a ex-mulher do miliciano em seu gabinete na Alerj, onde Fabrício Queiroz atuava como operador das “rachadinhas”.

Recentemente, revelou-se que uma assessora de Flávio, conhecida como “Fafá de Flávio Bolsonaro”, foi pega em mensagens negociando quase R$ 200 mil em emendas parlamentares com Robson Calixto Fonseca, o “Peixe”, condenado por integrar a milícia dos irmãos Brazão — apontados como mandantes do assassinato de Marielle Franco. A assessora orientava Peixe a procurar Chiquinho Brazão para reforçar a liberação da verba a uma ONG sob suspeita de desvio.

Além das teias milicianas, surgem conexões com investigados por ligação ao Comando Vermelho: Gutemberg Fonseca, aliado e indicado por Flávio para o Governo do Estado do Rio de Janeiro, aparece em mensagens tratando de favores com a liderança “Índio do Lixão”; aliados como TH Joias e Alessandro Pitombeira Carracena viraram réus por suspeita de ligação com a facção; e Rodrigo Bacellar tornou-se réu no STF por suspeita de obstruir a investigação para favorecer TH Joias e o grupo criminoso.

Não à toa, o patriarca da família, Jair Bolsonaro, é oriundo de uma banda podre do Exército e foi afastado da corporação, sendo natural que habite o submundo do poder paralelo, que não consegue viver dentro da institucionalidade.

O alerta está dado e é responsabilidade de cada brasileiro olhar com uma lupa as relações da família Bolsonaro com a milícia carioca. Cada cidadão precisa ter uma análise crítica apurada para decidir se dará poder a um setor da sociedade que vive totalmente à margem da lei, com histórico de assassinatos, torturas e agressões físicas.

•        Mensagens apreendidas pela PF mostram cobrança de Flávio e Neymar Pai sobre Vorcaro

Mensagens apreendidas pela Polícia Federal (PF) no âmbito da investigação sobre o Banco Master indicam que o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Neymar da Silva Santos, pai do jogador Neymar Jr., pressionaram o banqueiro Daniel Vorcaro por liberação de recursos em fevereiro de 2025.

Os diálogos foram revelados pela revista Carta Capital a partir de relatório da corporação e mostram o publicitário e lobista Thiago Miranda relatando a Vorcaro que recebia cobranças de ambas as partes.

Em conversa enviada em 11 de fevereiro de 2025, Miranda solicitou auxílio ao banqueiro para destravar pendências relativas ao financiamento do filme “Dark Horse” e a uma negociação comercial com o Santos Futebol Clube. Na sequência da mensagem, o intermediário escreveu: “Flavio B e Neypai estão me cobrando”. Diante do relato, Vorcaro respondeu chamando o publicitário para conversar.

As cobranças registradas no relatório policial envolvem duas frentes distintas de negociação. A primeira diz respeito ao financiamento do longa-metragem “Dark Horse”, obra fictícia voltada à trajetória política do ex-presidente preso Jair Bolsonaro (PL), que recebeu repasses de Vorcaro que somaram R$ 61 milhões.

A segunda frente tratava de uma proposta de R$ 15 milhões pelo uso da marca do Banco Master em três espaços do uniforme do Santos Futebol Clube, com a intermediação de Neymar Pai.

De acordo com a PF, Thiago Miranda atuava como elo entre o dono do Banco Master e os interessados em ambos os projetos. Dias antes do relato sobre as cobranças, em 3 de fevereiro de 2025, o lobista informou a Vorcaro que organizava uma reunião na residência do banqueiro com a presença de Neymar Pai e representantes do atleta.

A investigação ressalva que o material apreendido não permite concluir se houve reunião presencial de Neymar Jr. ou de seu pai com Daniel Vorcaro, nem confirma se os acordos foram fechados nos termos negociados.

•        Deputado pede ao STF para investigar se advogado é ‘laranja’ de Flávio

O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu um pedido para investigar se o advogado e empresário Willer Tomaz funciona como “laranja” ou “testa de ferro” de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mantendo em seu nome ou no de suas empresas patrimônio utilizado ou aproveitado pelo senador. A petição apresentada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) ao ministro Flávio Dino reúne conexões de Willer e Flávio em três frentes distintas — Covaxin, fraudes contra aposentados do INSS e Banco Master — e pede que a Polícia Federal cruze dados financeiros e patrimoniais para identificar quem realmente paga e se beneficia dos bens.

A suspeita não é apresentada como fato comprovado. O que o documento pede ao STF é justamente que seja investigada a hipótese de Willer e a WT Administração de Imóveis e Bens atuarem como “interpostas pessoas” de Flávio. Para isso, solicita acesso a relatórios de inteligência financeira, informações fiscais e societárias, registros de imóveis e voos e provas já produzidas em investigações do INSS e do Banco Master.

O ponto central do pedido é reunir peças que até agora estavam espalhadas por investigações diferentes. Willer apareceu no radar da CPI da Pandemia quando a comissão tentava descobrir as conexões de Flávio com o dono da Precisa Medicamentos; voltou a surgir na Operação Sem Desconto, sobre as fraudes no INSS; e, neste ano, uma empresa ligada ao advogado comprou de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, um apartamento posteriormente utilizado por Flávio como base de sua campanha presidencial.

<><> Uma investigação interrompida na CPI da Pandemia

A primeira conexão remonta a outubro de 2020. Flávio participou de uma reunião entre o então presidente do BNDES, Gustavo Montezano, e Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos. Meses depois, a empresa intermediou o contrato de R$ 1,614 bilhão para o fornecimento de 20 milhões de doses da Covaxin ao Ministério da Saúde.

Quando o encontro veio a público, Flávio confirmou que havia pedido ao presidente do BNDES que recebesse Maximiano e afirmou conhecer o empresário por meio de “amigos em comum em Brasília”. Negou, porém, manter relação comercial ou financeira com ele. A identidade desses amigos não foi esclarecida.

Foi na tentativa de reconstruir essa rede que a CPI chegou a Willer. A comissão preparou um requerimento à Receita Federal para levantar dados cadastrais, participações societárias e gráficos de relacionamento de 11 pessoas, entre elas Willer, Maximiano, Frederick Wassef e Ricardo Barros, além de empresas relacionadas à Precisa.

A diligência não avançou. O requerimento disponível no sistema do Senado foi marcado como “tornado sem efeito por erro material”. Agora, a petição pede que a investigação que ficou pelo caminho em 2021 seja retomada e atualizada até 2026.

<><> Elo chega ao escritório de Flávio no caso INSS

A segunda frente é a investigação sobre as fraudes contra aposentados e pensionistas.

Na Operação Sem Desconto, a Polícia Federal descreveu Willer como um “hub financeiro, patrimonial e logístico” de um núcleo político investigado. A petição aponta, então, uma ligação que chega à estrutura profissional de Flávio.

Letícia Caetano dos Reis, administradora da Flávio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia, declarou ter sido indicada para o posto por Willer. Ela é irmã de Alexandre Caetano dos Reis, apontado como sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, em uma offshore nas Ilhas Virgens Britânicas. O escritório de Willer também atuou na defesa de Alexandre em ao menos um processo.

Outro ponto destacado no pedido é a movimentação financeira atribuída ao advogado. Segundo documentos citados na petição, a PF identificou aproximadamente R$ 45,5 milhões movimentados por Willer entre maio e novembro de 2021.

O período começa logo depois da criação da sociedade de advocacia de Flávio, constituída em 16 de abril daquele ano, e atravessa os trabalhos da CPI da Pandemia. O documento reconhece que a coincidência temporal não demonstra ligação entre os fatos, mas sustenta que ela justifica o cruzamento das informações financeiras.

<><> Apartamento vendido por cunhado de Vorcaro foi usado por Flávio

A terceira conexão chega ao Banco Master por meio de um apartamento de alto padrão na Vila Nova Conceição, em São Paulo.

Em fevereiro deste ano, a WT Administração de Imóveis e Bens comprou o imóvel de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, por R$ 3,5 milhões. Dez meses antes, Zettel havia pagado R$ 5,5 milhões pelo mesmo apartamento. A redução nominal entre as duas transações foi de R$ 2 milhões, aproximadamente 36%.

Depois da compra pela empresa de Willer, o imóvel foi utilizado por Flávio durante a campanha presidencial. Segundo as informações reunidas na petição, o senador usou o apartamento na primeira quinzena de agosto como base de campanha, onde realizou reuniões de equipe, discutiu estratégias e gravou vídeos para o horário eleitoral.

Não seria, segundo o documento, um episódio isolado. A petição enumera outros casos em que Flávio utilizou imóveis ou estruturas patrimoniais ligados a Willer e afirma que o apartamento seria o quinto episódio documentado.

Em fevereiro, o aniversário de uma filha do senador foi realizado em um imóvel à beira-mar em Angra dos Reis cuja cota pertence à WT. Segundo a petição, Willer afirmou ter cedido gratuitamente o espaço por causa da amizade entre os dois. Flávio também frequentou outro imóvel do advogado na Ilha Comprida, em Angra. Viagens internacionais e utilização de aeronaves relacionadas à estrutura patrimonial de Willer também são citadas no documento.

<><> Pedido quer descobrir quem paga e quem é o verdadeiro beneficiário

É a repetição desses episódios que sustenta a principal pergunta levada ao STF: quem paga pelos bens formalmente pertencentes a Willer ou à WT quando eles são colocados à disposição de Flávio e quem, ao final, obtém o benefício econômico desse patrimônio?

Para tentar responder à questão, Lindbergh pede que Dino abra vista à Procuradoria-Geral da República e, depois, determine a instauração de inquérito ou diligências preliminares pela Polícia Federal.

A lista de medidas solicitadas é extensa. O deputado quer que a Unidade de Inteligência Financeira forneça relatórios relativos a Flávio, Willer e pessoas e empresas relacionadas entre 2020 e 2026. Também pede o compartilhamento das provas produzidas nas operações Sem Desconto e Compliance Zero.

O pedido inclui ainda a identificação do beneficiário econômico final da WT e das cotas de imóveis e aeronaves administradas pela Prime You, além dos registros de utilização dessas cotas e dos voos registrados na ANAC e no Decea em que apareçam Flávio ou integrantes de sua família.

A PF também poderia buscar documentos para identificar quem pagou condomínio, impostos e demais despesas do apartamento de São Paulo e do imóvel de Angra durante os períodos em que foram utilizados pelo senador.

Depois da manifestação da PGR, Lindbergh pede que Dino avalie a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Willer, da WT e da própria Flávio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia.

A petição solicita ainda o envio de cópias ao procurador-geral Eleitoral para que seja analisada a cessão do apartamento utilizado pela campanha. Se as suspeitas forem confirmadas, sustenta o documento, os fatos poderão ser examinados, em tese, sob possíveis enquadramentos como corrupção passiva, advocacia administrativa, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

 

Fonte: Por Fernando Lionel Quiroga, Brasil 247/ICL Notícias

 

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