Cuba
denuncia crescente 'militarização' dos Estados Unidos na região do Caribe
O
ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, denunciou
na segunda-feira (21/09) que o governo dos Estados Unidos está usando a luta contra o
narcotráfico na América Latina e no Caribe como um “pretexto” para justificar uma
crescente “militarização” na região, que ele descreveu como um “instrumento de
dominação”.
Durante
uma reunião de ministros da Comunidade de
Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) — no âmbito da
Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) —, o chefe da diplomacia cubana
afirmou que o continente enfrenta “uma ofensiva do governo dos EUA para impor a arcaica
Doutrina Monroe,
acentuada por novos e inaceitáveis corolários”.
“Eles
usam a militarização da região como instrumento de dominação sob o pretexto de
combater o narcotráfico; impõem tarifas punitivas contra vários de nossos
países; promovem iniciativas que buscam nos dividir; e tentam enfraquecer os
mecanismos de cooperação e integração que nos custaram tanto construir”,
alertou Rodríguez por meio de sua conta na rede social X.
Em seu
discurso, o Ministro das Relações Exteriores de Cuba também denunciou um
“fortalecimento sem precedentes” do embargo econômico dos EUA contra a ilha,
enfatizando o bloqueio energético, o impacto das sanções secundárias, uma “ofensiva
midiática violenta” e a constante ameaça de agressão militar contra a nação
caribenha.
A
declaração do ministro das Relações Exteriores de Cuba surge em meio a tensões
bilaterais crescentes, marcadas pela presença militar que o governo do
presidente dos EUA, Donald Trump, mantém nas águas do Caribe e do Pacífico
como parte de uma operação de combate ao narcotráfico implantada desde setembro
de 2025.
Até o
momento, no desenvolvimento dessa ofensiva, as forças navais e aéreas dos EUA interceptaram ou
atacaram quase 70 embarcações supostamente ligadas ao tráfico ilícito de
drogas, deixando mais de 220 mortos, que Washington rotulou de
“narcoterroristas” sem apresentar provas públicas.
Essas
ações geraram uma onda de críticas por parte de especialistas da ONU e de
várias organizações de direitos humanos, que apontam que essas operações
constituem execuções extrajudiciais e uma clara violação do direito
internacional.
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Cuba denuncia ‘máximo estrangulamento econômico’ após
novas sanções dos EUA
Em
comunicado publicado nesta quinta-feira (17/09), o ministro das Relações
Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, denunciou as mais recentes
sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos.
Segundo
o chanceler, as medidas afetam entidades econômicas, militares e autoridades da
nação caribenha, e seriam parte de “uma política deliberada de
estrangulamento econômico e punição coletiva”.
A
mensagem também acusa diretamente o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, visam intensificar
a guerra econômica contra a ilha.
“O
Secretário de Estado está, mais uma vez, atacando instituições e indivíduos
cubanos, como parte de sua política de estrangulamento econômico máximo e
punição coletiva contra o povo de Cuba”, alega Rodríguez Parrilla.
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O
chanceler afirma, porém, que Rubio “fracassará em sua tentativa de nos
subjugar. Jamais renunciaremos à nossa soberania e independência, conquistadas
ao longo de quase 70 anos de Revolução”.
Nas
redes sociais, a mensagem foi compartilhada junto com a hashtag
“#CubaNoEsUnaAmenaza”, eixo de uma campanha promovida por Cuba cujo slogan é
“Cuba não é uma ameaça, o bloqueio sim”.
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Contexto
Em suas
mais recentes sanções contra Cuba, o governo dos Estados Unidos puniu quatro
empresas estatais cuja administração é feita por líderes militares cubanos, e
também sancionou os próprios administradores e três executivos civis ligados a
elas.
Também
foram afetadas três empresas e um centro de pesquisa ligadas ao setor de
mineração, envolvidas mais especificamente na extração de níquel.
As
medidas se inserem em um contexto de grande incremento das políticas de
estrangulamento econômico da ilha, que se intensificaram a partir de dezembro
de 2025, com um forte bloqueio energético que impede há meses o abastecimento
de petróleo à ilha.
Entre
março de 2025 e fevereiro de 2026, Cuba registrou mais de US$ 8 bilhões em
danos econômicos causados pelas sanções implementadas por Washington, que
resultaram também em uma forte crise energética e no prejuízo aos serviços
básicos de saúde, educação e outros.
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EUA ampliam sanções contra Cuba mirando níquel e estatais
e Rubio afirma que ‘continuarão sancionando’
O
governo dos Estados Unidos anunciou uma nova escalada da guerra econômica que
mantém contra Cuba, com a imposição de novas medidas coercitivas unilaterais — as chamadas
“sanções”.
As
novas medidas têm como alvo, mais uma vez, o setor de mineração de níquel e
entidades vinculadas ao complexo militar-industrial cubano. Ao todo, atingem
oito empresas estatais e três funcionários.
Em um
comunicado oficial, o Departamento de Estado dos Estados Unidos voltou a
justificar as agressões econômicas contra Cuba e afirmou que as novas medidas
buscam “impulsionar a estratégia integral do governo Trump para pôr fim às
atividades malignas do regime cubano, tanto em Cuba quanto em todo o nosso
hemisfério”.
Entre
as entidades sancionadas estão quatro empresas estatais vinculadas à indústria
do níquel: a Empresa de Engenharia e Projetos do Níquel (CEPRONÍQUEL), o Centro
de Pesquisas do Níquel “Capitán Alberto Fernández Montes de Oca” (CEDINIQ), a
Pinares S.A. e a Empresa de Serviços Técnicos de Computação, Comunicações e
Eletrônica (SERCONI).
Washington
justificou as medidas contra essas empresas afirmando que o níquel constitui
“uma fonte crítica de receitas para o governo cubano”.
O
níquel é um dos principais recursos minerais de Cuba e, junto com outras
atividades de mineração, representou nos últimos anos entre 25% e 35% das divisas que
entram no país.
Sua exploração está concentrada principalmente no norte da província de
Holguín, onde municípios como Moa e Mayarí tiveram suas atividades praticamente
paralisadas em razão das agressões de Washington, com efeitos diretos sobre a
vida cotidiana da população.
As
medidas também atingem entidades cubanas vinculadas à pesquisa, ao
desenvolvimento e à produção para as Forças Armadas Revolucionárias (FAR).
Entre
elas está o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Simuladores (SIMPRO), que
atua no desenvolvimento e na fabricação de simuladores e na capacitação das FAR
e de outras entidades governamentais.
A lista
inclui ainda o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Naval (CIDNAV), o Centro de
Pesquisa e Desenvolvimento de Armamentos de Infantaria (CIDAI) e o Centro de
Pesquisa, Desenvolvimento e Produção “Grito de Baire” (GELCOM).
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‘Os Estados Unidos continuarão sancionando’
Ao
anunciar as medidas, o secretário de Estado, Marco Rubio, voltou a insistir
em sua retórica de confronto e afirmou que as agressões de Washington respondem
à “ameaça” que, segundo ele, Cuba representa para os Estados Unidos.
“Cuba
comunista é um Estado corrupto e falido e uma ameaça persistente à segurança
nacional dos EUA, situada a menos de 100 milhas da costa americana”, afirmou.
Rubio
acrescentou que “os Estados Unidos continuarão expondo e sancionando aqueles
que sustentam esse sistema”.
Trata-se
da “sétima rodada” de sanções contra Cuba desde que, no início de maio, o
governo de Donald Trump ampliou as chamadas “sanções secundárias” por meio da
Ordem Executiva 14404, com a qual Washington ameaça sancionar qualquer empresa
ou entidade não estadunidense que mantenha vínculos com empresas cubanas
sancionadas.
Desde
então, Washington ampliou sistematicamente as medidas de guerra econômica
contra Cuba, afetando setores como o turismo e a
exportação de minerais, com o objetivo de restringir o acesso da ilha a
divisas; o setor financeiro, em uma tentativa de bloquear financeiramente o
país; e o setor militar, com o objetivo de enfraquecer as capacidades
defensivas da ilha em um momento em que os Estados Unidos ampliam suas
agressões e ameaçam uma intervenção militar em Cuba.
Algumas
horas após os anúncios, o chanceler cubano Bruno Rodríguez insistiu que o
governo Trump “fracassará em sua tentativa” de subjugar o país caribenho.
“Jamais renunciaremos à nossa soberania e independência, conquistadas em quase
70 anos de Revolução”, afirmou.
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Trump chama Cuba de "Estado falido" e diz que
liberdade chegará ao país
O
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou durante seu discurso na
81ª Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (22), que Cuba é "um Estado
falido", declarando também que "a liberdade chegará para Cuba".
Trump
também comentou que os Estados Unidos buscam uma grande mudança na situação do
país, afirmando que o regime da ilha está sob a maior pressão que já sentiu.
Ele
destacou que o secretário de Estado, Marco Rubio, está em negociação com o
governo cubano. Neste momento, a delegação cubana se levantou e deixou o
plenário da Assembleia Geral.
"O
comunismo nunca virá para os Estados Unidos, mas liberdade chegará para Cuba, e
segurança chegará ao México", afirmou ele.
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Cuba critica Trump após ele afirmar na ONU que a ilha ‘cairá’
Cuba
classificou como “calúnias” e “falsidades” as declarações do presidente dos
Estados Unidos, Donald Trump, na Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira
(22), após a delegação da ilha abandonar a sala durante o discurso do
mandatário, em meio à escalada das tensões entre os dois países.
Em seu
discurso, Trump afirmou que Cuba “cairá”, sem explicar como, após reiterar que
seu governo quer uma “mudança fundamental” na ilha.
“O
governo dos EUA é incapaz de aceitar que Cuba é, e tem o direito de ser, um
país totalmente independente e soberano”, escreveu na rede X o ministro das
Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, que chefia a delegação de seu
país nos debates em Nova York.
“Nenhuma
das falsidades do presidente dos EUA na ONU, nem qualquer calúnia, pode ou irá
negar esse fato”, acrescentou o diplomata.
Pouco
antes, integrantes da delegação cubana deixaram o recinto da Assembleia Geral
durante o discurso de Trump.
Por sua
vez, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, acusou o mandatário republicano
de recorrer à “mentira” para justificar a política dos Estados Unidos em
relação à ilha.
“Incapaz
de justificar o castigo contra o povo de Cuba e sua guerra econômica genocida,
o presidente dos EUA repete na ONU que Cuba representa uma ameaça”, escreveu no
X.
“A
mentira é o recurso daqueles que se negam a aceitar o direito à
autodeterminação do povo cubano”, acrescentou Díaz-Canel.
As
relações entre os dois países atravessam um de seus momentos mais tensos dos
últimos anos. Desde seu retorno à Casa Branca, Trump reforçou as sanções contra
Cuba e aumentou a pressão diplomática sobre o governo comunista, ao qual aplica
um bloqueio petrolífero desde janeiro.
Desde
então, o presidente republicano ameaçou reiteradamente “assumir o controle” da
ilha, situada a apenas 150 quilômetros da costa da Flórida, por considerá-la
uma “ameaça extraordinária” à segurança nacional dos Estados Unidos.
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Delegação de Cuba abandona Assembleia da ONU após Trump ameaçar governo
A delegação de Cuba presente na sede da
Organização das Nações Unidas (ONU) para a 81ª Assembleia-Geral da entidade se
retirou do plenário durante o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald
Trump, nesta terça-feira (22/09). O mandatário norte-americano fez sua declaração
logo em seguida ao presidente brasileiro Luiz Inácio
Lula da Silva.
O gesto
foi realizado no momento em que o mandatário norte-americano prometeu derrubar
o governo do presidente Miguel Díaz-Canel e o modelo socialista vigente no país
desde a Revolução Cubana de 1959.
Segundo
o mandatário norte-americano, seu governo estaria “buscando uma mudança
fundamental na situação em Cuba, onde o regime comunista está sob grande
pressão, a maior pressão que já sofreu; é um Estado absolutamente falido”.
Trump
também disse que encarregou o secretário de Estado Marco Rubio – filho de
cubanos anticomunistas que fugiram do país após a Revolução –, a liderar os
esforços para promover as mudanças na ilha: “ele está em negociações avançadas
com Cuba, vamos ver o que acontece”.
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Respostas cubanas
A
delegação cubana na ONU é liderada pelo chanceler Bruno Rodríguez Parrilla, que
encabeçou a retirada do plenário, seguido por outros diplomatas.
Nas redes sociais, o diplomata cubano
escreveu
que “o governo dos Estados Unidos é incapaz de aceitar que Cuba é, e tem o
direito de ser, um país totalmente independente e soberano”.
“Nenhuma
das mentiras do presidente dos Estados Unidos na ONU e nenhuma calúnia pode ou
irá negar esse fato. Cuba não representa uma ameaça para os Estados Unidos nem
para qualquer outro país”, acrescentou.
O
chanceler cubano também enfatizou que “o bloqueio econômico, incluindo o
embargo energético, ameaça Cuba e o resto do mundo. É um ato de genocídio e
punição coletiva. Somos um país de paz e merecemos paz”.
Em
simultâneo, o presidente Díaz-Canel publicou uma mensagem nas redes sociais rechaçando as
palavras de Trump.
Segundo
o mandatário cubano, “o presidente dos Estados Unidos repete na ONU que Cuba
representa uma ameaça” por ser “incapaz de justificar o castigo contra o povo
de Cuba e sua guerra econômica genocida”.
“A
mentira é o recurso daqueles que se negam a aceitar o direito à livre
determinação do povo cubano”, completou Díaz-Canel.
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Na ONU, Donald Trump assume saque de riquezas da
Venezuela
Em discurso na Assembleia Geral da
Organização das Nações Unidas (ONU) nesta terça-feira (22), o chefe do
Executivo estadunidense, Donald Trump, assumiu publicamente que pratica
espoliação, ou seja, o roubo, do petróleo venezuelano. Após celebrar a operação
militar e “a prisão” do presidente Nicolás Maduro no dia 3 de
janeiro
deste ano, o presidente dos Estados Unidos afirmou que Washington, com a junção
das reservas estadunidenses e venezuelanas, representa mais de 60% do petróleo
mundial.
“Estamos
trabalhando com os líderes da Venezuela para construir um futuro melhor para a
população local. No mês passado, assinamos o maior acordo petroleiro da
história, envolvendo 65 bilhões de barris de petróleo, o que beneficiará os
Estados Unidos e reduzirá o custo de energia no mundo todo. As maiores empresas
de petróleo do mundo estão entrando no projeto com números incríveis”, declarou o líder republicano diante
da delegação venezuelana, liderada pela presidenta em exercício, Delcy
Rodríguez.
“Somando
os Estados Unidos e a Venezuela, detemos mais de 60% das reservas de petróleo
do mundo. Este é talvez o maior acordo já feito e, ao vencedor, pertence o
espólio”, agregou, passando a desafiar qualquer país que “ameace” os interesses
dos Estados Unidos.
“Nossas
ações na Venezuela comprovam que os Estados Unidos não permitirão que ameaças
tenham bases de apoio no Hemisfério Ocidental. Se for necessário, usaremos
nossa incomparável força militar para preservar os interesses vitais dos
Estados Unidos”, afirmou Trump, que, durante vários trechos do discurso,
ressaltou a suposta incapacidade dos países latino-americanos de reagirem a uma
agressão militar estadunidense.
“A
Venezuela possuía uma das estruturas militares mais fortes da vizinhança, mas
isso não funcionou”, ressaltou. “Estamos reafirmando o poder americano e
militar em nossa região e no mundo para criar um futuro mais seguro”, completou
o magnata estadunidense.
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Combate ao ‘narcoterrorismo’: a desculpa perfeita
“Por
décadas, governos anteriores permitiram que a região fosse dominada por gangues
e cartéis sedentos de sangue, que desestabilizaram a área e promoveram a
infiltração de adversários hostis nos Estados Unidos, mas isso não acontece
mais”, declarou Donald Trump ainda em relação à América Latina.
“Ao
assumir o cargo, designei os cartéis de drogas como organizações terroristas
estrangeiras e desencadeei uma operação armada para eliminá-los. Os cartéis são
o câncer do hemisfério ocidental, inimigos em guerra contra a civilização que
usam assassinato, estupro e tortura como instrumentos de terror. Assim como o
Estado Islâmico, eles devem ser mortos, exilados ou presos como combatentes
inimigos, sem possibilidade de soltura. Com esse objetivo, os Estados Unidos
realizaram dezenas de ataques contra embarcações de cartéis, reduzindo em 97% a
entrada de drogas pelo mar e pelo oceano”, afirmou Trump, mencionando,
portanto, o bombardeio estadunidense a embarcações civis, sobre as quais há
relatos de mais de 150 mortos, sem qualquer comprovação de vínculo com o
narcotráfico.
O chefe
do Executivo dos EUA se referiu à suposta eliminação do chamado “Trem de Aragua”,
apontada por ele como “a principal gangue da Venezuela”, e disse que o “México
agora é o epicentro dessa ação”. “É intolerável para os Estados Unidos ter
fronteiras dominadas por cartéis inimigos. O México precisa retomar o controle
do seu território das mãos dos inimigos da humanidade”, declarou.
Em
seguida, Trump passou a referir-se a Cuba, país sobre o qual os Estados Unidos
mantêm, há mais de 60 anos, um bloqueio econômico, acirrado nos últimos meses
pelo cerco naval ao comércio cubano. O estadunidense confessou que trabalha
para uma “mudança de regime” na ilha.
“Nosso
governo também atua para uma mudança radical em Cuba, onde o regime comunista
enfrenta uma pressão sem precedentes. Trata-se de um estado absolutamente
falido que vai cair. Marco Rubio está profundamente envolvido nas negociações
com os cubanos, e não permitiremos um porto seguro do terrorismo à nossa
porta”, apontou.
“O
regime cubano passou décadas coordenando ações com redes comunistas nos Estados
Unidos, cultivando ligações com o Partido Comunista dos Estados Unidos, a
Antifa e os Socialistas Democráticos da América. O comunismo jamais entrará nos
Estados Unidos, mas a liberdade chegará a Cuba, assim como a segurança chegará
ao México”, afirmou Trump, ponderando em seguida que possui uma “ótima relação
com o governo mexicano”.
Fonte:
TeleSUR/Opera Mundi/Brasil de Fato/Swissinfo.ch

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