TariFlávio:
governo abre novos mercados e exportações superam em mais de seis vezes perdas
nos EUA
O
governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu ampliar de maneira
expressiva a presença dos produtos brasileiros em novos mercados
internacionais, compensando com ampla vantagem as perdas provocadas pelas
tarifas impostas pelos Estados Unidos. No primeiro semestre, o crescimento das
exportações para China, Europa e Índia alcançou R$ 16,1 bilhões, valor mais de
seis vezes superior à redução registrada nas vendas destinadas ao mercado
estadunidense.
Os
dados, apresentados em levantamento sobre o desempenho recente do comércio
exterior brasileiro e as ações da Agência Brasileira de Promoção de Exportações
e Investimentos, a ApexBrasil, mostram que a diversificação promovida pelo
governo Lula se tornou uma das principais ferramentas de resistência do país
diante do protecionismo comercial adotado pelo presidente dos Estados Unidos,
Donald Trump.
As
vendas brasileiras para os Estados Unidos registraram uma queda equivalente a
R$ 2,6 bilhões, refletindo os efeitos das tarifas aplicadas pelo governo Trump
no ano anterior. O impacto, porém, foi neutralizado pela abertura de novos
destinos para mercadorias brasileiras, especialmente na Ásia e na Europa.
A
estratégia do governo Lula tem sido ampliar as relações comerciais do Brasil,
fortalecer o Mercosul e reduzir a vulnerabilidade do país a decisões
unilaterais de Washington. O resultado indica que o Brasil passou a encontrar
compradores em economias que apresentam demanda crescente por alimentos,
energia, produtos industrializados e matérias-primas.
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Diversificação reduz dependência dos Estados Unidos
A
expansão das exportações brasileiras para China, União Europeia e Índia reforça
a estratégia de inserção internacional adotada desde o início do terceiro
mandato de Lula. Ao retomar relações diplomáticas, realizar missões
empresariais e acelerar negociações comerciais, o governo conseguiu criar
alternativas para setores atingidos pelas barreiras dos Estados Unidos.
A
diversificação também aparece no desempenho das empresas apoiadas pela
ApexBrasil. Entre aproximadamente 2,4 mil companhias que exportavam para o
mercado estadunidense e receberam suporte da agência, cerca de 72% conseguiram
abrir novos mercados ou ampliar suas vendas para outros países.
O
resultado mostra que grande parte das exportadoras brasileiras não permaneceu
refém do mercado norte-americano. Ao buscar novos compradores, essas empresas
conseguiram preservar receitas, manter a produção e diminuir os riscos
associados à política tarifária de Trump.
A
abertura de novos mercados ganhou importância adicional porque as tarifas
norte-americanas não foram tratadas pelo governo brasileiro apenas como um
problema conjuntural. A avaliação é que a atual política dos Estados Unidos
exige uma mudança estrutural na estratégia de comércio exterior do Brasil.
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ApexBrasil anuncia pacote de R$ 130 milhões
Para
acelerar esse processo, a ApexBrasil anunciou um pacote de R$ 130 milhões
destinado a apoiar empresas brasileiras na busca por novos destinos de
exportação. Os recursos serão utilizados em ações de promoção comercial,
participação em feiras internacionais, missões empresariais e identificação de
compradores estrangeiros.
A
iniciativa pretende reduzir os efeitos das tarifas impostas pelos Estados
Unidos e oferecer condições para que empresas de diferentes portes consigam
entrar em mercados que, muitas vezes, exigem investimentos elevados em
certificações, logística, adaptação de produtos e promoção comercial.
O foco
está na ampliação das vendas para a União Europeia, China, países que integram
a Associação de Nações do Sudeste Asiático, a Asean, e economias da Ásia
Central, como Cazaquistão e Uzbequistão.
Esses
mercados são considerados estratégicos tanto pelo ritmo de crescimento
econômico quanto pelo aumento da demanda por produtos nos quais o Brasil é
competitivo. Entre eles estão alimentos, proteínas animais, café, produtos
agrícolas, minérios, energia, máquinas, medicamentos e bens industriais.
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Lula amplia presença brasileira na Ásia
A Ásia
ocupa uma posição central na política comercial do governo Lula. Além da China,
principal parceira comercial do Brasil, o país busca fortalecer relações com
Índia, Indonésia, Malásia, Tailândia e Vietnã.
Muitas
dessas economias apresentam taxas elevadas de crescimento, expansão da
população urbana e aumento do poder de consumo. Países como Indonésia, Malásia,
Tailândia e Vietnã oferecem oportunidades para empresas brasileiras em áreas
como alimentos, energia, tecnologia agrícola, aviação e infraestrutura.
O
governo brasileiro também acompanha o avanço econômico de países da Ásia
Central. Cazaquistão e Uzbequistão, por exemplo, vêm registrando crescimento e
ampliando a demanda por produtos importados, criando espaço para uma presença
maior das empresas brasileiras.
Algumas
dessas economias apresentam taxas de expansão do Produto Interno Bruto próximas
de 7% ou 8%, segundo as informações apresentadas no levantamento. Esse
desempenho contrasta com o crescimento mais lento de mercados tradicionais e
reforça a necessidade de o Brasil direcionar suas exportações para regiões mais
dinâmicas.
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Mercosul amplia oportunidades comerciais
Outro
eixo da estratégia brasileira é a utilização do Mercosul como plataforma para
negociar acordos comerciais com outros países e blocos econômicos. O governo
Lula tem defendido que a integração regional deve aumentar o poder de
negociação da América do Sul e facilitar o acesso das empresas do bloco a
mercados relevantes.
As
negociações do Mercosul com países asiáticos e com o Canadá são vistas como
oportunidades para ampliar as exportações brasileiras e reduzir a concentração
das vendas em poucos destinos.
A
aproximação com países da Asean também pode abrir um mercado formado por
centenas de milhões de consumidores. A região reúne algumas das economias que
mais crescem no mundo e apresenta demanda crescente por alimentos, energia e
produtos industrializados.
Na
Europa, a perspectiva de ampliação das parcerias comerciais também ganhou
força. A estratégia brasileira combina a busca de acordos com a promoção direta
de produtos e empresas nacionais nos diferentes países do continente.
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Política externa gera resultados econômicos
A
abertura de mercados é uma das prioridades da política externa de Lula. Desde
que retornou ao Palácio do Planalto, o presidente tem defendido uma diplomacia
ativa, voltada à integração regional, ao fortalecimento do Sul Global e à
construção de uma ordem internacional multipolar.
Essa
atuação inclui viagens presidenciais, reuniões com chefes de Estado, retomada
de mecanismos de cooperação e participação brasileira em fóruns como o Brics, o
G20 e encontros entre países da América Latina, África, Ásia e Oriente Médio.
As
iniciativas diplomáticas também têm sido acompanhadas por missões empresariais
e negociações sanitárias para permitir a entrada de produtos brasileiros em
novos mercados. A habilitação de frigoríficos, o reconhecimento de certificados
e a redução de barreiras técnicas são etapas fundamentais para que os acordos
políticos se transformem em vendas concretas.
O
aumento das exportações para China, Europa e Índia demonstra que essa política
já produz efeitos econômicos. Em vez de apenas reagir às tarifas dos Estados
Unidos, o governo optou por ampliar o número de parceiros e tornar o comércio
exterior brasileiro mais resistente a pressões externas.
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Brasil responde ao protecionismo com novos parceiros
A
estratégia representa uma resposta à política comercial do governo Trump. Ao
impor tarifas aos produtos brasileiros, Washington buscou aumentar a pressão
sobre setores da economia nacional e restringir o acesso ao mercado dos Estados
Unidos.
O
Brasil, no entanto, conseguiu direcionar parte crescente de sua produção para
outros destinos. A diferença entre os R$ 16,1 bilhões obtidos com o aumento das
vendas para China, Europa e Índia e a perda de R$ 2,6 bilhões nos Estados
Unidos evidencia o impacto positivo da diversificação.
A
relação entre os dois números mostra que, para cada real perdido no mercado
estadunidense, o Brasil conseguiu gerar mais de seis reais em exportações
adicionais para os três grandes polos comerciais.
O
desempenho fortalece a posição do governo Lula de que o país não deve aceitar
uma relação de dependência econômica ou subordinação política. A ampliação das
parcerias internacionais permite que o Brasil preserve sua autonomia e responda
a medidas protecionistas sem comprometer seu crescimento.
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Empresas brasileiras aumentam capacidade de resistência
O apoio
da ApexBrasil também tem permitido que pequenas e médias empresas participem do
processo de internacionalização. Muitas companhias dependem de orientação
técnica e financeira para identificar clientes, adaptar produtos e cumprir as
regras exigidas por outros países.
Ao
apoiar 2,4 mil empresas afetadas direta ou indiretamente pelas tarifas dos
Estados Unidos, a agência contribuiu para que a maioria delas encontrasse
alternativas. O índice de 72% de empresas que abriram novos mercados ou
ampliaram as vendas indica que o esforço teve alcance significativo.
O
pacote de R$ 130 milhões deverá aprofundar esse movimento e aumentar o número
de companhias brasileiras com presença internacional. A intenção é impedir que
decisões tomadas por um único governo estrangeiro sejam capazes de comprometer
cadeias produtivas inteiras no Brasil.
A
combinação entre diplomacia presidencial, negociações do Mercosul, atuação da
ApexBrasil e busca de parceiros na Ásia e na Europa consolida uma nova
configuração para o comércio exterior brasileiro. Diante das tarifas de Trump,
o governo Lula respondeu não com isolamento, mas com a abertura de novos
mercados e a construção de uma rede mais ampla de relações econômicas.
¨ Agro brasileiro
aposta em novos destinos para minimizar tariFlávio dos EUA
Produtores
brasileiros de diferentes segmentos do agronegócio estão acelerando a busca por
novos mercados para reduzir os impactos das tarifas impostas pelos Estados
Unidos sobre produtos brasileiros. A estratégia inclui ampliar as vendas para
destinos como União Europeia, Argentina, Oriente Médio e Ásia, diminuindo a
dependência do mercado norte-americano e preservando a competitividade das
exportações.
As
informações foram publicadas pelo g1. Segundo a
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), as tarifas impostas
pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, colocam sob
pressão cerca de US$ 4,6 bilhões em exportações do agronegócio
brasileiro, afetando cadeias como uva, ovos, madeira, arroz e açúcar.
Apesar
do novo cenário, a diversificação dos mercados já vinha sendo adotada por
diversos exportadores brasileiros. Em 2025, o Brasil registrou o recorde
histórico de US$ 348,7 bilhões em exportações. De acordo com análise
da XP Macro Research, o desempenho foi sustentado pelo redirecionamento de
parte das vendas para a China e outros mercados internacionais, compensando a
redução dos embarques destinados aos Estados Unidos.
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Produtores de uva ampliam presença em novos mercados
Entre
os segmentos mais atingidos está o da uva. Segundo levantamento do Centro de
Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a fruta é a principal cadeia da
fruticultura brasileira que ficou fora da lista de isenções concedidas pelos
Estados Unidos.
O
produtor Rodrigo Pamponet afirmou ao g1 que sua fazenda praticamente deixou de
depender do mercado norte-americano. Segundo ele, em 2024 foram embarcados
cerca de 50 paletes de uvas para os Estados Unidos. No ano seguinte, esse
volume caiu para apenas seis paletes, destinados apenas ao cumprimento de um
pedido já existente. Para este ano, a expectativa é de que as exportações para
aquele mercado praticamente desapareçam, caso os importadores americanos não
assumam parte do custo adicional provocado pelas tarifas.
Hoje,
aproximadamente 70% da produção exportada pela fazenda segue para a
União Europeia, enquanto 28% é destinada à Argentina. A proximidade
geográfica e os custos logísticos mais baixos fizeram do mercado argentino uma
alternativa importante para os produtores.
Os
números do comércio exterior refletem essa mudança. As exportações brasileiras
de uva para a Argentina cresceram de 3,6 mil toneladas em 2024 para mais
de 8 mil toneladas em 2025. No mesmo período, as compras norte-americanas
caíram de 13,8 mil toneladas, que renderam US$ 41,5 milhões,
para 4,1 mil toneladas, com faturamento de US$ 12,8 milhões.
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Vale do São Francisco teme impactos econômicos
Principal
polo da fruticultura irrigada do país, o Vale do São Francisco responde por
cerca de 75% da produção nacional de uvas e por
aproximadamente 95% das exportações brasileiras da fruta.
Embora
a Europa seja hoje o principal destino da produção nacional, especialistas
destacam que o mercado norte-americano oferece maior rentabilidade. O
pesquisador João Ricardo Lima, da Embrapa Semiárido, explicou ao g1 que os
compradores dos Estados Unidos costumam pagar valores superiores pelas frutas
de maior qualidade, tornando a perda desse mercado especialmente relevante para
os produtores.
O
presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira,
afirmou que a abertura de novos mercados reduziu parte dos impactos das
tarifas, mas ressaltou que o setor ainda vive um momento de muita tensão.
Segundo a entidade, a cadeia da uva gera cerca de 70 mil empregos
diretos e indiretos na região, sendo aproximadamente metade ocupados
por mulheres.
Apesar
das dificuldades, os produtores mantêm a expectativa de que uma solução
negociada seja alcançada antes de setembro, período em que começa a principal
temporada de embarques de frutas do Vale do São Francisco para os Estados
Unidos.
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Outros segmentos também reorganizam exportações
Além da
fruticultura, outros setores do agronegócio acompanham os efeitos das novas
barreiras comerciais.
Em nota
enviada ao g1, a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz)
informou que participou de audiências públicas em Washington para defender que
o arroz brasileiro desempenha papel complementar no abastecimento do mercado
norte-americano, cuja produção doméstica não atende toda a demanda.
Mesmo
assim, a entidade avalia que a exposição do setor aos Estados Unidos é
limitada, já que os principais compradores do arroz brasileiro estão na América
Latina e na África, com destaque para Venezuela, México e Senegal. A associação
também alertou que as tarifas poderão elevar o custo do alimento para os
consumidores norte-americanos caso sejam repassadas aos preços finais.
Na
proteína animal, o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal
(ABPA), Ricardo Santin, afirmou ao g1 que o impacto das tarifas varia conforme
o produto.
No
mercado de ovos, o efeito tende a ser limitado porque as exportações
brasileiras para os Estados Unidos já haviam diminuído após a normalização da
oferta interna daquele país, encerrando o período de escassez provocado pela
gripe aviária. Atualmente, apenas cerca de 1% da produção nacional de
ovos é destinada ao mercado externo.
Na
carne suína, a participação dos Estados Unidos também é pequena. Os embarques,
que chegaram a aproximadamente 60 mil toneladas em anos anteriores,
recuaram para uma média próxima de 3 mil toneladas por causa das
barreiras comerciais, deixando o país fora da lista dos dez principais destinos
da proteína brasileira.
A ABPA
também considerou positiva a decisão das autoridades norte-americanas de manter
a tilápia fora da lista de produtos sobretaxados, avaliando que a medida
demonstra a existência de espaço para negociações técnicas entre os dois
países.
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Governo prepara plano de apoio aos exportadores
Para
reduzir os impactos do tarifaço, o governo federal anunciou que retomará
medidas voltadas ao apoio das empresas atingidas pelas novas barreiras
comerciais, embora ainda não tenha detalhado o funcionamento das ações.
O
pacote deverá incluir linhas de crédito para capital de giro, financiamento de
investimentos e mecanismos para facilitar o redirecionamento das exportações
para novos mercados.
Paralelamente,
a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil)
prepara um plano de contingência com investimento de R$ 130
milhões em ações de diversificação comercial. A iniciativa prevê ampliar a
presença de produtos brasileiros em mercados da Ásia Central, como Cazaquistão
e Uzbequistão, além de fortalecer as exportações para países do Oriente Médio.
O
governo também pretende aproveitar as oportunidades abertas pelo acordo entre
Mercosul e União Europeia para ampliar os destinos das exportações brasileiras
e reduzir a dependência do mercado norte-americano, reforçando a estratégia de
diversificação que já vem sendo adotada por diferentes segmentos do
agronegócio.
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Alckmin diz que etanol foi único tema explícito em negociação com EUA
O
vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta sexta-feira que o etanol foi o
único tema tratado de forma mais explícita pelos Estados Unidos nas negociações
comerciais com o Brasil, ressaltando que o governo brasileiro propôs tratar
conjuntamente os mercados de etanol e açúcar.
Segundo
Alckmin, Brasil e EUA não deveriam discutir tarifas sobre o etanol, uma vez que
os países são os dois maiores produtores mundiais e deveriam mirar terceiros
mercados para o produto.
A fala
ocorreu em entrevista à GloboNews dias depois de o Escritório do Representante
Comercial dos EUA (USTR) citar o acesso ao mercado brasileiro de etanol entre
as justificativas para impor uma tarifa de 25% sobre produtos do Brasil, que
deve entrar em vigor em 22 de julho.
Associações
do setor rejeitaram o argumento norte-americano, apontando que as importações
de etanol dos EUA pelo Brasil vêm caindo nos últimos anos por causa da expansão
da produção doméstica a partir de milho, e não por barreiras comerciais — ao
mesmo tempo em que o açúcar brasileiro segue sujeito a tarifas e restrições de
acesso ao mercado americano.
Alckmin
também reforçou que o Brasil segue disposto ao diálogo e vai trabalhar para
reduzir as tarifas dos EUA.
Fonte: Brasil 247



