sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Há 321 anos, Isaac Newton teria calculado quando Jesus retornaria ao planeta — e não falta muito

Isaac Newton, renomado físico e matemático do século XVII, é amplamente conhecido por suas contribuições fundamentais à ciência. Além de suas notáveis descobertas, Newton também se debruçou sobre questões teológicas, buscando entender o mundo por meio de um olhar abrangente que unisse ciência e fé.

Em 1704, ele surpreendeu muitos ao prever que o “fim do mundo” ocorreria em 2060, baseando-se em cálculos minuciosos a partir de passagens bíblicas.

Newton também escreveu que Cristo e os santos retornariam após esse fim do mundo para estabelecer um reino global de paz de 1.000 anos na Terra.

<><> A previsão de 2060: como Newton chegou lá

Newton formulou sua previsão a partir do livro de Daniel, utilizando uma interpretação dos “tempo, tempos e metade de um tempo”. Ele acreditava que esse período, equivalente a 1.260 dias, representaria anos, começando a contagem a partir de 800 d.C.

Essa metodologia levou-o a identificar 2060 como um ano de transformação significativa. Newton, no entanto, não via esta data como um apocalipse destrutivo, mas como o início de uma nova era espiritual e social, marcada pela renovação e paz.

<><> Religião e ciência

Para Newton, ciência e religião não eram domínios separados, mas aspectos de um mesmo corpo de conhecimento. Ele buscava entender as leis naturais e divinas por meio de uma abordagem integrada.

Seus estudos teológicos, aliados às suas descobertas científicas, refletem seu esforço em desvendar tanto os mistérios do universo quanto os planos divinos.

A perspectiva de Newton para 2060 ainda ressoa como uma combinação intrigante de fé e razão. Sua visão para o futuro não era de destruição, mas de um início renovador.

•        A profecia de Nostradamus que amedronta o papa Leão XIV e já está se cumprindo

A morte do Papa Francisco, ocorrida na manhã de 21 de abril de 2025, marcou um ponto de inflexão significativo para a Igreja Católica. O pontífice, que esteve à frente da instituição por doze anos, faleceu em sua residência na Casa Santa Marta, no Vaticano, aos 88 anos, devido a complicações de saúde.

O falecimento do Papa Francisco é especialmente relevante, pois ele foi um líder reformista e humanitário. Seu impacto na Igreja Católica na última década foi substancial, e sua ausência leva a instituição a novas incertezas.

<><> Profecia de Nostradamus

Após o falecimento do Papa Francisco, um trecho de um suposto escrito profético ganhou destaque nas redes sociais, sendo rapidamente associado ao célebre astrólogo e médico francês Nostradamus. O fragmento, que remonta ao livro Les Prophéties, publicado por Nostradamus em 1555, ganhou ampla circulação devido à sua aparente relação com o evento.

A passagem em questão descreve o seguinte: “Com a morte de um Pontífice muito velho / Um romano de boa idade será eleito / Dirão dele que enfraquece sua sede / Mas por muito tempo reinará com atividade mordaz”.

De acordo com a interpretação popular, o trecho faria referência à morte de um Papa idoso, que aconteceria em 2025. Este evento, segundo a previsão, seria seguido por um enfraquecimento da Igreja Católica, e o novo pontífice seria descrito como um jovem de origem romana, com características físicas distintas, como pele escura.

Nostradamus, em seu livro Les Prophéties, publicou uma série de quadras poéticas enigmáticas, escritas em uma mistura de francês antigo, latim e grego. As previsões de Nostradamus não mencionam datas específicas, o que tem levado seus leitores a atribuírem cronologias e eventos a partir da interpretação dos textos.

Durante os séculos seguintes, muitas das quadras de Nostradamus passaram a ser relacionadas a grandes acontecimentos históricos, como o Grande Incêndio de Londres (1666), a Revolução Francesa (1789) e o assassinato do presidente John F. Kennedy (1963). Contudo, suas previsões são frequentemente alvo de controvérsia devido ao caráter vago e ambíguo dos textos, que permitem múltiplas interpretações.

•        Fenômeno bíblico acontece em Israel e pode indicar o fim da humanidade

O Mar da Galileia, em Israel, adquiriu uma coloração vermelho-sangue recentemente, gerando alvoroço entre os moradores e visitantes. O fenômeno foi detectado e rapidamente associou-se a eventos bíblicos, devido à sua importância histórica e religiosa.

A tonalidade vermelha é atribuição da microalga Botryococcus braunii, que prolifera sob forte luz solar e em águas ricas em nutrientes.

Embora a aparência seja impressionante, autoridades israelenses afirmam que a água do Mar da Galileia permanece segura para banho. A Botryococcus braunii é inofensiva para a saúde humana, e o fenômeno atual não tem registros de reações adversas.

As análises do Laboratório de Pesquisa Kinneret, em Israel, confirmam essas informações, tranquilizando a população sobre possíveis riscos.

<><> A transformação impressionante do Mar da Galileia

O fenômeno conhecido como “maré vermelha” ocorreu devido às condições climáticas favoráveis, com temperaturas elevadas e alta incidência de luz solar, que favoreceram a multiplicação da alga.

A microalga Botryococcus braunii libera um pigmento avermelhado durante seu crescimento, resultando na coloração distinta das águas do lago. Enquanto em algumas regiões esse tipo de evento pode ser tóxico, no Mar da Galileia é considerado natural e não representa perigos.

<><> Reações populares

Historicamente, o Mar da Galileia é um local de grande importância espiritual. Ele protagoniza várias passagens bíblicas, como uma caminhada de Jesus sobre as águas.

As recentes mudanças de cor reacenderam discussões sobre possíveis presságios religiosos. O debate sobre sinais divinos encontrou eco principalmente nas redes sociais, permeando discussões sobre religião e ciência.

 

Fonte: Diário do Comércio

 

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