Há
321 anos, Isaac Newton teria calculado quando Jesus retornaria ao planeta — e
não falta muito
Isaac
Newton, renomado físico e matemático do século XVII, é amplamente conhecido por
suas contribuições fundamentais à ciência. Além de suas notáveis descobertas,
Newton também se debruçou sobre questões teológicas, buscando entender o mundo
por meio de um olhar abrangente que unisse ciência e fé.
Em
1704, ele surpreendeu muitos ao prever que o “fim do mundo” ocorreria em 2060,
baseando-se em cálculos minuciosos a partir de passagens bíblicas.
Newton
também escreveu que Cristo e os santos retornariam após esse fim do mundo para
estabelecer um reino global de paz de 1.000 anos na Terra.
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A previsão de 2060: como Newton chegou lá
Newton
formulou sua previsão a partir do livro de Daniel, utilizando uma interpretação
dos “tempo, tempos e metade de um tempo”. Ele acreditava que esse período,
equivalente a 1.260 dias, representaria anos, começando a contagem a partir de
800 d.C.
Essa
metodologia levou-o a identificar 2060 como um ano de transformação
significativa. Newton, no entanto, não via esta data como um apocalipse
destrutivo, mas como o início de uma nova era espiritual e social, marcada pela
renovação e paz.
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Religião e ciência
Para
Newton, ciência e religião não eram domínios separados, mas aspectos de um
mesmo corpo de conhecimento. Ele buscava entender as leis naturais e divinas
por meio de uma abordagem integrada.
Seus
estudos teológicos, aliados às suas descobertas científicas, refletem seu
esforço em desvendar tanto os mistérios do universo quanto os planos divinos.
A
perspectiva de Newton para 2060 ainda ressoa como uma combinação intrigante de
fé e razão. Sua visão para o futuro não era de destruição, mas de um início
renovador.
• A profecia de Nostradamus que amedronta
o papa Leão XIV e já está se cumprindo
A morte
do Papa Francisco, ocorrida na manhã de 21 de abril de 2025, marcou um ponto de
inflexão significativo para a Igreja Católica. O pontífice, que esteve à frente
da instituição por doze anos, faleceu em sua residência na Casa Santa Marta, no
Vaticano, aos 88 anos, devido a complicações de saúde.
O
falecimento do Papa Francisco é especialmente relevante, pois ele foi um líder
reformista e humanitário. Seu impacto na Igreja Católica na última década foi
substancial, e sua ausência leva a instituição a novas incertezas.
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Profecia de Nostradamus
Após o
falecimento do Papa Francisco, um trecho de um suposto escrito profético ganhou
destaque nas redes sociais, sendo rapidamente associado ao célebre astrólogo e
médico francês Nostradamus. O fragmento, que remonta ao livro Les Prophéties,
publicado por Nostradamus em 1555, ganhou ampla circulação devido à sua
aparente relação com o evento.
A
passagem em questão descreve o seguinte: “Com a morte de um Pontífice muito
velho / Um romano de boa idade será eleito / Dirão dele que enfraquece sua sede
/ Mas por muito tempo reinará com atividade mordaz”.
De
acordo com a interpretação popular, o trecho faria referência à morte de um
Papa idoso, que aconteceria em 2025. Este evento, segundo a previsão, seria
seguido por um enfraquecimento da Igreja Católica, e o novo pontífice seria
descrito como um jovem de origem romana, com características físicas distintas,
como pele escura.
Nostradamus,
em seu livro Les Prophéties, publicou uma série de quadras poéticas
enigmáticas, escritas em uma mistura de francês antigo, latim e grego. As
previsões de Nostradamus não mencionam datas específicas, o que tem levado seus
leitores a atribuírem cronologias e eventos a partir da interpretação dos
textos.
Durante
os séculos seguintes, muitas das quadras de Nostradamus passaram a ser
relacionadas a grandes acontecimentos históricos, como o Grande Incêndio de
Londres (1666), a Revolução Francesa (1789) e o assassinato do presidente John
F. Kennedy (1963). Contudo, suas previsões são frequentemente alvo de
controvérsia devido ao caráter vago e ambíguo dos textos, que permitem
múltiplas interpretações.
• Fenômeno bíblico acontece em Israel e
pode indicar o fim da humanidade
O Mar
da Galileia, em Israel, adquiriu uma coloração vermelho-sangue recentemente,
gerando alvoroço entre os moradores e visitantes. O fenômeno foi detectado e
rapidamente associou-se a eventos bíblicos, devido à sua importância histórica
e religiosa.
A
tonalidade vermelha é atribuição da microalga Botryococcus braunii, que
prolifera sob forte luz solar e em águas ricas em nutrientes.
Embora
a aparência seja impressionante, autoridades israelenses afirmam que a água do
Mar da Galileia permanece segura para banho. A Botryococcus braunii é
inofensiva para a saúde humana, e o fenômeno atual não tem registros de reações
adversas.
As
análises do Laboratório de Pesquisa Kinneret, em Israel, confirmam essas
informações, tranquilizando a população sobre possíveis riscos.
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A transformação impressionante do Mar da Galileia
O
fenômeno conhecido como “maré vermelha” ocorreu devido às condições climáticas
favoráveis, com temperaturas elevadas e alta incidência de luz solar, que
favoreceram a multiplicação da alga.
A
microalga Botryococcus braunii libera um pigmento avermelhado durante seu
crescimento, resultando na coloração distinta das águas do lago. Enquanto em
algumas regiões esse tipo de evento pode ser tóxico, no Mar da Galileia é
considerado natural e não representa perigos.
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Reações populares
Historicamente,
o Mar da Galileia é um local de grande importância espiritual. Ele protagoniza
várias passagens bíblicas, como uma caminhada de Jesus sobre as águas.
As
recentes mudanças de cor reacenderam discussões sobre possíveis presságios
religiosos. O debate sobre sinais divinos encontrou eco principalmente nas
redes sociais, permeando discussões sobre religião e ciência.
Fonte:
Diário do Comércio

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