Você
trocaria dinheiro da saúde, educação e segurança por 50 empregos em um data
center? O governo do RN, sim
Plano
que detalha pacote de bondades reforça como estados brasileiros estão dispostos
a ceder à cobiça das big techs.
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A boiada da IA
Mais de
80% de desconto no imposto que o estado usa para custear serviços como
educação, saúde e segurança pública, isenção sobre a importação de equipamentos
e uma conta de energia e água mais barata. Em troca? Gerar de 10 a 50 empregos
e destinar 2% do investimento – sem especificar qual – em pesquisa. É assim que
o Rio Grande do Norte quer se tornar um grande polo de data centers no Brasil.
O
Intercept Brasil teve acesso à minuta de um projeto de lei elaborado pela
Secretaria de Desenvolvimento Econômico que detalha os incentivos fiscais que o
governo potiguar pretende dar para empresas de data centers e de cabos
submarinos.
A
estratégia em construção no RN, atualmente governado por Fátima Bezerra, do PT,
se repete em outros estados brasileiros. O objetivo é oferecer pacotes de
bondades para atrair empresas, em sua maioria estrangeiras, para seus
territórios.
Esse
movimento é ainda maior no Nordeste, que concentra um excedente de energia de
fontes renováveis e uma região de onde entram e saem importantes cabos
submarinos, conectando a internet sul-americana ao resto do mundo –
características que atraem principalmente quem tem interesse em instalar data
centers, que processam tudo que é feito na internet e gastam muita energia.
No
Ceará, por exemplo, um data center da eólica Casa dos Ventos em parceria com o
TikTok já obteve autorização para iniciar as obras – embora haja
questionamentos sobre a regularidade da licença do empreendimento que, sozinho,
consumirá energia equivalente a 2,2 milhões de brasileiros.
Mas, na
avaliação de especialistas ouvidos pelo Intercept, as contrapartidas exigidas
por governo federal e estados são insuficientes frente ao que se abre mão –
recursos naturais, como água e energia, e financeiros, através da arrecadação
de impostos – e ameaçam impor uma lógica colonialista na atração dessas
infraestruturas digitais.
No RN,
a proposta para atrair data centers, que foi encaminhada para análise da
Secretaria da Fazenda no fim de outubro, prevê descontos de 80% a 95% no ICMS,
a depender do porte do data center. O ICMS, ou Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Serviços, é a principal fonte de arrecadação dos estados e
custeia serviços essenciais como educação, saúde e segurança pública.
Segundo
advogados tributários consultados pelo Intercept, ainda que a atividade
principal de um data center não gere cobrança de ICMS, este imposto incide
sobre outras partes da operação de uma infraestrutura dessa, como a energia
elétrica.
De
acordo com um dos incentivos da minuta, o estado abre mão da maior parte desse
imposto mensal, e o data center paga só uma pequena parte. No caso de data
centers com capacidade maior que 10 MW, os chamados hiperescala, esse desconto
pode chegar a 95%.
Mas as
benesses não param por aí. A proposta ainda prevê conceder isenção ou adiamento
do pagamento de ICMS sobre a importação de máquinas e equipamentos usados nos
data centers, incluindo os servidores de processamento de dados – que tendem a
ser uma das partes mais caras para a instalação de um data center.
Há,
também, previsão de isenções de ICMS sobre materiais de construção usados na
infraestrutura e descontos tributários sobre o consumo de energia e água –
benefícios que aumentam conforme o grau de eficiência e uso de energia
renovável.
Para
garantir os benefícios, o governo do RN pretende exigir que as empresas
garantam entre 10 e 50 empregos, a depender do porte do data center, apresentem
um plano de “capacitação profissional local e preferência de mão de obra
local”, além de aplicar anualmente no estado ao menos 2% do investimento em
pesquisa e desenvolvimento através de parcerias com universidades, institutos
de pesquisa e parques tecnológicos.
Também
há contrapartidas de sustentabilidade: a minuta prevê que as empresas devem
apresentar um plano para zerar emissões de carbono até 2035, manter um nível de
eficiência hídrica, aumentar seus níveis de eficiência energética e ampliar
gradativamente o consumo de renováveis até chegar em 80%.
O
documento ainda detalha que as medidas oferecidas pelo governo do RN são
cumulativas com o ReData, uma medida provisória apresentada pelo governo
federal para atrair investimentos em data centers – e que também garante
isenções fiscais em tributos federais.
O setor
de data centers vem insistindo que apenas isenções em nível federal seriam
insuficientes e que um ponto que precisa ser endereçado é justamente a cobrança
do ICMS pelos estados.
“A
proposta descrita no documento repete, sob outra roupagem, o modelo do ReData:
um programa de desonerações amplas, com contrapartidas simbólicas e sem lastro
social”, disse ao Intercept o advogado André Fernandes, diretor do Instituto de
Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife, o IP.Rec.
“É mais
um infeliz caso do estado abrindo mão de receita para financiar infraestrutura
privada que gera pouquíssimos empregos diretos, enquanto se vende a ilusão de
um polo tecnológico”, completou.
Hoje,
os EUA hospedam o maior número de data centers no mundo – 46% do total. Os
custos de receber esse tipo de infraestrutura têm ficado cada vez mais nítidos.
Três dos estados que concentram essa demanda – Virgínia, Illinois e Ohio –
registraram aumentos de 12% a 16% no custo da conta de energia para
consumidores residenciais, mais que o dobro da média nacional.
Um
relatório da Good Jobs First, uma organização sem fins lucrativos que monitora
subsídios dados a empresas nos EUA, mostrou que ao menos 10 estados já perdem
mais de US$ 100 milhões por ano em arrecadação para data centers graças a
isenções fiscais e subsídios. “Esses subsídios são absolutamente desnecessários
para uma indústria extremamente lucrativa dominada por algumas das corporações
mais valiosas do mundo”, apontou o relatório.
Questionamos
o governo do Rio Grande do Norte sobre as contrapartidas previstas na política,
bem como as isenções. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a Sedec, disse
que “mais do que focar apenas na arrecadação indireta, a política reconhece os
data centers como pilares estratégicos de uma infraestrutura crítica, capazes
de acelerar o desenvolvimento econômico, tecnológico e regional de forma
integrada”.
A Sedec
informou ainda que a política está em uma fase “criteriosa” de análise técnica
e fiscal e acrescentou que, “pautada pela literatura técnica mais avançada, a
estratégia estadual transcende o cálculo fiscal de curto prazo para focar no
que realmente importa: impacto estrutural positivo, equilíbrio territorial e
sustentabilidade socioambiental”.
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Um alvo na testa do Nordeste
Um dos
chamarizes que vem sendo usados por governos nordestinos para atrair empresas
de tecnologia é a disponibilidade de energia renovável, com a região abrigando
cerca de 83% da capacidade instalada do Brasil.
Mas
esse cartão de visita ignora alertas que vêm sendo feitos há tempos por
comunidades, ativistas e organizações da sociedade civil em relação ao avanço
desenfreado dos projetos de renováveis sobre as comunidades e os biomas
nordestinos.
“Não
tem como desvincular [esse debate] de uma perspectiva não só colonialista do
ponto de vista do Norte global com o Sul global, mas também de um colonialismo
interno no Brasil. E isso é o que faz com que esse tema seja tão invisibilizado
e até distorcido nos debates ao ponto de os movimentos que estão se contrapondo
a esse modelo sejam tachados de incoerentes e contrários a uma transição
energética limpa”, disse ao Intercept Tarzia Medeiros, do Movimento dos
Atingidos pelas Renováveis, o MAR, uma articulação que reúne povos
tradicionais, agricultores familiares, pescadores artesanais, quilombolas e
indígenas.
Segundo
Medeiros, trata-se de um tipo de colonialismo verde que precisa ser denunciado.
“Todas essas iniciativas de produção de energia por esses grandes conglomerados
estão se associando a um tipo de poder digital que vem avançando também no
mundo inteiro e que, agora, está chegando por essas bandas”, explicou.
O MAR
tem, segundo ela, acompanhado com atenção a discussão sobre data centers no RN
– não só pela intersecção com a pauta da energia renovável, mas também pelo
risco à soberania hídrica das comunidades potiguares.
Mas,
para além dos data centers, Medeiros destacou o interesse por terras raras e
outros minerais estratégicos para a indústria de defesa e tecnologia. “O
Nordeste brasileiro é o alvo, está com o alvo bem no meio da testa para esse
tipo de exploração, contando com a total leniência, conveniência e lobby dos
governos, tanto em nível nacional como estadual”, acrescentou.
Na
avaliação de Luziene Dantas de Macedo, professora do Departamento de Economia
da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, energia e água, além das
terras raras, são os maiores vetores de atração de investimentos. “Os
incentivos fiscais são o mecanismo de competição por esses investimentos entre
os estados da região”, pontuou.
Conforme
Macedo, os data centers não resolverão um problema estrutural, podendo
inclusive agravá-lo por causa do aumento da demanda por energia elétrica e
água.
O
governo do Rio Grande do Norte vê na política estadual, conforme citado na
própria minuta, um “instrumento decisivo no processo de descentralização e
regionalização do desenvolvimento tecnológico brasileiro”, historicamente
concentrado no Sul e no Sudeste. Mas o argumento é questionado pelos
especialistas ouvidos pelo Intercept.
“O
resultado é o de sempre: o estado subsidia a expansão de infraestruturas que
drenam recursos naturais, concentram poder e reforçam a dependência
tecnológica. Um programa assim não descentraliza recursos pelo país, menos
ainda constrói uma soberania tecnológica antenada nos desafios ambientais dos
quais o Brasil se diz, hipocritamente, um campeão”, ressaltou o advogado André
Fernandes, diretor do IP.Rec.
Questionado
sobre o risco à soberania hídrica do estado, o governo do RN disse que a
política “incentiva o uso de tecnologias de circuito fechado, em que a água
utilizada nos sistemas de resfriamento é continuamente tratada e reutilizada,
minimizando drasticamente o consumo de novos volumes e evitando desperdícios”.
Em
relação à energia, a Sedec disse que a estratégia de data centers é uma
“solução inteligente para consolidar o estado como capital da energia limpa e
da economia digital” e que a política atrairá indústrias para consumir a
energia na fonte. “Isso transformará o excedente em valor agregado, inovação e
empregos, evitando desperdícios e otimizando o uso do nosso extraordinário
potencial eólico e solar”, pontuou a secretaria.
LEIA A
RESPOSTA NA ÍNTERGRA DO GOVERNO DO RIO GRANDE DO NORTE
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1) Onde o governo do RN espera arrecadar com a chegada de data centers, diante
dos incentivos fiscais?
A
estratégia do Governo do Rio Grande do Norte para o setor tecnológico redefine
o papel do Estado como indutor do futuro. Mais do que focar apenas na
arrecadação direta, nossa política reconhece os Data Centers como pilares
estratégicos de uma infraestrutura crítica, capazes de acelerar o
desenvolvimento econômico, tecnológico e regional de forma integrada. Alinhado
à Política Nacional de Data Centers, o RN supera o modelo de competitividade
baseado apenas em isenções. Nossa abordagem utiliza o incentivo fiscal como uma
ferramenta de coordenação inteligente, condicionando benefícios à entrega de
valor real para a sociedade potiguar: - Modernização da infraestrutura e
telecomunicações; - Estímulo à engenharia e segurança cibernética; - Fomento à
inovação e formação de capital humano. Essa visão amplia a base de arrecadação
indireta e fortalece a economia dos municípios, consolidando o estado como um
território fértil para a economia digital. A instalação de um Data Center no RN
gera um efeito multiplicador virtuoso. Após a operação, estabelece-se uma
demanda contínua por serviços especializados — de climatização de alta precisão
a auditorias técnicas — que movimenta empresas locais e gera empregos estáveis.
Além disso, o Estado se posiciona como um ímã para empresas de alta tecnologia.
Setores que exigem baixa latência e máxima confiabilidade, como Fintechs,
Inteligência Artificial e Mídia Digital, encontram aqui o ambiente ideal. O
resultado é um ecossistema de inovação diversificado, robusto e em constante expansão.
O impacto mais humano e transformador desta política é a retenção de talentos.
Historicamente reconhecido pela excelência na formação de engenheiros e
profissionais de TI, o Rio Grande do Norte agora trabalha para oferecer o
destino profissional que esses jovens merecem.
A
presença de grandes infraestruturas digitais cria: - Carreiras de Alto Valor:
Oportunidades com remuneração competitiva e projetos de alta complexidade
tecnológica; - Sinergia Acadêmica: Parcerias sólidas entre o Governo,
universidades e o setor privado para residências tecnológicas e capacitação
contínua; - Desenvolvimento Social: A fixação desses profissionais no estado
impulsiona o consumo local, a produção intelectual e o orgulho de ser potiguar.
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2) Há estudos que comprovem que o ganho será maior do que as perdas com as
isenções fiscais?
Reafirmamos
o compromisso com uma gestão moderna e eficiente ao estruturar sua política
para o setor de Data Centers. Pautada pela literatura técnica mais avançada, a
estratégia estadual transcende o cálculo fiscal de curto prazo para focar no
que realmente importa: impacto estrutural positivo, equilíbrio territorial e
sustentabilidade socioambiental. Seguindo as melhores práticas internacionais e
as diretrizes do IP/LAPIN, o Estado adota um modelo de governança baseado na
transparência e em contrapartidas sólidas. Mais do que atrair investimentos, o
objetivo é garantir que cada incentivo resulte em benefícios diretos para a
sociedade potiguar, através de: - Métricas de Desempenho Verificáveis: Garantia
de que os investimentos se traduzam em crescimento real; - Responsabilidade
Ambiental: Alinhamento com metas globais de eficiência energética e uso
consciente de recursos naturais; - Fomento à Inovação: Estímulo ao aporte em
pesquisa e desenvolvimento dentro do território estadual. Atualmente, a
política passa por uma fase criteriosa de análise técnica e fiscal. Este zelo
reflete a determinação do Governo em evitar modelos de isenção ineficazes,
optando por uma estrutura que garanta o desenvolvimento local duradouro. O Rio
Grande do Norte se posiciona na vanguarda do debate nacional, transformando o
incentivo em um instrumento de precisão para fortalecer a economia digital e
elevar o patamar tecnológico de nossa região.
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3) O risco à soberania hídrica do Estado foi considerado na política?
Consciente
de que a inovação deve caminhar lado a lado com a proteção dos nossos recursos
naturais, o Governo do Estado estabelece a sustentabilidade hídrica como um
pilar inegociável da sua política de Data Centers. A gestão estadual entende
que o futuro digital exige responsabilidade e inteligência no uso dos recursos.
Por isso, nossa política incentiva o uso de tecnologias de circuito fechado, em
que a água utilizada nos sistemas de resfriamento é continuamente tratada e
reutilizada, minimizando drasticamente o consumo de novos volumes e eliminando
desperdícios. Essa abordagem garante que o progresso tecnológico fortaleça — e
não comprometa — a segurança hídrica do território potiguar e o acesso à água
para os usos essenciais da população. Com essa estratégia, o Rio Grande do
Norte não apenas atrai grandes players mundiais do setor tecnológico, mas
garante que esses investimentos ocorram em total harmonia com o ecossistema
local. Transformamos a gestão hídrica em um diferencial competitivo,
consolidando o RN como o destino mais ético, seguro e sustentável para a
infraestrutura digital do Brasil.
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4) Outro alerta apresentado por esses grupos foi sobre os impactos negativos da
instalação de parques renováveis, com o temor de que a chegada de data centers
incentivada por isenções fiscais possa estimular novos parques e agravar impactos
sobre comunidades. Isso foi considerado na elaboração da política?
Nossa
estratégia para o setor de Data Centers não é um estímulo isolado, mas uma
solução inteligente para consolidar o estado como a capital da energia limpa e
da economia digital no Brasil. Reconhecemos o RN como líder nacional em energia
renovável e, de forma estratégica, atuamos para solucionar os desafios de
escoamento do setor elétrico. Diante dos excedentes de produção e do cenário de
curtailment (descarte de energia por limitações de transmissão), o Governo
adota uma postura proativa. Em vez de apenas exportar energia bruta, nossa
política atrairá indústrias de dados que consomem essa energia na fonte. Isso
transformará o excedente em valor agregado, inovação e empregos, evitando
desperdícios e otimizando o uso do nosso extraordinário potencial eólico e
solar. Diferente de modelos de expansão desordenada, a política estadual
prioriza a eficiência e o uso racional dos recursos. Nossas diretrizes
asseguram: - Sincronia com a Infraestrutura: Incentivamos a instalação de
infraestruturas tecnológicas em harmonia com a capacidade de transmissão e
armazenamento de energia; - Sustentabilidade Verificável: Os incentivos estão
vinculados a métricas rigorosas de eficiência hídrica e energética, além do
respeito absoluto às comunidades locais; - Gestão de Demanda Inteligente:
Utilizamos os Data Centers como mecanismos de equilíbrio para a rede elétrica,
transformando um desafio logístico em um diferencial competitivo de mercado. A
resposta técnica do Governo é clara: o planejamento integrado é o nosso guia.
Ao condicionar o apoio estatal a contrapartidas ambientais robustas e ao
escoamento eficiente, estamos garantindo que o RN não seja apenas um gerador de
energia, mas o principal centro tecnológico sustentável do país.
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5) Em que fase se encontra a análise da política pela Sefaz e há prazo
definido?
Atualmente,
o projeto encontra-se em uma fase estratégica de análise técnica e fiscal
detalhada, sob a coordenação da Secretaria de Tributação (SEFAZ). Por se tratar
de uma iniciativa de alto impacto — que articula incentivos estaduais com
regimes federais e estabelece contrapartidas sociais e ambientais robustas — o
Governo dedica o máximo de rigor ao exame de conformidade fiscal, jurídica e
econômica. Este processo de avaliação minuciosa é fundamental para garantir:
Segurança para o Investidor, Equilíbrio Fiscal e Governança de Excelência. A
Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC) acompanha de perto cada etapa
desse amadurecimento institucional. Dada a complexidade e a importância de
entregar um modelo que seja referência nacional em inovação e responsabilidade,
o cronograma segue o ritmo necessário para assegurar a máxima excelência dos
resultados A SEDEC manterá o diálogo constante com a sociedade e o setor
produtivo, comunicando novos avanços assim que as etapas administrativas forem
concluídas, reafirmando que o Rio Grande do Norte constrói hoje as bases
seguras para o seu futuro digital.
GOVERNO
DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Alan
JeƯerson da Silveira Pinto
Secretário
Hugo Alexandre Meneses Fonseca – Secretário Adjunto
COORDENADORIA
DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO - CODER
Emília
Dalva do Vale Casanova – Coordenadora
Fonte:
Por Laís Martins, em The Intercept

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