Todos
sabem que pesquisas ao serem divulgadas podem ocasionar um efeito devastador,
independente das suas intenções, objetivos e da área em que foi realizada.
Qualquer
pesquisa é preciso que se entenda, o seu resultado indicam tendências do
momento atual, cujas tendências podem ser alteradas de forma radical, em outros
momentos.
O Blog
PalavradeSá, postou entre 15 de agosto 25 de setembro de 2012, pesquisa
espontânea, onde o leitor deveria opinar sobre o governo Wagner.
A
pergunta era: VOCÊ APROVA O ATUAL GOVERNO DE JAQUES WAGNER? As opções eram: 1) Sim; 2) Não; e 3) Tanto
faz, todos são iguais.
Deixamos
de apresentar e comentar o seu resultado na época, por nos encontrarmos em
plena efervescência eleitoral e, que a sua publicação pudesse ser alvo de
questionamentos ou até mesmo de desculpas por possíveis insucessos.
A
preocupação tem sentido, pois apesar de ser um blog opinativo, o que não traz
grande curiosidade do grande público o que não lhe dá um grande acesso, mas se levarmos em
consideração que hoje o blog possui mais de 5000 visitas/mês fieis, não deixa de
ser formador de opinião.
Analisando
a última pesquisa publicada pelo IBOPE em Salvador a respeito da administração estadual, a qual demonstra que o governador Wagner segue a sua sina crescente de
baixa popularidade, sendo o gestor estadual com a segunda menor pontuação,
com apenas 18% de aprovação dos soteropolitanos, fato inédito entre os últimos gestores da Bahia, podemos concluir que os
números levantados pelo blog, então se aproxima da realidade pesquisada
cientificamente por aquele instituto.
Encerrada a pesquisa, chegou-se aos seguintes resultados:
SIM = 11,65%
NÃO = 79,61%
TANTO FAZ. TODOS SÃO IGUAIS = 8,74%.
Assim, os
índices levantados nessa pesquisa vêm apenas confirmar a baixa popularidade do
governador Wagner, agora não só em Salvador, mas em todo Estado, haja vista que,
o blog é acessado por toda a Bahia, conforme estatísticas.
Os
números infelizmente não mentem e o
resultado obtido dessa pesquisa servem
para eliminar a ilusão de que, Wagner estaria com a bola toda e que sua
administração estaria sendo bem avaliada, e seguindo assim, não sabemos até
onde será um bom cabo eleitoral em 2014, continuando com este baixo índice.
Portanto,
dentro da situação atual, é necessário que o governador, PT- partido do
governador -, aliados e assessores comece a repensar e analisar os erros
cometidos, senão em 2014 o governo será enterrado em caixão preto com vela
apagada e parafusado. Com os sonhos e projetos partidários e pessoais
inclusive.
Ainda dá
tempo do governo estadual procurar se reaproximar dos seus servidores, que
muito prometeu e após eleito lhes virou a costa. É preciso repensar a fraca
equipe que montou, aproveitando o
momento de reflexão para fazer uma ampla reforma dos seus quadros, colocando
profissionais com capacidade técnica e conceito profissional reconhecido,
afastando aqueles que pouco contribuíram ou que a sociedade os vê como péssimos
profissionais.
Assim,
fora James Correa, Petintinga, Gabrielli, Newton e Jorge Solla, todos os demais
pouco tem contribuído para sua administração, sendo um fardo a ser carregado.
Há
inclusive alguns que se afastado, só trará satisfação, como por exemplo, o atual
titular da Secretaria de Administração, que, da mesma forma como ocorreu da sua
saída do antigo IPRAJ, só traria alegria aos servidores, já que ele em nada
contribuiu em sua passagem para trazer benefícios ao funcionalismo, muito pelo
contrário, irá passar para história como o pior secretário que já assumiu aquela
pasta, pelo desprezo e perseguição com que tem tratado a categoria.
Esta,
portanto, é a realidade do governo Wagner, uma administração capenga, apresentando
um retrato triste que o estado atravessa.
Diante
dos números levantados, todos podem observar
o tamanho da insatisfação daqueles que espontaneamente responderam a pesquisa. Praticamente
todos reprovando a atual gestão estadual.
Infelizmente,
o Estado considerado um dos mais importantes do País está passando por este
momento de descrédito, onde se tem um governo com alto índice de reprovação e a
situação se agrava quando não se observa ações visando uma mudança de postura.
Com esta
avaliação, fica claro que para haver uma gestão pública de qualidade é
fundamental que haja comprometimento das autoridades políticas, que se tenha
envolvimento e foco nas ações de sua equipe e permanentemente se buscar por
alternativas que realmente promovam a qualidade de vida da população. E
sinceramente, isto não se tem visto na atual gestão.
Portanto, o
governador Jaques Wagner deveria aproveitar o momento atual, onde os problemas estão
aí, visíveis a qualquer leigo, para mudar. Buscar se fortalecer junto a
sociedade. Encontrar fórmulas de se reaproximar dos servidores públicos,
categoria que tem significado peso eleitoral e formadora de opinião.
Efetivar
ações visando a melhoria nos serviços de saúde, com médicos e
atendimento adequado; oferecer um educação publicada qualificada, valorizando os seus profissionais; repensar a
cultura estadual; lutar em defesa do meio ambiente; procurar desenvolver economicamente
todas as regiões; levar segurança às cidades baianas; fortalecer o turismo, esporte e
lazer; realizar a promoção social e por
fim, modernizar da Administração Pública.
Enfim, realizar tudo o que for
preciso para que o cidadão baiano tenha orgulho do seu estado, coisa que o
governo não tem feito.
E tudo isto
sabemos ser possível, basta ter uma equipe competente, focada nos interesses da
sociedade com a visão orientada pelo pensamento de que o progresso reside nas
pessoas e, desta forma, elaborar políticas públicas voltadas para os interesses
da coletividade e não para satisfazer o seu ego, ouvindo a sociedade nas suas
necessidades, praticando ações voltadas para o bem estar de todos.
Para
concluir, podemos dizer que tanto a pesquisa do Ibope, como a realizada pelo
blog, tiveram como objetivo avaliar o grau de satisfação da população
baiana em relação a administração do governo Wagner e obteve como resultado após a análise dos
números, que o grau de insatisfação está bastante elevada, e não venham com a
desculpa que são efeitos das greves dos policiais militares e dos professores,
que pelo tempo em que ocorreram já eram para terem sido diluídos, e sim, pela
inércia administrativa, pelos maus tratos dados aos seus servidores; por uma propaganda
institucional em grande parte enganosa, por um governo que trouxe muitos sonhos
e que até o momento só tem oferecido pesadelos.






