
Chegamos 2012. Você está satisfeito com a administração de seu Estado? As promessas estão sendo cumpridas? Ou você, como a grande maioria dos eleitores, está decepcionado com o governo que tem? Ou como os baianos, que por falta de opção votou pela continuidade, hoje se encontram em um beco sem saída, diante de uma administração, que chega a ser um misto de continuísmo do modelo anterior somado a insegurança, sofrimento humano e de promessas não cumpridas, cujas ações, obras e belezas só são vistas nas propagandas oficiais. Infelizmente.
A decepção que o baiano tem sentido, não tem sido demonstrado por atos nas ruas, até porque a população não se encontra organizada, e os sindicatos e entidades estudantis que poderiam está exercendo este papel, foram adquiridos pelo governo, através de bons empregos e salários para os líderes nada fazerem.
A situação está chegando a tal ponto que muitos já não suportam viver na Bahia, pois não tem assistido o retorno dos altíssimos impostos que lhe são impositivamente retirados.
Não queremos afirmar que a Bahia está um caos completo, pois seria impossível alguém superar os desmandos dos governos carlistas, mas que estamos mal, isto é incontestável, no que se refere ao modelo de governar, onde tudo não passa de ficção.
A situação é tão vexatória que o governo faz propaganda até quanto à geração de emprego, porém, você sai às ruas, olha em volta e ver leva e mais leva de mendigos e jovens desempregados, ou entrando no mundo das drogas e da criminalidade por falta de opção. Onde está a oportunidade de trabalho gerada? Discursam dizendo que não estão devidamente preparados por falta de uma qualificação educacional e técnica. Mas quem é o responsável para oferecer educação pública de qualidade, que os qualifiquem tecnicamente. O Governo e são eles mesmos que fazem tal afirmativa.
O servidor público continua massacrado, fruto de uma política salarial perversa, sendo obrigados a recorrer a agiotas, que estão sempre de plantão em cada secretaria ou órgão público estadual, seja na capital ou no interior do Estado. Diante desta situação, quem tem sofrido é a população, pois não ver garantido o mínimo de eficiência nos serviços públicos. É um funcionalismo desestimulado e descrente dos seus governantes, que muito prometeu e nada deu.
A cada dia, este servidor, por falta de estímulos, muitos perseguidos pelos chefetes colocados nos cambalachos políticos do adesismo, ver o serviço público se deteriorar. É um servidor eternamente desrespeitado nos seus mínimos direitos. A situação chegou ao ponto, que nem se aposentar o servidor pode, pois o processo chega a levar anos nas gavetas daqueles que teriam a obrigação de liberá-lo automaticamente.
Precisa para qualquer coisa de ter um padrinho político, senão as coisas não andam. O que será que mudou?
Este é o modelo que vigora na Bahia, que nada mais é que o continuísmo dos 16 anos do carlismo no Poder. Nada mudou. Nem a propaganda oficial, sempre vendendo ilusões e fora da realidade do dia a dia do seu povo.
A imprensa, com quem a população poderia contar, esta amordaçada, em parte comprada pelas generosas verbas oficiais, perdendo a imparcialidade e o seu caráter de bem informar, além de ter esquecido totalmente o seu papel investigativo, onde o jornalismo se impõe ante os desmandos administrativos e desvios de recursos públicos.
Diante desta omissão jornalística, o que se vê na Bahia, é que parece tudo está uma maravilha, uma beleza. Ninguém neste Estado rouba, já observaram? Mas, em surdina, muitos estão se locupletando. Só o tempo mostrará. Será que alguém teria coragem de comparar a declaração de bens de quando entrou no governo e como está hoje? Todos sabem que a Bahia é um dos Estados que pior remunera o seu quadro de pessoal, perde apenas para o Maranhão. Então não dá para entender como estas pessoas conseguiram em pouco mais de 5 anos chegarem ao patamar em que estão? Fica a dúvida no ar.
E a educação pública? Aquela educação que deveria ser oferecida de forma a melhor capacitar a nossa juventude, para que pudessem entrar no mercado de trabalho. Esta se encontra pedindo socorro. Por falta de uma remuneração digna e condições de trabalho que ofereçam aos professores e alunos o mínimo de dignidade e respeito aos direitos humanos, os docentes fingem que ensinam, e os nossos pobres alunos que aprendem. E depois ficam a reclamar que não há mão de obra qualificada. Claro, com a educação que lhe é oferecida, só pode dá nisto. E agora ainda impuseram aos professores mais um castigo, nem a licença premio pode gozar, pois terá que ter 60 anos, o que significa que só irá gozar depois de aposentado. Se não existisse a Portaria publicada no diário oficial, pensaria que era piada.
É assim que propagam respeitar os direitos adquiridos. Do jeito que a coisa está indo, não demora os servidores públicos começarem a sentir saudades dos carrascos Paulo Souto e Cesar Borges. Será que eram felizes e não sabiam? O pior é se esta saudade começar a ser sentida pela população.
Enquanto a educação está pedindo socorro, a saúde pública caminha na mesma direção. Os hospitais e postos de saúde só funcionam dignamente quando há visitas oficiais. Terminada, tudo volta ao normal, com pacientes atendidos em macas ou em lençóis estendidos no chão dos corredores, por falta de leitos, isto quando dão sorte de ter o atendimento médico.
A educação e a saúde no Estado da Bahia são de fazer dó. E no seu Estado como está? Torço para que não tenha a Bahia como modelo, pois o modelo implantado tem demonstrado ser completamente ineficiente e ineficaz.
Mas se você abrir os jornais ou olhar a propaganda oficial, a Bahia é um Oasis de felicidade neste deserto chamado Brasil. Pena que as benesses só estejam nas mãos de uma minoria, para a qual o governo tem seus olhares.
A Bahia hoje é um Estado que não oferece segurança, esta se dá em razão do total sucateamento do sistema de Segurança Pública. Lógico que a culpa não é só do Governo atual, e sim um acúmulo sucessivo de vários governos anteriores, que relegaram a segurança a um plano secundário. Deixaram de investir e capacitar os seus profissionais e o resultado são o caos que hoje impera. Imaginam que apenas a aquisição de viaturas é o suficiente. Paga mal os agentes da lei e ainda fomenta a rivalidade entre policiais civis e militares. Não tendo uma visão nem projeto e ou planejamento sobre a segurança pública, o governo incentiva indiretamente os empreendimentos de segurança particular.
Portanto, mal pagos, mal aparelhados e mal administrados, sem encontrar estímulos para bem exercer a função, os policiais são o retrato da desmotivação. O pouco da Segurança Pública que temos é fruto do esforço pessoal de alguns policiais (militares e civis) ainda honestos e dedicados, que arriscam a vida para proteger o cidadão.
Não existem pesquisas que forneçam as explicações que os baianos tanto procuram, mas com certeza hoje, se pudessem, mais da metade da população deixariam o nosso Estado em busca de um lugar mais seguro.
Mas este caos não se resume apenas a educação, saúde e segurança pública. Muito pelo contrário, está disseminado por todas as Secretarias Estaduais, onde nada é feito de forma a corrigir os erros encontrados e dá novos rumos ao Estado.
Temos hoje a bela capital baiana completamente abandonada e o interior do Estado à deriva, sem políticas públicas que incentivem a geração de emprego e renda, o que tem levado com que principalmente os jovens, sejam obrigados a ter que sair das suas cidades em busca de oportunidades nos grandes centros urbanos. Em lugar de oferecer soluções, criam mais problemas, pois estes centros também não estão preparados para receberem esta leva de desempregados, com isto oferece oportunidades para a criminalidade e o tráfico de drogas.
Como se vê, a situação não está nada boa por aqui. E aí em seu Estado, como está?
A decepção que o baiano tem sentido, não tem sido demonstrado por atos nas ruas, até porque a população não se encontra organizada, e os sindicatos e entidades estudantis que poderiam está exercendo este papel, foram adquiridos pelo governo, através de bons empregos e salários para os líderes nada fazerem.
A situação está chegando a tal ponto que muitos já não suportam viver na Bahia, pois não tem assistido o retorno dos altíssimos impostos que lhe são impositivamente retirados.
Não queremos afirmar que a Bahia está um caos completo, pois seria impossível alguém superar os desmandos dos governos carlistas, mas que estamos mal, isto é incontestável, no que se refere ao modelo de governar, onde tudo não passa de ficção.
A situação é tão vexatória que o governo faz propaganda até quanto à geração de emprego, porém, você sai às ruas, olha em volta e ver leva e mais leva de mendigos e jovens desempregados, ou entrando no mundo das drogas e da criminalidade por falta de opção. Onde está a oportunidade de trabalho gerada? Discursam dizendo que não estão devidamente preparados por falta de uma qualificação educacional e técnica. Mas quem é o responsável para oferecer educação pública de qualidade, que os qualifiquem tecnicamente. O Governo e são eles mesmos que fazem tal afirmativa.
O servidor público continua massacrado, fruto de uma política salarial perversa, sendo obrigados a recorrer a agiotas, que estão sempre de plantão em cada secretaria ou órgão público estadual, seja na capital ou no interior do Estado. Diante desta situação, quem tem sofrido é a população, pois não ver garantido o mínimo de eficiência nos serviços públicos. É um funcionalismo desestimulado e descrente dos seus governantes, que muito prometeu e nada deu.
A cada dia, este servidor, por falta de estímulos, muitos perseguidos pelos chefetes colocados nos cambalachos políticos do adesismo, ver o serviço público se deteriorar. É um servidor eternamente desrespeitado nos seus mínimos direitos. A situação chegou ao ponto, que nem se aposentar o servidor pode, pois o processo chega a levar anos nas gavetas daqueles que teriam a obrigação de liberá-lo automaticamente.
Precisa para qualquer coisa de ter um padrinho político, senão as coisas não andam. O que será que mudou?
Este é o modelo que vigora na Bahia, que nada mais é que o continuísmo dos 16 anos do carlismo no Poder. Nada mudou. Nem a propaganda oficial, sempre vendendo ilusões e fora da realidade do dia a dia do seu povo.
A imprensa, com quem a população poderia contar, esta amordaçada, em parte comprada pelas generosas verbas oficiais, perdendo a imparcialidade e o seu caráter de bem informar, além de ter esquecido totalmente o seu papel investigativo, onde o jornalismo se impõe ante os desmandos administrativos e desvios de recursos públicos.
Diante desta omissão jornalística, o que se vê na Bahia, é que parece tudo está uma maravilha, uma beleza. Ninguém neste Estado rouba, já observaram? Mas, em surdina, muitos estão se locupletando. Só o tempo mostrará. Será que alguém teria coragem de comparar a declaração de bens de quando entrou no governo e como está hoje? Todos sabem que a Bahia é um dos Estados que pior remunera o seu quadro de pessoal, perde apenas para o Maranhão. Então não dá para entender como estas pessoas conseguiram em pouco mais de 5 anos chegarem ao patamar em que estão? Fica a dúvida no ar.
E a educação pública? Aquela educação que deveria ser oferecida de forma a melhor capacitar a nossa juventude, para que pudessem entrar no mercado de trabalho. Esta se encontra pedindo socorro. Por falta de uma remuneração digna e condições de trabalho que ofereçam aos professores e alunos o mínimo de dignidade e respeito aos direitos humanos, os docentes fingem que ensinam, e os nossos pobres alunos que aprendem. E depois ficam a reclamar que não há mão de obra qualificada. Claro, com a educação que lhe é oferecida, só pode dá nisto. E agora ainda impuseram aos professores mais um castigo, nem a licença premio pode gozar, pois terá que ter 60 anos, o que significa que só irá gozar depois de aposentado. Se não existisse a Portaria publicada no diário oficial, pensaria que era piada.
É assim que propagam respeitar os direitos adquiridos. Do jeito que a coisa está indo, não demora os servidores públicos começarem a sentir saudades dos carrascos Paulo Souto e Cesar Borges. Será que eram felizes e não sabiam? O pior é se esta saudade começar a ser sentida pela população.
Enquanto a educação está pedindo socorro, a saúde pública caminha na mesma direção. Os hospitais e postos de saúde só funcionam dignamente quando há visitas oficiais. Terminada, tudo volta ao normal, com pacientes atendidos em macas ou em lençóis estendidos no chão dos corredores, por falta de leitos, isto quando dão sorte de ter o atendimento médico.
A educação e a saúde no Estado da Bahia são de fazer dó. E no seu Estado como está? Torço para que não tenha a Bahia como modelo, pois o modelo implantado tem demonstrado ser completamente ineficiente e ineficaz.
Mas se você abrir os jornais ou olhar a propaganda oficial, a Bahia é um Oasis de felicidade neste deserto chamado Brasil. Pena que as benesses só estejam nas mãos de uma minoria, para a qual o governo tem seus olhares.
A Bahia hoje é um Estado que não oferece segurança, esta se dá em razão do total sucateamento do sistema de Segurança Pública. Lógico que a culpa não é só do Governo atual, e sim um acúmulo sucessivo de vários governos anteriores, que relegaram a segurança a um plano secundário. Deixaram de investir e capacitar os seus profissionais e o resultado são o caos que hoje impera. Imaginam que apenas a aquisição de viaturas é o suficiente. Paga mal os agentes da lei e ainda fomenta a rivalidade entre policiais civis e militares. Não tendo uma visão nem projeto e ou planejamento sobre a segurança pública, o governo incentiva indiretamente os empreendimentos de segurança particular.
Portanto, mal pagos, mal aparelhados e mal administrados, sem encontrar estímulos para bem exercer a função, os policiais são o retrato da desmotivação. O pouco da Segurança Pública que temos é fruto do esforço pessoal de alguns policiais (militares e civis) ainda honestos e dedicados, que arriscam a vida para proteger o cidadão.
Não existem pesquisas que forneçam as explicações que os baianos tanto procuram, mas com certeza hoje, se pudessem, mais da metade da população deixariam o nosso Estado em busca de um lugar mais seguro.
Mas este caos não se resume apenas a educação, saúde e segurança pública. Muito pelo contrário, está disseminado por todas as Secretarias Estaduais, onde nada é feito de forma a corrigir os erros encontrados e dá novos rumos ao Estado.
Temos hoje a bela capital baiana completamente abandonada e o interior do Estado à deriva, sem políticas públicas que incentivem a geração de emprego e renda, o que tem levado com que principalmente os jovens, sejam obrigados a ter que sair das suas cidades em busca de oportunidades nos grandes centros urbanos. Em lugar de oferecer soluções, criam mais problemas, pois estes centros também não estão preparados para receberem esta leva de desempregados, com isto oferece oportunidades para a criminalidade e o tráfico de drogas.
Como se vê, a situação não está nada boa por aqui. E aí em seu Estado, como está?








