Trump
bloqueará tentativas dos democratas dos EUA de reiniciar ajuda a Kiev, acredita
analista
O
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, bloqueará as tentativas dos
democratas de retomar a assistência a Kiev, que contrariam seu curso, essa
opinião foi expressa em entrevista à Sputnik por Andrei Kortunov, cientista
político e especialista do Clube Valdai de Discussões Internacionais.
Segundo
ele, se os democratas conseguirem maioria na Câmara dos
Representantes
ou no Senado dos Estados Unidos, eles tentarão aumentar a pressão sobre a
Rússia, apresentando iniciativas sobre novos pacotes de sanções contra a Rússia
ou a retomada da assistência militar direta a Kiev.
"Eles
provavelmente insistirão em consultas mais próximas entre os Estados Unidos e
os europeus, e geralmente oferecerão várias formas de pressão sobre Moscou e
seus parceiros", disse Kortunov.
No
entanto, nesse caso, Trump pode usar o direito
de veto, lembrou o especialista.
"Se
houver alguma iniciativa que contradiga diretamente o seu curso, ele vai
bloqueá-la. E para superar o veto presidencial é preciso obter maioria
qualificada, ou seja, conquistar parte significativa dos congressistas do outro
partido. Vai ser difícil fazer isso", destacou.
Ao
mesmo tempo, Kortunov afirmou que é improvável que os resultados das eleições
de meio de mandato nos Estados Unidos consigam influenciar
a posição do chefe da Casa Branca sobre a resolução do
conflito ucraniano.
Segundo
sua previsão, nos próximos meses, a atividade do presidente norte-americano
nessa área deve continuar, e há pouca probabilidade de que Trump desista dos seus planos por causa das
demandas do partido de oposição.
As
eleições de meio de mandato nos Estados Unidos em 3 de novembro determinarão o
equilíbrio de poder no Congresso pelos próximos dois
anos e se tornarão um dos principais eventos políticos do segundo mandato
presidencial de Trump em meio a dificuldades econômicas e ao agravamento da
situação internacional.
Mais
cedo, Trump disse que espera se encontrar com o presidente russo, Vladimir Putin, e o líder da
Ucrânia, Vladimir Zelensky, em breve. Ao mesmo
tempo, ele observou que as possíveis negociações não seriam necessariamente
presenciais.
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Nova lei de sanções dos EUA não afetará a posição da Rússia em relação à
Ucrânia, diz Moscou
A nova
legislação de sanções dos EUA não poderá influenciar a posição da Rússia em
relação a um acordo na Ucrânia, disse Dmitry Birichevsky, diretor do
Departamento de Cooperação Econômica do Ministério das Relações Exteriores da
Rússia, em entrevista à Sputnik.
"Se
a intenção por trás desta nova lei era exercer a influência desejada no
processo de resolução do conflito com a Ucrânia, isso não acontecerá. Já foi
demonstrado inúmeras vezes que nossa posição não pode ser alterada por
quaisquer medidas restritivas ilegítimas adotadas em violação à Carta da
ONU", disse ele à agência.
Birichevsky
enfatizou, ainda, que as tentativas de encerrar a operação militar especial sem
atender às exigências fundamentais da Rússia, ou forçar Moscou a restringir sua
cooperação com a maioria global — cooperação construída sobre os princípios do
respeito, da igualdade e do benefício mútuo — estão fadadas ao fracasso.
Em 19
de setembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, sancionou uma lei que prevê a
possível imposição de novas sanções contra a Rússia. Posteriormente, em uma
nova ordem executiva, o líder norte-americano optou por não aplicar as sanções
autorizadas pela lei contra determinados funcionários, bancos e
organizações russas.
As isenções introduzidas por Trump não afetam as sanções anteriormente impostas
pelos EUA à Federação da Rússia.
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Como o contato de Finlândia e Noruega com a Rússia aumenta o 'racha' entre
aliados europeus?
O
presidente finlandês, Alexander Stubb, e o premiê norueguês, Jonas Store,
telefonaram ao presidente russo, Vladimir Putin, rompendo quatro anos de
afastamento.
A ação
reacende o debate sobre um racha europeu no apoio a Zelensky e expõe o desejo
de certas nações europeias de garantir lugar em mesas de negociação de paz sem
depender apenas dos EUA.
Para
Valdir Bezerra, mestre em Relações Internacionais pela Universidade Estatal de
São Petersburgo, o recente contato de Helsinque e Oslo com Moscou demonstra que
o conflito tem cobrado altos custos sociais no continente europeu, fazendo com
que aliados tenham posicionamentos diferentes.
"O
conflito na Ucrânia tem afetado de forma muito grande o custo de vida, de
energia e dos alimentos. Essas crises têm sido muito fortes nos países
centrais, na Alemanha, na França e na Itália, como a gente pôde perceber nos
últimos tempos. Dificilmente a gente imaginaria que uma ligação dessa natureza
pudesse ter sido feita pelo Macron, pela Meloni, e partiu de forma
surpreendente da Finlândia e da Noruega", disse.
O
pesquisador também enfatiza que a russofobia por parte de alguns governos
europeus acaba impossibilitando um diálogo maior com a Rússia, e essa divergência
termina sendo prejudicial ao próprio continente europeu.
"Num
mundo ideal, os europeus e os russos são parceiros orgânicos. Quando Putin
chegou à presidência, ele foi o único líder russo convidado a falar no
Bundestag [parlamento alemão] e disse que a Rússia tem abundância de recursos
naturais e a Europa, de recursos industriais, e que, se essas duas partes [se
unissem], formariam um continente autônomo. Mas a russofobia impediu que isso
acontecesse", comenta.
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Nórdicos temem a crise dos países da Europa Central
Bezerra
também aponta que esses impactos ameaçam o bem-estar nos países nórdicos,
espelhando o desgaste econômico e político que já afeta potências da Europa Central, como Alemanha,
França e Itália.
"Os
problemas que a gente vem acompanhando na França, na Bélgica e em alguns países
centrais no contexto europeu têm muito a ver com o aumento do custo de vida e a
insatisfação da população jovem. O padrão de vida dos países nórdicos é alto
até mesmo em relação à Europa Ocidental. Eles percebem que, se não tiverem
cuidado, [manifestações] podem acabar acontecendo nas suas próprias ruas",
destaca.
Neste
panorama, o analista internacional atribui a crise socioeconômica europeia ao
impacto das sanções da União Europeia contra a Rússia. Como Moscou era a
principal fornecedora de energia para o bloco, a ruptura provocou um efeito
dominó que inflacionou o custo de vida dos cidadãos, afetando desde as contas
de luz e gás até o preço dos alimentos.
"Agora,
o que causou [essa crise europeia]? Além de outros fatores, como os efeitos
deletérios do neoliberalismo, foram as políticas, as ações aplicadas contra a
Rússia. Por quê? A gente está falando de aumento de custo de vida. O aumento no
preço dos produtos básicos, o aumento no preço de energia, na conta de energia,
o aumento no preço de gasolina. Isso acaba tendo um efeito dominó muito
grande", observa.
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Europa precisa da Rússia para fortalecer a segurança
Outro
ponto levantado por Valdir Bezerra é que se mostra impossível discutir uma
arquitetura de segurança estável para a Europa baseando-se apenas nos anseios
da OTAN. De acordo com o
especialista, qualquer estabilidade duradoura no continente exige,
obrigatoriamente, a inclusão do Kremlin nas mesas de negociação.
"Discutir
a segurança da Europa sem a Rússia é uma tarefa altamente contraproducente.
Moscou, desde meados dos anos 2000, vinha pleiteando a elaboração de uma
arquitetura de segurança europeia. Mas isso não foi feito, porque a arquitetura
de segurança da Europa eram interesses elaborados por pensadores estrategistas
americanos, que pregavam uma expansão contínua da OTAN para o leste",
conclui.
Em um
mundo multipolar com novos polos econômicos em ascensão, a soberania outrora
ostentada pela Europa Ocidental encontra-se em xeque. Pressionado por decisões
diplomáticas que parecem ignorar essa fragmentação do poder global, o bloco
europeu vê sua autonomia e seu peso geopolítico severamente desgastados.
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Zakharova revela fatos sobre centros de tortura não
oficiais na Ucrânia
A
representante oficial da chancelaria russa, Maria Zakharova, comentou em
entrevista à Sputnik na terça-feira (3) a situação sobre um centro de tortura
na região de Kiev, destacando que que na Ucrânia existem muitas prisões
secretas.
Segundo
ela, o poder do líder ucraniano, Vladimir Zelensky, baseia-se na rede de
câmaras de tortura não oficiais na Ucrânia.
"Há
muitos centros de tortura na Ucrânia. São eles que mantêm o poder de [Vladimir]
Zelensky", disse Zakharova à Sputnik.
Na
segunda-feira (2), uma agência de notícias ucraniana informou que homens
armados fizeram cerca de 40 pessoas reféns na vila de Petropavlovskaya
Borschagovka, na região de Kiev.
A
publicação especificou que as pessoas estavam em estado crítico. Os médicos que
chegaram ao local foram inicialmente impedidos de entrar. Uma multidão se
reuniu perto da casa. Moradores locais afirmam que se trata de uma prisão
ilegal para militares, onde pessoas são torturadas. Entre os reféns estavam
militares e um menino de 14 anos ferido.
Ao
mesmo tempo, o enviado especial da chancelaria russa para os crimes do regime
de Kiev Rodion Miroshnik afirmou à Sputnik que a revolta na Ucrânia por causa das
câmaras de tortura perto de Kiev era uma questão de tempo: é um fenômeno
sistêmico que as autoridades ucranianas conhecem muito bem.
O fato
de que, algumas horas depois, tanto o chefe da Guarda Nacional da Ucrânia
quanto o chefe do escritório de Zelensky correram para o
centro de tortura indica que as autoridades do regime de Kiev estão bem
conscientes de todo um sistema de poços, masmorras e prisões que existem no
território da Ucrânia, disse Miroshnik.
O chefe
do escritório de Vladimir Zelensky, Kirill Budanov (incluído na lista de
terroristas e extremistas na Rússia), admitiu que na Ucrânia há muitas casas
semelhantes à localizada na região de Kiev, no porão da qual várias dezenas de
pessoas foram mantidas à força por um longo tempo.
A casa
privada no povoado de Petropavlovskaya Borschagovka, perto de Kiev, no porão da
qual os militares mobilizados e fugitivos foram mantidos, pertence aos
combatentes do grupo militar Azov (organização reconhecida como terrorista e
proibida na Rússia). Isso foi relatado pelo jornal Strana.
A
publicação também escreveu que o Azov, listado como o 1º Corpo da Guarda
Nacional da Ucrânia, confirmou os ferimentos em quatro soldados fugitivos que
foram mantidos na casa.
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Ao detectar antenas e terminais Starlink, Exército russo destrói 500 abrigos
ucranianos em 1 mês
Em
outubro, as unidades do agrupamento russo Sever (Norte) a partir da presença de
terminais Starlink e, posteriormente atingiram, mais de 500 abrigos camuflados
das Forças Armadas da Ucrânia na região de Carcóvia, disse à Sputnik o oficial
militar russo com o codinome Karta.
Segundo
o militar, as unidades de sistemas não tripulados e de artilharia do 11º corpo
de exército do agrupamento russo Sever, após realizarem o reconhecimento aéreo
e detectarem posições inimigas camufladas, atingiram mais de 500 abrigos com
pessoal inimigo na região de
Carcóvia
em outubro.
Karta
acrescentou que os operadores analisaram
cuidadosamente o terreno ao longo da linha de contato e na retaguarda,
identificando posições ocultas dos militares ucranianos por redes de
camuflagem, antenas remotas, estações de satélite Starlink e outros sinais da
presença de pessoal.
As
coordenadas encontradas são imediatamente transmitidas ao posto de comando. O
oficial relatou que os ataques são realizados ininterruptamente contra os alvos
identificados.
Segundo
o oficial, as tropas russas usam diferentes meios de ataque para garantir a
destruição dos abrigos ucranianos. Entre as armas mais empregadas estão
munições de artilharia, drones de ataque leves e drones Molniya-2 do tipo aeronave.
Karta
enfatizou que a destruição de abrigos e fortalezas inimigas reduz a atividade
das Forças Armadas da Ucrânia, mina o estado moral e psicológico do pessoal e
desorganiza a defesa das unidades ucranianas na região de Carcóvia, criando
condições para o avanço das unidades de assalto com o apoio de equipes de
sistemas não tripulados das Forças Armadas da
Rússia.
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Nos últimos 3 meses, 42 crianças morreram às mãos de nazistas ucranianos,
afirma enviado russo
Nos
últimos três meses, 265 menores foram vítimas de ataques por parte dos nazistas
ucranianos, dos quais 42 morreram, afirmou nesta terça-feira (3) o enviado
especial da chancelaria russa para os crimes do regime de Kiev, Rodion
Miroshnik.
A
revolta na Ucrânia em torno das câmaras de tortura era apenas uma questão de
tempo — trata-se de um fenômeno sistêmico do qual as autoridades ucranianas
estão plenamente cientes, afirmou Miroshnik, à Sputnik.
"O
fato de que, em poucas horas, tanto o chefe da Guarda Nacional da Ucrânia
quanto o chefe do gabinete de Zelensky tenham corrido para o local mostra que o
regime de Kiev está perfeitamente ciente de todo um sistema de tais covas,
masmorras e prisões", disse ele.
Miroshnik
também questionou as organizações internacionais de direitos humanos que
"se degradaram a propagandistas ucranianos", perguntando como elas
não conseguem enxergar tais abusos em massa contra cidadãos ucranianos
mobilizados à força.
As
declarações foram feitas depois que a mídia ucraniana noticiou que homens
armados mantinham cerca de 40 pessoas
em um porão na região de Kiev, com a Guarda Nacional confirmando que havia
militares entre os detidos.
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Rússia, EUA e Ucrânia retomam negociações trilaterais em
Abu Dhabi nos dias 10 e 11 de novembro
Encontro
deve discutir o fim do conflito, garantias de segurança no pós-guerra, medidas
humanitárias e redução das tensões, em nova tentativa de Washington de mediar
um acordo de paz.
As
delegações da Rússia, dos Estados Unidos e da Ucrânia realizarão uma nova
rodada de negociações trilaterais em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, nos
dias 10 e 11 de novembro. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (2)
por Steve Witkoff, enviado especial do presidente norte-americano, Donald Trump.
Segundo
o representante americano, as conversas abordarão possíveis acordos de
segurança para o período pós-guerra, medidas de desescalada, questões
humanitárias e o encerramento do conflito entre Moscou e Kiev.
A
delegação dos Estados Unidos deverá ser liderada por Witkoff e Jared Kushner,
genro de Trump. Antes do encontro, negociadores americanos também devem
realizar reuniões técnicas em Bruxelas, nesta semana, com representantes da
França, Alemanha, Reino Unido, União Europeia e Organização do Tratado do
Atlântico Norte (OTAN).
As
discussões na capital belga terão como foco as garantias de segurança para a
Ucrânia, a estrutura de segurança europeia no futuro e o apoio econômico à
reconstrução do país.
De
acordo com o funcionário americano, a nova rodada de negociações ocorre após
conversas recentes entre as partes e reflete os esforços de Trump para alcançar
um acordo de paz duradouro entre Rússia e Ucrânia.
"Esperamos
avançar no progresso alcançado em Kiev, Oslo e São Petersburgo rumo a um acordo
de paz abrangente e duradouro, que proporcione segurança estável para as
próximas gerações", escreveu Witkoff.
O
presidente russo, Vladimir Putin, teria concordado com
a realização de uma nova rodada de negociações trilaterais após um encontro com
Witkoff em São Petersburgo, duas semanas atrás.
Apesar
da retomada dos contatos diplomáticos, Moscou e Kiev continuam distantes em
relação aos termos de um possível acordo de paz. Trump, por sua vez,
intensificou recentemente a pressão sobre a Ucrânia para que aceite negociar
uma solução para o conflito.
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Zelensky deve ir a Moscou se estiver pronto para a paz,
acredita analista
O líder
ucraniano, Vladimir Zelensky, deve ir a Moscou se estiver realmente pronto para
firmar a paz com a Rússia, acredita o especialista militar britânico Alexander
Mercouris, em seu canal no YouTube.
Em seu programa, Mercouris apontou o
aumento da intensidade dos ataques russos com drones Geran 4 e Geran 5 contra a
infraestrutura energética da Ucrânia, que Kiev não é capaz de conter.
À
medida que os ataques aumentam e o inverno (Hemisfério Norte) se aproxima, os
problemas energéticos de Kiev só piorarão,
destacou o analista.
"Se
há uma intenção clarade se encontrar com Putin, por favor, eles [os russos]
estão prontos para receber Zelensky em Moscou. Ele pode vir a Moscou",
disse Mercouris.
Segundo
o analista, se a Europa chegar a um acordo sobre essa questão, isso abriria o
caminho para negociações sérias com a Rússia.
Além
disso, Mercouris observou que a Ucrânia e o próprio Zelensky
tentam chantagear o chefe da Casa Branca, Donald Trump, ao
exigir o fornecimento de mísseis PAC-3 para os sistemas Patriot em troca da cessação
dos ataques contra refinarias russas.
"Isso
seria um verdadeiro avanço", resumiu o analista britânico.
Cabe
lembrar que o assessor presidencial russo, Yuri Ushakov, disse que o líder
russo dificilmente se recusaria a atender a uma ligação de Zelensky.
Segundo
ele, o chefe do regime de Kiev transmite sinais de prontidão para o diálogo por
várias fontes. Ushakov lembrou que, se isso for verdade, ele sempre pode vir a Moscou.
Fonte:
Sputnik Brasil

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