quinta-feira, 16 de julho de 2026

Calor extremo: a China pode ensinar algo?

A nova onda de calor que atinge a Europa volta a produzir números alarmantes de mortes. Mais do que um evento meteorológico extremo, porém, ela revela processos estruturais que extrapolam a dimensão climática. A tragédia evidencia sinais de fragilização das capacidades estatais de planejamento e provisão de bens públicos para prevenir e responder a eventos extremos, expõe a questão etnocêntrica que permeia sua cobertura midiática, contrapõe distintos paradigmas de desenvolvimento e adaptação às mudanças climáticas, reafirma a centralidade da infraestrutura como expressão de modernização e proteção social e, em última instância, oferece indícios da transição sistêmica em curso na ordem internacional. À luz desse cenário, cabe refletir sobre a experiência chinesa no enfrentamento desses desafios, em especial a partir do paradigma da chamada Civilização Ecológica.

<><> Ondas de calor e erosão das capacidades estatais europeias

A cada novo verão, a Europa tem estampado nas manchetes a sua tragédia térmica. Segundo publicadas na Nature Medicine, entre 2022 e 2024, mais de 181 mil mortes estiveram associadas ao calor extremo no continente. Ondas sucessivas de calor quebram recordes de temperatura e, junto com elas, ceifam vidas de forma sistematicamente subnotificada, pois raramente consta como causa de morte nos atestados de óbito, ocultando-se por trás de diagnósticos cardiovasculares e respiratórios agudos.

Para além das elevadas temperaturas, o que chama a atenção é a incapacidade de uma resposta política compatível com esse desafio. A União Europeia destina 680 bilhões de euros do orçamento 2021-2027 para medidas relacionadas ao clima, mas apenas uma fração ínfima desse montante chega à adaptação térmica ao superaquecimento urbano, dedicando “substancialmente mais atenção e capital político aos elementos de descarbonização do Pacto Verde Europeu do que ao seu pilar de adaptação”, como documenta o relatório de 2024 da Agência Europeia do Ambiente (EEA). Menos da metade dos 38 Estados-membros da EEA monitora mortes relacionadas ao calor em tempo quase real; apenas 20 países acompanham os impactos do calor na saúde de forma sistemática.

A vulnerabilidade é demograficamente concentrada, uma vez que pessoas com 65 anos ou mais representam 85% das mortes por calor na Europa. Considerando que se trata de um continente em franco processo de envelhecimento populacional, o cenário é de ampliação do risco, mantendo-se a disfuncionalidade. Enquanto a Europa não se adapta, seus cidadãos mais ricos se isolam e os demais são deixados à mercê do calor. Aliás, é inacreditável que apenas cerca de 20% dos lares europeus possuam algum sistema de refrigeração.

Nesse contexto, a Europa, que não raro se coloca como paradigma civilizacional, assiste impassível à morte de seus cidadãos mais vulneráveis. Sob o manto de um alegado vanguardismo ambiental que confunde ascetismo com virtude, a recusa em investir em climatização para o verão revela-se uma decisão política. Persiste-se com edificações antiquadas, sem adaptação térmica para o calor, e sequer políticas para adequar a rotina a essas situações de extremos térmicos.

É inaceitável que nações com PIB per capita entre os mais elevados do planeta, com séculos de acumulação de capital, com infraestruturas que supostamente deveriam ser modelares, registrem, em poucos dias, mais de 1.400 mortes em razão das altas temperaturas, lembrando que, em 2025, chegou a mais de 24 mil mortes, segundo o Imperial College London. Apesar do extremo climático, esse fato tem sido recorrente nos últimos anos, o que revela incompetência governamental para adequar uma infraestrutura envelhecida a uma realidade climática que já se instalou.

<><> A China e a governança ambiental: entre ações adaptativas e estruturais

A China, por sua vez, tem demonstrado que é possível e necessária uma governança que combine ações adaptativas, voltadas a desafios urgentes, e ações estruturais, direcionadas a transformações de longo prazo. A chamada Civilização Ecológica, incorporada à doutrina do Partido em 2012 e elevada à estratégia de desenvolvimento nacional, é a chave conceitual desse paradigma. Trata-se de uma governança que integra metas ambientais vinculantes aos Planos Quinquenais, com políticas públicas ambientais que se desdobram para todos os âmbitos da sociedade e do desenvolvimento.

São inúmeras as medidas adaptativas urgentes para enfrentar os extremos climáticos. O país construiu mais de 10.000 novas estações de monitoramento e alerta precoce apenas em 2024, expandindo sua capacidade de previsão de eventos extremos. Na bacia do rio Lancang, gerenciada pelo China Huaneng Group, foram construídas doze usinas hidrelétricas em cascata, equipadas com monitoramento digital e despacho centralizado em toda a bacia, reduzindo o pico natural de enchente em aproximadamente 70%. Reservatórios estão sendo operacionalizados para manter a capacidade de abastecimento de água e energia durante secas prolongadas, enquanto um sistema integrado hidro-eólico-solar está sendo desenvolvido para responder a eventos climáticos extremos.

Em termos de adaptação costeira, projetos como o dique de maré de Liudao e o dique leste da costa de Ningjin são implementados para proteger essas áreas contra a elevação do nível do mar e ressacas. Reservatórios são reforçados, sistemas de drenagem urbana ampliados e simulações de emergência realizadas regularmente para preparar equipes de resgate e a população. Em Shenzhen, o Parque da Baía de Shenzhen, com 13 quilômetros de costa, mantém a infraestrutura costeira livre de grandes construções, com manguezais e vegetação de zonas úmidas protegendo mais de 12 milhões de habitantes contra tempestades e avanço do mar.

A lógica chinesa tem combinado, por isso, adaptação e mitigação para enfrentar os extremos climáticos. A Estratégia Nacional de Adaptação às Mudanças Climáticas 2035, estabelecida em 2022, é o plano mais abrangente do país até o momento, com metas e cronogramas cobrindo resiliência urbana, restauração de ecossistemas, sistemas de alerta precoce e avaliação de riscos. Já a Lei de Proteção da Bacia do Rio Yangtzé (2020) e projetos de reabilitação ecológica fluvial, como o realizado em Pingxiang, Jiangxi, onde zonas úmidas ribeirinhas restauradas e encostas verdes suaves reduzem riscos de enchentes, criam habitats para a biodiversidade e são usufruídos pela comunidade, exemplificam a integração entre proteção ambiental e adaptação climática.

O caso do projeto de Cidades Esponja é uma síntese entre adaptação urgente e transformação estrutural. Iniciado em 2014 e expandido para 30 cidades-piloto em 2015, representa uma revolução no planejamento urbano. Em vez de se restringir ao modelo tradicional de “drenagem rápida” baseado em concreto, tubulações e represamento, as cidades chinesas são projetadas para absorver, reter, purificar e reutilizar a água da chuva, como medidas complementares. É a integração sistêmica de infraestrutura cinza e verde por meio de pavimentos permeáveis, jardins de chuva, telhados verdes, zonas úmidas artificiais, parques de retenção e corredores ecológicos. Na mesma direção de revitalização ambiental dos espaços urbanos, o projeto Cidade Floresta vem redefinindo a paisagem urbana do país, convertendo antigas “selvas de pedra” com precária qualidade do ar em cidades completamente arborizadas.

Cabe sublinhar, para quem não tem familiaridade, que a China é um país historicamente moldado por situações ambientais extremas, incluindo variações térmicas de magnitude quase inimaginável. Em Harbin, no nordeste, o inverno registra temperaturas que chegam a – 42,6°C, e o verão a 37,8°C. Em Xinjiang, as temperaturas máximas chegam próximas a 50°C e as mínimas a – 52,3°C, resultando num gradiente térmico histórico de cerca de 100 graus Celsius dentro de uma mesma região administrativa.

Ademais, a China abriga, em seu território, praticamente todos os climas do planeta e enfrenta, simultaneamente, inundações devastadoras no sul, secas extremas no noroeste, tufões no litoral e ondas de calor no interior. Já a Europa, com um consumo de energia per capita muito superior ao chinês, com desafios climáticos relativamente menores, com recursos incomparavelmente maiores, não consegue enfrentar uma onda de calor sem deixar milhares de mortos em seu rastro. Para ilustrar: a China, em 2023, alcançou mais de 145 unidades de ar-condicionado por 100 lares, com políticas de substituição que aceleram a eficiência energética das unidades, enquanto a Europa revela completa inoperância para adequar as residências às ondas de calor..

<><> O etnocentrismo e a transição de poder

Em nosso livro Quem tem medo da China?, a escolha de dedicar a primeira parte à questão do etnocentrismo não foi fortuita. O tema das relações internacionais, a dinâmica imperialista e as relações centro-periferia são atravessados pela questão do etnocentrismo e pela consequente produção de narrativas. A maneira como as mortes na Europa decorrentes da onda de calor têm sido tratadas corrobora exatamente essa argumentação.

Isto é, a grande mídia tem preferido tratar as milhares de mortes em Paris, Londres ou Madri como um efeito das “ondas de calor sem precedentes”, relacionadas com as mudanças climáticas. Pouco se diz sobre ineficiência governamental e negligência do poder público. Não restam dúvidas, porém, de que a abordagem seria outra caso esse mesmo cenário de milhares de mortes ocorresse em países do Sul Global. A narrativa se inverteria instantaneamente, buscando chaves explicativas em conceitos como “corrupção”, “ineficiência governamental”, “estados falidos” e até “genocídio”. Durante o terremoto ocorrido na Venezuela recentemente, tais explicações foram recorrentes para explicar as dificuldades nos resgates das vítimas.

Durante a pandemia de covid-19, enquanto os números chineses eram sistematicamente questionados, sob alegação de serem ou “forjados” ou decorrentes da imposição “autoritária” do lockdown, os números assustadores dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Itália não eram objeto de críticas duras. Muito pouco se falou sobre a evidente ineficiência estatal ou sobre as deficiências dos sistemas de saúde. Ninguém perguntou por que os Estados Unidos, uma grande potência com elevados gastos per capita em saúde, acumularam mais de um milhão de mortes. Paralelamente, a vacina chinesa era colocada sob suspeição, tratamento absolutamente distinto daquele dado às similares ocidentais.

Para além da dimensão simbólica e narrativa, as ondas de calor europeias e a incapacidade de resposta também revelam um sinal dos tempos. A Europa, que por séculos se posicionou como vanguarda civilizacional, dá sinais claros e recorrentes de suas dificuldades. Não se trata apenas de modernização da infraestrutura ou adaptação das cidades às novas realidades climáticas, mas da erosão de um modelo de desenvolvimento.

A China, pelo contrário, demonstra a renovação do seu paradigma de modernização. Sob a chave conceitual da Civilização Ecológica, o país tem combinado desenvolvimento com sustentabilidade. E as transformações infraestruturais chinesas talvez sejam um dos indicadores mais claros dessa trajetória chinesa, como ilustram muito bem as ferrovias de alta velocidade, o planejamento das grandes cidades, a transição ecológica em diversas áreas, do tratamento de resíduos sólidos aos sistemas energéticos.

A Europa, por seu turno, como bem destacou Todd, em La derrota de Occidente, dá mostras recorrentes dos seus descaminhos. À crise da democracia liberal e à crescente disfunção da sua representação política, somam-se a ampliação das desigualdades sociais, combinada à erosão dos sistemas de valores e crenças compartilhadas. Esse esvaziamento normativo é acompanhado pelo recrudescimento do individualismo e atomização social, insegurança existencial e perda de horizontes coletivos. Não por acaso, estamos exatamente diante de uma demonstração da incapacidade de definição dos horizontes políticos diante dos desafios.

<><> Considerações finais

Estamos diante de uma transição sistêmica multidimensional, na qual se entrelaçam transformações geopolíticas, tecnológicas, demográficas, ambientais e civilizacionais. As ondas de calor que hoje assolam a Europa não constituem um episódio isolado, tampouco podem ser compreendidas apenas como consequência das mudanças climáticas. Elas expõem limites de um modelo de desenvolvimento, revelam a erosão de capacidades estatais essenciais e evidenciam a dificuldade de converter recursos econômicos em proteção efetiva da população diante de riscos cada vez mais recorrentes. Aliás, a Europa, outrora referência na construção do Estado de Bem-Estar Social e na provisão universal de bens e serviços públicos, expõe fragilidades para responder aos desafios contemporâneos.

A experiência chinesa oferece um contraponto relevante de articulação entre planejamento de longo prazo, fortalecimento das capacidades estatais, investimento maciço em infraestrutura, inovação tecnológica e incorporação da sustentabilidade ao projeto nacional para enfrentar os desafios climáticos. Sob o paradigma da Civilização Ecológica, desenvolvimento econômico, adaptação climática e proteção ambiental deixam de ser objetivos concorrentes para integrar uma mesma estratégia de modernização.

A transição sistêmica em curso, portanto, não diz respeito apenas à redistribuição do poder internacional. Ela envolve também a disputa entre diferentes concepções de desenvolvimento, de ação estatal e de produção do bem-estar coletivo. Trata-se de refletir sobre quais modelos de desenvolvimento e quais formas de organização do Estado estarão mais aptos a garantir segurança, resiliência e qualidade de vida em um século marcado pela intensificação dos riscos ambientais.

¨      Sistema de nebulização artificial contra ondas de calor na China: para que serve e por que é recomendado para resfriar cidades

Os termômetros na província de Shanxi registram marcas severas durante os meses quentes do ano. Para combater esse cenário estressante, a cidade de Yuncheng adotou uma estratégia que lança uma névoa fina de água diretamente das fachadas dos edifícios. O resfriamento evaporativo converte o calor do ambiente, reduzindo a temperatura local de forma imediata. Essa iniciativa, baseada em sistemas de nebulização, cria um microclima confortável nas calçadas urbanas.

<><> Como funciona o sistema de nebulização nas cidades chinesas?

A engenharia urbana de Yuncheng instalou pulverizadores de alta pressão nas estruturas externas de prédios comerciais e residenciais. Esses dispositivos liberam uma névoa de água tão fina que evapora quase instantaneamente antes mesmo de tocar o solo. Esse processo retira calor do ar circundante, gerando uma queda térmica real na atmosfera local. A implantação inteligente dessa infraestrutura demonstra como soluções de eficiência hídrica mitigam ilhas de calor severas.

Os pedestres sentem o alívio térmico na pele sem se molharem. Esse controle climático descentralizado transforma ruas áridas em corredores frescos, provando que a infraestrutura sustentável altera a dinâmica das grandes metrópoles.

Qual é o impacto real dessa tecnologia no conforto térmico?

O bem-estar dos cidadãos aumenta significativamente quando a umidade relativa do ar é ajustada de maneira controlada durante picos de calor. A névoa de água reduz a radiação térmica que emana do asfalto e das paredes de concreto, equilibrando o ambiente. Estudos locais apontam uma redução perceptível no estresse físico de quem caminha pela região afetada pelos pulverizadores. Com isso, o conforto térmico atinge níveis aceitáveis mesmo sob forte radiação solar direta.

Mas isso não é tudo: a sensação de sufocamento diminui drasticamente nas áreas centrais. Os dados práticos indicam que a temperatura do ar pode cair vários graus, validando o resfriamento ativo como política pública urbana.

<><> Quais são as vantagens ecológicas do resfriamento evaporativo?

A sustentabilidade ambiental surge como o maior benefício dessa abordagem hídrica em comparação aos métodos tradicionais de climatização. Diferente dos aparelhos de ar-condicionado convencionais, que jogam ar quente nas ruas e consomem muita eletricidade, esse método consome pouca energia. Ele otimiza o uso dos recursos hídricos ao focar na evaporação natural para modificar a temperatura ambiente. Desse modo, cidades populosas ganham um aliado contra as emissões de carbono operacionais.

Mas aqui está o detalhe: os ganhos vão muito além da redução imediata do calor nas calçadas. A eficiência ecológica desse sistema urbano gera impactos positivos diretos, conforme apresentado nos fatores sustentáveis listados abaixo:

  • Consumo reduzido: A demanda por energia elétrica é drasticamente inferior à de condicionadores de ar comuns.
  • Zero gases estufa: O processo utiliza apenas água pura, eliminando o uso de fluidos refrigerantes químicos nocivos.
  • Combate às ilhas térmicas: A evaporação mitiga o calor acumulado por materiais pesados como o asfalto e o concreto.

<><> Quais são os desafios de implementação desse sistema urbano?

A gestão da água exige atenção rigorosa para assegurar que o sistema funcione continuamente sem causar desperdício ou contaminação. O líquido utilizado precisa passar por filtros avançados de purificação para evitar o entupimento dos bicos injetores e garantir a segurança sanitária da população local. A manutenção constante das bombas hidráulicas e dos encanamentos externos representa um custo operacional relevante para a prefeitura de Yuncheng. Por essa razão, o planejamento financeiro torna-se essencial antes da instalação.

É aí que a história fica surpreendente: a eficácia depende diretamente das condições climáticas do dia. A umidade do ar elevada diminui a capacidade de evaporação da névoa, tornando a análise dos parâmetros meteorológicos listados a seguir indispensável:

  • Velocidade do vento: correntes de ar excessivas dispersam as microgotículas antes que elas resfriem o perímetro desejado.
  • Qualidade hídrica: A água exige filtragem tripla para impedir a proliferação de patógenos na névoa expelida.
  • Clima seco: O rendimento do resfriamento evaporativo atinge seu potencial máximo em dias quentes de baixa umidade.

O que dizem as pesquisas científicas sobre a eficácia da nebulização?

Estudos acadêmicos recentes comprovam a eficiência mecânica dessas microgotículas na modificação do microclima de centros urbanos densos. Sensores meteorológicos posicionados em áreas de teste registraram reduções consistentes na temperatura de bulbos secos e melhorias na sensação de bem-estar dos pedestres. Os modelos matemáticos indicam que a distribuição espacial dos pulverizadores determina o alcance do resfriamento pelas vias públicas. Assim, a validação empírica consolida o método como alternativa viável para o planejamento urbano.

Assim, as simulações em computador auxiliam os projetistas a posicionar os bicos injetores nos pontos de maior calor. A modelagem computacional reduz falhas de projeto, garantindo o sucesso de novas instalações urbanas em larga escala.

Como as cidades podem se adaptar às futuras ondas de calor?

A adaptação urbana diante do aquecimento global exige a combinação de múltiplas tecnologias inteligentes e sustentáveis nas metrópoles. Além dos pulverizadores de névoa acionados em Shanxi, o uso de materiais de construção que dissipam o calor passivamente ganha força entre arquitetos contemporâneos. A integração dessas soluções cria bairros resilientes capazes de suportar verões extremos sem colapsar a rede elétrica local. Desse modo, o ecossistema urbano se transforma para proteger a saúde de seus habitantes de forma integrada.

Veja a análise sobre tijolos ecológicos que resfriam edifícios e saiba mais sobre o tema. Essas tecnologias combinadas mudam as diretrizes construtivas urbanas, gerando uma arquitetura inteligente e adaptada.

 

Fonte: Por Diego Pautasso e Isis Paris Maia, em Outras Palavras/Brasil 247

 

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