terça-feira, 11 de agosto de 2026

Eduardo Bolsonaro tira certidão de imbecil nos EUA e põe vida da filha em risco

A família Bolsonaro é a prova vida da máxima  “De onde menos se espera, daí é que não sai nada”,  jornalista, escritor e humorista brasileiro Apparício Torelly, autoproclamado Barão de Itararé. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, foragido da Justiça brasileira, onde foi por coação e obstrução da justiça, é um exemplo vivo.

Em seu perfil no X, Eduardo se jacta de ter conseguido um papel numa agência “como se fosse os Correios no Brasil, e imprimi esse papel em casa aqui, do governo do Texas, assinei, trouxe aqui uma espécie de cartório, só que sem fila, paguei 10 dólares e está feita a declaração juramentada onde eu fico responsável pela minha filha não tomar vacinas e ela pode se matricular em qualquer escola aqui do Texas“.

Todo feliz com o certificado de imbecil, Eduardo põe a vida da filha em risco. Sorte é que a pequena Georgia, que não tem culpa de estupidez paterna, viveu no Brasil seus primeiros anos de vida e certamente tomou toda aquela série de vacinas, ou já estaria se arriscando a ser uma próxima vítima do surto de sarampo em vários estados daquele país.

Curioso é que o valentão, em plena Covid se vacinou contra com o coronavírus, mesmo contra a vontade do pai, e até postou em suas redes.

Na hora de defender a própria pele, Eduardo se vacinou. Proteção que agora nega à filha.

<><> Deputado republicano é alvo de ‘vampetaço” após defender que EUA sequestrem Lula

deputado republicano estadunidense Carlos Gimenez, aliado do presidente Donald Trump, virou alvo de um “vampetaço” de brasileiros nas redes sociais após publicar, neste domingo (9), uma montagem gerada por Inteligência Artificial que sugere que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva  poderia ter o mesmo destino do venezuelano Nicolás Maduro, sequestrado por forças dos Estados Unidos.

Na imagem publicada no X, Lula aparece vendado em uma reprodução da fotografia divulgada após o sequestro de Maduro pelos norte-americanos. “O que o espera… #Brasil”, escreveu Gimenez.

A montagem faz uma referência direta à operação ordenada pelo governo Trump que resultou no sequestro de Maduro na Venezuela e em sua retirada à força do país pelos Estados Unidos.

Lula condenou a ação contra o presidente venezuelano e classificou a intervenção norte-americana como uma violação da soberania da Venezuela e um precedente perigoso para a América Latina.

<><> Brasileiros respondem com “vampetaço”

A provocação de Gimenez recebeu uma resposta conhecida das redes brasileiras. Usuários inundaram a publicação com imagens do famoso ensaio nu feito pelo ex-jogador Vampeta para a revista G Magazine, dando início a mais um “vampetaço”.

O termo passou a ser usado para definir mobilizações em que brasileiros publicam as imagens de Vampeta nas redes de figuras estrangeiras que atacam o Brasil ou autoridades do país. O próprio Trump e perfis ligados ao governo dos EUA já haviam sido alvos da ação durante a crise provocada pelo tarifaço contra produtos brasileiros.

No caso de Gimenez, o protesto transformou a publicação contra Lula em uma sequência de memes e imagens do ex-jogador.

<><> Milei compartilha ataque contra Lula

A postagem não foi o primeiro ataque de Gimenez a Lula no fim de semana. Horas antes, o republicano havia chamado o presidente brasileiro de “corrupto e criminoso” e responsabilizado o petista pela deterioração das relações entre Brasil e Estados Unidos.

O ataque ganhou ainda maior repercussão depois que o presidente argentino, Javier Milei, compartilhou a postagem de Gimenez em seu perfil no X.

O gesto ocorre em meio à grave crise diplomática entre Brasil e Argentina. Milei voltou recentemente a atacar Lula publicamente, chamando-o de “ladrão” e “corrupto”, além de fazer críticas ao Judiciário brasileiro. O governo brasileiro reagiu rebaixando o nível da representação diplomática em Buenos Aires.

Milei é apoiador do senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula na eleição presidencial brasileira.

<><> Ofensiva de Trump contra o governo Lula

As provocações de Gimenez ocorrem em meio à escalada da tensão entre Brasília e Washington desde a volta de Trump à Casa Branca.

O governo norte-americano impôs tarifas de 50% sobre produtos brasileiros e vinculou publicamente parte da ofensiva ao processo contra Jair Bolsonaro. Washington também adotou sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, enquanto Lula passou a colocar a defesa da soberania brasileira no centro da reação do governo.

A tensão atingiu também o campo diplomático. Na última semana, os Estados Unidos revogaram o visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti. O governo brasileiro rejeitou as justificativas apresentadas por Washington e denunciou a crescente interferência norte-americana em assuntos internos do país.

•        PF encontra foto de Lira, Ramagem e aliados em piscina com investigado no esquema do INSS

Uma fotografia encontrada pela Polícia Federal no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA) mostra uma confraternização com políticos e o advogado Willer Tomaz, investigado na Operação Sem Desconto. A imagem foi localizada durante a nova etapa da apuração sobre lavagem de dinheiro relacionada às fraudes nos descontos de aposentadorias e pensões do INSS.

Segundo a revista Piauí, que obteve o registro, aparecem na foto Arthur Lira (PP), Alexandre Ramagem (PL), Juscelino Filho, Paulo Azi (União Brasil), Angelo Coronel, Diego Coronel, Angelo Coronel Filho e Marcinho Oliveira, além de Weverton e Willer Tomaz.

O encontro ocorreu em 23 de abril de 2023 no Rancho Tomaz, propriedade do advogado em Planaltina, no Distrito Federal.

Weverton Rocha está entre os alvos da Operação Sem Desconto. A nova fase foi deflagrada na terça-feira (4), com 18 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e no Maranhão, autorizados pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.

A PF investiga uma possível ligação entre o senador e Willer Tomaz por meio de empresas, sociedades patrimoniais e postos de combustíveis. A suspeita é de que essa estrutura tenha sido usada para movimentar e ocultar recursos relacionados ao esquema investigado no INSS.

Segundo os investigadores, contas de postos teriam financiado compras de fazendas, terrenos e máquinas agrícolas e realizado transferências para empresas que disponibilizariam recursos ao senador.

Uma filha de Weverton também aparece na apuração por supostamente participar da gestão financeira dos estabelecimentos. Familiares do parlamentar e Willer Tomaz foram alvo das medidas judiciais.

A presença dos políticos na fotografia, porém, não significa participação no suposto esquema. Até o momento, as informações apresentadas não indicam que os demais nomes retratados sejam investigados na Operação Sem Desconto.

<><> Foragido, Ramagem tenta explicar foto com Willer Tomaz e Lira em piscina do “Grupo Seleto”

Alexandre Ramagem se pronunciou neste domingo (9) sobre a fotografia encontrada pela Polícia Federal (PF) no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA) que o mostra em uma confraternização na propriedade do advogado Willer Tomaz, alvo de buscas da Operação Sem Desconto. Na imagem também aparecem Arthur Lira (PP-AL) e outros parlamentares.

Ramagem tentou minimizar o episódio, classificou o encontro como uma confraternização privada e voltou a recorrer ao discurso de perseguição política. Cassado e foragido após ser condenado pela trama golpista, o ex-chefe da Abin também chamou de “farsa” o golpe pelo qual foi condenado.

A fotografia, revelada pela revista Piauí, foi feita em 23 de abril de 2023 no Rancho Tomaz, em Planaltina, no Distrito Federal.

Além de Ramagem, Lira, Weverton e Willer, aparecem no registro Juscelino Filho (PSDB-MA), Elmar Nascimento (União-BA), Paulo Azi (União-BA) e Efraim Filho (PL-PB). Parte do grupo está dentro da piscina e outros aparecem ao redor.

<><> Ramagem fala em perseguição

Segundo Ramagem, o evento reuniu parlamentares e familiares e contou com a apresentação de um cantor que seria cliente do escritório de Willer Tomaz.

“O advogado é proprietário de escritório que representa diversos parlamentares, de direita, esquerda e centro, diversas empresas brasileiras e estrangeiras, além do próprio artista que se apresentou”, afirmou.

O ex-deputado também procurou se distanciar politicamente de Arthur Lira, dizendo que sempre o criticou quando discordou de sua atuação.

“Nunca deixei de criticar e ser voz pública ativa sempre que entendi haver condução com irregularidades ou contra a direita.”

Em seguida, Ramagem associou a repercussão da foto à perseguição que o bolsonarismo afirma sofrer.

“Assim como ocorre com a maior figura política de direita do nosso país, podem revirar minha vida, tentar difamar, inventar, constranger, que não vai ter resultado. Não tenho nada de desvio, corrupção ou favorecimentos. Tiveram que inventar uma farsa de golpe para me perseguir e tentar me afastar da vida pública.”

A referência indireta é a Jair Bolsonaro. Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão pela trama golpista, teve o mandato cassado e está foragido.

<><> Willer Tomaz e a investigação do INSS

A relevância do registro está no contexto em que foi encontrado. Willer Tomaz foi alvo de busca e apreensão na investigação que apura lavagem de dinheiro relacionada ao esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS.

A PF investiga repasses superiores a R$ 11 milhões de empresas relacionadas ao advogado para Samya Rocha, esposa de Weverton Rocha.

Os investigadores também apuram a compra de uma casa avaliada em R$ 6 milhões no Lago Sul, em Brasília, onde o senador reside. O imóvel teria sido adquirido por uma empresa vinculada a Willer.

A investigação suspeita que empresas, sociedades patrimoniais e postos de combustíveis tenham sido utilizados para movimentar e ocultar recursos. A defesa de Willer nega irregularidades.

É nesse cenário que a foto encontrada no celular de Weverton passou a ser analisada. Ela registra a proximidade entre o senador, o advogado que se tornou alvo da PF e políticos de peso em uma confraternização realizada na propriedade de Willer.

•        Condenado por estelionato organizou encontro de Flávio Bolsonaro com empresários em SP

Um homem com pelo menos duas condenações por estelionato foi responsável pela organização de um encontro de Flávio Bolsonaro (PL) com empresários e políticos em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, segundo apuração do ICL Notícias.

O almoço ocorreu nesta sexta-feira (7), na churrascaria Vivano, e reuniu cerca de 60 empresários da região. O prefeito Tite Campanella também participou da agenda do candidato do PL à Presidência.

O organizador foi identificado como Lucas Jeronymo de Moraes. Após o evento, o secretário municipal de Planejamento, Fábio Cruz, agradeceu publicamente pela organização, chamou Lucas de “amigo” e classificou seu trabalho como “brilhante”, segundo o ICL.

O histórico judicial do empresário, porém, chama atenção. Lucas foi condenado em 2018 a um ano e três meses de prisão por estelionato, com substituição da pena. Anos depois, voltou a ser condenado pelo mesmo crime em um processo relacionado a falsas promessas de carreira no futebol.

Nesse segundo caso, Lucas se aproximou da família de um jovem que sonhava em se tornar jogador profissional. Segundo a acusação, apresentou-se como alguém capaz de conseguir oportunidades no exterior e, posteriormente, no Palmeiras.

Para dar credibilidade à história, teria mostrado fotografias ao lado de pessoas conhecidas do futebol e afirmado que Leila Pereira havia feito uma proposta milionária pelo atleta.

A família desembolsou cerca de R$ 84 mil com supostas taxas, documentos e despesas. Em 2024, a Justiça paulista manteve em segunda instância a condenação de Lucas a um ano e dois meses de reclusão, substituída por serviços comunitários, além do pagamento de dez salários mínimos à vítima.

O nome do empresário já havia aparecido em outras controvérsias no futebol. Em 2021, o Fantástico mostrou casos envolvendo ex-namoradas, atletas e sua participação na intermediação de um patrocínio frustrado do São Paulo.

Apesar do histórico, Lucas circulou nos bastidores do encontro de Flávio e recebeu elogios de integrante da administração municipal.

Segundo o texto-base, Flávio Bolsonaro e Tite Campanella não haviam se manifestado sobre a participação de Lucas na organização do evento.

•        Bilionário do agro é apontado pela PF como financiador de esquema ligado a Mauro Mendes

O vice-prefeito de Lucas do Rio Verde (MT), Joci Piccini (União), e empresas de sua família tiveram bens bloqueados em uma investigação da Polícia Federal sobre uma operação financeira que teria beneficiado pessoas ligadas ao então governador Mauro Mendes (União).

As medidas fazem parte da Operação Heritage e foram autorizadas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal. Segundo a decisão, empresas do Grupo Piccini foram identificadas pela PF como responsáveis pelo aporte inicial de dinheiro usado na compra de créditos relacionados ao esquema investigado.

A apuração acompanha uma transação envolvendo direitos creditórios da Oi contra o Estado de Mato Grosso. Esses créditos foram comprados inicialmente por R$ 80 milhões e posteriormente revendidos a fundos de investimento. Depois, o governo estadual firmou acordo de R$ 308 milhões para encerrar a disputa judicial.

A PF sustenta que parte desses recursos teria circulado por diferentes fundos até chegar a empresas relacionadas às famílias de Mauro Mendes e de seu então chefe da Casa Civil, Fábio Garcia.

Um dos caminhos identificados passa pelos fundos Zurich FIM e London FIP. Este último adquiriu participações da Parecis Bioenergia pertencentes ao fundo 5M Capital, ligado à família Mendes por meio da GS Heritage.

Na avaliação registrada por Dino, a operação teria permitido transferir dinheiro público para patrimônio privado sob aparência de negócio societário regular.

Joci Piccini e seu irmão, Hilário Renato Piccini, também tiveram sigilos fiscal e bancário quebrados. A decisão alcançou empresas como Amazônia Máquinas, Parecis Bioenergia, Dona Iracema Participações e Araguaia Agrícola.

Piccini é ainda presidente da Fundação Rio Verde, responsável pela Show Safra, uma das principais feiras do agronegócio do país.

Mauro Mendes nega irregularidades. Segundo ele, o acordo foi analisado pela Justiça, pelo Tribunal de Contas e pelos Ministérios Públicos estadual e de Contas e foi considerado legal.

 

Fonte: Fórum

 

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