Imprensa,
poder e a construção da hegemonia do futebol no Brasil
A
hegemonia do futebol no imaginário esportivo do Brasil não é um fenômeno da
natureza, mas resultado de um século de escolhas políticas, exclusões legais e
instrumentalizações ideológicas que a imprensa ajudou, de forma ativa ou
omissa, a consolidar e perpetuar. O ponto de partida para essa discussão é
reconhecer que o futebol chegou ao Brasil como apenas mais um dentre vários
esportes importados pela elite anglófila no início do século XX. O que o
distinguiu de seus contemporâneos não foi nenhuma superioridade intrínseca ao
jogo, mas uma conjuntura histórica específica: um esporte que, por exigir
poucos recursos materiais, escapou dos clubes de elite para as várzeas e os
terrenos baldios de uma nação em acelerada urbanização, criando uma base
popular massiva que nenhuma outra modalidade conseguiu replicar. Essa
popularização espontânea, contudo, não explica a institucionalização. Foi a
decisão política de profissionalizar o futebol em 1933, durante o governo
Vargas, que deu ao esporte uma arquitetura organizacional sem equivalente entre
as demais modalidades. E foi a Rádio Nacional, inaugurada em 1936 e rapidamente
convertida em veículo de transmissão das partidas, que transformou o futebol em
ritual coletivo dominical de alcance nacional. Já nesse momento fundacional, a
decisão editorial foi determinante para hierarquizar o campo esportivo
brasileiro. Não houve nada de natural nessa escolha, houve política de
comunicação a serviço de um projeto de coesão nacional.
O mesmo
governo que profissionalizou o futebol adotou, oito anos depois, uma das
decisões mais reveladoras e menos discutidas pela imprensa esportiva na
história do esporte brasileiro: o Decreto-Lei nº 3.199, de 1941, que, em seu
artigo 54, vetava às mulheres a prática de esportes considerados “incompatíveis
com a natureza feminina”, categoria na qual se enquadrava o futebol. A
proibição permaneceu vigente até 1979 e só foi regulamentada, para permitir o
futebol feminino, em 1983. Quatro décadas inteiras em que metade da população
estava legalmente impedida de praticar o esporte mais popular do país. Quando a
norma finalmente caiu, o futebol masculino já havia acumulado meio século de
vantagem institucional, midiática e simbólica, tornando a assimetria praticamente
autossustentável. A questão que o jornalismo esportivo raramente formula, e que
deveria ser central em qualquer discussão sobre o futebol feminino no Brasil, é
se as mulheres que hoje jogam profissionalmente chegaram atrasadas por
desinteresse ou foram impedidas de chegar. A diferença não é semântica, é a
diferença entre um atraso cultural e uma exclusão política deliberada, e o modo
como a imprensa enquadra essa distinção determina se o debate avança ou fica
estagnado.
Durante
a ditadura civil-militar de 1964, a instrumentalização do futebol pelo Estado
atingiu seu paroxismo. O regime investiu em estádios, facilitou transmissões
televisivas e celebrou vitórias, notadamente a Copa de 1970, transformada em
propaganda do “Brasil Grande” no momento mais brutal da repressão. A
apropriação foi tão eficaz porque contou com a colaboração, nem sempre forçada,
de uma imprensa esportiva que raramente se interrogou sobre o uso político do
espetáculo que narrava. O caso do atacante Reinaldo, do Atlético Mineiro, é
sintomático dessa ambiguidade constitutiva, pois seu gesto de punho cerrado
após os gols, referência direta aos movimentos de luta negra nos Estados
Unidos, foi percebido pelo regime como ameaça suficiente para justificar perseguição.
A Comissão de Anistia reconheceu oficialmente essa perseguição décadas depois,
concedendo indenização ao ex-jogador. O que o episódio demonstra não é apenas
que a ditadura temia a politização do futebol, mas que o futebol-espetáculo,
supostamente o grande anestésico nacional, era também arena de disputa em que
gestos simbólicos podiam custar carreiras e liberdades. A imprensa esportiva da
época, em larga medida, não narrou esse conflito e, ao não narrá-lo, contribuiu
para sedimentar a imagem de um esporte domesticado, despolitizado, seguro para
o consumo coletivo acrítico.
A
televisão, ao chegar ao Brasil nos anos 1950, não precisou decidir qual esporte
priorizar, já que a escolha já estava feita pela inércia histórica. A Copa de
1950 e a construção do Maracanã, as vitórias de 1958, 1962 e 1970, cada um
desses eventos foi transformado em capítulo de uma épica nacional que o
jornalismo esportivo narrou com instrumentos retóricos normalmente reservados à
fundação de mitos. Esse trabalho narrativo não é neutro. Ao construir o futebol
masculino como expressão máxima da identidade brasileira, a imprensa produziu
simultaneamente a invisibilidade de outras formas de pertencimento esportivo. A
chegada da televisão por assinatura nos anos 1990 e a globalização do futebol
europeu aprofundaram a assimetria; clubes brasileiros passaram a movimentar
cifras que nenhum outro esporte nacional poderia alcançar, não por mérito
esportivo, mas por contingências de mercado global retroalimentadas por décadas
de investimento midiático desigual. O ciclo virtuoso do futebol tornou-se, para
as demais modalidades, um ciclo vicioso de exclusão, e a imprensa, ao seguir a
audiência que ela mesma havia formado, completou o circuito.
Os
Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, ofereceram a mais poderosa
refutação disponível à tese da inevitabilidade. Por 15 dias, o Brasil se
reconheceu em 19 medalhas distribuídas por 12 esportes diferentes. Isaquias
Queiroz, canoísta negro de origem humilde, conquistou três medalhas, feito
inédito na história olímpica brasileira. Rebeca Andrade iniciava ali a
trajetória que a conduziria ao estrelato mundial na ginástica artística. Cento
e setenta mil pessoas foram ao Parque Olímpico da Barra em um único sábado. O
que esse episódio demonstra é ao mesmo tempo óbvio e sistematicamente ignorado:
quando há investimento, infraestrutura de qualidade e, sobretudo, cobertura
jornalística contínua com construção narrativa sofisticada, o público
brasileiro responde com entusiasmo a múltiplos esportes. A monocultura do
futebol não reflete uma preferência cultural imutável, é a consequência
previsível de escolhas editoriais persistentes. A pergunta que o jornalismo
esportivo brasileiro deveria ter feito, e não fez com a profundidade que o tema
exigia, é por que aquele investimento, aquela atenção, aquela paixão não se
sustentaram depois que o Comitê Olímpico Internacional deixou o país.
O caso
de Isaquias Queiroz adquire contornos ainda mais reveladores quando se
considera que o Clube de Regatas do Flamengo, maior faturamento do futebol
brasileiro, optou por encerrar seus investimentos na canoagem, modalidade que o
próprio clube ajudou a construir historicamente, precisamente no período em que
o atleta acumulava títulos olímpicos. A decisão expõe o limite do discurso
meritocrático que o jornalismo esportivo frequentemente mobiliza como moldura
interpretativa, pois, no campo esportivo brasileiro, resultados de excelência
não asseguram reconhecimento institucional. A meritocracia, como retórica,
funciona para naturalizar a desigualdade, e o jornalismo que a reproduz
acriticamente cumpre função ideológica precisa.
O
futebol feminino fornece o exemplo mais imediato dessas hierarquias em
operação. A Confederação Brasileira de Futebol e a Conmebol criaram, nos
últimos anos, exigências normativas que condicionam a participação de clubes da
Série A masculina à manutenção de equipes femininas. A medida é relevante do
ponto de vista regulatório, mas revela seus próprios limites, pois quando o
Fortaleza Esporte Clube foi rebaixado para a Série B, em 2025, deixou de estar
sujeito à exigência e encerrou suas atividades no futebol feminino, a despeito
da equipe ter conquistado, no mesmo ano, vaga inédita na Série A1 do Campeonato
Brasileiro, além do título do Campeonato Cearense e da Copa Maria Bonita. O
Flamengo, por sua vez, anunciou uma “readequação financeira” que, na prática,
configurou corte orçamentário significativo e a demissão da técnica Rosana
Augusto, que havia conduzido a equipe a 13 vitórias em 19 jogos. Em ambos os
casos, o desempenho esportivo foi irrelevante para a decisão institucional. A
cobertura jornalística desses episódios, quando existiu, tendeu a enquadrá-los
como questões administrativas, raramente os situando no contexto histórico de
exclusão legal e estrutural que os torna inteligíveis.
A
dimensão racial da hegemonia futebolística merece análise igualmente rigorosa.
O reconhecimento simbólico concedido a atletas negros como grandes ídolos de
seus clubes convive, de forma aparentemente paradoxal, com a ausência quase
total de treinadores negros nas posições de comando do futebol de elite, na
Série A do Campeonato Brasileiro. Não há atualmente nenhum técnico negro em
atividade, tendo sido Roger Machado, à frente do Internacional, o último a
ocupar tal posição, até sua demissão em 2025. A aparente democracia racial do
futebol brasileiro, tão frequentemente celebrada pela imprensa como evidência
de mobilidade social, oculta a persistência de mecanismos estruturais que
convertem corpos negros em capital simbólico e espetacular sem estendê-los às
instâncias de poder e decisão. O caso de Vinícius Júnior, atacante do Real
Madrid que denuncia sistematicamente episódios de injúria racial em estádios
europeus, é paradigmático, já que parte do discurso midiático passou a
enquadrar suas denúncias como fator de desestabilização do espetáculo,
deslocando o foco do racismo estrutural para a suposta conduta do atleta. Esse
mecanismo de responsabilização da vítima não é desvio do jornalismo esportivo,
mas expressão de uma cultura editorial que reproduz as hierarquias que deveria
examinar.
Existe
uma tensão genuína entre a hegemonia do futebol como produto histórico de
exclusões e instrumentalizações e o futebol como cultura popular autêntica com
enraizamento afetivo real e profundo. Não se trata de duas realidades
mutuamente exclusivas, é precisamente porque o futebol se tornou cultura
popular genuína que sua instrumentalização foi tão eficaz e sua hegemonia tão
difícil de contestar. Não é que o futebol não mereça a centralidade afetiva que
ocupa, mas que essa centralidade foi produzida em condições historicamente
específicas, assim, reconhecer sua construção é o primeiro passo para imaginar
um campo esportivo mais plural e mais justo. A imprensa tem papel determinante
nesse processo, não porque seja onipotente, mas porque a construção narrativa
é, precisamente, o que a distingue da simples transmissão de resultados.
O que
se perdeu ao longo de um século de acumulação desigual de vantagens, que outras
dramaturgias, formas de pertencimento coletivo, possibilidades de representação
para mulheres, negros e periféricos ficaram pelo caminho, porque nunca
receberam a infraestrutura institucional, econômica e midiática necessária para
competir em igualdade de condições. Ginásios quase sempre vazios não são
sintoma de desinteresse cultural, mas resultado visível de décadas de
desinvestimento, invisibilidade editorial e ausência de narrativas que pudessem
transformar outros esportes em eventos significativos. A monocultura esportiva,
como toda monocultura, empobrece o solo, e o jornalismo que a celebra como
paixão natural, sem interrogar sua genealogia, é parte constitutiva do problema
que deveria diagnosticar.
• Futebol, geografia e poder: uma breve
análise geopolítica das Copas do Mundo (1930-2026). Por Francisco Fernandes
Ladeira
A época
da Copa do Mundo é uma excelente oportunidade para se estudar Geografia. Mais
do que uma competição esportiva, esse evento reflete a situação geopolítica e
as condições geográficas de diferentes contextos. Migrações internacionais,
colonialismo europeu, governos autoritários, soft power, abalos sísmicos e
conflitos, entre outras questões, marcam a quase centenária história da Copa do
Mundo.
Em
1930, na primeira Copa, realizada no Uruguai – então principal potência do
futebol, que comemorava o centenário de sua primeira constituição – as viagens
intercontinentais eram realizadas, primordialmente, de navio. Era muito custoso
e demorado atravessar o Oceano Atlântico, por exemplo. A viagem durava entre 15
e 20 dias. Assim, apenas quatro seleções europeias se dispuseram a disputar o
torneio: Bélgica, França, Iugoslávia e Romênia. Naquele contexto, ainda não se
falava em “globalização”.
Quatro
anos depois, a Copa do Mundo deveria ter sido disputada na Suécia, mas o país
escandinavo desistiu do evento por problemas financeiros. Assim, a sede foi
transferida para a Itália, então sob o regime fascista de Benito Mussolini,
que, percebendo o significado geopolítico do torneio, esteve presente em todos
os jogos.
Seguindo
o revezamento de sedes entre América do Sul e Europa, o Mundial de 1938 deveria
ter sido disputado em território sul-americano. Mas, devido a uma manobra da
FIFA, a França – país de origem do presidente da entidade, Jules Rimet – foi
escolhida como sede. Em protesto, as seleções sul-americanas se recusaram a
participar (exceção do Brasil). Por outro lado, a Espanha, que atravessava uma
guerra civil, nem disputou a fase de Eliminatórias. Reza a lenda que, antes da
decisão entre Itália e Hungria, o anteriormente citado Mussolini enviou um
telegrama com os dizeres “Vincere o morire!” (“Vencer ou morrer!”) ao então
capitão da seleção italiana, Giuseppe Meazza.
Na
década seguinte, a influência política no torneio futebolístico foi mais
radical. As Copas programadas para 1942 e 1946 não foram realizadas por causa
da Segunda Guerra. Com o continente europeu devastado pelo principal conflito
armado da história, em 1950 a Copa voltou a ser disputada em um país
sul-americano. No caso, o Brasil. O Mundial seguinte teve a Suíça como sede,
país que não se envolveu na Segunda Guerra. Aliás, os suíços são historicamente
conhecidos pela neutralidade em conflitos. Portanto, na época, o país contava
com a infraestrutura intacta para receber os jogos do torneio.
O mesmo
critério foi adotado para a escolha da sede de 1958: a Suécia. Naquele ano,
pela primeira vez, todas as nações que formam o Reino Unido estiveram presentes
numa Copa do Mundo: Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales. Este
último se classificou para o torneio após disputar uma repescagem contra Israel
– que, na época, jogava as eliminatórias asiáticas, sob boicote dos países da
Liga Árabe.
Em
1962, no Chile, houve a Copa da superação. Dois anos antes, o país andino –
localizado em uma zona de alta instabilidade geológica, resultado do choque
entre a Placa de Nazca e a Placa Sul-Americana – sofreu um devastador
terremoto. No Mundial seguinte, sediado na Inglaterra, Eusébio, da seleção
portuguesa, foi o artilheiro, com nove gols marcados. No entanto, o jogador
nasceu em Moçambique, no continente africano, então província ultramarina de
Portugal.
Em
determinadas ocasiões, sediar uma Copa do Mundo é uma importante vitrine para
um país demonstrar sua ascensão no cenário global. Foi o caso do emergente
México, em 1970. Nas Eliminatórias para o Mundial seguinte, disputado na
Alemanha, a seleção da União Soviética se recusou a jogar contra o Chile no
Estádio Nacional de Santiago, usado como centro de detenção e tortura pela
ditadura militar de Augusto Pinochet. Quatro anos depois, foi a vez dos
militares que comandavam a Argentina instrumentalizarem o mundial, vencido pelo
país em seu território, como propaganda política.
Na Copa
de 1982, realizada na Espanha, o xeque do Kuwait, Fahid Al-Ahmad Sabah, também
dirigente da confederação de futebol do país, invadiu o campo e exigiu que o
árbitro soviético Miroslav Stupar anulasse um gol da França contra sua seleção.
A alegação foi de que os defensores kuwaitianos pararam a jogada porque haviam
ouvido um apito vindo das arquibancadas e, por isso, o lance deveria ser
paralisado. O árbitro, por sua vez, cedeu à pressão e anulou o lance. Aquele
também foi o primeiro torneio a ter pelo menos um representante de cada
continente habitado do planeta.
Já a
histórica vitória da Argentina sobre a Inglaterra na Copa do México, em 1986 –
com dois gols de Diego Maradona, o primeiro com a mão e o segundo driblando
praticamente todo o time inglês –, representou uma espécie de revanche
argentina pela derrota na Guerra das Malvinas, ocorrida apenas quatro anos
antes da realização da partida. Em 1990, a Alemanha foi campeã um ano depois da
queda do Muro de Berlim, evento que simbolizou tanto a reunificação do país
quanto o fim do socialismo no Leste Europeu. Nesse contexto, os Estados Unidos,
sede da Copa seguinte, despontaram no cenário global como a única
superpotência.
Em
1998, a França ganhou sua primeira taça com uma seleção formada basicamente por
descendentes de imigrantes – filhos e netos da grande onda migratória de
africanos para o continente europeu após a Segunda Guerra Mundial. Quatro anos
depois, enfim, a Copa do Mundo foi realizada fora da América do Sul e da
Europa, e com dois países-sede: Japão e Coreia. Devido ao fuso-horário, os
brasileiros assistiram aos jogos daquele torneio durante a madrugada ou no
início da manhã.
A Copa
de 2006 foi a única até agora disputada pela seleção de um país inexistente:
“Sérvia e Montenegro”. No dia 3 de junho, aproximadamente uma semana antes do
início do torneio, o parlamento servo-montenegrino proclamou oficialmente, após
um referendo realizado em 21 de maio, a divisão do país em dois: Sérvia e
Montenegro.
Como
dito em relação ao México, em 1970, a Copa do Mundo também reflete a ascensão
de determinadas nações. Os mundiais de 2010, 2014 e 2018 – sediados
respectivamente na África do Sul, Brasil e Rússia – simbolizam a força da
aliança intergovernamental de países emergentes conhecida como BRICS. Não é
mera coincidência. Com uma audiência de bilhões de pessoas, a Copa do Mundo,
atualmente, é um dos principais mecanismos de soft power.
A Copa
de 2022 foi disputada nos meses de novembro e dezembro e não no meio do ano,
como é corriqueiro. O motivo: o clima desértico do Catar, país-sede, marcado
por um verão extremamente quente. Logo, seria inviável a realização do torneio
naquela época. Por isso, a transferência para o final do outono. Ainda sobre o
Catar, podemos compreender sua reduzida extensão territorial como consequência
da divisão arbitrária feita pelos europeus no Oriente Médio (as chamadas
“fronteiras artificiais”), cujo objetivo foi criar vários países nessa região,
frustrando assim o surgimento de uma única e forte nação: a Grande Arábia.
Seguindo
a tradição, antes mesmo de seu início, a Copa do Mundo de 2026, que será
disputada nos três países da América do Norte, já tem seus componentes
geopolíticos, como a ameaça do Irã de não disputar o torneio, uma vez que
recentemente o país sofreu agressões de Israel e dos Estados Unidos (uma das
sedes). Além disso, o presidente estadunidense Donald Trump recebeu da FIFA o
“Prêmio da Paz”.
Em
suma, a Copa do Mundo não é apenas futebol. Mesmo quem é indiferente ao esporte
bretão pode aproveitar o momento para conhecer melhor aspectos históricos,
políticos, econômicos, sociais e geográficos de outros países e povos.
Fonte:
Por Maria Luiza Igino e Raquel Turetti Scotton, no Observatório da
Imprensa/Fórum

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