Israel ataca hospital e continua matando em
Gaza enquanto mantém ofensiva na Cisjordânia
Bombardeio
aéreo israelense ao hospital Nasser, em Khan Younis, Gaza matou cinco pessoas
no domingo (23/03) à noite, incluindo um líder político do Hamas e médicos. O
grupo informou a morte de seu líder Ismail Barhoum, que estava no hospital se
tratando de ferimentos sofridos no ataque anterior.
O Hamas
confirmou também a morte de Salah al-Bardaweel, no sábado (22/03), em outro
ataque a Khan Younis. Ambos eram membros do gabinete político, órgão decisório
do Hamas composto por 19 líderes, dos quais 11 pereceram desde o início da
ofensiva de Israel, no final de 2023.
No
total, os taques israelenses vitimaram 45 palestinos em Gaza no domingo. A
maioria dos mortos era civis, de acordo com a autoridade de saúde palestina.
Houve bombardeios por todo o norte, centro e sul da faixa na manhã de domingo e
outros à noite.
As
tropas israelenses também emitiram novas ordens de evacuação a oeste da cidade
de Rafah, na fronteira com o Egito. Homens, mulheres e crianças caminhavam no
domingo por uma estrada de terra carregando seus pertences nos braços porque o
uso de carros foi proibido. Nos últimos dias, as tropas sionistas atacaram
vários automóveis matando civis. Também houve ordens para que as tropas anexassem
áreas de Gaza.
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Deslocamentos sob fogo
“É
um deslocamento sob fogo. A situação é muito
difícil. Há muitos feridos entre nós”, diz Mustafa Gaber, jornalista local que
se desloca com a família atendendo às ordens de evacuação de Israel.
Após os
bombardeios, as tropas sionistas cercaram o campo de refugiados de Tal
al-Sultan, em Rafah. “Há muita ansiedade, especialmente dos pais. Podemos ouvir
explosões massivas a maior parte do dia, disse Hisham Mhanna, porta-voz do
Comitê Internacional da Cruz Vermelha em Gaza.
“Relatos
de vítimas chegam a cada hora e os socorristas não conseguem chegar a todos os
locais porque é perigoso ou porque eles não têm combustível suficiente. Não
para: ordens de evacuação, explosões, hospitais cheios de vítimas e agora a
escassez de alimentos”, acrescenta Mhanna em reportagem do The Guardian.
Indicando
intensão de intensificar ainda mais a ofensiva, o exército sionista disse no
domingo que uma de suas divisões que atuou contra o Hezbollah no Líbano estava
se preparando para ir para Gaza. Desde que Israel rompeu unilateralmente o cessar-fogo,
na terça-feira (18/03) passada, mais de 600 palestinos foram mortos em
Gaza, um terço deles crianças. Desde dezembro de 2023, o número total de mortos nas
agressões do exército sionista superam os 50 mil, sem contar os que
continuam sob os escombros e as vítimas indiretas da guerra.
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Desnutrição aumenta
Ao
mesmo tempo, médicos e trabalhadores humanitários alertam que a desnutrição
cresce em Gaza após mais de três semanas de bloqueio israelense total à entrada
de suprimentos. Organizações de ajuda humanitária disseram que estavam
reduzindo a distribuição de comida para as cozinhas comunitárias que alimentam
cerca de um milhão de pessoas. Muitas das vítimas são crianças pequenas.
“Em
algum momento, simplesmente ficaremos sem suprimentos e as coisas ficarão
desesperadoras”, disse um funcionário da Organização das Nações Unidas (ONU)
que trabalha em Gaza.
Seis
das 23 padarias operadas pelo Programa Mundial de Alimentos da ONU já deixaram
de funcionar por falta de gás e as demais tinham estoque de farinha para mais
seis dias. “É evidente que as pessoas estão abaixo do peso. A população é muito
jovem e as crianças precisam de alimentos nutritivos”, disse Khamis Elessi,
médico da Cidade de Gaza.
“As
pessoas estão desnutridas. Posso ver que minhas incisões cirúrgicas não estão
cicatrizando vem”, disse Feroze Sidhwa, médico norte-americano qeue é
voluntário em Gaza
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44 mil deslocados na Cisjordânia
Ao
mesmo tempo, as forças israelenses realizaram vários ataques à Cisjordânia
ocupada durante a noite de domingo, incluindo as cidades de Silat al-Harithiya,
Qalqilya e Qatanna, além das aldeias de Shuqba e al-Mughayyir, perto de
Ramallah, segundo informou a agência Wafa.
As
ofensivas de Israel contra a Cisjordânia se intensificadas desde 21 de janeiro
sobretudo nos campos de refugiados de Jenin, Tulkarem e Nur Shams. Segundo os
Médicos Sem Fronteiras (MSF), dezenas de palestinos foram mortos e 44 mil
deslocados de suas casas na Cisjordânia nos últimos dois meses.
Repetindo
o que ocorreu em Gaza, o exército israelense vem destruindo as casas e
infraestrutura das áreas desocupadas para que os deslocados não possam retornar
e para preparar o terreno para novos colonos. Este final de semana a prefeitura
de Jenin denunciou que Israel ordenou a demolição de mais 66 edifícios que
englobam cerca de 300 residências.
“As
pessoas não conseguem retornar para suas casas porque as forças israelenses
bloquearam o acesso aos campos, destruindo casas e infraestrutura”, disse o
diretor de operações dos MSF, Brice de la Vingne. “Israel deve parar com isso e
a resposta humanitária precisa ser ampliada”.
Os MSF
descreveram a situação dos deslocados como “extremamente precária”. “As pessoas
estão sem abrigo adequado, sem serviços essenciais ou acesso a cuidados de
saúde”. Segundo a organização, a escala da destruição dos campos e de
deslocamentos forçados “não era vista há décadas na Cisjordânia ocupada”.
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ONG israelita denuncia colonos ilegais protegidos pelo
exército
Embora
concentrada nos três campos de refugiados, os ataques israelenses na
Cisjordânia não se restringem a essas áreas. Em várias regiões desse território
palestino ocupado, aumentam as ocupações ilegais de propriedades palestinas por
colonos israelenses, com apoio do exército.
Em Tel
Rumeida, em Hebron, colonos israelenses tomaram a casa de uma família quando
eles saíram para fazer a quebra do jejum do Ramadã. Quando a família voltou,
soldados israelenses os impediram de se aproximar da casa e a polícia se
recusou a registar uma reclamação.
Os
colonos alegam que compraram a casa, mas os palestinos negam. O caso, apenas um
exemplo em meio a centenas, foi denunciado pelo grupo de direitos humanos
israelense Peace Now.
“É hora
de parar com o absurdo de que um punhado de colonos messiânicos determinem a
política externa e de segurança de um país inteiro”, disse o Peace Now. “O
governo é responsável e pode e deve evacuar os colonos imediatamente.”
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UE diz que Israel deve
responder a ataques de ‘modo proporcional’
A alta
representante da União Europeia para a Política Externa, Kaja Kallas, declarou
nesta segunda-feira (24/03) que embora Israel “tenha o
direito de se defender contra ataques terroristas”, suas forças “têm que
responder de modo proporcional”.
Segundo
a representante europeia, o governo de Benjamin Netanyahu “tem o direito de se
defender contra ataques terroristas vindos do Hamas, dos Houthis ou do
Hezbollah, mas as ações militares devem ser proporcionais”, além disso, “os
ataques israelenses na Síria e no Líbano correm o risco de provocar uma nova
escalada” de violência.
A
declaração de Kallas ocorreu ao lado do ministro das Relações Exteriores
israelense, Gideon Saar, que a recebeu durante uma visita a Jerusalém para
discutir os confrontos na região.
“Somos
testemunhas de uma escalada perigosa, que cria uma incerteza insustentável para
os reféns [israelenses] e suas famílias, ao mesmo tempo que gera horror e morte
entre os palestinos”, disse Kallas sobre o fim da trégua entre Hamas e Israel,
que voltou a atacar a Faixa de Gaza na última semana após dois meses de
cessar-fogo e já deixou centenas de mortos.
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Para
Kallas, é fundamental que as negociações para um cessar-fogo retornem à região,
já que um acordo “é o único modo viável de acabar com o sofrimento de todos os
lados”.
“A UE
acolhe de modo favorável o plano do Egito para a reconstrução de
Gaza.
O bloco também não vê nenhum papel para o Hamas no novo governo palestino”,
reforçou a europeia.
Já
Saar, que afirmou “ser natural” que seu país espere receber apoio da UE nos
conflitos em curso contra o “terrorismo islâmico”.
“Irã,
Houthis, Hamas e Hezbollah nos atacam porque somos vizinhos. Mas não se iludam,
a guerra é contra a civilização ocidental, contra seus valores e estilo de
vida”, disse o ministro, acrescentando que os israelenses “ainda não decidiram
se irão impor um governo militar em Gaza”.
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Israel rebate papa
Além
das declarações de Saar, Israel respondeu também nesta segunda-feira (24/03) às
críticas do papa Francisco à retomada dos
bombardeios na Faixa de Gaza e assegurou que os ataques buscam “reduzir ao
mínimo os danos aos civis”.
“A
operação israelense é conduzida em plena conformidade com o direito
internacional. Enquanto o Hamas atinge civis deliberadamente, Israel adota
medidas extraordinárias para reduzir ao mínimo os danos a civis”, diz uma nota
divulgada pela embaixada do país na Santa Sé.
Apesar
da afirmação de Tel Aviv, a Organização das Nações Unidas já revelou que mais de 70% das vítimas em Gaza são
mulheres e crianças.
Além disso, Israel desrespeita a ordenação da Convenção de Genocídio, a qual
faz parte, para que evite atos de limpeza étnica do povo palestino em meio a
sua guerra contra o Hamas.
No
texto de seu Angelus, tradição oração católica, do último domingo (23/03), o
Papa se disse “entristecido” com o “recomeço dos intensos bombardeios
israelenses na Faixa de Gaza, com tantos mortos e feridos”, e pediu “coragem
para retomar o diálogo” em prol da libertação dos reféns e de um cessar-fogo
definitivo.
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“Na
Faixa de Gaza, a situação humanitária é novamente muito grave e exige um
empenho urgente das partes beligerantes e da comunidade internacional”, afirmou
Francisco.
Já
Israel culpou a falta de progressos nas negociações para a soltura dos reféns
pela retomada do conflito e acusou o Hamas de ter utilizado a trégua que
vigorou no enclave por dois meses para “reconstruir seu arsenal militar”. “59
reféns ainda são mantidos em Gaza em condições desumanas e sofrendo abusos
físicos e psicológicos. O Estado de Israel acredita que seja seu dever moral e
ético trazê-los para casa”, acrescenta a nota da embaixada na Santa Sé.
“Israel
continua determinado a alcançar seus objetivos: garantir a libertação de todos
os reféns, desmantelar as capacidades de governo e militares do Hamas e remover
a ameaça terrorista da Faixa de Gaza para impedir outro 7 de outubro”, conclui
o comunicado.
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Israel cria agência para
expulsar a população de Gaza, onde o número de mortos já ultrapassa 50 mil
Neste domingo, dia em que o número de mortos
nos ataques israelenses em Gaza no último ano e meio ultrapassou 50.000,
segundo as autoridades locais, o governo israelense delineou o que pretende ser
o quadro jurídico e administrativo para executar seu plano de deportação dos
habitantes da Faixa de Gaza. Uma operação de limpeza étnica, de acordo com o
direito internacional. Isso foi aprovado no início da manhã pelo gabinete de
segurança, que toma as principais decisões relacionadas à guerra. Enquanto isso,
centenas de moradores de Gaza continuam morrendo como parte da nova ofensiva
desencadeada desde que o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu
ordenou inesperadamente a ruptura do cessar-fogo de janeiro com o Hamas na
terça-feira.
Entre os mortos nas últimas horas está um
importante líder da milícia islâmica, Salah al-Bardaweel, 66, de acordo com o
Hamas — e posteriormente confirmado por Israel — que detalha que ele morreu
junto com sua esposa sob bombas na cidade de Khan Yunis, no sul do país. Ele
era considerado uma figura histórica no grupo e um homem próximo do principal
líder do movimento, Yahia Sinwar, que morreu em combate em outubro passado.
Por sugestão do ministro da Defesa, Israel
Katz, o gabinete de Netanyahu aprovou uma proposta para estabelecer uma nova
agência dentro do ministério para tentar fazer com que os palestinos deixem
Gaza, de acordo com uma declaração publicada pela mídia local. Apesar de todos
os argumentos contrários, Katz sustenta que esta é uma iniciativa dentro do
direito israelense e internacional. O objetivo, segundo o texto, é “preparar e
permitir a passagem segura e controlada dos moradores de Gaza para sua saída voluntária
para terceiros países”. Isso inclui “proteger seus movimentos, estabelecer
rotas de movimento, controlar pedestres em travessias designadas na Faixa de
Gaza e coordenar o fornecimento de infraestrutura que permitirá a passagem por
terra, mar e ar para os países de destino”. O responsável por esta operação
será anunciado por Katz em breve, acrescentou a mídia israelense, citando a
mesma fonte.
Além da ilegalidade desta operação e da ampla
rejeição internacional à expulsão dos habitantes de Gaza, o governo israelense
ainda não encontrou países de destino para essas centenas de milhares de
cidadãos. Ele tentou isso primeiro com a Jordânia e o Egito, e depois com o
Sudão, a Somália e a autoproclamada república da Somalilândia. O governo também
não dá detalhes sobre como realizará essas expulsões, disfarçadas sob o
eufemismo de saídas voluntárias do território.
O plano de deportação representa outra
estratégia de pressão que se junta à militar. De qualquer forma, muito poucos,
dentro e fora de Israel, veem essa “limpeza” do enclave palestino, lar de 2,3
milhões de pessoas, como viável, apesar de ter sido amplamente discutida e
defendida pelo próprio Netanyahu e pelo principal responsável pela iniciativa,
o presidente dos EUA, Donald Trump.
De fato, Katz observou que o que foi aprovado
pelo gabinete de segurança neste domingo é feito “de acordo com a visão do
Presidente dos Estados Unidos” e para “permitir que qualquer morador de Gaza
que queira se mudar para um terceiro estado o faça”. O líder republicano chegou
a afirmar, logo após assumir o cargo em janeiro, que sua intenção é esvaziar
Gaza, para que Washington assuma o controle da Faixa e reabilite o território
de 365 quilômetros quadrados em algo como um paraíso turístico às margens do Mediterrâneo.
Enquanto isso, a operação terrestre do
exército israelense está se expandindo, já atingindo o norte, o centro e o sul
da Faixa, com os países mediadores (Catar, Egito e Estados Unidos) incapazes de
impor negociações à máquina de guerra e sem nenhuma ação da comunidade
internacional. Nas últimas horas, os militares estenderam sua presença para a
cidade de Beit Hanun, no norte, vizinha de Beit Lahia, que já estava ocupada
esta semana, na tentativa, segundo porta-vozes militares, de impedir ameaças e
ataques vindos dali ao território israelense. As tropas de ocupação também
continuam operando no corredor Netzarim, que divide o enclave em dois, e na
cidade mais ao sul, Rafah.
Essas são áreas que Israel abandonou desde
que o cessar-fogo acordado com o Hamas em 19 de janeiro entrou em vigor. Agora,
juntamente com os bombardeios aéreos e o avanço da infantaria e dos tanques, o
poder militar também está ordenando movimentações forçadas da população
diariamente. Neste domingo, foram feitas ameaças contra moradores do bairro de
Tel Sultan, em Rafah, que as tropas afirmam estar cercado como parte de uma
campanha que eles chamam de “antiterrorista”.
Em meio a essa violência, o número de mortos
em Gaza devido aos ataques das forças de ocupação israelenses chegou a 50.021,
e o número de feridos agora é de 113.274, de acordo com o Ministério da Saúde
palestino. Esses são os números do massacre desde o início da guerra em 7 de
outubro de 2023, com a morte de cerca de 1.200 pessoas em território israelense
liderada pelo Hamas. Segundo as autoridades locais, há milhares de vítimas que
ainda não foram adicionadas à lista porque são pessoas declaradas desaparecidas
até que seus corpos sejam recuperados dos escombros ou seu paradeiro seja
esclarecido.
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As pressões das ruas
contra Netanyahu
Em Israel, as manifestações continuam sendo
realizadas, atraindo dezenas de milhares de pessoas, especialmente em Tel Aviv
e Jerusalém, para exigir o fim da guerra, um acordo com o Hamas para libertar
os 59 reféns (vivos ou mortos) que ainda estão detidos na Faixa de Gaza e o fim
do que eles consideram uma tendência antidemocrática da coalizão de extrema
direita.
A violação do cessar-fogo, a tentativa de
culpar o Hamas pela nova escalada, o bloqueio de três semanas de ajuda
humanitária à Faixa de Gaza e a intenção de legalizar o plano de deportação de
moradores de Gaza com assistência dos EUA refletem a nova abordagem de
Netanyahu ao conflito. Ele está tentando agradar a ala mais radical de seu
gabinete para manter sua posição. Ele faz isso alimentando a guerra regional
enquanto é perseguido em várias frentes dentro de seu próprio país.
O primeiro-ministro, em uma ação sem
precedentes, agora está pressionando para se livrar do procurador-geral, Gali
Baharav-Miara. Os ministros votaram para removê-la do cargo neste domingo, mas
a Suprema Corte agora pode contestar essa decisão. Manifestantes marchando pelo
centro de Jerusalém hoje se opõem à sua demissão, considerando-a parte da
tendência antidemocrática de Israel de Netanyahu. Esta semana, o presidente
liderou a votação para remover outro alto funcionário, o chefe do serviço de
inteligência interna (Shin Bet), Ronen Bar, que está investigando um suposto
caso de corrupção relacionado a pagamentos do Catar pela comitiva de Netanyahu.
A demissão de Bar, sem precedentes na história do país, foi temporariamente
suspensa pelo Supremo Tribunal Federal. Anteriormente, o primeiro-ministro
havia afastado com sucesso dois outros altos funcionários que ele também
considerava um obstáculo: o ex-ministro da Defesa, Yoav Gallant, e o chefe das
forças armadas, Herzi Halevi.
O desperdício da trégua ordenada por
Netanyahu foi recebido com ataques ao longo da semana pelo Hamas, pela milícia
xiita libanesa Hezbollah e pelos guerrilheiros Houthis do Iêmen. Na quarta
tentativa de atingir território israelense nos últimos dias, os rebeldes
iemenitas lançaram novamente um míssil neste domingo, que o exército afirma ter
interceptado sem causar vítimas ou danos. Isso não impediu que os alarmes
soassem novamente em diferentes regiões de Israel, lembrando à população que,
após um período de relativa calma que durou quase dois meses, os tentáculos de
uma guerra regional estão se espalhando novamente.
Fonte: Opera
Mundi/El País / IHU
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