sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Em longo discurso, Trump reforça agenda patriótica em ano de eleição crucial

O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, fez, na noite de terça-feira (24/2), um discurso inflamado sobre o Estado da União, no qual celebrou o que chamou de "uma virada histórica" americana.

Em um momento em que pesquisas indicam que muitos nos EUA estão insatisfeitos com a situação atual do país — e com a liderança de Trump — o presidente deu poucos sinais de mudança de rumo.

Em vez disso, de olho nas decisivas eleições de meio de mandato, previstas para 3 de novembro, na qual o comando do Congresso pode ficar com a oposição, Trump apresentou um discurso de autopromoção ao país, um chamado patriótico a seus apoiadores leais e provocações a seus adversários políticos.

Foi uma fala marcada por recursos teatrais — momentos pensados para as câmeras, típicos de alguém que já apresentou um reality show.

Logo no início, ele deu as boas-vindas à equipe masculina de hóquei da seleção olímpica dos EUA, presente na galeria. Os atletas ergueram suas medalhas de ouro enquanto republicanos entoavam "USA!" e até os democratas se levantaram para aplaudir.

Mais tarde, Trump homenageou heróis militares, um veterano de 100 anos da Segunda Guerra Mundial e um nadador da Guarda Costeira que resgatou 165 pessoas presas nas enchentes do Texas no ano passado. Este último recebeu a Medalha de Honra do Congresso, e o primeiro, a Legião do Mérito por heroísmo extraordinário.

Embora seu discurso tenha batido um recorde de duração, esses momentos aceleraram o ritmo da noite e se alinharam ao tema central do presidente: patriotismo e realizações americanas.

Seu discurso começou com frases já conhecidas. "Nossa nação está de volta", afirmou. Era o país "mais quente" do mundo. Em determinado momento, após culpar os democratas por criar uma crise de "custo de vida", acrescentou: "Estamos indo muito bem."

Ele citou o aumento da renda, a valorização do mercado de ações, a queda no preço da gasolina, a fronteira sul com redução drástica na travessia de migrantes sem documentação e a inflação sob controle.

"O nosso país está vencendo novamente", concluiu.

O desafio do Trump é que sua taxa de aprovação pública gira em torno de 40%, e a população dos EUA quer que ele faça mais para enfrentar suas preocupações.

No mês passado, ele fez um pronunciamento nacional na Casa Branca, em Washington D.C., no qual abordou temas semelhantes e apresentou estatísticas parecidas, mas que não convenceu o público. Trump e seus assessores parecem apostar que, com uma audiência maior no discurso sobre o Estado da União, que deve alcançar dezenas de milhões de pessoas, o resultado será diferente.

O que Trump não fez neste discurso, porém, foi apresentar um volume significativo de novas políticas.

Ele pontuou o pronunciamento, de quase duas horas, com algumas propostas, entre elas novas contas de poupança para aposentadoria destinadas a trabalhadores de baixa renda e um acordo com empresas de inteligência artificial para garantir fornecimento suficiente de eletricidade a suas instalações, a fim de evitar que consumidores sejam atingidos por tarifas mais altas.

Também voltou a defender ideias antigas, como um plano de saúde que prevê pagamentos diretos aos americanos para ajudar a cobrir franquias de seguro, uma lei que exija que todos os eleitores comprovem cidadania e a proibição da concessão de carteiras de motorista comerciais a migrantes sem documentação.

Ele ainda prometeu continuar avançando com seu amplo regime de tarifas, mesmo após a decisão da Suprema Corte, na sexta-feira passada (20/2), que derrubou muitas das taxas que ele havia imposto anteriormente.

Três dos ministros que votaram contra o presidente permaneceram inexpressivos enquanto assistiam da primeira fila. Mais cedo, Trump e o presidente da Suprema Corte, John Roberts — autor do parecer sobre as tarifas — trocaram um breve aperto de mãos, mas nenhum dos dois sorriu.

Em um discurso frequentemente interrompido por aplausos dos republicanos presentes no plenário, a discussão de Trump sobre tarifas provocou murmúrios entre os democratas e silêncios desconfortáveis entre os republicanos, muitos dos quais demonstram desconforto com o custo econômico dessas medidas e com a ameaça que sua impopularidade possa representar para suas chances eleitorais.

Se as tarifas sufocaram o ambiente, quando Trump passou a falar de imigração os ânimos se exaltaram.

Os trechos em que o presidente mencionou o que chamou de ameaça de "imigrantes ilegais" provocaram alguns dos aplausos mais estrondosos dos republicanos no plenário e gritos indignados e olhares frios dos democratas.

A imigração vinha sendo um dos pontos fortes políticos de Trump, mas a intensificação das ações de fiscalização em Minneapolis, que resultou na morte a tiros de dois cidadãos americanos por agentes federais, corroeu significativamente a sua posição.

O presidente não mencionou essas mortes — nem a "abordagem mais branda" na fiscalização que sugerira ser necessária após o episódio. Em vez disso, o discurso de Trump, com foco em crimes cometidos por migrantes sem documentação — assassinatos, acidentes e corrupção — buscou retomar a iniciativa no tema.

"A única coisa que separa os americanos de uma fronteira completamente aberta neste momento é o presidente Donald J. Trump e nossos grandes patriotas republicanos no Congresso", disse.

Foi um reconhecimento tácito de que, em pouco mais de oito meses, os americanos irão às urnas nas eleições de meio de mandato que definirão a composição das duas Casas do Congresso.

Como é típico nesses pronunciamentos no Congresso, independentemente de quem ocupe a Presidência, a política externa ficou em segundo plano. Apesar do grande envio de forças americanas para a região próxima ao Irã, Trump fez pouco para convencer o público americano de que uma ação militar sustentada dos EUA seria necessária.

"Minha preferência é resolver esse problema por meio da diplomacia, mas uma coisa é certa: jamais permitirei que o principal patrocinador do terror no mundo tenha uma arma nuclear", afirmou, antes de mudar de assunto.

No momento, os ventos políticos sopram contra o presidente. Ainda assim, Trump pode acreditar que o humor do público está prestes a mudar.

Talvez ele esteja convencido de que os americanos começarão a sentir os benefícios econômicos de suas políticas. Ou talvez acredite que o clima mudará com um renovado sentimento de patriotismo durante as celebrações do 250º aniversário do país neste verão.

Seu discurso, com menções a heróis militares e a jogadores de hóquei medalhistas de ouro presentes na plateia, pode indicar que esta é a aposta política que ele decidiu fazer.

¨      Trump diz no Congresso que EUA vivem 'Era de Ouro'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (25) em discurso de quase duas horas do Estado da União no Congresso que o país vive uma "Era de Ouro", declarou que os "inimigos" de Washington estão com medo, anunciou recebimento de petróleo da Venezuela e criticou decisão recente da Suprema Corte sobre tarifas.

Logo na abertura, Trump afirmou que seu governo seguirá trabalhando "cada vez melhor" e destacou a proximidade das celebrações pelos 250 anos da independência norte-americana.

"Esta é a Era de Ouro dos Estados Unidos", disse. "Em menos de cinco meses, nosso país celebrará um marco épico na história americana: o 250º aniversário da nossa gloriosa independência. Neste 4 de julho, comemoraremos dois séculos e meio de liberdade e triunfo, progresso e liberdade na nação mais incrível e excepcional que já existiu sobre a face da Terra", disse.

O presidente também afirmou que os Estados Unidos voltaram a ser respeitados no cenário internacional. "A economia está crescendo como nunca, e nossos inimigos estão com medo. Nossas Forças Armadas e a polícia estão fortalecidas, e a América voltou a ser respeitada, talvez como nunca", declarou.

Durante o discurso, Trump disse ainda que o país recebeu mais de 80 milhões de barris de petróleo da Venezuela, sinalizando um novo momento na relação entre Washington e Caracas.

"Acabamos de receber do nosso novo amigo e parceiro, a Venezuela, mais de 80 milhões de barris de petróleo", afirmou.

O presidente também comentou a decisão recente da Suprema Corte norte-americana que considerou que a lei utilizada por ele para impor tarifas de importação sobre produtos de diversos países não lhe concedia tal poder, já que a Constituição reserva ao Congresso essa competência.

"Uma decisão muito lamentável", afirmou. "Mas a boa notícia é que quase todos os países e corporações querem manter o acordo que já fizeram."

Trump acrescentou que acredita que as tarifas pagas por países estrangeiros poderão substituir de forma significativa o atual sistema de imposto de renda nos Estados Unidos.

<><> Novas tarifas de Trump vão impactar um quarto das exportações brasileiras, informa governo

O governo dos EUA revogou na sexta-feira (20), as ordens executivas que impunham tarifas específicas contra o Brasil de 40%, bem como as chamadas tarifas recíprocas (10%), aplicáveis a diversos países e produtos.

Nesta terça-feira, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) estimou que, com as mudanças, cerca de 25% das exportações brasileiras para os EUA serão impactadas, desconsideradas eventuais sobreposições com exportações alcançadas pela Seção 232.

A Seção 122 da legislação comercial dos EUA autoriza o presidente a impor tarifas temporárias, e a medida é válida por 150 dias. Segundo a pasta, o valor dessas importações equivale a cerca de US$ 9,3 bilhões (R$ 47,9 bilhões).

Antes, aproximadamente 22% das exportações brasileiras para o mercado estadunidense estavam sujeitas a tarifas adicionais de 40% ou 50%.

O ministério informou que os setores mais beneficiados são máquinas e equipamentos, calçados, móveis, confecções, madeira, produtos químicos e rochas ornamentais, que deixarão de pagar tarifas de 50% e "passam a competir sob alíquota isonômica de 10% (ou 15%)".

Continuam sujeitas às tarifas impostas com base na Seção 232 os mesmos produtos já anteriormente alcançados por esse instrumento, que correspondem a 29% das exportações brasileiras aos Estados Unidos (US$ 10,9 bilhões, cerca de R$ 56,18 bilhões).

No setor agropecuário, produtos como pescados, mel, tabaco e café solúvel também deixaram de pagar 50% de taxas com a queda da alíquota para 10% ou 15%), competindo em condições equivalentes às de outros fornecedores internacionais.

A revogação foi determinada pela Suprema Corte dos EUA que proibiu a taxação pelo presidente Donald Trump a outros países sem o aval do Congresso. Contrariado, Trump criticou a decisão da Corte e afirmou que irá impor tarifas de até 15% por meio de outros dispositivos legais.

Ainda segundo a pasta, 46% (US$ 17,5 bilhões, cerca de R$ 98 bilhões) das exportações brasileiras para os EUA em 2025, desconsideradas eventuais sobreposições com as exportações alcançadas pela Seção 232, passam a não contar com nenhuma tarifa adicional.

Uma novidade do novo regime tarifário é a exclusão das exportações de aeronaves da incidência das novas tarifas que pagavam 10% de taxas, ressaltou o governo, e terão com alíquota zero para ingresso no mercado estadunidense.

"Aeronaves foram o terceiro principal item da pauta exportadora brasileira para os EUA em 2024 e 2025, com elevado valor agregado e importante conteúdo tecnológico" completa a nota do MDIC.

¨      É verdade que a criminalidade nos EUA está no nível mais baixo da história, como diz Trump?

O presidente americano, Donald Trump, afirmou que os índices de criminalidade e homicídios nos EUA estão no nível mais baixo em 125 anos, e a Casa Branca atribui isso ao seu "compromisso inabalável com a restauração da lei e da ordem".

Um estudo prevê que o número de homicídios atinja o seu nível mais baixo em 125 anos — mas o mesmo não pode ser dito sobre crimes violentos nos EUA, embora tenham caído para o ponto mais baixo em décadas.

A BBC Verify — equipe de jornalistas que faz checagem de dados — analisou as estatísticas de criminalidade dos EUA e conversou com especialistas em crimes para avaliar o que está impulsionando essa queda.

<><> A criminalidade nos EUA caiu para o nível mais baixo da história?

No Salão Oval, no início deste mês, Trump disse: "a taxa de criminalidade agora é a mais baixa desde 1900, ou seja, 125 anos".

O FBI é a principal fonte de estatísticas criminais nos EUA. Ele não mede a criminalidade em geral, mas contabiliza o número de crimes violentos relatados à polícia.

Isso inclui homicídio — que abrange assassinato e homicídio culposo —, estupro, roubo e agressão.

Em 2024, a taxa foi de 348,6 por 100 mil pessoas — a mais baixa desde 1969, de acordo com a análise de dados do FBI feita pelo especialista em crimes dos EUA, Jeff Asher.

Sua análise usa uma definição mais antiga de estupro (que foi revisada pelo FBI em 2013) para permitir uma comparação mais precisa das taxas de criminalidade de décadas anteriores.

O FBI ainda não publicou dados sobre crimes violentos para todo o ano de 2025, mas seu último relatório mostra que o número total de crimes violentos caiu cerca de 10% no ano até outubro de 2025, seguindo tendências semelhantes em 2023 e 2024.

"Os EUA provavelmente terão a menor taxa de crimes contra o patrimônio já registrada e a menor taxa de crimes violentos desde aproximadamente 1968 em 2025", prevê Asher.

Os dados do FBI por si só não podem provar ou refutar a afirmação de que a criminalidade está em seu nível mais baixo em 125 anos porque, como ele aponta, o FBI só começou a publicar estatísticas em 1930 e somente de forma consistente após 1960.

<><> Os homicídios caíram para o menor nível?

Trump também disse que os números de janeiro mostraram que os EUA tiveram "o menor número de assassinatos na história do nosso país, em toda a história registrada, que remonta a 125 anos".

Quando perguntamos à Casa Branca sobre a fonte de suas afirmações sobre assassinatos e crimes, ela nos enviou um artigo do site de notícias Axios, que citava um estudo do think tank Council on Criminal Justice (CCJ).

O estudo afirma que "há uma grande possibilidade de que os homicídios em 2025 caiam para cerca de 4,0 por 100.000 habitantes", acrescentando que essa seria "a menor taxa já registrada em dados policiais ou de saúde pública desde 1900".

Como os dados do FBI só foram publicados de forma consistente a partir de 1960, o centro de estudos usou dados de saúde pública (principalmente registros de óbitos) para construir um panorama das tendências de longo prazo para homicídios.

Mas ainda há incertezas sobre essa previsão, já que o FBI ainda não publicou os números nacionais de homicídios para 2025.

"Se o FBI revisar substancialmente para baixo a taxa de homicídios de 2024 e/ou se a taxa oficial de homicídios de 2025 for superior à nossa estimativa atual, 2025 pode não ser a menor já registrada, mas ainda estaria entre as menores taxas de homicídio observadas nos EUA desde 1900", disse à BBC um dos autores do estudo, Ernesto Lopez.

Uma pesquisa realizada pela Associação de Chefes de Polícia das Grandes Cidades com 67 grandes departamentos de polícia dos EUA mostrou uma queda preliminar de 19% nos homicídios relatados entre janeiro e setembro do ano passado, em comparação com o mesmo período de 2024.

<><> Por que a criminalidade está diminuindo?

Em um comunicado de imprensa recente, a Casa Branca afirmou que a queda nos crimes violentos é o "resultado direto" das políticas de Trump, incluindo "o aumento de recursos federais para cidades governadas por democratas que haviam se transformado em zonas de guerra, a remoção de imigrantes ilegais criminosos e violentos de nossas ruas e o apoio à polícia e aos promotores".

No entanto, vários especialistas em crimes que entrevistamos apontaram para uma queda nos crimes violentos após a pandemia, depois do pico observado por volta de 2020.

Em outras palavras, uma tendência que começou antes do segundo mandato de Trump em janeiro de 2025.

Alex Piquero, professor de criminologia da Universidade de Miami, disse que um foco renovado em políticas de prevenção ao crime pode ser responsável pelo declínio, incluindo "policiamento focado em locais e pessoas violentas", bem como "programas focados em habilidades sociais, autocontrole e terapia cognitivo-comportamental".

"Muitas dessas estratégias foram basicamente 'desativadas' durante a pandemia e nos anos seguintes, e voltaram lentamente", acrescentou.

O presidente do CCJ, Adam Gelb, disse que "embora a trajetória de queda da criminalidade seja clara, é extremamente difícil desvendar e identificar o que realmente está impulsionando essa queda".

Um possível fator que ele identificou são as mudanças na sociedade após a Covid.

"À medida que escolas, locais de trabalho, programas sociais, igrejas e instituições cívicas se recuperaram após a interrupção da pandemia, o estresse emocional e econômico diminuiu e as rotinas diárias se fortaleceram", acrescentou Gelb.

Ele também apontou para o fato de as pessoas estarem bebendo menos álcool, "o que deve significar menos brigas em bares e agressões domésticas".

E outros países tiveram quedas semelhantes.

No ano até setembro de 2025, a polícia na Inglaterra e no País de Gales registrou o menor número de homicídios desde que os registros comparáveis começaram em 2003.

"A maioria dos outros países ocidentais de fato viu declínios semelhantes [em crimes violentos] aos dos EUA, mas lembre-se de que esses países, em geral, têm taxas de criminalidade mais baixas do que os EUA", disse Piquero.

¨      Especialista americano revela plano de ação do Ocidente após o colapso da Ucrânia

Em vez de criar um sistema de segurança na Europa que tenha em conta os interesses de Moscou, a União Europeia (UE) iniciou a militarização e preparou-se para a guerra com a Rússia, disse o publicista e estudioso americano Stephen Kinzer no YouTube.

"Os europeus perderam tanto a sua imaginação estratégica que a única resposta possível à ameaça que alegadamente provém da Rússia é armarem-se e prepararem-se para a guerra. A possibilidade de criar um sistema de segurança na Europa que também tenha em conta os interesses da Rússia, reduzindo assim o risco de guerra, nem sequer lhes parece estar passando pela cabeça. Por isso, vejo a Europa em uma posição estranha – está aumentando o esforço militar, enquanto os EUA parecem estar se marginalizando disso", destacou ele.

O especialista também expressou sua crença de que o conflito na Ucrânia foi uma consequência das políticas dos países ocidentais a partir do fim da Guerra Fria.

"O Ocidente arrastou a Ucrânia para um confronto com a Rússia, e a destruição que ele causa é simplesmente assustadora. […] A guerra é o pior que pode haver no mundo. E o conflito na Ucrânia corre o risco de escalar e levar ainda mais vidas. […] Considero que a Ucrânia foi colocada nesta posição em grande parte por causa dos EUA e dos seus aliados da OTAN. […] Isso mostra o erro que o mundo cometeu após o fim da Guerra Fria", explicou Kinzer.

Em 2025, o presidente russo, Vladimir Putin, declarou que a Rússia levaria a operação militar especial na Ucrânia a uma conclusão lógica e que todos os objetivos seriam cumpridos. O chefe de Estado tem repetidamente sublinhado que devem ser abordadas as causas profundas do conflito. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, enfatizou que Moscou quer uma paz duradoura, sustentada por garantias confiáveis.

 

Fonte: BBC News na América do Norte/Sputnik Brasil

 

 

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