segunda-feira, 27 de julho de 2026

Projeto de Flávio é fazer do Brasil um lacaio dos EUA e tirar direitos do povo brasileiro

A pergunta que o povo se faz é esta: “Flávio, se as urnas, as eleições para você, seu pai, seus irmãos e seus apoiadores são fraudadas, por que vocês são candidatos e disputam eleições?”

Flávio Bolsonaro é político há 23 anos e teve cinco mandatos eletivos. Todas às vezes que venceu eleições jamais as questionou, porque certamente ele considera que quando ganha um certame eleitoral, obviamente que passa a valer. Agora, quando ele e seus familiares perdem eleições rapidamente alegam que as urnas eletrônicas não são confiáveis e, com efeito, foram “fraudadas”.

Desde os 21 anos de idade, o político carioca que se diz privatista e a favor da iniciativa privada ou do livre mercado exerce mandatos parlamentares, fato que leva qualquer pessoa pensar que Flávio Bolsonaro vive desde sempre do dinheiro público, a ocupar cargos públicos e a nomear apaniguados e aliados no serviço público, realidade que é uma constante em sua vida de parlamentar, porque público e notório.

Por sua vez, é evidente que os membros da família Bolsonaro, também chamados de clã, são agentes políticos ligados ao establishment estatal norte-americano. Como aliados da extrema direita trumpista, eles manterão o alinhamento mesmo após a deplorável passagem de Donald Trump pela presidência dos Estados Unidos. Essa vertente política é conhecida por empilhar inimigos e sabotar países para obter privilégios, benefícios e lucros à custa da miséria e da dor alheia, valendo-se de invasões militares e do uso da força para espoliar nações inteiras e enriquecer quem já é extremamente rico.

O clã Bolsonaro e muitos de seus apoiadores político-partidários são, escancaradamente, traidores da Pátria e sabotadores ferozes da soberania do Brasil e dos interesses do povo brasileiro. Por isso, é necessário derrotá-los e varrê-los do mapa da política brasileira, sem dar chance para que políticos colonizados, subservientes e traidores nunca mais ascendam ao poder central da República.

Derrotá-los significa impedir que esse tipo de gente não tenha mais a oportunidade de desmontar o Estado brasileiro, como ocorreu nos desgovernos de direita, golpistas e entreguistas de Michel Temer e Jair Bolsonaro, que transformaram o Estado em mero agenciador financeiro dos ricos e muito ricos, assim como perversamente fechou suas portas a milhões de brasileiros que dependem da segurança e do apoio do Estado como protetor dos mais necessitados e indutor do desenvolvimento econômico, ou seja, da inclusão social e da igualdade de oportunidades.

Extinguir programas de inclusão social, bem como privatizar estatais estratégicas para o País e sabotar o próprio mercado interno do Brasil, somados ainda ao estrangulamento de setores vitais para uma nação como educação, saúde, cultura, meio ambiente e infraestrutura, além da negligência governamental e o descaso com os pobres e as minorias, a exemplo de indígenas, quilombolas, negros, gays, mulheres e deficientes, sempre foi a tônica do governo ultraneoliberal e militarista de Jair Bolsonaro. Suas ações como chefe de governo causaram ao povo brasileiro as piores vivências e experiências no que diz respeito a não ter seus direitos preservados, inclusive o direito de comer para sobreviver, no que é referente à segurança alimentar.

Entretanto, o povo brasileiro ainda está a se deparar com grupos políticos de alta periculosidade como o é a extrema direita bolsonarista, que chega ao ponto de ir para o exterior com a intenção de sabotar as eleições brasileiras ou questionar as urnas eletrônicas junto a diplomatas por meio de fake news, como fez Jair Bolsonaro em julho de 2022 e recentemente seu filho Flávio, cujo propósito é dar continuidade aos seus discursos plenos de desinformações, de forma escrachada, como se não existisse Justiça no Brasil a observar tamanha desfaçatez em forma de ataques ao processo eleitoral e à democracia.

Flávio inclusive deveria ficar inelegível, já que essa família não aprende a conviver democraticamente e insiste em fazer política de baixo calão e mentir para causar desconfiança e confusão junto à população, a fim de mobilizar seus apoiadores, que são capazes de beber detergente para apoiar o dono bolsonarista de uma empresa, pedir ajuda aos extraterrestres por intermédio de celulares ou cantar o Hino Nacional para pneu de caminhão em um afã que explicita o fanatismo daqueles que perderam a razão e, desse modo, romperam com a realidade, a ter as notícias falsas e as teorias conspiratórias como referências de suas atuações políticas nos espaços públicos e na internet.

A verdade é que muitos desses fascistas ou golpistas foram punidos no Brasil com a cadeia, mas também é real que inúmeros bolsonaristas conhecidos publicamente, bem como os filhos do presidiário Jair Bolsonaro continuam impunes, dentre eles um foragido com mandato parlamentar cassado e prestes a ser demitido da PF e um senador de atuação medíocre, candidato a presidente da República, que apostam no golpismo, na desmoralização das urnas eletrônicas e na traição ao seu próprio País.

Os irmãos Bolsonaro realizam tais ações de maneira incrivelmente livre, como se soubessem que jamais irão para a cadeia, mesmo a cometer malfeitos em série, a exemplo de pedir sanções econômicas (tarifaço) contra o Brasil, além de absurdamente colocar à disposição do governo estadunidense, por meio de ofício, sua futura equipe de transição, o que seria muito difícil de acontecer, já que submeter o Brasil a um governo estrangeiro é anticonstitucional e certamente Flávio Bolsonaro não conseguiria realizar seu desejo de fazer do Brasil um mero satélite colonizado pelos Estados Unidos.

Em resumo, se Flávio Bolsonaro se tornar presidente da República, Washington agradece penhoradamente, a soltar fogos de alegria e satisfação, porque ter um formidável País como o Brasil, que está entre as dez economias mais poderosas do mundo e com um mercado interno de 210 milhões de habitantes, assim como ser um País do tamanho de um continente para poder explorar sem limites com os Bolsonaro no poder, é a mesma coisa que a Inglaterra, no passado, ter colonizado a Índia e fazer da Índia sua “joia” mais preciosa da colonização inglesa em âmbito mundial.

Volto a enfatizar, não bastou a covardia e a violência do pai do Flávio, Jair Bolsonaro, contra os interesses do Brasil e do seu povo trabalhador. O País foi severamente sabotado, o estado foi desmontado e os projetos públicos de inclusão e proteção social foram extintos ou desmantelados, asfixiados financeiramente ao mesmo tempo que a violência urbana e rural, assim como as doenças, mataram centenas de milhares de brasileiros, inclusive por atraso deliberado na compra de vacinas. Viu-se a apologia à ignorância, ao desconhecimento, à desinformação e ao reacionarismo ilógico e por isso totalmente irracional.

O desgoverno ultraneoliberal, de caráter elitista e francamente fascista de Jair Bolsonaro não vai se repetir na pessoa descompromissada de Flávio Bolsonaro, um traidor da Pátria e um político fortemente questionado sobre suas ações relativas a milícias e a rachadinhas, além de situações graves como seu envolvimento com o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, sem deixar esquecer o filme Dark Horse, que também se transformou em um escândalo de nível internacional. Todas essas questões foram divulgadas de maneira ampla pela imprensa de mercado e tratadas diariamente no Parlamento brasileiro e observadas atentamente pelos tribunais superiores deste País.

Por sua vez, porque chama muita atenção e causa estranheza, a sociedade brasileira está a se deparar com o incrível caso do senador do Partido Liberal (PL) do Rio de Janeiro acusado de se relacionar como milicianos e que tem parceiros políticos presos porque envolvidos com o Comando Vermelho, episódios que foram fartamente repercutidos pela imprensa comercial e privada. Apesar disso tudo, Flávio Bolsonaro tergiversa e afirma que vai combater o crime organizado e a corrupção, mas tem aliados presos, que são considerados a base de sustentação política do senador no Rio de Janeiro, como sempre afirmou e divulgou, no decorrer dos anos, a imprensa brasileira, em especial a fluminense e carioca.

Dessa forma, Flávio reproduz como senador e candidato a presidente sua maneira deletéria de ser e de atuar quando era deputado estadual e foi investigado e denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) de ter cometido inúmeras ilegalidades, desde rachadinhas até o envolvimento com o chefe de milícia de Rio das Pedras, quando empregou duas de suas parentes, além de homenageá-lo com a mais importante comenda do Estado do Rio de Janeiro, bem como visitá-lo na cadeia. São fatos amplamente noticiados pela imprensa, além de outras atividades “empresariais”, como sua pequena loja de chocolates e lucros incríveis.

Além disso, Flávio se subordina como um lacaio aos interesses geopolíticos estadunidenses e mesmo assim pretende combater o crime organizado no Brasil, razão pela qual sua atuação é vista como escárnio, hipocrisia e cinismo de amplitude estratosférica, ainda mais quando ele publicamente tenta amenizar a traição e os prejuízos causados à diplomacia e à economia do Brasil. A verdade é que suas palavras não convencem nem ao menos uma criança, porque toda vez que os Bolsonaro conversam com o governo Trump, a conspiração acontece e os ataques à soberania brasileira se tornam um problema grave para ser resolvido pelo Governo Lula.

As conspirações de Flávio e Eduardo Bolsonaro demonstram literalmente que os filhos 01 e 03 de Jair Bolsonaro vão repetir a tragédia que foi o desgoverno militarista do seu pai, se Flávio for eleito presidente. Jair se tornou um presidiário e mesmo assim continua a infernizar a vida dos brasileiros ao invés de cumprir sua prisão e lutar legalmente para sair dela e assim retomar sua vida política, como fizeram tantos políticos brasileiros e estrangeiros no decorrer da história. Bolsonaro, o pai, não reconhece a autoridade dos poderes da República e muito menos é propenso a respeitar leis, regras e normas, como demonstrou na Presidência e também como deputado federal por quase 30 anos.

O projeto de Flávio Bolsonaro é, na verdade, transformar o Brasil em um País pária, em um satélite desprovido de soberania para fortalecer, politicamente, os Estados Unidos e enriquecê-lo ainda mais, por intermédio das riquezas naturais e minerais do Brasil, além de permitir livremente a exploração do poderoso mercado interno brasileiro. O projeto do filho de um político fascista é beneficiar sem limites o desgoverno do ditador de âmbito mundial e gângster de altíssima periculosidade Donald Trump, como se ele fosse norte-americano, a trair criminosamente o Brasil e os brasileiros.

Trata-se de traição à Pátria, como sempre fez seu pai, Jair Bolsonaro, no poder e a atender os interesses dos Estados Unidos sem ao menos pensar no desenvolvimento e na soberania do Brasil. Pelo contrário, como político brasileiro prestes a disputar a eleição presidencial bateu continência à bandeira estadunidense e ainda gritou repetidamente o nome “USA”. Quem quiser ver para crer que vá pesquisar vídeos na internet e redes sociais que achará facilmente.

Tratava-se de um candidato sem projeto de desenvolvimento para o Brasil e sem noção de sociedade, cidadania, cooperação e soberania. Relembro tudo isto por causa da resposta digna de um malandro oportunista, além de essencialmente imperialista do secretário de estado dos Estados Unidos, Marco Rúbio, à carta subalterna e subserviente do candidato do fascismo brasileiro a presidente da República, Flávio Bolsonaro, que comprova literalmente a disposição da extrema direita bolsonarista de entregar o País à sanha geopolítica e econômica dos Estados Unidos.

A verdade é que gente irresponsável como o é Flávio Bolsonaro tem como pretensão conquistar o poder central com a interferência dos Estados Unidos nas eleições presidenciais brasileiras, que ocorrerão em outubro deste ano. Sabedor que nunca apresentou um projeto e programa que preste em toda sua deplorável carreira política, Flávio Bolsonaro se torna ainda um sujeito inútil e perigoso quando é acusado e denunciado por se envolver com rachadinhas em seus gabinetes parlamentares.

Esse sujeito nunca defendeu os interesses do Brasil, assim como jamais e em momento algum de sua vida política apresentou quaisquer propostas que beneficiassem a vida da população, em especial a carioca e fluminense, pois que é um político do Estado do Rio de Janeiro. Filho de um líder fascista condenado a 27,3 anos de cadeia por ter tentado um golpe de estado em 8 de janeiro de 2023, bem como seu pai é acusado de inúmeros casos de corrupção em seu desgoverno militarista (2019/2022), assim como praticou desmandos e abusos de poder que acarretaram 700 mil mortes por Covid-19, Flávio Bolsonaro, na maior cara-de-pau, acha que tem moral perante o povo brasileiro para ser presidente.

A população, mesmo a parte que o apoia, sabe muito bem do seu passado, mas mesmo assim se apresenta ao público com dancinhas ridículas para depois vociferar mentiras e fanfarronices quando se apresenta aos bárbaros em suas aparições que se assemelham às chacrinhas de programas de auditório. Tal indivíduo realiza “performances” que superam os limites da ridicularidade e da breguice, porque atingem os píncaros da imbecilidade e do mau gosto, que registram seus discursos vazios de propostas, mas plenos de mentiras e maledicências.

Filho primogênito de um fascista de índole perversa e entreguista, cujo nome é Jair Bolsonaro, Flávio está todo pimpão sem nunca ter produzido nada na vida e nem cooperado para que o povo brasileiro tivesse acesso a uma vida de melhor qualidade. Contudo, seu pai presidiário ainda responderá por outros crimes, conforme se anuncia há anos na imprensa de negócios privados, sempre a se basear em investigações e denúncias perpetradas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, a exemplo das mortes de 795 indígenas, além da falta de assistência em relação à Covid-19, à pneumonia e à desnutrição, que acarretaram a morte de 15.264 indígenas no período sombrio dos seus quatro anos de desgoverno.

Esses números e índices foram divulgados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai). O que aconteceu, na realidade, foi uma desassistência total, premeditada e criminosa por parte de um desgoverno de extrema direita dedicado a atender os ricos, cujos integrantes deveriam apodrecer na cadeia. Toda a sordidez e mortes em massa aconteceram na mais desditosa e tenebrosa administração do pai de Flávio Bolsonaro, o traidor e entreguista, porque a vida inteira mentiu e viveu do poder público, a explorar o cidadão contribuinte, pois pagador de impostos.

Flávio Bolsonaro será derrotado pelo povo brasileiro e pelo seu candidato Luiz Inácio Lula da Silva. Vai ser colocada uma pá de cal nos devaneios do candidato do fascismo que há anos é acusado de se relacionar com milicianos, sendo que alguns deles se encontram presos no complexo de Bangu, no Rio de Janeiro, e pertencem ao seu grupo político.

A verdade é que Flávio Bolsonaro não se envergonha de ser um serviçal do governo de Trump e realiza seu trabalho vergonhoso em prol de um projeto de poder familiar inteiramente desprovido de quaisquer compromissos com o desenvolvimento do Brasil e do povo brasileiro. O clã sempre agiu assim e dessa forma se elege para mandatos eletivos, porque incrivelmente essa gente tem a aquiescência de parte da população que se identifica com a violência e os preconceitos que a família Bolsonaro pratica e reverbera há décadas.

Lula vai vencer a eleição, será reeleito e continuará sua inigualável trajetória política como presidente da República pela quarta vez. Lula derrotou a tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, derrotou a Lava Jato, derrotou eleitoralmente a extrema direita e assim evitou que o Brasil fosse vítima de outra ditadura. Lula derrotou a imprensa de mercado e de negócios privados, que é a base de sustentação da direita e da extrema direita, bem como o fogão que ferve o caldeirão do golpismo e dá suporte à mentira, que, dissimulada e manipuladora, leva os incautos e ignorantes a apoiar golpes e, consequentemente, defender os interesses das potências estrangeiras e dos ricos e muito ricos.

Luiz Inácio Lula da Silva vai derrotar o fascismo e com ele toda a podridão que os fascistas geram em prol da exclusão, da violência e da infelicidade. É isso aí.

 

Fonte: Por Davis Sena Filho, em Brasil 247

 

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