Projeto
de Flávio é fazer do Brasil um lacaio dos EUA e tirar direitos do povo
brasileiro
A
pergunta que o povo se faz é esta: “Flávio, se as urnas, as eleições para você,
seu pai, seus irmãos e seus apoiadores são fraudadas, por que vocês são
candidatos e disputam eleições?”
Flávio
Bolsonaro é político há 23 anos e teve cinco mandatos eletivos. Todas às vezes
que venceu eleições jamais as questionou, porque certamente ele considera que
quando ganha um certame eleitoral, obviamente que passa a valer. Agora, quando
ele e seus familiares perdem eleições rapidamente alegam que as urnas
eletrônicas não são confiáveis e, com efeito, foram “fraudadas”.
Desde
os 21 anos de idade, o político carioca que se diz privatista e a favor da
iniciativa privada ou do livre mercado exerce mandatos parlamentares, fato que
leva qualquer pessoa pensar que Flávio Bolsonaro vive desde sempre do dinheiro
público, a ocupar cargos públicos e a nomear apaniguados e aliados no serviço
público, realidade que é uma constante em sua vida de parlamentar, porque
público e notório.
Por sua
vez, é evidente que os membros da família Bolsonaro, também chamados de clã,
são agentes políticos ligados ao establishment estatal norte-americano. Como
aliados da extrema direita trumpista, eles manterão o alinhamento mesmo após a
deplorável passagem de Donald Trump pela presidência dos Estados Unidos. Essa
vertente política é conhecida por empilhar inimigos e sabotar países para obter
privilégios, benefícios e lucros à custa da miséria e da dor alheia, valendo-se
de invasões militares e do uso da força para espoliar nações inteiras e
enriquecer quem já é extremamente rico.
O clã
Bolsonaro e muitos de seus apoiadores político-partidários são,
escancaradamente, traidores da Pátria e sabotadores ferozes da soberania do
Brasil e dos interesses do povo brasileiro. Por isso, é necessário derrotá-los
e varrê-los do mapa da política brasileira, sem dar chance para que políticos
colonizados, subservientes e traidores nunca mais ascendam ao poder central da
República.
Derrotá-los
significa impedir que esse tipo de gente não tenha mais a oportunidade de
desmontar o Estado brasileiro, como ocorreu nos desgovernos de direita,
golpistas e entreguistas de Michel Temer e Jair Bolsonaro, que transformaram o
Estado em mero agenciador financeiro dos ricos e muito ricos, assim como
perversamente fechou suas portas a milhões de brasileiros que dependem da
segurança e do apoio do Estado como protetor dos mais necessitados e indutor do
desenvolvimento econômico, ou seja, da inclusão social e da igualdade de
oportunidades.
Extinguir
programas de inclusão social, bem como privatizar estatais estratégicas para o
País e sabotar o próprio mercado interno do Brasil, somados ainda ao
estrangulamento de setores vitais para uma nação como educação, saúde, cultura,
meio ambiente e infraestrutura, além da negligência governamental e o descaso
com os pobres e as minorias, a exemplo de indígenas, quilombolas, negros, gays,
mulheres e deficientes, sempre foi a tônica do governo ultraneoliberal e
militarista de Jair Bolsonaro. Suas ações como chefe de governo causaram ao
povo brasileiro as piores vivências e experiências no que diz respeito a não
ter seus direitos preservados, inclusive o direito de comer para sobreviver, no
que é referente à segurança alimentar.
Entretanto,
o povo brasileiro ainda está a se deparar com grupos políticos de alta
periculosidade como o é a extrema direita bolsonarista, que chega ao ponto de
ir para o exterior com a intenção de sabotar as eleições brasileiras ou
questionar as urnas eletrônicas junto a diplomatas por meio de fake news, como
fez Jair Bolsonaro em julho de 2022 e recentemente seu filho Flávio, cujo
propósito é dar continuidade aos seus discursos plenos de desinformações, de
forma escrachada, como se não existisse Justiça no Brasil a observar tamanha
desfaçatez em forma de ataques ao processo eleitoral e à democracia.
Flávio
inclusive deveria ficar inelegível, já que essa família não aprende a conviver
democraticamente e insiste em fazer política de baixo calão e mentir para
causar desconfiança e confusão junto à população, a fim de mobilizar seus
apoiadores, que são capazes de beber detergente para apoiar o dono bolsonarista
de uma empresa, pedir ajuda aos extraterrestres por intermédio de celulares ou
cantar o Hino Nacional para pneu de caminhão em um afã que explicita o
fanatismo daqueles que perderam a razão e, desse modo, romperam com a
realidade, a ter as notícias falsas e as teorias conspiratórias como
referências de suas atuações políticas nos espaços públicos e na internet.
A
verdade é que muitos desses fascistas ou golpistas foram punidos no Brasil com
a cadeia, mas também é real que inúmeros bolsonaristas conhecidos publicamente,
bem como os filhos do presidiário Jair Bolsonaro continuam impunes, dentre eles
um foragido com mandato parlamentar cassado e prestes a ser demitido da PF e um
senador de atuação medíocre, candidato a presidente da República, que apostam
no golpismo, na desmoralização das urnas eletrônicas e na traição ao seu
próprio País.
Os
irmãos Bolsonaro realizam tais ações de maneira incrivelmente livre, como se
soubessem que jamais irão para a cadeia, mesmo a cometer malfeitos em série, a
exemplo de pedir sanções econômicas (tarifaço) contra o Brasil, além de
absurdamente colocar à disposição do governo estadunidense, por meio de ofício,
sua futura equipe de transição, o que seria muito difícil de acontecer, já que
submeter o Brasil a um governo estrangeiro é anticonstitucional e certamente
Flávio Bolsonaro não conseguiria realizar seu desejo de fazer do Brasil um mero
satélite colonizado pelos Estados Unidos.
Em
resumo, se Flávio Bolsonaro se tornar presidente da República, Washington
agradece penhoradamente, a soltar fogos de alegria e satisfação, porque ter um
formidável País como o Brasil, que está entre as dez economias mais poderosas
do mundo e com um mercado interno de 210 milhões de habitantes, assim como ser
um País do tamanho de um continente para poder explorar sem limites com os
Bolsonaro no poder, é a mesma coisa que a Inglaterra, no passado, ter
colonizado a Índia e fazer da Índia sua “joia” mais preciosa da colonização
inglesa em âmbito mundial.
Volto a
enfatizar, não bastou a covardia e a violência do pai do Flávio, Jair
Bolsonaro, contra os interesses do Brasil e do seu povo trabalhador. O País foi
severamente sabotado, o estado foi desmontado e os projetos públicos de
inclusão e proteção social foram extintos ou desmantelados, asfixiados
financeiramente ao mesmo tempo que a violência urbana e rural, assim como as
doenças, mataram centenas de milhares de brasileiros, inclusive por atraso
deliberado na compra de vacinas. Viu-se a apologia à ignorância, ao
desconhecimento, à desinformação e ao reacionarismo ilógico e por isso
totalmente irracional.
O
desgoverno ultraneoliberal, de caráter elitista e francamente fascista de Jair
Bolsonaro não vai se repetir na pessoa descompromissada de Flávio Bolsonaro, um
traidor da Pátria e um político fortemente questionado sobre suas ações
relativas a milícias e a rachadinhas, além de situações graves como seu
envolvimento com o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, sem deixar esquecer
o filme Dark Horse, que também se transformou em um escândalo de nível
internacional. Todas essas questões foram divulgadas de maneira ampla pela
imprensa de mercado e tratadas diariamente no Parlamento brasileiro e
observadas atentamente pelos tribunais superiores deste País.
Por sua
vez, porque chama muita atenção e causa estranheza, a sociedade brasileira está
a se deparar com o incrível caso do senador do Partido Liberal (PL) do Rio de
Janeiro acusado de se relacionar como milicianos e que tem parceiros políticos
presos porque envolvidos com o Comando Vermelho, episódios que foram fartamente
repercutidos pela imprensa comercial e privada. Apesar disso tudo, Flávio
Bolsonaro tergiversa e afirma que vai combater o crime organizado e a
corrupção, mas tem aliados presos, que são considerados a base de sustentação
política do senador no Rio de Janeiro, como sempre afirmou e divulgou, no
decorrer dos anos, a imprensa brasileira, em especial a fluminense e carioca.
Dessa
forma, Flávio reproduz como senador e candidato a presidente sua maneira
deletéria de ser e de atuar quando era deputado estadual e foi investigado e
denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) de ter cometido
inúmeras ilegalidades, desde rachadinhas até o envolvimento com o chefe de
milícia de Rio das Pedras, quando empregou duas de suas parentes, além de
homenageá-lo com a mais importante comenda do Estado do Rio de Janeiro, bem
como visitá-lo na cadeia. São fatos amplamente noticiados pela imprensa, além
de outras atividades “empresariais”, como sua pequena loja de chocolates e
lucros incríveis.
Além
disso, Flávio se subordina como um lacaio aos interesses geopolíticos
estadunidenses e mesmo assim pretende combater o crime organizado no Brasil,
razão pela qual sua atuação é vista como escárnio, hipocrisia e cinismo de
amplitude estratosférica, ainda mais quando ele publicamente tenta amenizar a
traição e os prejuízos causados à diplomacia e à economia do Brasil. A verdade
é que suas palavras não convencem nem ao menos uma criança, porque toda vez que
os Bolsonaro conversam com o governo Trump, a conspiração acontece e os ataques
à soberania brasileira se tornam um problema grave para ser resolvido pelo
Governo Lula.
As
conspirações de Flávio e Eduardo Bolsonaro demonstram literalmente que os
filhos 01 e 03 de Jair Bolsonaro vão repetir a tragédia que foi o desgoverno
militarista do seu pai, se Flávio for eleito presidente. Jair se tornou um
presidiário e mesmo assim continua a infernizar a vida dos brasileiros ao invés
de cumprir sua prisão e lutar legalmente para sair dela e assim retomar sua
vida política, como fizeram tantos políticos brasileiros e estrangeiros no
decorrer da história. Bolsonaro, o pai, não reconhece a autoridade dos poderes
da República e muito menos é propenso a respeitar leis, regras e normas, como
demonstrou na Presidência e também como deputado federal por quase 30 anos.
O
projeto de Flávio Bolsonaro é, na verdade, transformar o Brasil em um País
pária, em um satélite desprovido de soberania para fortalecer, politicamente,
os Estados Unidos e enriquecê-lo ainda mais, por intermédio das riquezas
naturais e minerais do Brasil, além de permitir livremente a exploração do
poderoso mercado interno brasileiro. O projeto do filho de um político fascista
é beneficiar sem limites o desgoverno do ditador de âmbito mundial e gângster
de altíssima periculosidade Donald Trump, como se ele fosse norte-americano, a
trair criminosamente o Brasil e os brasileiros.
Trata-se
de traição à Pátria, como sempre fez seu pai, Jair Bolsonaro, no poder e a
atender os interesses dos Estados Unidos sem ao menos pensar no desenvolvimento
e na soberania do Brasil. Pelo contrário, como político brasileiro prestes a
disputar a eleição presidencial bateu continência à bandeira estadunidense e
ainda gritou repetidamente o nome “USA”. Quem quiser ver para crer que vá
pesquisar vídeos na internet e redes sociais que achará facilmente.
Tratava-se
de um candidato sem projeto de desenvolvimento para o Brasil e sem noção de
sociedade, cidadania, cooperação e soberania. Relembro tudo isto por causa da
resposta digna de um malandro oportunista, além de essencialmente imperialista
do secretário de estado dos Estados Unidos, Marco Rúbio, à carta subalterna e
subserviente do candidato do fascismo brasileiro a presidente da República,
Flávio Bolsonaro, que comprova literalmente a disposição da extrema direita
bolsonarista de entregar o País à sanha geopolítica e econômica dos Estados
Unidos.
A
verdade é que gente irresponsável como o é Flávio Bolsonaro tem como pretensão
conquistar o poder central com a interferência dos Estados Unidos nas eleições
presidenciais brasileiras, que ocorrerão em outubro deste ano. Sabedor que
nunca apresentou um projeto e programa que preste em toda sua deplorável
carreira política, Flávio Bolsonaro se torna ainda um sujeito inútil e perigoso
quando é acusado e denunciado por se envolver com rachadinhas em seus gabinetes
parlamentares.
Esse
sujeito nunca defendeu os interesses do Brasil, assim como jamais e em momento
algum de sua vida política apresentou quaisquer propostas que beneficiassem a
vida da população, em especial a carioca e fluminense, pois que é um político
do Estado do Rio de Janeiro. Filho de um líder fascista condenado a 27,3 anos
de cadeia por ter tentado um golpe de estado em 8 de janeiro de 2023, bem como
seu pai é acusado de inúmeros casos de corrupção em seu desgoverno militarista
(2019/2022), assim como praticou desmandos e abusos de poder que acarretaram
700 mil mortes por Covid-19, Flávio Bolsonaro, na maior cara-de-pau, acha que
tem moral perante o povo brasileiro para ser presidente.
A
população, mesmo a parte que o apoia, sabe muito bem do seu passado, mas mesmo
assim se apresenta ao público com dancinhas ridículas para depois vociferar
mentiras e fanfarronices quando se apresenta aos bárbaros em suas aparições que
se assemelham às chacrinhas de programas de auditório. Tal indivíduo realiza
“performances” que superam os limites da ridicularidade e da breguice, porque
atingem os píncaros da imbecilidade e do mau gosto, que registram seus
discursos vazios de propostas, mas plenos de mentiras e maledicências.
Filho
primogênito de um fascista de índole perversa e entreguista, cujo nome é Jair
Bolsonaro, Flávio está todo pimpão sem nunca ter produzido nada na vida e nem
cooperado para que o povo brasileiro tivesse acesso a uma vida de melhor
qualidade. Contudo, seu pai presidiário ainda responderá por outros crimes,
conforme se anuncia há anos na imprensa de negócios privados, sempre a se
basear em investigações e denúncias perpetradas pela Polícia Federal e pelo
Ministério Público Federal, a exemplo das mortes de 795 indígenas, além da
falta de assistência em relação à Covid-19, à pneumonia e à desnutrição, que
acarretaram a morte de 15.264 indígenas no período sombrio dos seus quatro anos
de desgoverno.
Esses
números e índices foram divulgados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi)
e pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai). O que aconteceu, na realidade, foi
uma desassistência total, premeditada e criminosa por parte de um desgoverno de
extrema direita dedicado a atender os ricos, cujos integrantes deveriam
apodrecer na cadeia. Toda a sordidez e mortes em massa aconteceram na mais
desditosa e tenebrosa administração do pai de Flávio Bolsonaro, o traidor e
entreguista, porque a vida inteira mentiu e viveu do poder público, a explorar
o cidadão contribuinte, pois pagador de impostos.
Flávio
Bolsonaro será derrotado pelo povo brasileiro e pelo seu candidato Luiz Inácio
Lula da Silva. Vai ser colocada uma pá de cal nos devaneios do candidato do
fascismo que há anos é acusado de se relacionar com milicianos, sendo que
alguns deles se encontram presos no complexo de Bangu, no Rio de Janeiro, e
pertencem ao seu grupo político.
A
verdade é que Flávio Bolsonaro não se envergonha de ser um serviçal do governo
de Trump e realiza seu trabalho vergonhoso em prol de um projeto de poder
familiar inteiramente desprovido de quaisquer compromissos com o
desenvolvimento do Brasil e do povo brasileiro. O clã sempre agiu assim e dessa
forma se elege para mandatos eletivos, porque incrivelmente essa gente tem a
aquiescência de parte da população que se identifica com a violência e os
preconceitos que a família Bolsonaro pratica e reverbera há décadas.
Lula
vai vencer a eleição, será reeleito e continuará sua inigualável trajetória
política como presidente da República pela quarta vez. Lula derrotou a
tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, derrotou a Lava Jato, derrotou
eleitoralmente a extrema direita e assim evitou que o Brasil fosse vítima de
outra ditadura. Lula derrotou a imprensa de mercado e de negócios privados, que
é a base de sustentação da direita e da extrema direita, bem como o fogão que
ferve o caldeirão do golpismo e dá suporte à mentira, que, dissimulada e
manipuladora, leva os incautos e ignorantes a apoiar golpes e,
consequentemente, defender os interesses das potências estrangeiras e dos ricos
e muito ricos.
Luiz
Inácio Lula da Silva vai derrotar o fascismo e com ele toda a podridão que os
fascistas geram em prol da exclusão, da violência e da infelicidade. É isso aí.
Fonte:
Por Davis Sena Filho, em Brasil 247

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