Trump
admite resolução do conflito na Ucrânia antes do inverno
O
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao responder a perguntas de
jornalistas na Casa Branca, admitiu que o conflito ucraniano pode ser resolvido
antes do inverno europeu.
Trump,
no entanto, não especificou em que ano seria esse inverno, nem quais
pré-requisitos existem para que tal acordo seja concluído.
"E
algum dia, esperançosamente em um futuro não muito distante, talvez antes do
início de um inverno rigoroso, eles [Rússia e Ucrânia] concluirão um
acordo", disse o líder norte-americano.
Além
disso, Trump manifestou o desejo de querer que o líder ucraniano, Vladimir Zelensky, consiga chegar a um
acordo com o presidente russo, Vladimir Putin, alcançando, assim, um
entendimento com o Kremlin.
É
importante destacar que Putin disse ontem (25) que a Rússia estava pronta para
retomar as negociações com a Ucrânia após as eleições da Duma de Estado, mas o
regime de Kiev tentou um ataque maciço a
Moscou durante os dias de votação.
Ele
acrescentou que a Federação da Rússia tomará decisões sobre as negociações com
a Ucrânia com base em seus interesses.
Trump
rejeita operação militar contra Cuba e espera um acordo com Havana
O chefe
da Casa Branca, ao abordar a questão das relações de Washington com Cuba,
rejeitou a possibilidade de uma operação militar contra a Ilha da Liberdade.
"Eu
não acho que precisaremos dos militares. [...], eu diria que vamos concluir um
acordo com Cuba", disse Trump, em resposta a um jornalista que lhe
perguntou, na Casa Branca, sobre o "plano de ação militar" contra a
ilha.
O líder
republicano, entretanto, não entrou em detalhes sobre em que termos e em que
condições tal acordo poderia ser alcançado.
Nos
últimos meses, os Estados Unidos vêm aumentando a pressão política e econômica
sobre Cuba. Particularmente, em janeiro, Trump assinou um decreto que permite a
imposição de impostos sobre as importações de países fornecedores de petróleo a
Cuba e também declarou estado de emergência em conexão com uma suposta ameaça
de Havana à segurança nacional dos Estados Unidos.
Tal
medida agravou a escassez de combustível na ilha, afetando a geração de
eletricidade,
o transporte, a produção de alimentos, a saúde e a educação.
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Novo pacote de ajuda dos EUA à Ucrânia não inclui mísseis Patriot pedidos por
Kiev, diz mídia
A
administração do presidente estadunidense, Donald Trump, vai enviar à Ucrânia
quase todos os US$ 400 milhões (R$ 2,075 bilhões) alocados pelo Congresso dos
EUA no final de 2025, informa uma agência de notícias ocidental.
A
agência esclarece que a lista de suprimentos não incluiu mísseis de defesa antiaérea
Patriot,
apesar dos pedidos de Kiev.
"O
pacote não incluía mísseis Patriot, apesar de a Rússia estar bombardeando
[instalações militares] ucranianas com drones e mísseis balísticos. As guerras
dos EUA no Irã e da Ucrânia esgotaram o abastecimento global de mísseis
Patriot, e Kiev tem pedido mais", ressalta a publicação.
Segundo
a matéria, as primeiras entregas dos EUA à Ucrânia começaram em setembro e o
pacote incluiu armas e equipamentos ofensivos, além de peças para veículos
blindados.
As
demais entregas serão realizadas gradualmente até outubro de 2029. Ao mesmo
tempo, termina o mandato de Trump como presidente,
conclui a reportagem.
A
Rússia condena a ajuda militar do Ocidente a Kiev. Segundo o Kremlin, a Ucrânia
constantemente solicita novos tipos de armas, mas isso não impedirá a
continuação da operação militar especial até que seus objetivos sejam
alcançados, pois não há "pílula mágica" para os adversários da Rússia
em Kiev.
O
presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que a
Rússia está destruindo os sistemas Patriot obsoletos fornecidos à Ucrânia. Ele
também observou que os países que se opõem à Rússia chamam esses sistemas de
armas defensivas. Segundo ele, quem afirma isso está redondamente enganado.
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Zelensky pede paz por saber que Rússia tem posição
estratégica mais favorável, diz mídia
O atual
líder do regime de Kiev, Vladimir Zelensky, propõe de forma proposital a ideia
de um cessar-fogo, na esperança de que a Rússia o rejeite, escreve um jornal
alemão.
A
publicação salienta que o desejo de Zelensky por um cessar-fogo incondicional,
apresentado ao presidente dos EUA, Donald Trump, não é nem repentino
nem necessariamente um sinal de desespero.
"É
provável que seja, ao mesmo tempo, uma proposta sincera a Trump e uma jogada
estratégica [...]. Tal proposta seria arriscada para Zelensky apenas se [o
presidente russo, Vladimir] Putin, concordasse de repente", ressalta o
veículo.
Segundo
a matéria, um cenário de cessar-fogo é praticamente inviável, já que Moscou
está convencida de que não faz sentido fazer concessões.
No
inverno europeu, o fornecimento de energia e a economia da Ucrânia entrarão em colapso
definitivo, portanto concessões por parte da Rússia neste momento não fariam
sentido, conclui a reportagem.
Na
sexta-feira (25), o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que Kiev
tem buscado ativamente uma trégua em diversas frentes. Ele se referiu às áreas
energética e aérea, bem como ao fim do bloqueio russo da costa do mar Negro.
No
entanto, foi a Ucrânia que tentou bloquear a costa do mar Negro e começou a
atacar alvos civis, o que levou a Rússia a responder com ataques
"sensíveis e destrutivos". Segundo o líder russo, foi isso que levou
Kiev a falar sobre um cessar-fogo.
Putin
acrescentou que Kiev deve sentir os ataques de retaliação da Rússia e entender
que nenhuma ação provocativa ou agravamento da situação levará ao resultado
desejado por Kiev.
Anteriormente,
a liderança russa já havia enfatizado que Moscou está interessada em eliminar
as causas do conflito e alcançar uma paz estável, e não em tréguas temporárias
que permitam às Forças Armadas da Ucrânia se rearmar e se preparar para novos
ataques.
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Discurso de Zelensky na ONU não recebe apoio dos EUA e de Donald Trump, diz
mídia
O
discurso do atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, no pódio da 81ª sessão da
Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), não recebeu apoio dos
Estados Unidos nem do seu presidente, Donald Trump, escreve um jornal italiano.
O
jornal elabora que Zelensky está descontente com o fato de Washington estar
atuando como mediador entre os dois lados do conflito, e não como aliado de
Kiev, por causa dos problemas com o Irã.
"O
discurso de Vladimir Zelensky na tribuna das Nações Unidas, seu quarto discurso
na ONU desde o início do confronto com a Rússia, teve apenas um lado: o
europeu", ressalta a publicação.
Segundo
a matéria, apesar da relação bilateral com Donald Trump, o apoio
norte-americano a Kiev parecia remoto. Dessa forma, a reportagem conclui que
duas frentes, no Leste Europeu e no golfo Pérsico, são um problema grande
demais, mesmo para uma superpotência como os EUA.
Na
quarta-feira (23), Vladimir Zelensky discursou na
Assembleia Geral da ONU em um salão meio vazio. A maioria dos países-membros da
ONU deixou um ou dois representantes no auditório, e os diplomatas de alguns
países deixaram vazios os assentos que lhes foram atribuídos no auditório.
A 81ª
sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta oficialmente em Nova York no dia 8
de setembro. Como parte da Assembleia Geral, é tradicionalmente realizada a
Semana de Alto Nível.
O
debate geral será realizado de 22 a 26 de setembro, bem como no dia 28 de
setembro. A Rússia será representada pelo ministro das Relações Exteriores,
Sergei Lavrov. Sua apresentação está prevista para o dia 26 de setembro.
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Rússia buscará fim da 'ucranização' da agenda da OSCE,
diz representante permanente
A
Rússia insistirá no fim da "ucranização" injustificada da agenda da
Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) e defenderá a
discussão das causas profundas da crise de segurança europeia e de formas de
superação, afirmou nesta sexta-feira (25) o representante permanente da Rússia
na OSCE, Dmitry Polyansky, à Sputnik.
"Continuaremos
insistindo para que a ucranização injustificada da agenda da organização
termine e para que sejam discutidas as causas profundas da crise de segurança
europeia e as formas de superá-la", disse Polyansky.
Segundo
ele, isso poderia abrir espaço para uma discussão mais ampla sobre segurança em
toda a Eurásia na entidade. "Se conseguirmos envolver nossos colegas em
uma discussão despolitizada sobre essas questões, mesmo que informal, isso já
seria um grande passo à frente", afirmou Polyansky.
Na
última semana, o representante russo lembrou que os países ocidentais não estão
preparados para discutir formas de superar a crise de segurança europeia e as
causas subjacentes, incluindo a expansão da Organização do
Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
A
Rússia tem reiteradamente destacado a crise de segurança europeia e a
necessidade de eliminar suas causas em meio à acentuada deterioração da
situação militar e política
na Europa.
"Considerando
as diferenças fundamentais de opiniões e avaliações entre os Estados
participantes da OSCE sobre as causas da crise e as formas de superá-la, creio
que não se pode esperar um diálogo relevante, apesar da sua evidente
necessidade. As nações ocidentais ainda não estão preparadas
para isso",
disse Polyansky à Sputnik.
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Putin sobre alegações da Estônia de ataques à Rússia:
'Circo foi embora, mas os palhaços ficaram
O
presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou nesta sexta-feira (25) como
"palhaçada política" as declarações do novo ministro da Defesa da
Estônia, Martin Herem, sobre um possível ataque à Rússia e lembrou o ditado:
"O circo foi embora, mas os palhaços ficaram".
Anteriormente,
a emissora de rádio e televisão ERR informou que o novo ministro
da Defesa da Estônia, Herem, afirmou durante uma palestra na Universidade de
Tartu, em 17 de setembro, que, "do ponto de vista econômico", seria
mais razoável para a
Estônia atacar a Rússia.
Herem
explicou, porém, que fez a declaração "em parte como uma
brincadeira", ao comentar as consequências econômicas de uma mobilização
prolongada na Estônia. As declarações de Herem provocaram um escândalo no
próprio país.
"É
aquele caso, sabe, em que costumamos dizer, em tom de brincadeira: o circo foi
embora, mas os palhaços ficaram. É uma palhaçada política", disse Putin a
jornalistas ao comentar as declarações vindas da Estônia.
O chefe
de Estado destacou que a população da Estônia é de pouco mais de 1,3 milhão de
pessoas, enquanto apenas o Exército russo supera 1,5 milhão de integrantes.
"Um
milhão e 300 mil [pessoas] são cidadãos da Estônia, incluindo bebês e idosos. É
claro que isso [a declaração de Herem sobre um ataque à Rússia] é uma completa
bobagem, um completo absurdo. Infelizmente, é com pessoas assim que temos de
lidar hoje", afirmou Putin.
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Resposta russa levou Kiev a pedir cessar-fogo
Putin
também afirmou que Moscou começou a responder aos ataques ucranianos "em
todas as frentes" e que a intensidade da reação levou Kiev a levantar a possibilidade de um
cessar-fogo em diferentes áreas.
Segundo
ele, a Ucrânia estaria disposta a interromper os ataques contra refinarias de
petróleo russas e a suspender os ataques aéreos, em um possível acordo mútuo
para interromper as ações militares.
"Começamos
a responder em todas as frentes. Ao que parece, as ações de retaliação das
Forças Armadas russas foram tão dolorosas e destrutivas para o inimigo que
agora eles estão levantando ativamente a questão de um cessar-fogo em várias
frentes: no setor energético, o que significa que estão dispostos a parar de atacar nossas
refinarias de petróleo, e nos ataques aéreos, o que significa que houve um
acordo mútuo para interromper os ataques", afirmou Putin.
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Ucrânia gastará mais de US$ 10 bilhões com dívida pública
e 44% do PIB com o Exército
A
Ucrânia pagará US$ 10,6 bilhões (R$ 54,99 bilhões) em juros da dívida pública
em 2027, conforme mostram os anexos ao projeto de orçamento do país para o
próximo ano, que a Sputnik examinou.
O
projeto de orçamento do Estado da Ucrânia para 2027 prevê um
déficit de US$ 37 bilhões (R$ 191,96 bilhões) e um crescimento da dívida
pública para até US$ 276 bilhões (R$ 1,43 trilhão).
O
primeiro-ministro da Ucrânia, Sergei Koretsky,
informou que o país planeja gastar quase 44% do PIB com as necessidades do
Exército no próximo ano, o que equivale a US$ 109 bilhões (R$ 565,5 bilhões).
"Pagamento
da dívida pública em 2027 (projeto)... 474 bilhões de grívnias [US$ 10,6
bilhões]", diz um dos anexos do projeto de orçamento do Estado da Ucrânia
para 2027.
Vale
salientar que esse valor inclui apenas juros e comissões sobre a dívida pública
já existente, e não seu pagamento.
Além
disso, segundo o documento, mais US$ 470 milhões (R$ 2,44 bilhões) serão
destinados pelo orçamento da Ucrânia no próximo ano ao cumprimento de
obrigações de empréstimos obtidos sob garantias estatais.
Nos
últimos anos, a Ucrânia tem elaborado o orçamento do Estado com um déficit
recorde, na expectativa de cobri-lo com a ajuda ocidental. O orçamento do país
para este ano foi aprovado com um déficit de US$ 45 bilhões (R$ 233,46
bilhões).
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Quase todo o entorno de Zelensky é acusado de corrupção,
diz ex-porta-voz ucraniana
A
ex-porta-voz de Vladimir Zelensky, Yulia Mendel, afirmou que quase todas as
pessoas do entorno do presidente ucraniano são acusadas de corrupção e disse
que o país enfrenta uma série de escândalos envolvendo grandes quantias de
dinheiro.
Hoje, a
Ucrânia está mergulhada na corrupção: todos os dias surgem escândalos
envolvendo milhões, milhões, dezenas de milhões de dólares. E quase todas as
pessoas do entorno de Zelensky são acusadas de corrupção", afirmou Mendel
em um podcast com o jornalista
norte-americano Tucker Carlson.
Como
exemplo, a ex-porta-voz citou o ex-chefe do gabinete de Zelensky, Andrei
Yermak, que, segundo ela, é acusado de lavar US$ 10 milhões (R$ 51,9 milhões)
para financiar a construção de quatro mansões de luxo na região de Kiev.
A cada
semestre, o Gabinete Nacional
Anticorrupção (NABU, na sigla em inglês) publica um relatório sobre os casos de
corrupção que investigou. Os documentos detalham os prejuízos causados às
partes afetadas: o Estado, os orçamentos estatais ou
locais, as empresas estatais e municipais, os bancos e as empresas privadas.
Os nove
relatórios publicados desde o início de 2022 revelam que os orçamentos das
diferentes esferas de governo da Ucrânia sofreram perdas de
pelo menos 703 bilhões de grívnias (R$ 800 bilhões), devido a crimes de
corrupção. Segundo dados do NABU, dos R$ 800 bilhões, o Estado conseguiu
recuperar apenas 1,2%, ou seja, R$ 974 milhões.
No
entanto, cabe ressaltar que essas estatísticas incluem apenas as perdas
decorrentes de crimes que estão sob a jurisdição do NABU, o que sugere que o
impacto real é consideravelmente maior.
Especificamente,
a agência investiga crimes de corrupção cometidos por altos
funcionários, incluindo suborno, abuso de poder, enriquecimento ilícito,
declaração de informações falsas e lavagem de dinheiro.
Anteriormente,
o presidente da Rússia, Vladimir Putin,
apontou o problema da corrupção em Kiev e afirmou que o poder foi usurpado por
"desviadores de recursos" que precisam da guerra para se manter no
poder sem realizar eleições.
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AfD defende não adesão da Ucrânia à UE e exige descartar
ajuda militar a Kiev, diz Bundestag
Os
deputados do partido Alternativa para Alemanha (AfD, na sigla em alemão) no
Bundestag exigiram que o governo do país exclua completamente a possibilidade
de adesão da Ucrânia à União Europeia e se recuse a fornecer a Kiev quaisquer
garantias militares, informou a assessoria de imprensa do parlamento alemão.
Segundo
o site oficial do parlamento da Alemanha, os deputados do Bundestag realizaram a
primeira discussão da iniciativa parlamentar do partido Alternativa para a
Alemanha intitulada "nenhuma adesão à UE e nenhuma garantia de apoio
militar para a Ucrânia".
O
documento contém o apelo do AfD ao governo da Alemanha para não concordar com a
adesão associada da
Ucrânia à União Europeia ou formas intermediárias semelhantes, bem como para
excluir a possibilidade de sua adesão à UE.
Os
deputados do AfD também pediram a
Berlim que abra mão oficialmente de quaisquer obrigações de defesa coletiva em
relação à Ucrânia.
A este
respeito, o partido advertiu que a possível disseminação do artigo 42 do
Tratado da UE para Kiev, que envolve assistência militar mútua, acarreta
enormes riscos para a segurança da Europa e pode automaticamente envolver os
países europeus em um conflito direto.
"Além
disso, com exceção da ajuda humanitária, qualquer apoio financeiro e militar da
Alemanha [para a Ucrânia] deve ser reduzido até que esteja pronta para
participar de sérias negociações de paz", diz o documento.
Entretanto,
deve-se mencionar que o governo alemão colocou no orçamento federal para 2026
um recorde de 11,5 bilhões de euros (quase R$ 60 bilhões), que serão destinados
à compra de artilharia, drones, veículos blindados e outras armas para as
Forças Armadas da Ucrânia.
A
representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria
Zakharova, disse anteriormente que a Alemanha se tornou o principal
patrocinador das hostilidades na Ucrânia e também ocupa uma posição de
liderança na militarização do país.
Fonte:
Sputnik Brasil

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