Daniel
Vorcaro queria blindar Flávio Bolsonaro e Dark Horse em novo acordo de delação
No novo
acordo de delação premiada que será entregue à Polícia Federal (PF) e à
Procuradoria-Geral da República (PGR), Daniel Vorcaro tenta blindar Flávio
Bolsonaro (PL) ao citar o “patrocínio” ao filme Dark Horse, uma narrativa da
ultradireita sobre Jair Bolsonaro. A proposta ampliada, após a recusa da
primeira versão, deve ser negociada nesta semana e, ao que tudo indica, deve
ser novamente rejeitada por contrariar fatos e provas já obtidas pelos
investigadores.
Após
esconder até mesmo a relação com o grupo político ligado ao ex-presidente,
Vorcaro incluiu na nova proposta a relação íntima com nomes como Ciro Nogueira
(PP-PI), ex-ministro da Casa Civil e presidente de fato da era Bolsonaro, e
explicações sobre os cerca de 24 milhões de dólares – dos quais 10 milhões de
dólares teriam sido transferidos para o fundo Havengate – que seriam destinados
à cinebiografia do ex-presidente, produzida pelo deputado federal Mario Frias
(PL-SP) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
No
entanto, segundo informações de Igor Gadelha, no site Metrópoles, Vorcaro
anteciparia no acordo de delação que não haveria irregularidades no patrocínio
de Dark Horse, o que contraria fatos e provas já obtidas pela PF.
Vorcaro
teria descrito que o patrocínio prometido ao “irmão” Flávio Bolsonaro” não
envolveria contrapartidas e seria uma questão privada, o que confronta com as
investigações sobre os dutos de dinheiro público transferidos ao Master por
governos bolsonaristas, como de Cláudio Castro (PL-RJ) e Ibaneis Rocha
(MDB-DF), além do esquema de fraudes em empréstimos consignados via Credcesta.
Vorcaro
teria decidido incluir Dark Horse na delação após a revelação do áudio em que
Flávio Bolsonaro o cobra sobre parte do dinheiro que não havia sido transferido
ao fundo, que supostamente operava a gestão financeiro do filme. A troca de
mensagens ocorreu às vésperas da primeira prisão do banqueiro, em novembro. Já
com Vorcaro com tonozeleira eletrônica, Flávio visitou o amigo um dia antes de
anunciar sua pré-candidatura à Presidência.
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R$ 60 bilhões
Vorcaro
ainda teria prometido ressarcir os cofres públicos em um valor que varia entre
R$ 40 e R$ 60 bilhões. No entanto, a dúvida dos investigadores é de onde o
banqueiro do liquidado Master vai tirar o montante. O valor é próximo aos R$ 40
bi que o Fundo Garantidor de Crédito (FCG) teve que dispor para reembolsar
investidores que compraram até R$ 250 mil em títulos podres negociados pelo
banco.
No
acordo, Vorcaro teria se comprometido a ressarcir fundos públicos da
Previdência, como o RioPrevidência, que aportou R$ 3 bilhões no Master.
Durante
as tratativas, a proposta em discussão prevê que a restituição dos valores
considerados irregulares a fundos estaduais e municipais de aposentadoria seja
um dos principais pontos na definição da multa a ser aplicada ao banqueiro.
Na
semana passada, a Polícia Federal apontou uma coincidência temporal entre os
investimentos bilionários realizados pelo fundo fluminense e encontros mantidos
por Vorcaro com o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que também é
alvo das apurações.
As
investigações, no entanto, não se limitam ao estado do Rio de Janeiro. O
Ministério da Previdência Social identificou ao menos 18 fundos previdenciários
estaduais e municipais com aplicações no Banco Master.
Além do
Rioprevidência, a lista inclui os fundos estaduais do Amapá, que investiu cerca
de R$ 400 milhões, e do Amazonas, com aproximadamente R$ 50 milhões aplicados.
Também aparecem entre os investidores fundos municipais de cidades localizadas
nos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Rio de
Janeiro, Alagoas e Pernambuco.
De
acordo com os levantamentos iniciais, os investimentos realizados por entidades
previdenciárias além do fundo fluminense ultrapassam R$ 1 bilhão.
• Mario Frias celebra blindagem de Vorcaro
a Flávio Bolsonaro e Dark Horse em nova tentativa de delação
Com
paradeiro incerto e não sabido, o deputado Mário Frias (PL-SP) celebrou a
tentativa de blindagem de Flávio Bolsonaro (PL) e do filme Dark Horse na
segunda tentativa de Daniel Vorcaro de firmar um acordo de delação premiada com
a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR).
A
segunda versão do acordo deve ser entregue até sexta-feira (12) pelos advogados
do banqueiro, que incluiu o “patrocínio” a Dark Horse após a revelação do áudio
em que é cobrado por Flávio Bolsonaro do pagamento de parte dos 24 milhões de
dólares prometidos pelo clã.
A troca
de mensagens ocorreu às vésperas da primeira prisão de Vorcaro, em novembro.
Dias depois, quando o dono do Master usava tornozeleira eletrônica e era
monitorado pela PF, Flávio Bolsonaro o visitou na mansão onde mora em São
Paulo.
Segundo
informações de Igor Gadelha, no site Metrópoles, Vorcaro deve confirmar o
patrocínio no acordo de delação, mas deve alegar que não haveria
irregularidades, o que contraria fatos e provas já obtidas pela PF.
O
banqueiro pretende descrever que o patrocínio prometido ao “irmão” Flávio
Bolsonaro” não envolveria contrapartidas e seria uma questão privada, o que
confronta com as investigações sobre os dutos de dinheiro público transferidos
ao Master por governos bolsonaristas, como de Cláudio Castro (PL-RJ) e Ibaneis
Rocha (MDB-DF), além do esquema de fraudes em empréstimos consignados via
Credcesta.
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Celebração
Nas
redes, o deputado Mario Frias, produtor-executivo do filme ao lado de Eduardo
Bolsonaro (PL-SP), compartilhou diversas publicações sobre o tema, celebrando a
blindagem ao filme e à Flávio Bolsonaro.
“Nova
delação de Vorcaro é um balde de água fria na sordidez da esquerda sobre Dark
Horse”, diz uma das publicações, compartilhada de um site do ecossistema
bolsonarista.
Carlos
Bolsonaro (PL-RJ) também celebrou a proposta de delação de Vorcaro para blindar
o irmão das investigações da PF.
“Se
fosse só a esquerda….. Os permitidos trabalham dia sim e dia também para manter
qualquer narrativa contra os FILHOS de Bolsonaro para então se colocarem no
tabuleiro autorizado”, escreveu, sinalizando que acredita que a revelação do
fato foi fogo-amigo.
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Blindagem
No novo
acordo de delação premiada que será entregue à Polícia Federal (PF) e à
Procuradoria-Geral da República (PGR), Daniel Vorcaro tenta blindar Flávio
Bolsonaro (PL) ao citar o “patrocínio” ao filme Dark Horse, uma narrativa da
ultradireita sobre Jair Bolsonaro. A proposta ampliada, após a recusa da
primeira versão, deve ser negociada nesta semana e, ao que tudo indica, deve
ser novamente rejeitada por contrariar fatos e provas já obtidas pelos
investigadores.
Após
esconder até mesmo a relação com o grupo político ligado ao ex-presidente,
Vorcaro incluiu na nova proposta a relação íntima com nomes como Ciro Nogueira
(PP-PI), ex-ministro da Casa Civil e presidente de fato da era Bolsonaro, e
explicações sobre os cerca de 24 milhões de dólares – dos quais 10 milhões de
dólares teriam sido transferidos para o fundo Havengate – que seriam destinados
à cinebiografia do ex-presidente, produzida pelo deputado federal Mario Frias
(PL-SP) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
No
entanto, segundo informações de Igor Gadelha, no site Metrópoles, Vorcaro
anteciparia no acordo de delação que não haveria irregularidades no patrocínio
de Dark Horse, o que contraria fatos e provas já obtidas pela PF.
Vorcaro
teria descrito que o patrocínio prometido ao “irmão” Flávio Bolsonaro” não
envolveria contrapartidas e seria uma questão privada, o que confronta com as
investigações sobre os dutos de dinheiro público transferidos ao Master por
governos bolsonaristas, como de Cláudio Castro (PL-RJ) e Ibaneis Rocha
(MDB-DF), além do esquema de fraudes em empréstimos consignados via Credcesta.
Vorcaro
teria decidido incluir Dark Horse na delação após a revelação do áudio em que
Flávio Bolsonaro o cobra sobre parte do dinheiro que não havia sido transferido
ao fundo, que supostamente operava a gestão financeiro do filme. A troca de
mensagens ocorreu às vésperas da primeira prisão do banqueiro, em novembro. Já
com Vorcaro com tonozeleira eletrônica, Flávio visitou o amigo um dia antes de
anunciar sua pré-candidatura à Presidência.
• Blindagem a Flávio Bolsonaro: delação
que inclui Dark Horse deve ser recusada e Vorcaro irá para a Papuda; entenda
A
Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) estão analisando
a segunda proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro,
ex-controlador do Banco Master, entregue pelos advogados, e devem dar um
parecer até a próxima sexta-feira (12). O acordo inclui menção ao suposto
patrocínio ao filme Dark Horse e à relação com o senador Flávio Bolsonaro
(PL-RJ), com a alegação de que não houve irregularidades, versão que
investigadores consideram contraditória com as provas já reunidas.
A
decisão final sobre a homologação caberá ao ministro do STF André Mendonça,
relator do caso, e o prazo para uma resposta de PF e PGR se encerra nesta
semana, quando também termina o acesso ampliado dos advogados ao banqueiro. A
tendência é que haja uma nova recusa à proposta.
Um
encontro que havia sido agendado para a quarta-feira (10) com advogados foi
cancelado porque os investigadores pediram mais tempo para analisar os novos
anexos.
A
expectativa da defesa é que PF e PGR se pronunciem sobre a proposta até o fim
desta semana, prazo que coincide com o encerramento do regime excepcional de
visitas autorizado pelo ministro André Mendonça. Por determinação do relator do
caso no STF, os advogados de Vorcaro puderam despachar com o banqueiro das 9h
às 17h durante os dias úteis, com o objetivo de produzir a nova proposta de
colaboração. A partir da segunda-feira (15), o limite volta a ser de 30 minutos
diários.
A
decisão final sobre a homologação do acordo não pertence à PF nem à PGR: caberá
ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Mendonça tem
acompanhado de perto as negociações e, na semana passada, se reuniu com a
defesa de Vorcaro, com novo encontro previsto com o advogado Sérgio Leonardo,
responsável pelas tratativas desde que assumiu a coordenação da defesa no fim
de maio.
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Blindagem a Flávio Bolsonaro e Dark Horse
O ponto
mais sensível da nova proposta é a tentativa de proteger o senador Flávio
Bolsonaro (PL-RJ) e o filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
produzida pelo deputado Mario Frias (PL-SP) e por Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
Segundo informações do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, Vorcaro decidiu
incluir o tema na delação após a revelação de um áudio em que Flávio Bolsonaro
o cobra por parte dos US$ 24 milhões prometidos para o projeto, dos quais US$
10 milhões teriam sido transferidos ao fundo Havengate. A troca de mensagens
ocorreu às vésperas da primeira prisão do banqueiro, em novembro.
A
estratégia de Vorcaro é descrever o patrocínio prometido ao “irmão” Flávio como
uma negociação “republicana”, sem contrapartidas e de natureza privada. A PF,
no entanto, avalia que essa versão contraria fatos e provas já obtidas nas
investigações. Os investigadores apuram dutos de dinheiro público transferidos
ao Master por governos bolsonaristas, citando os casos do governador Cláudio
Castro (PL-RJ) e do governador Ibaneis Rocha (MDB-DF), além de um esquema de
fraudes em empréstimos consignados operado via Credcesta. Esse conjunto de
apurações, segundo a PF, contradiz a narrativa de que a relação entre Vorcaro e
Flávio Bolsonaro seria estritamente privada e isenta de irregularidades.
A PF
apreendeu mais de oito aparelhos do banqueiro e a perícia inicial já revelou
que o esquema vai além de fraudes financeiras, envolvendo corrupção,
organização criminosa e uso de milícia privada para atacar adversários e
acessar dados sigilosos.
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Rejeição da primeira proposta e exigências da PF/PGR
A
primeira versão da delação de Vorcaro, coordenada pelo advogado José Luis
Oliveira Lima, foi rejeitada pela PF e recebida com reservas pela PGR.
Investigadores a classificaram como “inconsistente” e “omissiva”: o material
não trazia informações novas, era visto mais como uma peça de defesa do que
como um conjunto de relatos com admissão de crimes, e deixava de fora
referências a pessoas já identificadas pelos investigadores a partir da análise
dos celulares apreendidos. A PF concluiu que Vorcaro “criou muita historinha” e
evitou aprofundar temas sensíveis, especialmente os que envolviam suas conexões
políticas.
Para
que a nova proposta avance, PF e PGR estabeleceram condições claras. O acordo
precisa apresentar informações inéditas capazes de ampliar o alcance das
investigações, ser acompanhado de provas que sustentem os relatos, incluir a
admissão das irregularidades praticadas pelo banqueiro e detalhar suas relações
políticas, algo que não ocorreu na primeira versão. Investigadores também
exigem que Vorcaro descreva o passo a passo de como movimentou bilhões por meio
de uma teia de fundos nacionais e internacionais.
Outro
ponto considerado fundamental é o compromisso de ressarcimento de valores.
Investigadores mencionam cifras que poderiam chegar a R$ 60 bilhões,
considerando os prejuízos ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), ao BRB e a
fundos de previdência estaduais e municipais, como o RioPrevidência, que
aportaram bilhões no Master antes de sua liquidação pelo Banco Central, em
novembro do ano passado. A negociação da delação tem como eixo central a
devolução de recursos e a comprovação de atos de ofício de autoridades citadas.
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Contexto da prisão e atuação de André Mendonça
Daniel
Vorcaro está com tornozeleira eletrônica e cumpre prisão na Superintendência da
Polícia Federal em Brasília. Mesmo sob monitoramento, o banqueiro recebeu a
visita de Flávio Bolsonaro em sua mansão em São Paulo, episódio que ocorreu
dias antes de Flávio anunciar sua pré-candidatura à Presidência da República. A
visita, registrada enquanto Vorcaro estava sob vigilância da PF, reforça o peso
político das relações que o banqueiro tenta agora enquadrar como “privadas” em
sua proposta de delação.
Após a
rejeição da primeira proposta, Vorcaro chegou a ser transferido da sala de
Estado-Maior onde estava detido para uma cela comum na Superintendência, com
restrições maiores de contato com advogados e espaço compartilhado com outros
presos. O ministro André Mendonça, porém, autorizou seu retorno à sala
especial, onde dispõe de banheiro individual e pode receber sua defesa em
horários determinados. Foi também Mendonça quem autorizou o regime excepcional
de visitas que permitiu a produção da nova proposta, com reuniões diárias que
chegaram a durar mais de seis horas,.
O papel
de Mendonça no processo vai além da custódia: como relator do caso no STF, ele
é quem decidirá sobre a homologação de qualquer acordo que venha a ser firmado.
Interlocutores do ministro avaliam que Vorcaro perderá o direito à sala de
Estado-Maior e poderá ser transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda
caso a nova delação seja rejeitada. Na Papuda, o contato com familiares e
advogados é limitado, monitorado e todas as comunicações são gravadas,
condições que tornariam qualquer negociação futura significativamente mais
difícil.
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Repercussão política e próximos passos
A
tentativa de blindagem a Flávio Bolsonaro e ao filme Dark Horse foi recebida
com entusiasmo por figuras do bolsonarismo. O deputado Mario Frias (PL-SP),
produtor-executivo do filme ao lado de Eduardo Bolsonaro, compartilhou diversas
publicações sobre o tema nas redes sociais, celebrando a proposta. Uma das publicações
compartilhadas por Frias, originária de um site do ecossistema bolsonarista,
dizia: “Nova delação de Vorcaro é um balde de água fria na sordidez da esquerda
sobre Dark Horse.” Carlos Bolsonaro (PL-RJ) também comemorou publicamente,
sugerindo que a revelação do conteúdo da delação foi obra de “fogo-amigo” e que
há uma narrativa orquestrada contra os filhos de Bolsonaro.
A
celebração antecipada de figuras bolsonaristas, no entanto, contrasta com a
avaliação dos investigadores. A PF considera que a nova proposta dificilmente
será aceita, e o material complementar entregue pela defesa não trouxe
elementos inéditos capazes de alterar essa percepção. A pressão por rapidez
também é real: investigadores vinham exigindo que o escopo da delação fosse
articulado com prazo pré-definido por Mendonça, justamente para evitar que a
defesa postergasse a entrega como ocorreu na primeira tentativa, e para que o
processo não fosse contaminado pelo período eleitoral. O mês de julho era visto
como limite para esse risco.
Os
próximos passos dependem diretamente da avaliação que PF e PGR concluírem nesta
semana. Se o acordo for considerado suficiente, Vorcaro será chamado para
prestar novos depoimentos e as informações passarão por verificação antes de
qualquer acordo formal ser firmado. Se rejeitado, a PF pode intensificar a
pressão pela transferência do banqueiro para um presídio comum, encerrando o
regime de custódia diferenciada que, até agora, tem facilitado as negociações.
Em qualquer cenário, a palavra final continuará sendo de André Mendonça.
Fonte:
Fórum

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