'Por
que só minha irmã tem esquizofrenia se herdamos os mesmos genes e crescemos
juntas?'
Consuelo
Walss-Bass havia começado seu doutorado e estudava as causas genéticas da
esquizofrenia quando fez a pergunta: "por que minha irmã tem a condição e
eu, não?". "Você está errada. Sua irmã não tem esquizofrenia. Eu
saberia, vivi com sua mãe por anos", respondeu o pai.
Para
ela, havia ficado evidente o que afligia sua irmã. Mas ela entendia a reação do
pai, para quem a doença havia arrancado o "amor da sua vida". E a
ideia de que sua filha sofresse da mesma enfermidade, para ele, era
insuportável. Ele sabia que o diagnóstico é como perder o ente querido,
assumindo que ele nunca voltará a ser "a pessoa que era".
Walss-Bass
é a autora do livro Por que a Minha Irmã? (Allele Books, a ser lançado em
2026). Nele, ela conta a dolorosa experiência de sua família com a
esquizofrenia da mãe e da sua irmã, entrelaçando sua vivência com o
conhecimento científico existente sobre o transtorno. Bioquímica e geneticista
nascida no México, Walss-Bass é professora de Psiquiatria e Ciências do
Comportamento do centro de ciências da saúde da Universidade do Texas, nos
Estados Unidos, a UTHealth Houston. Ela também dirige o Programa de Genética
Psiquiátrica da instituição e um laboratório de pesquisa que guarda 180
cérebros para estudo.
Por
mais de 20 anos, a cientista se concentrou em compreender os transtornos
psiquiátricos em nível molecular. E uma pergunta a acompanhou ao longo deste
processo: "Se nós herdamos os mesmos genes e crescemos no mesmo ambiente,
por que minha irmã tem esquizofrenia e eu, não?" Ela se refere a Paty, a
quarta de cinco irmãos, que teve uma breve carreira como modelo.
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Confira abaixo a entrevista.
• Quando era criança, ao lado dos seus
irmãos, você precisou enfrentar as alucinações da sua mãe, seus delírios,
murmúrios, falta de expressividade e afeto, seus momentos de ira e outros
sintomas. No livro, você conta que, oito dias antes do seu aniversário de 15
anos, sua mãe foi internada em um hospital neurológico e que você sentiu muito
a falta dela. Como você conseguiu, com aquela idade, separar a pessoa da
doença, se vocês nem sabiam que ela tinha esquizofrenia?
Consuelo
Walss-Bass - Esta recordação é uma das mais difíceis da minha vida, pois
completar 15 anos, no México, é algo muito importante, é uma grande
comemoração, e não ter minha mãe foi muito difícil. Quando meu pai decidiu
mandá-la para aquele hospital, algo que ele não queria e que foi realmente seu
último recurso, lembro que coloquei um bilhetinho na maleta dele. Não sei se
ele o leu, mas eu tinha muita esperança de que ele o visse. Eu, na verdade,
sentia tristeza por ela, sabia que ela nos amava da sua maneira e que ela iria
sofrer por não nos ter por perto. Isso me doeu muito. Foram cerca de dois meses
sem ela e nós não falávamos a respeito. Todos nós continuávamos com as nossas
vidas, cada um internalizando aquilo individualmente. Tenho recordações muito
bonitas dela, de quando era criança, antes dos cinco anos. As primeiras
lembranças são bonitas porque, antes que tivesse seu primeiro episódio forte,
ela foi uma ótima mãe. Estas recordações me ajudaram a vê-la sempre assim. Mas,
depois daquele evento, ela nunca mais voltou a ser a mesma. Ela tentou, teve
certos momentos de lucidez e isso é importante sobre esta doença. Primeiro,
existe um episódio e, depois, podem se passar anos sem que haja outro. Mas,
quando ela volta, vem com cada vez mais frequência e, por fim, acaba ficando.
Por isso, é muito importante reconhecer o primeiro episódio e procurar
tratamento.
• Você escreveu que, como sua mãe sofria
de esquizofrenia, era questão de sorte saber qual dos seus filhos herdaria a
doença. Você fala sobre uma tempestade perfeita que acontece em algumas
pessoas. Qual foi o seu aprendizado sobre essa tempestade, no caso da sua irmã
Paty?
Walss-Bass
- Sei desta tempestade agora porque passei anos estudando a doença. É a
combinação da genética e do ambiente. Ao escrever o livro, recordando como tudo
aconteceu, pensei na época em que minha mãe estava grávida de Paty. Desde
aquele momento, Paty sofreu porque minha mãe não estava bem durante a gravidez,
nem nos seus primeiros meses de vida. Paty não teve o amor de mãe. Este foi seu
primeiro trauma. E, depois, veio o isolamento, quando saíamos por grande parte
do dia, cada um para o seu lado [o pai para o trabalho e os irmãos para a
escola ou para a casa de amigos], e ela ficava com a minha mãe. Na época da
infância e no início da adolescência, quando seu cérebro estava se
desenvolvendo, Paty ficou, em grande parte, sozinha. Acredito que este tenha
sido o forte impacto que levou à doença. Além da carga genética, pois as duas
coisas precisam estar juntas. Já nós, os três mais velhos, tínhamos uns aos
outros. Meu pai mandou meu irmão menor viver por algum tempo com uma bela
família que nos ajudou e isso, felizmente, o salvou. É preciso observar qual é
a combinação genética de cada um de nós e isso é muito importante. Existem 287
genes que sabemos que contribuem para a doença, mas cada pessoa tem combinações
diferentes. É isso o que estamos investigando: qual é a combinação que leva
algumas pessoas a apresentar certos sintomas e outras a serem mais resilientes?
• E não foi encontrado um gene culpado,
certo?
Walss-Bass
- Não, eu acredito que não haja um gene culpado. É a combinação dos genes
herdados por cada pessoa que causa a doença e, a isso, somam-se os traumas
vivenciados por cada pessoa. Também existe algo que só agora estou entendendo:
o momento em que este trauma é sofrido. Se a pessoa sofrer um trauma quando as
sinapses [o mecanismo que permite a conexão entre os neurônios] estão se
formando, acredito que isso poderá contribuir para a doença.
• Você conta que foi impossível saber que
sua irmã havia começado a sofrer psicose e a ouvir vozes. Você escreve que
"Patty foi se desligando lentamente, sem que se notasse a princípio".
Como são estas primeiras etapas da esquizofrenia? É possível reconhecê-las
precocemente?
Walss-Bass
- É difícil reconhecer porque os primeiros sintomas costumam ocorrer na
adolescência, que é uma etapa da vida em que todos nós estamos mudando e o
nosso cérebro passa por uma completa reorganização. Existem momentos de
impulsividade, de raiva, de tristeza, que todos nós vivemos. Por isso, às
vezes, é difícil dizer: "Isto é da adolescência ou isto é da doença."
No caso de Paty, acho que, sim, poderíamos ter percebido. Ela começou, por
exemplo, a sofrer paranoias, a dizer que estávamos falando mal dela, que não a
amávamos, que a estávamos ignorando. Mas também não dizia nada de muito
estranho, como que os extraterrestres estavam a caminho. Nós assegurávamos a
ela que não era verdade e prosseguíamos. Mas, certa vez, ela me contou que
achava que alguém a estava observando. Agora, compreendo o que ela estava
tentando me dizer, que estava ouvindo vozes ou vendo coisas. Mas eu não entendi
e não era minha culpa, pois desconhecia esta realidade.
Também
recordo que era muito difícil para ela fazer amigos e ela passava muito tempo
sozinha. Este é outro sintoma: o isolamento. É muito importante ficarmos
atentos à raiva, à paranoia e ao isolamento. Se todos ocorrerem juntos,
acredito que sejam sintomas precoces que podem ser reconhecidos.
• Você conta que chegou a sentir culpa e
que, por algum tempo, foi perseguida pela ideia de que poderia ter feito algo
para evitar o desenvolvimento da doença na sua irmã. Como conseguiu se livrar
destas ideias?
Walss-Bass
- Tenho esta culpa desde que morei com ela. Foi uma convivência curta porque,
naquela época, ela se transformou em alguém que eu não reconhecia e precisei ir
embora. Foi muito difícil para mim. Saí da casa em que vivíamos juntas e, desde
aquele momento, me senti culpada. Pouco tempo depois que saí, ela desapareceu.
Não sabíamos onde ela estava, não sabíamos nada dela. Eu sentia muita culpa
porque pensava que, se eu tivesse ficado, teria podido ajudá-la. Naquela época,
não sabíamos que ela tinha esquizofrenia, mas sabíamos que algo estava
acontecendo. Anos depois, eu e meu marido saímos para procurá-la. Ela havia se
casado e seu marido, que cuidava dela, havia acabado de morrer de câncer. Ela
já havia sido diagnosticada com esquizofrenia. Paty morava em condições
terríveis. Procurá-la fez com que eu me sentisse melhor e saber que, agora, eu
a estou ajudando me fez bem. Não acredito que tenha me tirado a culpa e sei,
entendo que não deveria me sentir assim. Muitas famílias me contam isso.
Infelizmente, nos Estados Unidos, existem muitas pessoas com doenças mentais na
rua porque suas famílias não conseguem mais cuidar delas. E não é sua culpa. A
doença simplesmente faz com que as pessoas que sofrem dela, às vezes, passem a
ser violentas. E as famílias chegam a um ponto de desespero que as faz dizer:
"Não conseguimos mais."
Não é
culpa delas, não é culpa de ninguém. Entendo isso, mas é difícil não ter este
sentimento.
• Houve um período em que Paty deixou de
ser aquela mulher que as pessoas comparavam com a atriz e cantora mexicana
Thalía e passou a ser alguém fisicamente irreconhecível, com a capacidade
cognitiva de uma criança. Agora, ela mora com você e sua família. Como é a sua
vida e sua relação com ela?
Walss-Bass
- Agora, é uma relação muito bonita. Já se passaram 10 anos desde que saímos
para buscá-la. Inicialmente, foi muito difícil, pois precisei hospitalizá-la
contra sua vontade. Ela demorou para me perdoar. Por isso, inicialmente, ela
tinha muita raiva, mas, agora, me agradece. Os primeiros anos foram muito
difíceis. Nós dizíamos: "Venha conosco", "vamos comer",
"vamos dar uma volta". Mas ela não queria sair do pequeno apartamento
que adaptamos atrás da nossa casa. Mas tudo mudou quando meu pai veio morar
conosco durante a pandemia de covid, em 2020. Isso nos ajudou muito e ela
começou a conviver mais conosco. Meu pai voltou a morar no sul do Texas, mas
Paty ficou conosco. Agora, seus dias são muito bonitos, pois ela começou a ir a
uma casa-clube e passa o dia com outras pessoas. Ali, eles oferecem atividades.
Ela adora regar as plantas e fazer desenhos. É muito criativa e, ali, ela é
feliz. Meu marido prepara o café da manhã para ela todos os dias. Eu a levo à
casa-clube e, depois do trabalho, a trago de volta. Ela tem uma rotina e isso é
muito importante para pessoas com esquizofrenia: saber o que irá acontecer
naquele dia, pois qualquer mudança de horário ou do esperado pode causar
estresse. Saber o que irá acontecer todos os dias traz tranquilidade e
segurança para ela.
Ela
está muito bem. Por isso, digo que existe a possibilidade de que qualquer
paciente alcance esta estabilidade, se tiver o apoio da sua família e do
sistema. Em Houston, temos uma rede social, médicos e hospitais muito bons. Mas
sei que, em outros lugares, não há psiquiatras ou psicólogos e isso é
gravíssimo. É preciso ter uma rede de apoio. Meu marido e meus filhos me ajudam
e eu não teria conseguido sozinha. Acredito que uma pessoa sozinha não
consegue.
• Quando você precisou escolher uma
especialidade para seu doutorado, optou pela psiquiatria e deixou sua carreira
no campo do câncer. Como isso aconteceu?
Walss-Bass
- Eu gosto de aprender, da ciência, e tive a oportunidade de estudar o câncer.
Quando ia terminar o doutorado, eu me perguntei: "Preciso pesquisar pelo
resto da vida, o que eu quero pesquisar?" A resposta a que cheguei foi:
"Psiquiatria, não há outra opção." Foi uma decisão difícil, pois,
naquela época, não havia muitas pesquisas sobre a esquizofrenia. Alguns dos
meus professores chegaram a me perguntar: "Mas como? O que você vai
fazer?" Além disso, eu não podia sair de San Antonio [EUA], pois meu
marido tinha o trabalho ali e era o provedor da família. Mas tudo acontece por
algum motivo. Eu caminhava pelo corredor do departamento [de psiquiatria],
quando vi um cartaz que mostrava uma família com esquizofrenia. Foi como se
aquilo tivesse caído do céu. Naquele momento, eles haviam acabado de trazer um
professor da Califórnia [EUA], que estava começando a estudar a genética da
esquizofrenia. Fui conhecê-lo e decidi que era aquilo que eu queria fazer.
Comecei com a genética e, após dois anos, foi sequenciado o genoma humano. Isso
abriu as portas para a pesquisa médica de forma incrível. Desde então, a
psiquiatria genética explodiu.
• O seu livro conta como foi doloroso para
você, quando criança, visitar sua mãe na primeira vez em que ela foi internada.
Vocês a abraçaram, mas ela não correspondeu. Você conta que, posteriormente,
ela recebeu terapia de eletrochoque e funcionou. Em uma doença tão complexa e
imprevisível, o que funciona? Depende do paciente?
Walss-Bass
- Sim, acredito que sim. Quando digo que funcionou, é porque, quando ela voltou
para casa, estava sem os sintomas. Ela nos abraçava e dizia: "Vou cuidar
de vocês" e nos pedia perdão. Na verdade, eu me perguntava por que ela nos
pedia perdão. Funcionou por algum tempo, mas a doença retornou. Foi há pouco
tempo, conversando com meu pai, que soube que minha mãe havia recebido
tratamento de eletrochoque. Trata-se de um procedimento que busca estimular o
cérebro para alterar a forma como os neurônios se comunicam. Estes tratamentos,
agora, são muito mais sutis do que no passado. Contamos também com a
Estimulação Magnética Transcraneal (EMT), um procedimento muito mais suave em
comparação com os de décadas atrás. Acredito que, para certos pacientes, eles
funcionem, mas também depende do grau de avanço da doença.
• A primeira vez em que você e seus irmãos
ouviram a palavra esquizofrenia ocorreu quando seu pai disse o que a sua mãe
sofria. Vocês perguntaram "isso tem cura?" e ele respondeu:
"Não." Esta é a resposta válida até hoje, mas até que ponto se
avançou no estudo desta doença? Você tem otimismo de que pode haver uma cura?
Walss-Bass
- Sim para a última pergunta e sim, houve muitos avanços.
Estamos
estudando como os genes que contribuem para a doença funcionam e causam
problemas. Mas os medicamentos continuam sendo os mesmos de 60 anos atrás.
Minha irmã toma clozapina e é o único remédio que a ajuda. Trata-se de uma
medicação muito antiga, mas, na minha opinião, não há nada melhor. Eu me sinto
muito otimista porque, como já estamos descobrindo o que causa a doença,
acredito que, muito em breve, poderemos desenvolver medicamentos novos que não
ataquem apenas os sintomas, mas também os genes causadores. Esta compreensão
científica da doença ajuda muito a reduzir a estigmatização, fazendo com que as
pessoas saibam que esta é uma doença biológica, causada por fatores que estão
fora do controle das pessoas, o que, às vezes, não é compreendido. Eu mesma
dizia à minha irmã, antes de saber que ela tem a doença: "Controle-se, por
que não consegue?" ou "por que você faz isso?". Também
reclamávamos com a minha mãe e ficávamos com muita raiva dela porque achávamos
que aquilo dependia dela. Entender que eles não conseguem controlar é
importantíssimo. Isso, para mim, é um avanço incrível.
• O livro conta que, quando você era
criança, as famílias escondiam seus doentes. Seu irmão Rudy destaca que, no
caso de outras doenças, como o câncer, as pessoas dizem "que pena que ele
está doente". Mas, se você tiver uma doença mental, você é "o
louco". Como podemos ajudar a superar esta estigmatização?
Walss-Bass
- Entendendo a doença. Nós avançamos no tema da saúde mental. Agora, existe
muito mais compreensão sobre a depressão ou o transtorno bipolar. Mas,
infelizmente, acredito que a esquizofrenia ainda causa temor porque as pessoas,
às vezes, agem de forma que dá medo e isso faz com que a estigmatização se
mantenha. Por isso escrevi este livro, porque quero dizer: "Vejam, eles
não conseguem controlar, não estão tentando ferir ninguém." Eles se
comportam desta forma com as pessoas que os rodeiam, seus filhos, irmãos,
cônjuges, mas fazem porque surgem pensamentos que causam reações. Não é que
eles planejem fazer coisas ruins. Saber isso ajuda a reduzir a estigmatização e
também a entender que, por trás das causas biológicas, genéticas e ambientais,
há tratamentos e medicações que funcionam e existem redes sociais e de saúde
para ajudar.
• E também entender que eles estão
sofrendo.
Walss-Bass
- Exatamente, o sofrimento deles é inacreditável. Minha irmã entende que tem
esquizofrenia e tenta ser feliz. Mas ela me diz: "Eu não tenho nada. Você
tem uma vida bonita, tem filhos." Minha mãe, ainda com os medicamentos,
continua sofrendo e isso é algo que as diferencia. Ela é uma pessoa triste, não
consegue sentir alegria, emoções e isso é muito difícil para nós enquanto
família.
• Exatamente, você conta que, à medida que
escrevia, começou a entender a sua mãe. A raiva dirigida a ela se dissipou e
chegou não só à empatia e à compaixão, mas à admiração. Escrever o livro teve
poder curador?
Walss-Bass
- Certamente. E desde o primeiro momento. Às vezes, eu chorava enquanto
escrevia. Comecei a entender minha mãe cada vez mais. Quando eles vieram para
os Estados Unidos, meu pai trabalhava o dia todo e ela ficava com os filhos.
Para ela, não era apenas um país estranho, era outro idioma. De fato, quando
vim do México para os Estados Unidos na idade adulta, eu mesma fiquei com
depressão. Fiquei pensando que minha mãe passou por aquilo, sofreu com o
isolamento, ninguém a entendia e, ao voltar para o México, sua própria família
também não a compreendeu. Depois que tive meus filhos, observo o esforço que
ela fez, tentando, como podia, nos levar adiante naqueles primeiros anos. Agora
vejo que as duas últimas gestações, de Paty e Leo, precipitaram sua psicose. E,
depois que eles nasceram, a doença ficou mais grave. Eu a admiro muito e isso
me ajudou a seguir adiante.
• O nome do seu livro é Por que a Minha
Irmã?. Você acredita ter chegado à resposta?
Walss-Bass
- Não. Na verdade, quando meu irmão Rudy terminou de ler o livro, ele me disse:
"Pensei que você fosse explicar por que ela." A pergunta permanece e
continuamos investigando. Mas tenho muita fé e muito otimismo de que iremos
entender isso e responder a esta pergunta em alguns anos, pois a ciência avança
e isso é incrível.
Fonte:
BBC News Mundo

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