Gordura
no fígado: veja seis bebidas e hábitos que ajudam a cuidar do órgão
A
esteatose hepática, conhecida popularmente como fígado gorduroso, ocorre quando
há acúmulo excessivo de gordura no órgão. A condição pode evoluir sem
apresentar sinais claros, principalmente nas fases iniciais, e muitas vezes é
identificada durante exames médicos.
Por
isso, os cuidados com a alimentação e a prática regular de atividade física têm
papel importante na saúde do fígado. A redução do excesso de peso, quando
necessária, também pode contribuir para diminuir a quantidade de gordura
acumulada no órgão e reduzir processos inflamatórios.
Não
existe, porém, uma bebida capaz de eliminar a esteatose por conta própria.
Algumas opções podem fazer parte de uma alimentação equilibrada, mas não
substituem acompanhamento médico ou mudanças de estilo de vida. A informação é
do jornal El Tiempo, da Colômbia.
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6 bebidas que podem fazer parte da rotina
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1. Água
A
hidratação adequada é fundamental para o funcionamento do organismo. A água
pode ser consumida ao longo de todo o dia e deve ser a principal fonte de
hidratação, inclusive para pessoas que apresentam alterações hepáticas.
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2. Café sem açúcar
O
consumo de café tem sido associado, em estudos, a possíveis efeitos protetores
sobre o fígado. A bebida sem açúcar pode fazer parte da rotina de algumas
pessoas, desde que não existam contraindicações ao seu consumo.
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3. Chá verde
O chá
verde contém compostos antioxidantes e é estudado por seus possíveis efeitos
sobre o metabolismo e a saúde do fígado. Ainda assim, seu consumo não deve ser
encarado como tratamento para a esteatose.
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4. Chá preto
Assim
como o chá verde, o chá preto contém compostos bioativos que vêm sendo
investigados por possíveis benefícios metabólicos. Pode ser consumido sem
excesso e, preferencialmente, sem adição de açúcar.
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5. Infusão de gengibre ou canela
Gengibre
e canela fazem parte de diversas preparações e apresentam compostos com
propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias estudadas pela ciência. O
consumo deve ser moderado, principalmente por pessoas que fazem uso de
medicamentos ou têm alguma condição de saúde.
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6. Bebidas vegetais sem açúcar
Bebidas
à base de soja, aveia ou outros vegetais podem integrar uma alimentação
equilibrada, especialmente quando não possuem açúcar adicionado. Elas, no
entanto, não substituem a água e devem ser escolhidas de acordo com as
necessidades nutricionais de cada pessoa.
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Hábitos também são importantes
Além da
alimentação, outros fatores podem contribuir para a saúde do fígado. A prática
regular de exercícios físicos é uma das principais recomendações para pessoas
com excesso de peso ou alterações metabólicas.
Caminhadas
e outras atividades podem ser incorporadas gradualmente à rotina. Também é
importante reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados, manter uma
alimentação variada e equilibrada e dormir adequadamente.
A
esteatose pode permanecer silenciosa durante bastante tempo. Por isso, pessoas
com fatores de risco ou alterações identificadas em exames devem procurar
avaliação profissional.
Sintomas
como pele e olhos amarelados, dor ou inchaço abdominal, pernas inchadas, urina
escura, cansaço persistente, náuseas e perda de apetite podem estar
relacionados a alterações no fígado e merecem investigação médica.
As
bebidas citadas podem complementar uma rotina saudável, mas não substituem
tratamento, medicamentos quando indicados ou acompanhamento com profissionais
de saúde.
• Conheça três alimentos ricos em proteína
que podem fazer parte da dieta em qualquer idade
A
proteína deixou de ser um nutriente associado apenas a quem pratica exercícios.
Com a maior preocupação com a qualidade da alimentação, ela passou a ocupar
espaço de destaque na dieta de pessoas de diferentes idades, especialmente
entre os idosos.
O
nutriente participa da formação e da manutenção dos tecidos, além de ser
importante para a preservação da massa muscular. Com o envelhecimento, essa
função ganha ainda mais relevância, já que a perda de músculos pode comprometer
a força e a autonomia.
A
Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas para
Alimentação e Agricultura (FAO) recomendam atenção ao consumo adequado de
proteínas de alto valor biológico. O objetivo é ajudar a reduzir o risco de
perda muscular, especialmente entre pessoas mais velhas e aquelas que convivem
com doenças crônicas.
Dados
reunidos no Relatório Global de Nutrição de 2021 apontam que mais de 10% da
população mundial não ingere proteínas em quantidade suficiente. O cenário
contribui para o avanço de alimentos enriquecidos e para a busca por novas
fontes do nutriente.
Especialistas
consultados pelo jornal argentino La Nación destacaram três opções que
concentram proteínas de boa qualidade e podem ser incorporadas à rotina
alimentar.
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Ovo reúne proteína completa e praticidade
O ovo é
uma das alternativas mais acessíveis para aumentar o consumo de proteínas. Uma
unidade fornece cerca de 6 gramas do nutriente e aproximadamente 70 calorias,
além de vitaminas e minerais, como B12, riboflavina e vitamina D.
Outro
ponto de destaque é a composição proteica. O alimento contém os nove
aminoácidos essenciais, que precisam ser obtidos por meio da alimentação porque
o organismo não consegue produzi-los em quantidade suficiente.
Além do
perfil nutricional, o ovo é fácil de preparar e pode ser consumido de diversas
formas ao longo do dia.
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Iogurte combina proteína e nutrientes
O
iogurte também pode contribuir para o consumo diário de proteínas. Em 100
gramas de iogurte natural integral, há aproximadamente 4 gramas do nutriente,
além de cálcio, vitaminas do complexo B, fósforo, potássio e magnésio.
O
alimento ainda contém leucina, um aminoácido associado à síntese e à
preservação da massa muscular. Por isso, pode ser especialmente interessante em
uma alimentação voltada à manutenção dos músculos.
Dependendo
da composição, o iogurte também pode fornecer bactérias benéficas à microbiota
intestinal e contribuir para a sensação de saciedade.
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Microalgas surgem como alternativa de origem vegetal
Para
quem busca fontes de proteína de origem vegetal, as microalgas, como a
espirulina, aparecem como uma alternativa.
Algumas
espécies apresentam concentração elevada de proteínas no peso seco e também
podem fornecer nutrientes como ferro e ômega-3, além de compostos que podem
favorecer a saúde intestinal.
A
espirulina costuma ser encontrada em pó, cápsulas ou comprimidos. Na forma de
pó, pode ser incorporada a preparações como vitaminas, iogurtes e sopas.
Apesar
do potencial nutricional, suplementos à base de microalgas não devem ser
tratados como substitutos automáticos de uma alimentação variada. A necessidade
de proteínas e a melhor forma de obtê-las dependem da idade, do estado de saúde
e das características individuais de cada pessoa.
Fonte:
ICL Notícias

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