Eustáquio
expõe que Damares é “amante de pastor” e leva guerra entre Flávio e Michelle
Bolsonaro ao esgoto
Pré-candidato
a deputado federal pelo PL no Paraná, o blogueiro bolsonarista Oswaldo
Eustáquio levou a guerra entre Michelle Bolsonaro (PL) e o enteado Flávio
Bolsonaro (PL-RJ) ao esgoto ao expor na rede X a acusação de que a senadora
Damares Alves (Republicanos-DF) seria “amante de pastor” e “feminista”.
O
ataque baixo aconteceu em uma troca de farpas da senadora com Paulo Figueiredo,
fiel escudeiro escalado por Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para atacar Damares após
ela se mostrar indecisa ao ser indagada se irá ou não a um ato de Flávio com
mulheres conservadoras na próxima quarta-feira (1º). “Oremos”, respondeu.
A
indefinição foi motivo para início dos ataques coordenados por Eduardo
Bolsonaro, que colocou seus influenciadores para atacar Michelle e aliados,
enquanto evita confrontar diretamente a madrasta, seguindo a estratégia
desenhada pelo irmão, Flávio.
Figueiredo
foi à rede X lançar ironias sobre a indecisão da senadora aliada.
“Se
fosse da Janja ou da Maria do Rosário, estariam todas unidas, certo?”, indagou
ao compartilhar publicação dizendo que “Damares Alves ainda não decidiu se vai
ao encontro de Flávio Bolsonaro com mulheres conservadoras”.
A
senadora, no entanto, reagiu com comentário publicado às 21h47 deste sábado
(27), também recheado de ironias e desnudando a falta de coragem do aliado de
Eduardo Bolsonaro.
“Olá
Paulo Figueiredo, prazer sou a Senadora Damares! Acho que você não me conhece.
Deixa me apresentar melhor: sou aquela mulher que enfrenta os pedófilos, os
corruptos, o crime organizado de frente sem medo. Sou aquela mulher que anda
nas ruas, nas comunidades, nos municípios salvando crianças e mulheres de seus
agressores. Sou aquela mulher que enfrenta os ideólogos pessoalmente e que não
tem medo e nem foge dos adversários”, iniciou a senadora.
Em
seguida, Damares confronta Paulo Figueiredo falando da falta de “coragem” do
grupo liderado por Eduardo Bolsonaro que “fica atras de um computador” nos EUA.
“Sou
aquela mulher que não fica atras de um computador mas encara as lutas e
demandas em pé, olhando nos olhos dos adversários”, dispara.
A
ex-ministra de Bolsonaro termina desafiando Paulo Figueiredo, que não volta ao
Brasil por medo de ser preso. O influenciador foi condenado por fraude
financeira pelo desvio de mais de R$ 33 milhões em um esquema de fraudes
ligadas à construção do antigo Trump Hotel (atual LSH Barra), no Rio de
Janeiro, e é alvo do Supremo Tribunal Federal (STF) em outros processos.
“Já que
agora você me conhece, quando vier ao Brasil venha passar um dia aqui comigo em
meu gabinete pra você entender um pouquinho o que é batalha contra o mal de
verdade, pra você ver como se enfrenta bandidos de verdade, como é que se faz
oposição a esquerda sem agredir a honra ou a moral das pessoas. Venha mesmo me
visitar, mas só venha se tiver coragem pois aqui as batalhas são reais. Estou
lhe esperando”, escreveu Damares, que termina com um também irônico “que Deus o
abençoe”.
<><>
“Amante” e “feminista”
Foragido
na Espanha, Oswaldo Eustáquio tomou as dores de Eduardo e Figueiredo e levou a
briga ao esgoto, acusando Damares de ser “amante” de um pastor e “feminista”.
“Damares
isso é mentira. Na verdade você é a amante de um pastor casado do Recanto das
Emas em Brasília e uma das maiores feministas do Brasil”, escreveu.
Em
seguida, ele desafiou a senadora para “uma live” e expôs suspeitas que pairam
sobre o advogado e assessor jurídico da senadora, Marco Vinícius Pereira de
Carvalho, de roubar cheques de dízimos da Igreja Batista Filadélfia, localizada
na região do Guará, no Distrito Federal.
“Topa
uma live comigo? Seu funcionário Marco Carvalho roubava o gazofilácio da Igreja
Batista Filadélfia no Guará”, emendou Eustáquio.
Marco
Carvalho, que presidiu a Comissão de Mortos e Desaparecidos da Ditadura durante
o ex-governo Jair Bolsonaro (PL), é acusado por desafetos no Paraná – onde o PL
tem Sergio Moro (PL-PA) como candidato ao governo do Estado – de encomendar
reportagens para atacar o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ),
com quem divide a liderança da bancada evangélica bolsonarista no Congresso.
Neste
sábado (27), Eustáquio publicou na Gazeta do Paraná uma “denúncia”, que teria
sido feita pelo jornalista paranaense Derick Fernandes, do site Diário 24
Horas.
Segundo
Fernandes, em 2022 Damares teria ligado para ele pedindo que investigasse um
acidente de trânsito envolvendo Sóstenes em Goiás, em que uma mulher idosa
teria falecido.
Embora
as investigações tenham apontado o acidente como fatalidade, o jornalista
paranaense diz que Damares “queria que o fato fosse exposto de forma
distorcida, com o objetivo de prejudicar politicamente o deputado”.
Como
contrapartida, Damares teria oferecido apoio ao namorado do jornalista, então
candidato a deputado estadual naquele ano.
De
acordo com o texto de Eustáquio, Fernandes teria publicado essa e outras
encomendas de Damares, mas que as “reportagens” não teriam alcançado o
resultado esperado.
• Eduardo Bolsonaro escala Paulo
Figueiredo para atacar Damares, que reage: “venha se tiver coragem”
Comandando
uma espécie de gabinete do ódio para atacar quaisquer aliados que sinalizem
deixar as fileiras da pré-candidatura do irmão Flávio Bolsonaro (PL-RJ),
Eduardo Bolsonaro (PL-SP) escalou seus fiéis escudeiros, Paulo Figueiredo e
Allan dos Santos, para iniciar ataques contra a senadora Damares Alves
(Republicanos-DF), que tem se mostrado indecisa em meio à guerra dos filhos de
Jair Bolsonaro (PL) contra a madrasta, Michelle Bolsonaro (PL).
Indagada
se comparecerá a um evento de Flávio Bolsonaro com mulheres conservadoras,
marcado para a próxima quarta-feira (1º), Damares saiu pela tangente e disse
estar “orando”, para decidir se vai ou não.
A
indefinição foi motivo para início dos ataques coordenados por Eduardo
Bolsonaro, que colocou seus influenciadores para atacar Michelle e aliados,
enquanto evita confrontar diretamente a madrasta, seguindo a estratégia
desenhada pelo irmão, Flávio.
Em meio
ao fogo contra Michelle, Allan dos Santos compartilhou uma publicação da aliada
que se autoproclama “Negona de Bolsonaro” ironizando: “Damares você nem deveria
ir, não faz falta nenhuma. Não abraçou a indicação do meu amigo Flávio. Marque
uma “oração” e um chá com a Leila e Eliziane. A militância, as tias do zap, os
tios do churrasco e os jovens estão segurando as pontas. O povo brasileiro não
tem tempo pra Koul doce”.
<><>
Damares desafia Paulo Figueiredo
Cúmplice
de Eduardo Bolsonaro na conspiração contra o Brasil, Figueiredo também foi à
rede X lançar ironias sobre a indecisão da senadora aliada.
“Se
fosse da Janja ou da Maria do Rosário, estariam todas unidas, certo?”, indagou
ao compartilhar publicação dizendo que “Damares Alves ainda não decidiu se vai
ao encontro de Flávio Bolsonaro com mulheres conservadoras”.
A
senadora, no entanto, reagiu com comentário publicado às 21h47 deste sábado
(27), também recheado de ironias e desnudando a falta de coragem do aliado de
Eduardo Bolsonaro.
“Ola
Paulo Figueiredo, prazer sou a Senadora Damares! Acho que você não me conhece.
Deixa me apresentar melhor: sou aquela mulher que enfrenta os pedófilos, os
corruptos, o crime organizado de frente sem medo. Sou aquela mulher que anda
nas ruas, nas comunidades, nos municípios salvando crianças e muheres de seus
agressores. Sou aquela mulher que enfrenta os ideólogos pessoalmente e que não
tem medo e nem foge dos adversários”, iniciou a senadora.
Em
seguida, Damares confronta Paulo Figueiredo falando da falta de “coragem” do
grupo liderado por Eduardo Bolsonaro que “fica atrás de um computador” nos EUA.
“Sou
aquela mulher que não fica atras de um computador mas encara as lutas e
demandas em pé, olhando nos olhos dos adversários”, dispara.
A
ex-ministra de Bolsonaro termina desafiando Paulo Figueiredo, que não volta ao
Brasil por medo de ser preso. O influenciador foi condenado por fraude
financeira pelo desvio de mais de R$ 33 milhões em um esquema de fraudes
ligadas à construção do antigo Trump Hotel (atual LSH Barra), no Rio de
Janeiro, e é alvo do Supremo Tribunal Federal (STF) em outros processos.
“Já que
agora você me conhece, quando vier ao Brasil venha passar um dia aqui comigo em
meu gabinete pra você entender um pouquinho o que é batalha contra o mal de
verdade, pra você ver como se enfrenta bandidos de verdade, como é que se faz
oposição a esquerda sem agredir a honra ou a moral das pessoas. Venha mesmo me
visitar, mas só venha se tiver coragem pois aqui as batalhas são reais. Estou
lhe esperando”, escreveu Damares, que termina com um também irônico “que Deus o
abençoe”.
• Paulo Figueiredo diz que Damares virou
“militante feminista” e aprofunda racha no bolsonarismo
Paulo
Figueiredo respondeu ao desafio da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e
aprofundou o racha no alto escalão do bolsonarismo, que vive a sua pior crise
desde que Michelle Bolsonaro publicou um vídeo em que afirma ter sido alvo de
ataques misóginos de Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência da
República.
Em tom
de deboche, Paulo Figueiredo respondeu ao desafio proposto por Damares, que o
convidou a vir ao Brasil para acompanhar seu trabalho e aprender. Irônico,
Figueiredo disse que é vítima “do regime de Moraes” e insinuou que a senadora
não tem trabalhado em prol da liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Oi,
Damares! Tudo bem? Obrigado pelo convite! Mas sabe o que é? Não consigo ir ao
Brasil porque o Moraes cancelou o meu passaporte há 3 anos. Sabe por quê?
Justamente porque, mesmo sem ter ou aspirar a ter mandato, tenho lutado com
todas as forças contra o regime que colocou esse presidente Bolsonaro, que você
mencionou, na prisão. Não sei se você viu, porque, apesar de dizer que é
senadora, não vi muito a sua atuação nestes anos contra este regime. Pode ser
desatenção minha, então fique à vontade para enumerar suas iniciativas nesta
direção.”
Posteriormente,
o youtuber escalou a provocação e afirmou que Damares se tornou uma “militante
feminista”:
“Vi,
por outro lado, bastante militância feminista e apoio a alguns projetos
bastante esquisitos para nós, de direita. Ainda assim, não reputo que você seja
uma má pessoa. Quero conhecê-la melhor e, por isso, o convite é oportuno e
aceitarei assim que possível.”
Ao
término de seu texto, Paulo Figueiredo questiona Damares: vai apoiar a
candidatura de Flávio Bolsonaro ou vai continuar orando para se decidir?
“Talvez,
se o Flávio Bolsonaro for eleito presidente (objeto da minha postagem que você
contestou), eu possa aceitá-lo e desfrutar da mesma liberdade da qual você
dispõe sem ser importunada. E aí, podemos contar com o seu apoio ao Flávio ou
ainda está ‘orando’?”
Fonte:
Fórum

Nenhum comentário:
Postar um comentário