segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Gordura no fígado: veja seis bebidas e hábitos que ajudam a cuidar do órgão

A esteatose hepática, conhecida popularmente como fígado gorduroso, ocorre quando há acúmulo excessivo de gordura no órgão. A condição pode evoluir sem apresentar sinais claros, principalmente nas fases iniciais, e muitas vezes é identificada durante exames médicos.

Por isso, os cuidados com a alimentação e a prática regular de atividade física têm papel importante na saúde do fígado. A redução do excesso de peso, quando necessária, também pode contribuir para diminuir a quantidade de gordura acumulada no órgão e reduzir processos inflamatórios.

Não existe, porém, uma bebida capaz de eliminar a esteatose por conta própria. Algumas opções podem fazer parte de uma alimentação equilibrada, mas não substituem acompanhamento médico ou mudanças de estilo de vida. A informação é do jornal El Tiempo, da Colômbia.

<><> 6 bebidas que podem fazer parte da rotina

>> 1. Água

A hidratação adequada é fundamental para o funcionamento do organismo. A água pode ser consumida ao longo de todo o dia e deve ser a principal fonte de hidratação, inclusive para pessoas que apresentam alterações hepáticas.

>> 2. Café sem açúcar

O consumo de café tem sido associado, em estudos, a possíveis efeitos protetores sobre o fígado. A bebida sem açúcar pode fazer parte da rotina de algumas pessoas, desde que não existam contraindicações ao seu consumo.

>> 3. Chá verde

O chá verde contém compostos antioxidantes e é estudado por seus possíveis efeitos sobre o metabolismo e a saúde do fígado. Ainda assim, seu consumo não deve ser encarado como tratamento para a esteatose.

>> 4. Chá preto

Assim como o chá verde, o chá preto contém compostos bioativos que vêm sendo investigados por possíveis benefícios metabólicos. Pode ser consumido sem excesso e, preferencialmente, sem adição de açúcar.

>> 5. Infusão de gengibre ou canela

Gengibre e canela fazem parte de diversas preparações e apresentam compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias estudadas pela ciência. O consumo deve ser moderado, principalmente por pessoas que fazem uso de medicamentos ou têm alguma condição de saúde.

>> 6. Bebidas vegetais sem açúcar

Bebidas à base de soja, aveia ou outros vegetais podem integrar uma alimentação equilibrada, especialmente quando não possuem açúcar adicionado. Elas, no entanto, não substituem a água e devem ser escolhidas de acordo com as necessidades nutricionais de cada pessoa.

<><> Hábitos também são importantes

Além da alimentação, outros fatores podem contribuir para a saúde do fígado. A prática regular de exercícios físicos é uma das principais recomendações para pessoas com excesso de peso ou alterações metabólicas.

Caminhadas e outras atividades podem ser incorporadas gradualmente à rotina. Também é importante reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados, manter uma alimentação variada e equilibrada e dormir adequadamente.

A esteatose pode permanecer silenciosa durante bastante tempo. Por isso, pessoas com fatores de risco ou alterações identificadas em exames devem procurar avaliação profissional.

Sintomas como pele e olhos amarelados, dor ou inchaço abdominal, pernas inchadas, urina escura, cansaço persistente, náuseas e perda de apetite podem estar relacionados a alterações no fígado e merecem investigação médica.

As bebidas citadas podem complementar uma rotina saudável, mas não substituem tratamento, medicamentos quando indicados ou acompanhamento com profissionais de saúde.

•        Conheça três alimentos ricos em proteína que podem fazer parte da dieta em qualquer idade

A proteína deixou de ser um nutriente associado apenas a quem pratica exercícios. Com a maior preocupação com a qualidade da alimentação, ela passou a ocupar espaço de destaque na dieta de pessoas de diferentes idades, especialmente entre os idosos.

O nutriente participa da formação e da manutenção dos tecidos, além de ser importante para a preservação da massa muscular. Com o envelhecimento, essa função ganha ainda mais relevância, já que a perda de músculos pode comprometer a força e a autonomia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) recomendam atenção ao consumo adequado de proteínas de alto valor biológico. O objetivo é ajudar a reduzir o risco de perda muscular, especialmente entre pessoas mais velhas e aquelas que convivem com doenças crônicas.

Dados reunidos no Relatório Global de Nutrição de 2021 apontam que mais de 10% da população mundial não ingere proteínas em quantidade suficiente. O cenário contribui para o avanço de alimentos enriquecidos e para a busca por novas fontes do nutriente.

Especialistas consultados pelo jornal argentino La Nación destacaram três opções que concentram proteínas de boa qualidade e podem ser incorporadas à rotina alimentar.

<><> Ovo reúne proteína completa e praticidade

O ovo é uma das alternativas mais acessíveis para aumentar o consumo de proteínas. Uma unidade fornece cerca de 6 gramas do nutriente e aproximadamente 70 calorias, além de vitaminas e minerais, como B12, riboflavina e vitamina D.

Outro ponto de destaque é a composição proteica. O alimento contém os nove aminoácidos essenciais, que precisam ser obtidos por meio da alimentação porque o organismo não consegue produzi-los em quantidade suficiente.

Além do perfil nutricional, o ovo é fácil de preparar e pode ser consumido de diversas formas ao longo do dia.

<><> Iogurte combina proteína e nutrientes

O iogurte também pode contribuir para o consumo diário de proteínas. Em 100 gramas de iogurte natural integral, há aproximadamente 4 gramas do nutriente, além de cálcio, vitaminas do complexo B, fósforo, potássio e magnésio.

O alimento ainda contém leucina, um aminoácido associado à síntese e à preservação da massa muscular. Por isso, pode ser especialmente interessante em uma alimentação voltada à manutenção dos músculos.

Dependendo da composição, o iogurte também pode fornecer bactérias benéficas à microbiota intestinal e contribuir para a sensação de saciedade.

<><> Microalgas surgem como alternativa de origem vegetal

Para quem busca fontes de proteína de origem vegetal, as microalgas, como a espirulina, aparecem como uma alternativa.

Algumas espécies apresentam concentração elevada de proteínas no peso seco e também podem fornecer nutrientes como ferro e ômega-3, além de compostos que podem favorecer a saúde intestinal.

A espirulina costuma ser encontrada em pó, cápsulas ou comprimidos. Na forma de pó, pode ser incorporada a preparações como vitaminas, iogurtes e sopas.

Apesar do potencial nutricional, suplementos à base de microalgas não devem ser tratados como substitutos automáticos de uma alimentação variada. A necessidade de proteínas e a melhor forma de obtê-las dependem da idade, do estado de saúde e das características individuais de cada pessoa.

 

Fonte: ICL Notícias

 

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