Ucrânia e
Gaza: o calcanhar de Aquiles dos EUA
tornou adversária da política externa de
Washington; e países como Índia e Irã fazem parte do bloco que resiste à
hegemonia americana.
Além disso, os EUA estão perdendo terreno na
guerra econômica, na corrida tecnológica e até na disputa armamentista com
poder nuclear. Para muitos especialistas, esses fatores indicam o início da
decadência de um império que dominou o mundo por mais de oito décadas.
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Mas a queda do imperialismo americano está
próxima? Provavelmente não. Todo império leva tempo para desaparecer, e seu
sucessor amadurece na medida em que a decomposição do anterior avança.
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A queda da URSS e o fim
da unipolaridade
Com o colapso da União Soviética em 1991, os
EUA acreditaram que poderiam governar o mundo sem adversários e, com isso,
passaram a ignorar os limites do direito internacional. Foi o início da era
unipolar, com a OTAN servindo como braço armado encarregado de desmantelar
politicamente e territorialmente a ex-URSS. Mais de três décadas de pressão
culminaram na guerra na Ucrânia.
Desde então, a política externa americana
abandonou qualquer pretensão de neutralidade em conflitos internacionais. As
promessas de que a OTAN não avançaria sobre a Europa Oriental se mostraram
falsas, especialmente com a recente interferência na Ucrânia. O verdadeiro
objetivo dessa expansão era evitar uma aliança entre Rússia e China, a
principal ameaça à hegemonia americana.
A OTAN iniciou sua expansão em 1999,
incorporando Hungria, Polônia e República Tcheca. Mesmo diante dos protestos
russos, o bloco seguiu sua política expansionista. Em 2004, mais sete países
foram adicionados ao pacto: os três Estados Bálticos, Romênia, Bulgária,
Eslovênia e Eslováquia. Isso trouxe a aliança militar ainda mais próxima das
fronteiras russas, em clara violação dos acordos de cooperação entre EUA e
Rússia.
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Após os atentados de 11 de setembro de 2001,
os EUA lançaram uma série de guerras contra o “terrorismo”, alinhando-se a
Netanyahu, que rejeitava a solução dos dois Estados para o conflito entre
Israel e Palestina. O poderoso lobby judaico nos EUA garantiu que Washington e
Tel Aviv compartilhassem os mesmos objetivos geopolíticos: eliminar aliados da
antiga União Soviética e erradicar Hamas e Hezbollah, enquanto minavam qualquer
chance de um Estado palestino.
Em 2010, Viktor Yanukovich foi eleito
presidente da Ucrânia com a promessa de manter o país neutro na crescente
disputa entre OTAN/EUA e Rússia. Na época, Moscou não tinha interesse
territorial na Ucrânia, exceto pela manutenção de sua base naval em Sebastopol,
sob um contrato de arrendamento de 25 anos.
·
A “revolução” de Maidan
e a guerra na Ucrânia
O governo de Yanukovich era um incômodo para
os interesses americanos e, por isso, precisava ser removido. Em 2014, os EUA
apoiaram a chamada “Revolução de Maidan”, que resultou em um golpe de Estado.
Moscou não reagiu militarmente e aceitou os Acordos de Minsk, que visavam
pacificar a região de Donbass. No entanto, esses acordos foram sabotados pelos
próprios garantes – França e Alemanha – e negligenciados pelo Conselho de
Segurança da ONU sob influência americana.
Tanto republicanos quanto democratas adotaram
a mesma postura agressiva. Tanto Trump, em seu primeiro mandato, quanto Biden,
armaram e financiaram a Ucrânia para confrontar a Rússia. Porém, ao buscar um
segundo mandato, Trump mudou de estratégia e passou a defender uma “paz
duradoura”.
Segundo fontes russas e analistas
independentes, a “operação especial” lançada por Moscou tinha como objetivo
obrigar Zelensky a negociar a neutralidade da Ucrânia, e não conquistar
territórios, como propagavam os veículos de mídia ocidentais. O Kremlin queria
evitar a entrada da OTAN na Ucrânia, mantendo os EUA longe de suas fronteiras.
Esse conflito aprofundou as tensões globais.
Em 2002, os EUA abandonaram o Tratado de Mísseis Antibalísticos e em 2019
encerraram os acordos de controle de armas nucleares. Desde 2010, sem
compromissos legais a cumprir, Washington instalou sistemas de mísseis
antibalísticos Aegis na Polônia e Romênia e cogitava fazer o mesmo na Ucrânia –
um movimento que Moscou via como inaceitável.
Nos primeiros meses da operação russa,
Zelensky chegou a aceitar negociar a neutralidade da Ucrânia, mas, pressionado
pelos EUA e pelo Reino Unido, desistiu das tratativas. Estava claro que
Washington não queria o fim da guerra, principalmente porque o conflito gerava
lucros bilionários para a indústria bélica americana.
Com o retorno de Trump, os EUA tiveram que
reconhecer que a Rússia resistiu ao bloqueio econômico, demonstrou força
militar e sustentou sua posição no campo de batalha por muito mais tempo do que
Washington esperava. Nem a exclusão da Rússia do sistema SWIFT nem as diversas
sanções impostas pelos EUA e pela UE surtiram o efeito desejado.
Agora, Trump assume com a promessa de
encerrar a guerra e recuperar o dinheiro enviado à Ucrânia. A maneira mais
rápida e eficaz de fazer isso? Negociar diretamente com Putin. E é isso que ele
está tentando fazer, partindo do princípio de que o futuro do mundo será
decidido pelas grandes potências. Trump sabe que nem a União Europeia nem a
OTAN, juntas ou separadas, têm condições de impor a paz na Ucrânia.
¨
Israel faz primeiro
ataque ao Hezbollah no Líbano desde o início do cessar-fogo; o que se sabe
Israel
afirmou que atacou alvos do Hezbollah no sul do Líbano, após o lançamento
de foguetes da região em direção a Israel, o que ocorreu pela primeira vez
desde a implementação do acordo de cessar-fogo bilateral, em novembro. O
primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse ter
instruído as Forças de Defesa de Israel (IDF) a "agir com força contra
dezenas de alvos terroristas no
Líbano".
As
IDF informaram anteriormente que três foguetes foram interceptados na cidade
israelense de Metula na manhã de sábado. Não houve feridos.
Nenhum
grupo assumiu a responsabilidade pelo lançamento dos foguetes. O primeiro-ministro
do Líbano pediu ao exército que tomasse medidas para evitar que o país fosse
"arrastado para uma nova guerra".
A
força de paz da ONU no Líbano, Unifil, expressou
"preocupação com a possível escalada da violência", pedindo que
Israel e o Líbano "cumprissem seus compromissos".
O
chefe das IDF, Eyal Zamir, afirmou anteriormente que o "estado do Líbano
tem responsabilidade" em garantir o cumprimento do acordo de cessar-fogo,
que pôs fim a 14 meses de combates com o Hezbollah, o grupo armado libanês
apoiado pelo Irã.
Relatos
locais no Líbano informaram que houve disparos de artilharia em algumas regiões
do sul do país. A trégua tem se mostrado frágil: Israel tem realizado ataques
aéreos quase diários em alvos que descreve como pertencentes ao Hezbollah, e
indicou que os ataques continuarão para impedir que o grupo se rearme.
Além
disso, as forças israelenses ainda ocupam cinco locais no sul do Líbano, o que
o governo libanês considera uma violação da soberania do país e um
descumprimento do acordo de cessar-fogo, que exigia a retirada das tropas israelenses.
Israel
afirma que o exército libanês ainda não se deslocou totalmente para essas
áreas, e que precisa manter presença nesses pontos para garantir a segurança de
suas comunidades fronteiriças.
O
ataque com foguetes de sábado aumentará ainda mais a pressão sobre o governo
libanês, e provavelmente será usado por Israel como prova de que o exército
libanês não tem controle completo sobre as áreas fronteiriças.
Apesar
dos constantes ataques de Israel, o Hezbollah não respondeu. O grupo enfrenta o
enorme desafio de oferecer apoio financeiro às suas comunidades afetadas pela
guerra, além da pressão de seus opositores para se desarmar.
O
presidente do Líbano, Joseph Aoun, que assumiu o cargo em janeiro, afirmou que
apenas o Estado deveria possuir armamentos no país, em uma declaração vista
como uma referência ao arsenal do Hezbollah. Os parceiros internacionais do
Líbano afirmam que só ajudarão o país caso o governo tome medidas para limitar
o poder do Hezbollah.
O
Hezbollah iniciou sua campanha no dia seguinte aos ataques do Hamas ao sul de Israel, em 7 de outubro de
2023, alegando agir em solidariedade com os palestinos na Faixa de Gaza.
O
conflito de longa data se intensificou, levando a uma intensa campanha aérea
israelense sobre o Líbano, ao assassinato de líderes seniores do Hezbollah e a
uma invasão terrestre do sul do Líbano.
A
ofensiva resultou na morte de cerca de 4 mil pessoas no Líbano, incluindo
muitos civis, e causou o deslocamento de mais de 1,2 milhão de pessoas.
O
objetivo declarado de Israel na guerra contra o Hezbollah foi permitir o
retorno de cerca de 60 mil residentes que haviam sido deslocados de comunidades
no norte do país devido aos ataques do grupo, e removê-lo das áreas ao longo da
fronteira.
¨ Israel ameaça
anexação após expandir ofensiva terrestre em Gaza
As
forças militares de Israel continuam pelo quarto dia consecutivo com a ofensiva
contra a Faixa de Gaza, intensificando operações terrestres no norte e no sul
do território. O ministro da Defesa, Israel Katz, ameaçou tomar posse
permanente de áreas da região caso os cativos não sejam libertados.
O
ministro afirmou nesta sexta-feira que as Forças de Defesa de Israel
“intensificariam” a campanha contra o Hamas e utilizariam “toda a pressão
militar e civil, incluindo a evacuação da população de Gaza para o sul e a
implementação do plano de migração voluntária proposto pelo presidente dos
Estados Unidos, Donald Trump, para os moradores de Gaza”.
Segundo
a mídia local, Katz ordenou ao exército “que tomasse áreas adicionais em Gaza,
evacuasse a população e ampliasse as zonas de segurança ao redor de Gaza para
proteger comunidades israelenses e soldados”.
Ele
também advertiu que Israel tomaria posse definitiva de territórios na Faixa de
Gaza até que o Hamas concordasse em libertar todos os reféns mantidos no
enclave.
“Quanto
mais o Hamas persistir em recusar a libertação dos reféns, mais território
perderá, que será anexado a Israel”, disse Katz, conforme publicado pelo
jornal The Jerusalem Post.
“Se
os reféns não forem libertados, Israel continuará tomando mais e mais
território da Faixa de Gaza para controle permanente.”
Enquanto
as forças terrestres avançam, a aviação israelense mantém intenso bombardeio
sobre Gaza. Segundo médicos palestinos, cinco pessoas, incluindo três crianças,
morreram em um ataque aéreo no distrito de Tuffah, na Cidade de Gaza. Outras
duas vítimas – uma mulher e sua filha – foram mortas por disparos de tanque em
Abassan, próximo a Khan Younis, no sul.
Mais
tarde, o exército israelense informou ter interceptado dois projéteis
disparados do norte de Gaza, após alertas soarem na cidade de Ashkelon, no sul
de Israel. Nenhum grupo palestino reivindicou a autoria do ataque
imediatamente.
Os
desdobramentos ocorrem após a invasão israelense nas áreas de Shaboura, em
Rafah (no extremo sul, próximo à fronteira com o Egito), e Beit Lahiya, no
norte da Faixa de Gaza, na noite de quinta-feira. No início da semana, Israel
havia anunciado o bloqueio da principal rota norte-sul do território como parte
da ampliação de sua ofensiva terrestre.
A
correspondente da Al Jazeera, Hind Khoudary, reportando de Gaza central, afirmou
que, segundo moradores de Beit Lahiya e Rafah, não houve aviso prévio das
incursões israelenses.
“Eles
não lançaram panfletos nem emitiram alertas pedindo para que as pessoas
evacuassem essas áreas”, disse ela.
As
operações em solo ocorrem após Israel romper um cessar-fogo de quase dois meses
na terça-feira, com uma nova onda de bombardeios, após impor novo bloqueio ao
território palestino. De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, mais de 590
pessoas, incluindo cerca de 200 crianças, foram mortas desde o reinício dos
ataques.
Israel
justificou o retorno das operações afirmando que o Hamas não aceitou uma nova
proposta de cessar-fogo. As autoridades israelenses desejavam uma extensão da
primeira fase da trégua de três etapas e a libertação da maioria dos 59 reféns
ainda mantidos em Gaza – dos quais cerca de duas dezenas estariam vivas – sem
se comprometerem com o fim da guerra.
O
grupo armado palestino, por sua vez, reiterou que queria cumprir o acordo
original assinado em janeiro, segundo o qual as partes deveriam iniciar
negociações para a segunda fase do acordo, que incluiria a libertação dos
reféns restantes, a retirada das tropas israelenses do enclave e o fim
definitivo das hostilidades.
Os
Estados Unidos, principal aliado de Israel, responsabilizaram o Hamas pela
retomada dos bombardeios a Gaza.
“O
Hamas tem total responsabilidade pela guerra em andamento em Gaza e pela
retomada das hostilidades. Cada morte poderia ter sido evitada se o Hamas
tivesse aceitado a proposta-ponte apresentada pelos Estados Unidos na última
quarta-feira”, declarou a embaixadora interina dos EUA, Dorothy Shea, no
Conselho de Segurança da ONU nesta sexta-feira.
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Falta de ajuda e hospitais sobrecarregados
A
UNRWA, agência da ONU para refugiados palestinos, afirmou que a situação em
Gaza é extremamente grave, diante da drástica redução de suprimentos
humanitários.
“Este
é o período mais longo desde o início do conflito, em outubro de 2023, sem a
entrada de qualquer tipo de suprimento em Gaza”, declarou Sam Rose, da UNRWA,
falando a jornalistas a partir da região central de Gaza. “Todo o progresso que
conseguimos nas últimas seis semanas de cessar-fogo está sendo revertido.”
“Podemos
estender um pouco, oferecendo menos às pessoas, mas estamos falando de dias,
não semanas”, acrescentou Rose sobre quanto tempo a ajuda pode durar. Ele
também informou que seis das 25 padarias apoiadas pelo Programa Mundial de
Alimentos foram forçadas a fechar.
Hind
Khoudary afirmou que profissionais da saúde e hospitais na Faixa de Gaza estão
completamente sobrecarregados durante a nova ofensiva israelense.
“Estamos
falando de 18 dias sem a entrada de nenhum caminhão de ajuda na Faixa de Gaza.
Nem mesmo um único caminhão com suprimentos médicos entrou”, afirmou.
Ela
acrescentou que, segundo os médicos, a maioria dos feridos são crianças,
mulheres e idosos, e que muitos dos ferimentos são extremamente graves.
Além
disso, a escassez de combustível na região costeira está agravando ainda mais a
situação. “A maioria dos hospitais de Gaza corre risco de colapso e fechamento
se não receber combustível nos próximos dias”, disse Khoudary.
Em
2 de março, Israel bloqueou toda ajuda humanitária para Gaza após o término da
primeira fase do cessar-fogo, interrompendo a entrada de alimentos,
medicamentos e combustível.
A
decisão resultou em condenações internacionais, com países europeus alertando
que o bloqueio pode violar o direito humanitário internacional.
¨ Trump diz que manda
recado ao mundo com ‘caça mais letal já criado’
Na
sexta-feira (21), o presidente dos Estados Unidos Donald Trump anunciou que a Boeing assumiu o desenvolvimento de um novo caça militar,
batizado de F-47. O número "47" faz referência ao próprio Donald
Trump, que é o 47º presidente dos Estados Unidos
No
Salão Oval da Casa Branca, o presidente dos
Estados Unidos e autoridades do Pentágono enalteceram características do novo
caça, avaliando que a sua criação envia uma mensagem clara e direta a aliados e
aos inimigos.
"Os
inimigos da América nunca o verão chegando, espero que não precisemos usá-lo
para esse fim, mas é necessário tê-lo, e se isso algum dia acontecer, eles não
saberão o que diabos os atingiu", diz Trump.
"Agora
temos o F-47, que envia uma mensagem muito direta e clara aos nossos aliados de
que não vamos a lugar nenhum... e aos nossos inimigos de que podemos, e seremos
capazes de projetar poder ao redor do mundo, sem impedimentos, por gerações
vindouras.", disse Pete Hegseth, secretário da Defesa ao lado de Trump.
Segundo
a Força Aérea dos Estados Unidos, o F-47 representa a peça central para o
programa americano de Dominância Aérea de Nova Geração (NGAD, na sigla em
inglês).
Para
isso, o avião incorpora, em sua tecnologia, "furtividade de próxima
geração, fusão de sensores e capacidades de ataque de longo alcance, a fim de
enfrentar os adversários mais sofisticados".
Apesar
da descrição de algumas qualidades do caça, nem a Boeing, nem o governo
americano divulgaram dos detalhes do design e da ficha técnica da aeronave
permanecem guardados como segredo de estado.
"Detalhes
técnicos e programáticos da plataforma de Dominância Aérea de Nova Geração
(NGAD, na sigla em inglês) permanecem em segredo sob as leis de segurança
nacional e exportação dos Estados Unidos", diz a Boeing em nota.
Segundo
a Reuters, o contrato de desenvolvimento de engenharia e fabricação fechado com
a Boeing vale mais de US$ 20 bilhões (ou mais de R$ 100 bilhões). Na coletiva,
Trump não revelou o montante real do contrato, dizendo apenas que o governo
encomendou um "grande pedido".
Atualmente,
o caça mais moderno da Força Aérea dos EUA é o F-35, que está em operação desde
2015 e foi fabricado pela Lockheed Martin. A Lockheed, porém, não participou do
projeto do F-47.
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Trump sai em defesa de Elon Musk
O
presidente americano aproveitou a coletiva de anúncio do F-47 para tratar de
outros assuntos. Entre eles, a presença de Elon Musk em reunião no Pentágono na
sexta-feira (21) de manhã.
Trump
saiu em defesa de seu apoiador, após o jornal New York Times ter dito
que o bilionário e teria acesso a documentos militares sigilosos que mostrariam uma
simulação de guerra contra a China.
Musk
e Trump negaram que a China tenha sido assunto da vista de Musk, qualificando a
publicação como "fake news" e "propaganda". O bilionário também foi a sua rede X
para prometer represálias a quem quer que tenha "vazado" a história
para o jornal.
Na
entrevista, Trump disse que não quer ter uma guerra contra a China, mas
ponderou que os Estados Unidos está preparado e bem-equipado para esse
cenário..
Ainda
em sua defesa de Musk, Trump diz que seu apoiador vem sendo alvo de uma
campanha de difamação.
Trump
também fez críticas aos ataques feitos a carros, agências e estações de
carregamento da Tesla, a companhia de veículos elétricos controlada por
Elon Musk, comparando os atos à invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021.
“Não
tivemos violência assim nem no 6 de janeiro", disse o presidente
republicano.
Fonte: Por Nilo Meza, em Opera Mundi/BBC
News/O Cafezinho/g1

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