Espetáculo Senhor
Bóros estreia no Espaço Xisto Bahia, dia 11 de maio
O
Senhor Bóros é um reconhecido artista circense que “cai em si” e percebe que,
com o passar dos anos, a sua vida se tornou uma contradição: ele sente-se
vazio, mesmo com o público lotando o auditório do grande Circus Pantomima. O
espetáculo realiza apresentações de 11 a 13 de maio, no Espaço Xisto Bahia,
localizado no bairro dos Barris, às 19h, com ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5
(meia).
Vivendo
em uma verdadeira corda bamba das emoções, o notável artista do riso se percebe
paralisado, na encruzilhada entre um passado brilhante e um futuro incerto, e
recorre à análise para encontrar respostas, mas o caminho lhe reserva muitas
outras perguntas. Contudo, o show não pode parar e o Senhor Bóros, que dá vida
ao grande palhaço Dellarte, precisa confrontar os seus monstros.
Senhor
Bóros é uma produção do Grupo independente A Cúpula, dirigido por Rai Alves,
com texto de Marcus Sousant e Mari Santo.
O
espetáculo foi contemplado pelo edital Ocupe Seu Espaço, do Governo do Estado
da Bahia.
• SERVIÇO
O
quê: Espetáculo Senhor Bóros
Quando:
11, 12 e 13 de maio - 19h
Onde:
Espaço Xisto Bahia, Barris
Quanto:
R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
Ø
OSBA
retoma a tradicional Série Manuel Inácio da Costa e estreia novo projeto
OSBArris neste mês de maio
Após
abertura com concerto do Quarteto de Cordas na última quinta-feira (04), a
programação da Orquestra Sinfônica da Bahia segue a todo vapor. O mês de maio
marca o retorno da tradicional Série Manuel Inácio da Costa, que tem como
proposta percorrer museus e igrejas da capital baiana. O concerto acontecerá no
Museu de Arte Sacra da Bahia, localizado no bairro do Dois de Julho, no dia 11
de maio, quinta-feira, às 19h. A entrada é gratuita, sujeita à lotação do
espaço.
A
apresentação conta com regência de José Maurício Brandão, maestro titular da
Orquestra Sinfônica da UFBA. Já os solistas do concerto serão os músicos da
OSBA Sergei Iurcik, chefe de naipe das violas, e Pedro Robatto, chefe de naipe
das clarinetas.
O
público terá a oportunidade de conferir no repertório duas obras de
compositores alemães: o “Concerto para Clarineta e Viola em Mi Menor, Op.88”,
de Max Bruch (1938-1920); e a Sinfonia Nº 6 em Fá Maior, Op.68 (Pastoral), de
Ludwig van Beethoven (1770-1827).
·
Concerto
OSBA
“Pedro
e o Lobo” no Subúrbio - Em um concerto voltado ao público infantil, a OSBA
apresentará a obra “Pedro e o Lobo”, do compositor russo Serguei Prokofiev
(1891-1953), no dia 19 de maio (sexta-feira), às 15h, no Espaço Boca de Brasa -
Subúrbio 360, no bairro de Coutos. Esta apresentação será exclusiva para
instituições convidadas da região.
A
apresentação, que faz parte do OSBAcuri, projeto de imersão musical infantil da
Sinfônica da Bahia, será regida pelo maestro Eduardo Salazar e contará com a
narração do ator, poeta e locutor Daniel Farias.
O
concerto “Pedro e o Lobo” é uma história infantil contada por meio da música,
com o objetivo pedagógico de mostrar às crianças as sonoridades dos diversos
instrumentos. Na apresentação, cada personagem da história (o Pedro, o lobo, o
avô, o passarinho, a pata, o gato e os caçadores) é representado por um
instrumento diferente.
·
Estreia
do OSBArris
Em
maio, teremos a estreia do OSBArris, projeto da Orquestra Sinfônica da Bahia
voltado para apresentações no tradicional bairro dos Barris, no centro de
Salvador, mais precisamente no Quadrilátero da Biblioteca Central do Estado da
Bahia.
O
concerto acontecerá no dia 26 de maio (sexta-feira), às 19h. A entrada para a
apresentação custará R$10 (inteira) e R$5 (meia), com regência do maestro
Carlos Prazeres. As vendas para este concerto serão iniciadas posteriormente.
·
Ensaios
abertos e Cameratas da OSBA
Além
dos concertos, teremos em maio seis ensaios da Orquestra abertos ao público,
todos eles acontecerão no Museu de Arte da Bahia, localizado no Corredor da
Vitória, no dia 02/05, das 11h40 às 13h, e nos dias 03/05, 23/05, 24/05, 30/05
e 31/05, das 10h às 11h20.
Os
quatro grupos de música de câmara da OSBA (Opus Lumen, Bahia Cordas, Quarteto
Novo e Quadro Solar) realizarão ensaios abertos e apresentações em diversos
locais da cidade, como as Bibliotecas Central do Estado da Bahia e Comunitária
Sete de Abril, a Cidade da Música da Bahia e o Instituto Geográfico e Histórico
da Bahia, entre outros espaços, além do tradicional projeto Café com as
Cameratas, no Foyer do Teatro Castro Alves.
·
Serviços:
<
11/MAI (QUINTA) – SÉRIE MANUEL INÁCIO DA COSTA
Horário:
19h
Local:
Museu de Arte Sacra (Dois de Julho)
Regente:
José Maurício Brandão
Solistas:
Sergei Iurcik (viola) e Pedro Robatto (clarineta)
Programa:
M.
BRUCH – Concerto para Clarineta e Viola em Mi Menor, Op.88
L.
V. BEETHOVEN – Sinfonia Nº6 em Fá Maior, Op.68 (Pastoral)
<
19/MAI (SEXTA) – PEDRO E O LOBO*
Horário:
15h
Local:
Espaço Cultural Boca de Brasa - Subúrbio 360 (Coutos)
Regente:
Eduardo Salazar
Narrador:
Daniel Farias
*Apresentação
exclusiva para instituições convidadas da região.
Programa:
S.
PROKOFIEV - Pedro e o Lobo, Op.67
<
26/MAI (SEXTA) – OSBArris
Horário:
19h
Local:
Quadrilátero da Biblioteca Central do Estado da Bahia
Ingressos:
R$10 (inteira) e R$5 (meia). Venda pela plataforma Sympla, em data a ser
divulgada nas redes e no site da OSBA.
Regente:
Carlos Prazeres
Solistas:
Maria Carla Pino Cury (soprano) e Ana Lúcia Benedetti (mezzo-soprano)
>>>
ENSAIOS ABERTOS
<
Museu de Arte da Bahia
Dia
02, ter - 11h40 às 13h
Dia
03, qua - 10h às 11h20
Dia
23, ter - 10h às 11h20
Dia
24, qua - 10h às 11h20
Dia
30, ter - 10h às 11h20
Dia
31, qua - 10h às 11h20
>>>
ROGRAMAÇÃO DAS CAMERATAS
<
Opus Lumen
10
maio (qua), 8h30 - Café com as cameratas (Foyer do TCA)
15
maio (seg), 10h - Biblioteca Central do Estado da Bahia (Barris)
15
maio (seg), 16h - Hospital Sarah (Tancredo Neves - Caminho das Árvores)*
22
maio (seg), 16h - Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (Nazaré)
<
Bahia Cordas
17
mai (qua), 15h - Biblioteca Central do Estado da Bahia (Barris)
17
mai (qua), 16h30 - Lar Franciscano Santa Isabel (Saúde)*
22
mai (seg), 15h - Biblioteca Comunitária (Sete de Abril)
24
mai (qua), 8h30 - Café com as cameratas (Foyer do TCA)
<
Quarteto Novo
15
maio (seg), 10h - Biblioteca Central do Estado da Bahia (Barris)
16
maio (ter), 15h - Museu Geológico da Bahia (Vitória)
17
mai (qua), 8h30 - Café com as cameratas (Foyer do TCA)
25
mai (qui), 16h - Cidade da Música da Bahia (Comércio)
<
Quadro Solar
03
mai (qua), 16h - Galeria Cañizares UFBA (Canela)
05
mai (sex), 10h - Biblioteca Central do Estado da Bahia (Barris)
10
mai (qua), 15h Apae Salvador Unidade São Joaquim (Calçada)*
31
mai (qua), 8h30 - Café com as cameratas (Foyer do TCA)
*Fechada
ao público externo
Ø
Exposição
“Sanagê Pele e Osso” no Museu de Arte da Bahia
O
artista plástico Sanagê Cardoso desembarca em Salvador com sua exposição SANAGÊ
PELE E OSSO, que ficará exposta no MAB, de 11 de maio a 22 de junho. A mostra
conta com a curadoria do historiador e artista visual Carlos Silva, e é um
convite ao público a uma imersão estética e sensorial à questão racial e suas
consequências na sociedade contemporânea brasileira, resultado de mais de
quatro anos de pesquisas de materiais e de texturas.
Sanagê
pesquisa a espuma expandida, material muito utilizado na construção civil para
assentar portas e batentes. Usado de forma bruta, cria volumes e texturas. “Num
primeiro momento, há o encantamento com a matéria e suas possibilidades. Este é
um dado fundamental para a construção da sua obra, pois é sobre a espuma
expandida que se projeta seu exercício de produção contemporânea em arte”,
afirma o curador. Expor na primeira capital brasileira, cidade com a maior
população negra fora do continente africano e ainda mais no museu mais antigo
da capital baiana, fundado em 1918, é a realização de um sonho para Sanagê.
“Acredito que trazer essa mostra para a capital baiana será impactante porque
todas as verdades da minha obra passam por Salvador, celeiro da nossa história
escrava”, afirma o artista, que faz questão de destacar que a mostra é uma
busca, de forma tímida, porém consistente, para despertar alguns desses fatos e
momentos, trazendo luz a algumas questões que possam motivar a releitura de
aspectos históricos importantes sobre o racismo no nosso país e no mundo,
considerando que nada é definitivo. “Esta exposição é uma fagulha nesta
proposta e entendimento da questão”, conclui ele.
Para
a diretora do Museu de Arte da Bahia, Ana Liberato, “a exposição promove uma
imersão na diáspora africana provocando importantes questionamentos acerca da
desigualdade social que marca o país desde os tempos coloniais. Nada melhor que
utilizar a arte para lançar protestos e provocar reflexões”, afirma a
museóloga.
Foi
a partir da experimentação à textura e cor de peles, ossos, fissuras e
ligamentos, que o artista se aproximou de um tema que lhe é familiar: a
diáspora africana e suas consequências. Se por um lado, o material se mostrou
muito interessante para pensar estruturas invisíveis de um ponto de vista
externo, por outro lado, nunca foi intenção de Sanagê fazer uma apropriação
expressionista e explícita da condição básica da diáspora
Nesse
lugar da experimentação, ele alcança a conjunção favorável de um trabalho com
pé na pintura e um desdobramento imediato em relevo e escultura. As estruturas
de espuma são rasgadas, serradas, quebradas e coladas entre elas e sobre a
tela.
Tecnicamente
para sua materialização, Sanagê lança mão de uma pesquisa com o propósito de
mostrar o uso dos recursos da pintura contextualizada em outro campo de
discussão, pintando com a forma e tirando o processo da zona de conforto da
simples representação pictórica. Surge assim, uma estética com estrutura
alveolar, remetendo às cavernas ósseas.
Telas
escultóricas, objeto escultórico e sala de exposição são pintados de branco. Ao
optar pela cor que contém e reflete todas as cores, Sanagê conduz o visitante
para uma experiência de espaço infinito. “O branco é a presença diáfana que
simboliza uma ausência de limites. Porém, além de uma escolha estética, a cor
também é política. Assim como as telas que contêm relevos e texturas que não
representam os relevos ou acidentes geográficos dos países africanos, a cor
também não se refere a uma realidade. É uma provocação para a reflexão sobre
passado, presente e futuro”, afirma o artista.
SANAGÊ
PELE E OSSO é pintar a massa com a transgressão. Não tem cores em seu passado
nem presente, mas acredita que cada um tenha condições de colorir seu futuro
com as cores da sua verdade, verdades que serão estabelecidas pela nossa
capacidade de ficar fora do obscurantismo.
O
MAB é um equipamento administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e
Cultural da Bahia, vinculado à Secretaria de Cultura.
Fonte:
Ascom SecultBa

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