‘TariFlávio não é questão puramente econômica;
é projeto político que mira eleições’
Mais do
que um ataque à economia ou à eleição deste ano, a imposição de novo tarifaço
pelos EUA a produtos brasileiros é uma ação coordenada de interferência nos
rumos políticos do país.
Não é
algo momentâneo, localizado, tampouco desarticulado ou atabalhoado. É uma
interferência calculada mascarada por uma questão comercial, econômica.
Desde
2018, o Brasil é um país muito relevante para a arquitetura mundial de
desinformação da extrema direita.
De um
lado, porque conquistou, ao longo dos governos petistas, um lugar de destaque
no cenário geopolítico mundial e econômico.
De
outro, porque implantou, com o advento do governo Jair Bolsonaro, um bem
estruturado ecossistema de desinformação, com um gabinete do ódio atuante na
pandemia e depois, um núcleo de desinformação eleitoral e um laboratório de
realidade paralela.
Com a
derrota daquele governo em 2022, o projeto foi parcialmente interrompido, mas
não eliminado.
Para a
extrema direita, sobretudo a trumpista, reposicionar esse projeto da extrema
direita brasileira é um objetivo muito importante no rol da disputa de poder.
E é
exatamente nesse cenário mais amplo que se situa a recente investida do governo
Trump, em consonância com apelos e pedidos do núcleo extremista brasileiro, com
o novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros.
Há uma
questão econômica relevante, sem dúvida, que fica mais visível pelo incômodo
gerado pelo Pix, o sistema brasileiro de pagamento, que impacta as empresas de
cartão de crédito norte-americanas.
Mas,
como salientou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, o governo
norte-americano aplicou as tarifas porque o Brasil “não se curvou” às
exigências de Donald Trump. Exigências essas que não são meramente comerciais.
Vale
relembrar, nesse momento, o que apontou, em dezembro de 2025, o relatório
“Desafios de Inteligência 2026”, da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).
O
documento chama atenção, explicitamente, para o risco real de interferência
externa para as eleições deste ano. E interferência essa baseada e fundamentada
na arquitetura da desinformação, que envolve não somente as campanhas
coordenadas e permanentes, mas também o financiamento não explicitado, ou seja,
oculto, de grupos extremistas.
Portanto,
voltando ao tarifaço, a economia não é o cerne absoluto da disputa. Ela é um
aspecto, claro, mas não é o ponto central. Os aspectos centrais e
complementares são a autonomia do Brasil e a necessidade de fortalecimento da
extrema direita. E para atacar esses pontos sem que fique claro que eles são os
alvos, a desinformação é essencial.
Ela não
é um detalhe, um arranjo, uma brincadeira, uma estratégia para produzir
mentirinhas ou memes. A desinformação envolve uma robusta arquitetura de poder.
E em
relação aos ataques à soberania, como já discutimos neste espaço, há
estratégias bem específicas de interferência e ataques: produção e disseminação
de notícias falsas e construção de manipulações que se espalham e enfraquecem
as leis, promoção da divisão da população, interferência nos processos
eleitorais de um país.
Todo
esse conjunto faz com que o país sob ataque perca o controle sobre a verdade e
a segurança dos cidadãos, o que cria um estado de caos e insegurança
informacional. Esse conjunto constitui uma ameaça real e está ocorrendo em
relação ao Brasil.
Mas
quero avançar um pouco mais na compreensão dessa arquitetura e me ater a um
outro ponto, que fere de morte não somente a soberania de um país, mas a
democracia como um todo.
Me
refiro ao uso da desinformação como arma política letal, cujo desenvolvimento
se dá com base em dois aspectos principais:
a)
consolidação de um ecossistema de desinformação nacional, com ramificações pelo
território e inúmeras estratégias;
b) a
construção de uma interface internacional.
A
decisão recente dos EUA em relação ao tarifaço reflete exatamente esse combo.
Não é e nunca foi uma questão puramente econômica. Trata-se de um projeto
político muito claro, que mira no processo eleitoral e extrapola fronteiras.
E aqui
vou insistir novamente na compreensão de que o conceito de desinformação não
pode ficar restrito ao âmbito das fake news e que deve ser considerado sob três
elementos muito relevantes: a intencionalidade, o falseamento da realidade
(produção de uma realidade paralela) e o caráter não aleatório das ações.
O
alcance da desinformação sistematizada impacta seriamente o funcionamento
democrático e institucional, pois é capaz de ressignificar e recategorizar
aspectos da realidade, construindo novos sentidos para fenômenos políticos,
históricos e econômicos que levam os cidadãos a considerarem como factíveis
realidades paralelas.
Como
arma política usada em relação especificamente a ataques à soberania nacional,
a orquestração desinformativa é colocada em cena em três grandes frentes:
#
Promoção de confusão e caos:
-
Informações falsas deixam as pessoas confusas, com medo e descrentes de
qualquer ação institucional.
# Ações
estrangeiras coordenadas:
-
grupos e instituições de fora podem usar diversas estratégias que interferem na
opinião pública nacional.
# Poder
transnacional das Big Techs:
-
empresas gigantescas presentes em vários países, elas resistem à regulamentação
local e criam para isso subterfúgios discursivos, como a falácia da “liberdade
de expressão” – o caso de Elon Musk e a saída do X do Brasil, em 2025, num
embate com o STF e o ministro Alexandre de Moraes, exemplifica a questão.
No
contexto dos ataques coordenados, é também importante compreender que as
manifestações viralizantes e aparentemente estapafúrdias são apenas as pontas
que aparecem e roubam a atenção – e nesse quesito temos alguns exemplos, como o
vídeo de Eduardo Bolsonaro defendendo a adoção do “Pix norte-americano”, o
Zelle, ou o tema do combate às organizações criminosas e a denominação de
organizações terroristas ao PCC e ao Comando Vermelho, narrativa bem construída
e impactante.
São
assuntos relevantes, claro, mas refletem aquilo que mostra a ilustração do
iceberg, em que somente as pontas pequenas aparecem sem revelar todo o conjunto
arquitetônico que fica submerso.
Ainda
nesse contexto recente do tarifaço, vale chamar a atenção para a estratégia de
ataques diretos para minar a credibilidade e atrair para um embate improdutivo
– como fez Marco Rubio, secretário de Estado do governo Trump, ao atacar de
modo deselegante o presidente Lula, tentando atraí-lo para um bate-boca
infrutífero e esvaziar o discurso fundamental de defesa da soberania.
Em
relação a esse aspecto, a diplomacia brasileira está brilhando porque não
escorregou em nenhuma casca de banana, ou seja, não comeu a isca e discutiu com
Rubio, cujas provocações seguem um enredo já manjado.
Na
realidade atual de uso da desinformação como arma política poderosa, é
fundamental entender que o ecossistema não desaparece com o fim de um processo
eleitoral. Ele permanece ativo e em operação.
• O lado B das tarifas dos Estados Unidos
ao Brasil
Uma
comissão de congressistas democratas dos Estados Unidos demandou no inicio
deste mês explicações aos filhos do Presidente Donald Trump, respectivamente
Donald Trump Jr e Eric Trump, a respeito de uma longa reportagem da Pro Publica
dos EUA. A reportagem de 28 de maio de 2026 denunciava um esquema de
alavancagem dos dois filhos do presidente norte-americano com dinheiro público
dos contribuintes.
Intitulada
The White House Intervened to Get a $620 Million Deal for a Company Tied to
Donald Trump Jr ( A Casa Branca interveio para conseguir um acordo de 620
milhões de dólares para uma empresa ligada a Donal Trump Jr) trouxe à tona um
esquema de empresas subsidiárias escondidas sob algumas empresas investidoras,
na qual a respeitada agência investigativa ProPublica afirma que um empréstimo
de US$ 620 milhões concedido pelo Pentágono à empresa Vulcan Elements,
fabricante de ímãs de terras raras da Carolina do Norte, teria sido
impulsionado por uma intervenção direta da Casa Branca.
Esta
intervenção teria se dado cerca de três meses antes do anúncio do empréstimo, a
empresa de capital de risco 1789 Capital, da qual Donald Trump Jr. é sócio,
adquiriu uma participação (não divulgada) na Vulcan Elements. Segundo Robert
Faturechi que assina a matéria, registros do Departamento de Defesa e
entrevistas obtidos pela ProPublica indicam que o pedido para acelerar o
financiamento partiu de Peter Navarro, então conselheiro sênior da Casa Branca
para comércio e manufatura e amigo de Trump Jr.
Um
funcionário do Pentágono ouvido pela reportagem afirmou que, entre dezenas de
empresas analisadas, a Vulcan foi a única cujo processo foi iniciado por um
alto assessor presidencial. Outro participante do processo declarou que, após o
contato da Casa Branca, servidores do Pentágono trabalharam em ritmo incomum,
inclusive à noite, para concluir o empréstimo rapidamente. Segundo essa fonte,
a mensagem recebida foi: “A ligação veio da Casa Branca: precisamos concluir
isso.” A reportagem contextualiza que o financiamento fazia parte da estratégia
americana para reduzir a dependência da China na cadeia de suprimentos de
minerais críticos e terras raras, considerados essenciais para equipamentos
militares e tecnologias avançadas.
Peter
Navarro, o homem por traz das tarifas, é o sujeito caricato que inventou sua
própria fonte cientifica Ron Vara e foi preso por desacato ao não contribuir
com as investigações do dia 06 de janeiro de 2021 (dia da invasão do congresso
EUA). Ele é uma estrela Maga que retirou do chapéu as tarifas contra todos os
países no início do mandato de Trump 2.0, e agora sabemos por que: para
alavancar com chantagem aos países e seus recursos o patrimônio da família
Trump.
O
esquema era complexo e muito comum aos grandes esquemas mafiosos de evasão de
divisas e quando pessoas querem criar empresas-mãe que escondam seus
verdadeiros beneficiários (nos EUA isso se chama empresa Shell ou concha). Este
esquema foi decortinado por vídeo do canal investigativo More Perfect Union com
o título How A Single Shel Company Drained $ 1.6 Billion From The Pentagon
(Como uma única empresa shel drenou US$ 1,6 bilhão do Pentágono) de 9 de julho
na plataforma Youtube.
O
esquema começa assim que Trump pai vence as eleições presidenciais em 2024,
quando Donald Trump Jr. conseguiu um
novo cargo: tornou-se sócio de um pequeno fundo privado de investimentos
chamado 1789 Capital. Desde a eleição, as empresas nas quais esse fundo
investiu receberam bilhões de dólares em contratos do governo federal.
Até
então, os patrimônio líquidos estimado de Donald Trump Jr. e Eric Trump eram de
50 milhões e 40 milhões respectivamente. Esses números mudaram drasticamente.
Quando Trump anunciou que concorreria novamente à Presidência, Donald Trump Jr.
encontrou um parceiro chamado Omeed Malik. Em fevereiro de 2025, os dois irmãos
tornaram-se conselheiros de uma empresa chamada Dominari Holdings, por meio da
Dominari. Eles adquiriram participações em uma construtora americana chamada
Skyline Builders, utilizando uma empresa de fachada chamada American Ventures.
Posteriormente, a Skyline se fundiu com a Cove Capital, uma empresa de
mineração que detinha uma jazida de tungstênio no Cazaquistão. O tungstênio é
essencial para equipamentos militares, como munições perfurantes, armas
hipersônicas e motores do caça F-35.
Os
filhos de Trump começaram seus investimentos em agosto de 2025. Um mês depois,
o presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev, informou pessoalmente a
Trump que concederia o projeto à Cove Capital, superando propostas concorrentes
da China e da Rússia. Segundo a própria apresentação da empresa aos
investidores, protocolada na SEC, Trump e Marco Rubio prestaram assistência
direta ao projeto. A empresa afirmou que o projeto obteve até US$ 1,6 bilhão em
financiamento garantido pelo governo dos Estados Unidos.
A
reportagem da More Perfect Union revela um pouco do caminho de cada empresa que
recebeu investimentos da 1789 Capital. Em julho de 2025, a 1789 Capital
investiu na Hadrian Automation. A Hadrian havia sido fundada em 2020 e não
possuía contratos governamentais relevantes. Oito meses depois, venceu um
contrato de US$ 900 milhões com a Marinha para construir fábricas automatizadas
de submarinos e outro contrato de US$ 80 milhões com o Exército. Ao todo, foram
US$ 980 milhões destinados a uma empresa que jamais havia conquistado um grande
contrato federal. Outro exemplo é a Firehawk Aerospace, que havia recebido
apenas um contrato em 2022.
Depois
do investimento da 1789 Capital, passou a vencer contratos da Força Aérea e da
Força Espacial no valor de US$ 8,9 milhões, além de receber uma área de terra
em Oklahoma. A 1789 Capital investiu na Reflection AI em 2025 e, em maio de
2026, ela tornou-se uma das apenas oito empresas de inteligência artificial
autorizadas a operar em redes classificadas do Pentágono.
Outro
caso é o da Anduril, fabricante de sistemas autônomos de armamentos, como
drones e torres de vigilância controladas por inteligência artificial. A
Anduril tornou-se uma das principais beneficiárias da expansão dos gastos do
Pentágono em inteligência artificial, sistemas autônomos e comando militar.
Embora não haja evidência de que tenha recebido “quase todo” o orçamento
militar de IA, a empresa conquistou um contrato-quadro de até US$ 20 bilhões e,
juntamente com a SpaceX, concentrou 97% do financiamento governamental direto
destinado ao grupo de empresas de defesa ligado aos investimentos dos filhos de
Donald Trump.
A
Anduril depois do investimento da 1789 Capital, em junho de 2025 a empresa
recebeu um contrato de US$ 367 milhões para vigilância de fronteiras e outro de
US$ 23,9 milhões com o Exército, além da
possibilidade do contrato já mencionado acima de consolidação com o
Exército avaliado em até US$ 20 bilhões. Esse valor é tão elevado que supera
todos os demais desta lista, mas, como ainda não foi confirmado, não há como
dizer que foi recebido.
Mas o
exemplo que mais reforça a tese de um governo de cleptocracia operado por Trump
e seus filhos e assessores próximos, com base em tarifas e chantagens
geopolíticas, para obter vantagem pessoais e acréscimo bilionários as suas
fortunas, é o que tem a ver com as terras raras do Brasil. Trata-se da Vulcan
Elements, uma startup de apenas três anos e cerca de 30 funcionários que
fabrica ímãs de terras raras. Em agosto de 2025, a 1789 Capital investiu na
empresa como parte de uma rodada de financiamento de US$ 65 milhões. Três meses
depois, o Pentágono concedeu à empresa um empréstimo de US$ 620 milhões sem
explicar a alavancagem recorde da empresa.
Os ímãs
de terras raras são fundamentais para tecnologias militares e, como o próprio
nome indica, são recursos escassos. Atualmente, a China domina esse setor
principalnete detendo mais 90 por cento do refino mundial. Tanto democratas
quanto republicanos tentam reduzir essa dependência, portanto Trump não foi o
primeiro presidente a considerar um financiamento desse tipo, mas foi o
primeiro a lucrar com isso segundo estas reportagens que refazem o fluxo dos
investimentos do pentágono e do min da defesa dos EUA diretamente para sua
família.
Este
empréstimo para a Vulcan foi concedido sem concorrência pública e sem as
divulgações técnicas normalmente exigidas para comprovar a viabilidade do
projeto antes da aplicação de recursos públicos, isso no meio de muitas
startups que era idêntica ou ate mais confiáveis. Essas exigências teriam sido
´dispensadas`. Ainda segundo o vídeo, a pressão para aprovar o empréstimo
partiu diretamente de Peter Navarro, principal assessor comercial de Trump e
amigo próximo de Donald Trump Jr. A relação entre ambos seria tão próxima que
Donald Trump Jr. visitou Navarro na prisão e foi uma das poucas pessoas
homenageadas na dedicatória de seu livro mais recente.
Um
funcionário do Pentágono declarou à ProPublica que a orientação veio
diretamente da Casa Branca: “Precisamos concluir isso.” Servidores trabalharam
durante semanas até tarde da noite para acelerar a aprovação do empréstimo,
embora processos semelhantes normalmente levem meses. Quando a 1789 Capital
investiu na Vulcan, a empresa era avaliada em aproximadamente US$ 200 milhões.
Após o empréstimo do Pentágono, sua avaliação teria saltado para quase US$ 2
bilhões. Vários negociadores das recentes tarifas estadunidenses advindas da
secção 301 relataram que o objetivo maior dos EUA era ter acesso a terras raras
do Brasil. um dele é o ex diretor geral da OMC Roberto Azevedo, que
frequentemente em entrevistas revela que durante as negociações da seção 301
nos corredores assessores da casa branca colocavam as terras raras como o
centro da negociação para reduzir tarifas (Tarifaço de Trump vira ativo
Eleitoral para Lula Cnn Youtube 15 julho 2026).
Ou seja, se sair um anuncio que o Brasil cedeu suas terras raras aos
EUAa empresa Vulcan saltara de 2 bilhões para quase vinte vezes este valor, em
um mundo sedento por terras raras dirigidas a armas militares.
Isso
explica o lado B das tarifas de Trump com relação ao Brasil. Um negócio de
família que lucra com cada interferência política do presidente dos Estados
Unidos em abocanhar – por meio de empresas escondidas – os lucros de saber
antes quais empresas e negócios serão chaves para o pentágono e para a
segurança nacional. Isso explica a sanha de Trump pela guerra, afinal as
empresas mais lucrativas de seus filhos estão com contratos com o Min da defesa
dos EUA e recebendo uma espécie de alavancagem de dinheiro estatal para se
inserir formalmente no mercado e bolsa dos EUA com seriedade.
O
esquema é pegar empresa estratégica que valem pouco. Consegui um empréstimo do
Pentágono e afins, de alguns milhões ou
bilhões de dólares, para que se possa levar a empresa à bolsa com lastreio
público, com contratos garantidos, e depois chantagear com a presidência dos
Estados Unidos os países tarifados, conseguindo seus minerais críticos e terras
raras. O que eleva a uma potencia enorme este investimento que nasce
praticamente do nada.
A mais
recente onda de pressão dos Estados Unidos encabeçada pela chanceler Marco
Rubio e Trump de colocar o PCC e CV como organizações criminosas abre mais um
flanco de chantagem geopolítica. Igualmente tem o objetivo de ter acesso as
terras raras brasileiras, aos minérios
críticos brasileiros e por voltar a ver o Brasil, não como potência, mas como bom e velho
fornecedor de commodities fáceis.
Hoje se
consideramos que a Venezuela está praticamente na mão de Rubio, que funciona
como seu gestor real, podemos dizer que os estados Unidos fazem fronteira real
com o Brasil. O que acrescenta um elemento militar ainda mais potente a
chantagem.
Tudo
isso para que o patrimônio dos filhos do presidente Trump salte, segunda as
reportagens citadas , de alguns poucos
milhões (40 e 50 respectivamente) para
um gerenciamento de uma empresa (1789) de aproximadamente US$ 3,5 bilhões em
ativos, com meta declarada de alcançar US$ 10 bilhões.
Não
existe legislação federal que imponha restrições equivalentes aos filhos do
presidente. Mas a facilitação dos contratos operada de dentro da Casa Branca
pode ser considerada como corrupção na investigação aberta por democratas. E
talvez, se Trump perder as midterms, o motivo de um pedido de impeachment.
Fonte: Por
Eliara Santana, em Viomundo/ICL Notícias

Nenhum comentário:
Postar um comentário