segunda-feira, 20 de julho de 2026

 ‘TariFlávio não é questão puramente econômica; é projeto político que mira eleições’

Mais do que um ataque à economia ou à eleição deste ano, a imposição de novo tarifaço pelos EUA a produtos brasileiros é uma ação coordenada de interferência nos rumos políticos do país.

Não é algo momentâneo, localizado, tampouco desarticulado ou atabalhoado. É uma interferência calculada mascarada por uma questão comercial, econômica.

Desde 2018, o Brasil é um país muito relevante para a arquitetura mundial de desinformação da extrema direita.

De um lado, porque conquistou, ao longo dos governos petistas, um lugar de destaque no cenário geopolítico mundial e econômico.

De outro, porque implantou, com o advento do governo Jair Bolsonaro, um bem estruturado ecossistema de desinformação, com um gabinete do ódio atuante na pandemia e depois, um núcleo de desinformação eleitoral e um laboratório de realidade paralela.

Com a derrota daquele governo em 2022, o projeto foi parcialmente interrompido, mas não eliminado.

Para a extrema direita, sobretudo a trumpista, reposicionar esse projeto da extrema direita brasileira é um objetivo muito importante no rol da disputa de poder.

E é exatamente nesse cenário mais amplo que se situa a recente investida do governo Trump, em consonância com apelos e pedidos do núcleo extremista brasileiro, com o novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros.

Há uma questão econômica relevante, sem dúvida, que fica mais visível pelo incômodo gerado pelo Pix, o sistema brasileiro de pagamento, que impacta as empresas de cartão de crédito norte-americanas.

Mas, como salientou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, o governo norte-americano aplicou as tarifas porque o Brasil “não se curvou” às exigências de Donald Trump. Exigências essas que não são meramente comerciais.

Vale relembrar, nesse momento, o que apontou, em dezembro de 2025, o relatório “Desafios de Inteligência 2026”, da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).

O documento chama atenção, explicitamente, para o risco real de interferência externa para as eleições deste ano. E interferência essa baseada e fundamentada na arquitetura da desinformação, que envolve não somente as campanhas coordenadas e permanentes, mas também o financiamento não explicitado, ou seja, oculto, de grupos extremistas.

Portanto, voltando ao tarifaço, a economia não é o cerne absoluto da disputa. Ela é um aspecto, claro, mas não é o ponto central. Os aspectos centrais e complementares são a autonomia do Brasil e a necessidade de fortalecimento da extrema direita. E para atacar esses pontos sem que fique claro que eles são os alvos, a desinformação é essencial.

Ela não é um detalhe, um arranjo, uma brincadeira, uma estratégia para produzir mentirinhas ou memes. A desinformação envolve uma robusta arquitetura de poder.

E em relação aos ataques à soberania, como já discutimos neste espaço, há estratégias bem específicas de interferência e ataques: produção e disseminação de notícias falsas e construção de manipulações que se espalham e enfraquecem as leis, promoção da divisão da população, interferência nos processos eleitorais de um país.

Todo esse conjunto faz com que o país sob ataque perca o controle sobre a verdade e a segurança dos cidadãos, o que cria um estado de caos e insegurança informacional. Esse conjunto constitui uma ameaça real e está ocorrendo em relação ao Brasil.

Mas quero avançar um pouco mais na compreensão dessa arquitetura e me ater a um outro ponto, que fere de morte não somente a soberania de um país, mas a democracia como um todo.

Me refiro ao uso da desinformação como arma política letal, cujo desenvolvimento se dá com base em dois aspectos principais:

a) consolidação de um ecossistema de desinformação nacional, com ramificações pelo território e inúmeras estratégias;

b) a construção de uma interface internacional.

A decisão recente dos EUA em relação ao tarifaço reflete exatamente esse combo. Não é e nunca foi uma questão puramente econômica. Trata-se de um projeto político muito claro, que mira no processo eleitoral e extrapola fronteiras.

E aqui vou insistir novamente na compreensão de que o conceito de desinformação não pode ficar restrito ao âmbito das fake news e que deve ser considerado sob três elementos muito relevantes: a intencionalidade, o falseamento da realidade (produção de uma realidade paralela) e o caráter não aleatório das ações.

O alcance da desinformação sistematizada impacta seriamente o funcionamento democrático e institucional, pois é capaz de ressignificar e recategorizar aspectos da realidade, construindo novos sentidos para fenômenos políticos, históricos e econômicos que levam os cidadãos a considerarem como factíveis realidades paralelas.

Como arma política usada em relação especificamente a ataques à soberania nacional, a orquestração desinformativa é colocada em cena em três grandes frentes:

# Promoção de confusão e caos:

- Informações falsas deixam as pessoas confusas, com medo e descrentes de qualquer ação institucional.

# Ações estrangeiras coordenadas:

- grupos e instituições de fora podem usar diversas estratégias que interferem na opinião pública nacional.

# Poder transnacional das Big Techs:

- empresas gigantescas presentes em vários países, elas resistem à regulamentação local e criam para isso subterfúgios discursivos, como a falácia da “liberdade de expressão” – o caso de Elon Musk e a saída do X do Brasil, em 2025, num embate com o STF e o ministro Alexandre de Moraes, exemplifica a questão.

No contexto dos ataques coordenados, é também importante compreender que as manifestações viralizantes e aparentemente estapafúrdias são apenas as pontas que aparecem e roubam a atenção – e nesse quesito temos alguns exemplos, como o vídeo de Eduardo Bolsonaro defendendo a adoção do “Pix norte-americano”, o Zelle, ou o tema do combate às organizações criminosas e a denominação de organizações terroristas ao PCC e ao Comando Vermelho, narrativa bem construída e impactante.

São assuntos relevantes, claro, mas refletem aquilo que mostra a ilustração do iceberg, em que somente as pontas pequenas aparecem sem revelar todo o conjunto arquitetônico que fica submerso.

Ainda nesse contexto recente do tarifaço, vale chamar a atenção para a estratégia de ataques diretos para minar a credibilidade e atrair para um embate improdutivo – como fez Marco Rubio, secretário de Estado do governo Trump, ao atacar de modo deselegante o presidente Lula, tentando atraí-lo para um bate-boca infrutífero e esvaziar o discurso fundamental de defesa da soberania.

Em relação a esse aspecto, a diplomacia brasileira está brilhando porque não escorregou em nenhuma casca de banana, ou seja, não comeu a isca e discutiu com Rubio, cujas provocações seguem um enredo já manjado.

Na realidade atual de uso da desinformação como arma política poderosa, é fundamental entender que o ecossistema não desaparece com o fim de um processo eleitoral. Ele permanece ativo e em operação.

•        O lado B das tarifas dos Estados Unidos ao Brasil

Uma comissão de congressistas democratas dos Estados Unidos demandou no inicio deste mês explicações aos filhos do Presidente Donald Trump, respectivamente Donald Trump Jr e Eric Trump, a respeito de uma longa reportagem da Pro Publica dos EUA. A reportagem de 28 de maio de 2026 denunciava um esquema de alavancagem dos dois filhos do presidente norte-americano com dinheiro público dos contribuintes.

Intitulada The White House Intervened to Get a $620 Million Deal for a Company Tied to Donald Trump Jr ( A Casa Branca interveio para conseguir um acordo de 620 milhões de dólares para uma empresa ligada a Donal Trump Jr) trouxe à tona um esquema de empresas subsidiárias escondidas sob algumas empresas investidoras, na qual a respeitada agência investigativa ProPublica afirma que um empréstimo de US$ 620 milhões concedido pelo Pentágono à empresa Vulcan Elements, fabricante de ímãs de terras raras da Carolina do Norte, teria sido impulsionado por uma intervenção direta da Casa Branca.

Esta intervenção teria se dado cerca de três meses antes do anúncio do empréstimo, a empresa de capital de risco 1789 Capital, da qual Donald Trump Jr. é sócio, adquiriu uma participação (não divulgada) na Vulcan Elements. Segundo Robert Faturechi que assina a matéria, registros do Departamento de Defesa e entrevistas obtidos pela ProPublica indicam que o pedido para acelerar o financiamento partiu de Peter Navarro, então conselheiro sênior da Casa Branca para comércio e manufatura e amigo de Trump Jr.

Um funcionário do Pentágono ouvido pela reportagem afirmou que, entre dezenas de empresas analisadas, a Vulcan foi a única cujo processo foi iniciado por um alto assessor presidencial. Outro participante do processo declarou que, após o contato da Casa Branca, servidores do Pentágono trabalharam em ritmo incomum, inclusive à noite, para concluir o empréstimo rapidamente. Segundo essa fonte, a mensagem recebida foi: “A ligação veio da Casa Branca: precisamos concluir isso.” A reportagem contextualiza que o financiamento fazia parte da estratégia americana para reduzir a dependência da China na cadeia de suprimentos de minerais críticos e terras raras, considerados essenciais para equipamentos militares e tecnologias avançadas.

Peter Navarro, o homem por traz das tarifas, é o sujeito caricato que inventou sua própria fonte cientifica Ron Vara e foi preso por desacato ao não contribuir com as investigações do dia 06 de janeiro de 2021 (dia da invasão do congresso EUA). Ele é uma estrela Maga que retirou do chapéu as tarifas contra todos os países no início do mandato de Trump 2.0, e agora sabemos por que: para alavancar com chantagem aos países e seus recursos o patrimônio da família Trump.

O esquema era complexo e muito comum aos grandes esquemas mafiosos de evasão de divisas e quando pessoas querem criar empresas-mãe que escondam seus verdadeiros beneficiários (nos EUA isso se chama empresa Shell ou concha). Este esquema foi decortinado por vídeo do canal investigativo More Perfect Union com o título How A Single Shel Company Drained $ 1.6 Billion From The Pentagon (Como uma única empresa shel drenou US$ 1,6 bilhão do Pentágono) de 9 de julho na plataforma Youtube.

O esquema começa assim que Trump pai vence as eleições presidenciais em 2024, quando  Donald Trump Jr. conseguiu um novo cargo: tornou-se sócio de um pequeno fundo privado de investimentos chamado 1789 Capital. Desde a eleição, as empresas nas quais esse fundo investiu receberam bilhões de dólares em contratos do governo federal.

Até então, os patrimônio líquidos estimado de Donald Trump Jr. e Eric Trump eram de 50 milhões e 40 milhões respectivamente. Esses números mudaram drasticamente. Quando Trump anunciou que concorreria novamente à Presidência, Donald Trump Jr. encontrou um parceiro chamado Omeed Malik. Em fevereiro de 2025, os dois irmãos tornaram-se conselheiros de uma empresa chamada Dominari Holdings, por meio da Dominari. Eles adquiriram participações em uma construtora americana chamada Skyline Builders, utilizando uma empresa de fachada chamada American Ventures. Posteriormente, a Skyline se fundiu com a Cove Capital, uma empresa de mineração que detinha uma jazida de tungstênio no Cazaquistão. O tungstênio é essencial para equipamentos militares, como munições perfurantes, armas hipersônicas e motores do caça F-35.

Os filhos de Trump começaram seus investimentos em agosto de 2025. Um mês depois, o presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev, informou pessoalmente a Trump que concederia o projeto à Cove Capital, superando propostas concorrentes da China e da Rússia. Segundo a própria apresentação da empresa aos investidores, protocolada na SEC, Trump e Marco Rubio prestaram assistência direta ao projeto. A empresa afirmou que o projeto obteve até US$ 1,6 bilhão em financiamento garantido pelo governo dos Estados Unidos.

A reportagem da More Perfect Union revela um pouco do caminho de cada empresa que recebeu investimentos da 1789 Capital. Em julho de 2025, a 1789 Capital investiu na Hadrian Automation. A Hadrian havia sido fundada em 2020 e não possuía contratos governamentais relevantes. Oito meses depois, venceu um contrato de US$ 900 milhões com a Marinha para construir fábricas automatizadas de submarinos e outro contrato de US$ 80 milhões com o Exército. Ao todo, foram US$ 980 milhões destinados a uma empresa que jamais havia conquistado um grande contrato federal. Outro exemplo é a Firehawk Aerospace, que havia recebido apenas um contrato em 2022.

Depois do investimento da 1789 Capital, passou a vencer contratos da Força Aérea e da Força Espacial no valor de US$ 8,9 milhões, além de receber uma área de terra em Oklahoma. A 1789 Capital investiu na Reflection AI em 2025 e, em maio de 2026, ela tornou-se uma das apenas oito empresas de inteligência artificial autorizadas a operar em redes classificadas do Pentágono.

Outro caso é o da Anduril, fabricante de sistemas autônomos de armamentos, como drones e torres de vigilância controladas por inteligência artificial. A Anduril tornou-se uma das principais beneficiárias da expansão dos gastos do Pentágono em inteligência artificial, sistemas autônomos e comando militar. Embora não haja evidência de que tenha recebido “quase todo” o orçamento militar de IA, a empresa conquistou um contrato-quadro de até US$ 20 bilhões e, juntamente com a SpaceX, concentrou 97% do financiamento governamental direto destinado ao grupo de empresas de defesa ligado aos investimentos dos filhos de Donald Trump.

A Anduril depois do investimento da 1789 Capital, em junho de 2025 a empresa recebeu um contrato de US$ 367 milhões para vigilância de fronteiras e outro de US$ 23,9 milhões com o Exército, além da  possibilidade do contrato já mencionado acima de consolidação com o Exército avaliado em até US$ 20 bilhões. Esse valor é tão elevado que supera todos os demais desta lista, mas, como ainda não foi confirmado, não há como dizer que foi recebido.

Mas o exemplo que mais reforça a tese de um governo de cleptocracia operado por Trump e seus filhos e assessores próximos, com base em tarifas e chantagens geopolíticas, para obter vantagem pessoais e acréscimo bilionários as suas fortunas, é o que tem a ver com as terras raras do Brasil. Trata-se da Vulcan Elements, uma startup de apenas três anos e cerca de 30 funcionários que fabrica ímãs de terras raras. Em agosto de 2025, a 1789 Capital investiu na empresa como parte de uma rodada de financiamento de US$ 65 milhões. Três meses depois, o Pentágono concedeu à empresa um empréstimo de US$ 620 milhões sem explicar a alavancagem recorde da empresa.

Os ímãs de terras raras são fundamentais para tecnologias militares e, como o próprio nome indica, são recursos escassos. Atualmente, a China domina esse setor principalnete detendo mais 90 por cento do refino mundial. Tanto democratas quanto republicanos tentam reduzir essa dependência, portanto Trump não foi o primeiro presidente a considerar um financiamento desse tipo, mas foi o primeiro a lucrar com isso segundo estas reportagens que refazem o fluxo dos investimentos do pentágono e do min da defesa dos EUA diretamente para sua família.

Este empréstimo para a Vulcan foi concedido sem concorrência pública e sem as divulgações técnicas normalmente exigidas para comprovar a viabilidade do projeto antes da aplicação de recursos públicos, isso no meio de muitas startups que era idêntica ou ate mais confiáveis. Essas exigências teriam sido ´dispensadas`. Ainda segundo o vídeo, a pressão para aprovar o empréstimo partiu diretamente de Peter Navarro, principal assessor comercial de Trump e amigo próximo de Donald Trump Jr. A relação entre ambos seria tão próxima que Donald Trump Jr. visitou Navarro na prisão e foi uma das poucas pessoas homenageadas na dedicatória de seu livro mais recente.

Um funcionário do Pentágono declarou à ProPublica que a orientação veio diretamente da Casa Branca: “Precisamos concluir isso.” Servidores trabalharam durante semanas até tarde da noite para acelerar a aprovação do empréstimo, embora processos semelhantes normalmente levem meses. Quando a 1789 Capital investiu na Vulcan, a empresa era avaliada em aproximadamente US$ 200 milhões. Após o empréstimo do Pentágono, sua avaliação teria saltado para quase US$ 2 bilhões. Vários negociadores das recentes tarifas estadunidenses advindas da secção 301 relataram que o objetivo maior dos EUA era ter acesso a terras raras do Brasil. um dele é o ex diretor geral da OMC Roberto Azevedo, que frequentemente em entrevistas revela que durante as negociações da seção 301 nos corredores assessores da casa branca colocavam as terras raras como o centro da negociação para reduzir tarifas (Tarifaço de Trump vira ativo Eleitoral para Lula Cnn Youtube 15 julho 2026).  Ou seja, se sair um anuncio que o Brasil cedeu suas terras raras aos EUAa empresa Vulcan saltara de 2 bilhões para quase vinte vezes este valor, em um mundo sedento por terras raras dirigidas a armas militares.

Isso explica o lado B das tarifas de Trump com relação ao Brasil. Um negócio de família que lucra com cada interferência política do presidente dos Estados Unidos em abocanhar – por meio de empresas escondidas – os lucros de saber antes quais empresas e negócios serão chaves para o pentágono e para a segurança nacional. Isso explica a sanha de Trump pela guerra, afinal as empresas mais lucrativas de seus filhos estão com contratos com o Min da defesa dos EUA e recebendo uma espécie de alavancagem de dinheiro estatal para se inserir formalmente no mercado e bolsa dos EUA com seriedade.

O esquema é pegar empresa estratégica que valem pouco. Consegui um empréstimo do Pentágono  e afins, de alguns milhões ou bilhões de dólares, para que se possa levar a empresa à bolsa com lastreio público, com contratos garantidos, e depois chantagear com a presidência dos Estados Unidos os países tarifados, conseguindo seus minerais críticos e terras raras. O que eleva a uma potencia enorme este investimento que nasce praticamente do nada.

A mais recente onda de pressão dos Estados Unidos encabeçada pela chanceler Marco Rubio e Trump de colocar o PCC e CV como organizações criminosas abre mais um flanco de chantagem geopolítica. Igualmente tem o objetivo de ter acesso as terras raras brasileiras,  aos minérios críticos brasileiros e por voltar a ver o Brasil,  não como potência, mas como bom e velho fornecedor de commodities fáceis.

Hoje se consideramos que a Venezuela está praticamente na mão de Rubio, que funciona como seu gestor real, podemos dizer que os estados Unidos fazem fronteira real com o Brasil. O que acrescenta um elemento militar ainda mais potente a chantagem.

Tudo isso para que o patrimônio dos filhos do presidente Trump salte, segunda as reportagens citadas ,  de alguns poucos milhões (40 e 50  respectivamente) para um gerenciamento de uma empresa (1789) de aproximadamente US$ 3,5 bilhões em ativos, com meta declarada de alcançar US$ 10 bilhões.

Não existe legislação federal que imponha restrições equivalentes aos filhos do presidente. Mas a facilitação dos contratos operada de dentro da Casa Branca pode ser considerada como corrupção na investigação aberta por democratas. E talvez, se Trump perder as midterms, o motivo de um pedido de impeachment.

 

Fonte: Por Eliara Santana, em Viomundo/ICL Notícias

 

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