quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Aos 80, vitalidade de Lula é barreira física contra extrema direita no Brasil e no mundo

Desde maio, quando completou um giro de entregas de obras públicas pelo País, o presidente Lula já cumpriu mais de 50 agendas fora do Palácio do Planalto. Contando com o Ceará, onde esteve na sexta-feira, 31, ele pisou, discursou e confraternizou-se com o público em nada menos que 10 estados diferentes. Perto de completar 81 anos de idade, em 27 de outubro, Lula vai apresentando ao País – e ao mundo – um show de vitalidade que até os bolsonaristas mais empedernidos reconhecem, invejam e, especialmente, temem.

“Enquanto eu viver, a extrema direita não voltará a governar esse país”, cravou o presidente, em Fortaleza, a milhares de pessoas reunidas na convenção estadual do PT cearense, em que o governador Elmano de Freitas foi conduzido à disputa pela reeleição. Ali, Lula fez ontem seu pronunciamento mais enfático sobre o que se deve esperar dele em termos de garra e disposição na defesa da democracia brasileira e mundial.

“Vou dizer mais: que venha quem quiser. Se quiser vir o Trump, que venha. Se quiser vir o Milei, que venha. Venha quem quiser. Eu não quero ajuda de fora. A única ajuda que eu quero é a ajuda do povo brasileiro para que a gente possa manter a democracia nesse país”, demarcou ele, sem subterfúgios.

Cada passo, gesto e palavra que o presidente tem espalhado pelo País reforçam a barreira ao fascismo que o Brasil – e ele, em pessoa – têm representado, nos últimos quatro anos, desde a derrota de Jair Bolsonaro para o próprio Lula.

Ao mesmo tempo em que sabe de cor e de improviso cada verbo e vírgula de seu papel no chamado teatro das nações, Lula vai apresentando as condições físicas perfeitas para desempenhá-lo. Ajustou o regime alimentar, tornou-se assíduo em atividades físicas e se consolida, hoje, como um exemplo pronto e acabado de força vital que vai além da política. Serve de modelo para toda a população em busca de vida saudável e ativa.

“O presidente demonstra uma condição física e cardiovascular bastante favorável para a sua faixa etária”, atesta o cardiologista Roberto Kalil Filho, médico que acompanha a saúde de Lula nas últimas décadas. “Ele é um exemplo para todas as pessoas dos benefícios que o hábito contínuo de praticar exercício pode trazer como ganho real de densidade óssea, massa magra e controle metabólico.”

No plano político, Lula se destaca nesta campanha como um arauto bem preparado em defesa da democracia. “Eu competi contra o Fernando Henrique Cardoso, contra o José Serra, contra o Geraldo Alckmin”, lembrou o presidente em entrevista recente. “Nunca houve problema, nenhum deles jamais propôs um golpe ou coisa parecida. Mas, depois do Bolsonaro, veio essa radicalização. Não posso admitir que isso prevaleça no nosso Brasil.”

Com uma vida inteira na atividade sindical e política, Lula é, sem dúvida, a celebridade mais conhecida do País. Do alto de seu índice 100% de conhecimento, para usar o jargão das pesquisas eleitorais, ele poderia ter optado por uma campanha com o tradicional fundo biblioteca, em ambientes controlados, enumerando as realizações de sua gestão entre efeitos especiais de vídeo. Ao contrário, está em campo aberto, no meio do povo, exibindo força e vitalidade, com uma presença pessoal que vai se traduzindo em escalada nas preferencias de votos. O fascimo global representado no Brasil pelo bolsonarismo e seus apêndices não chega nem perto desse fôlego todo. Ufa!

¨      “Lula enfrenta um anticristo nesta eleição e o nome dele é Donald Trump”, diz Ariovaldo Ramos

 O pastor Ariovaldo Ramos afirmou, em entrevista ao Boa Noite 247, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrentará, na eleição presidencial de 2026, um adversário que, sob a perspectiva da teologia cristã, representa a figura do “anticristo”. Segundo ele, esse papel não é desempenhado por um político brasileiro, mas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cuja influência sobre a extrema direita internacional, incluindo o bolsonarismo, ultrapassa as fronteiras norte-americanas.

Ao desenvolver sua análise, Ariovaldo sustentou que a disputa política brasileira não pode ser compreendida apenas como uma competição eleitoral. Em sua avaliação, trata-se de um embate em torno da instrumentalização da religião para a conquista do poder político, fenômeno que, segundo ele, tem origem nos Estados Unidos e vem sendo importado para o Brasil por setores da extrema direita.

Para justificar sua afirmação, o pastor recorreu ao conceito bíblico de “anticristo”. Ele destacou que, na tradição cristã, o termo não designa qualquer governante autoritário ou líder responsável por guerras, mas alguém que surge de dentro da própria comunidade cristã para reivindicar uma autoridade espiritual que pertence exclusivamente a Jesus Cristo.

Segundo Ariovaldo, essa é precisamente a característica que identifica Donald Trump. “Donald Trump é um anticristo”, afirmou durante a entrevista. Para ele, diferentemente de outros líderes internacionais frequentemente criticados por suas ações militares ou políticas, Trump procura apresentar-se como representante da vontade divina, apropriando-se da linguagem religiosa para legitimar seu projeto político.

O pastor explicou que, em sua interpretação, figuras como Benjamin Netanyahu não se enquadram nesse conceito porque não reivindicam ocupar o lugar de Cristo perante os cristãos. Trump, ao contrário, seria apresentado por segmentos religiosos como uma espécie de enviado divino, imagem que, segundo Ariovaldo, o próprio presidente norte-americano reforça em suas manifestações públicas.

Ele citou, inclusive, uma publicação nas redes sociais em que Trump aparece representado com uma iconografia semelhante à de Cristo, abençoando pessoas. Para o pastor, esse tipo de construção simbólica procura transformar um líder político em referência espiritual, deslocando a centralidade da mensagem cristã para a figura de um governante.

Ariovaldo também relacionou esse fenômeno ao bolsonarismo. Segundo ele, Jair Bolsonaro desempenhou papel semelhante no Brasil ao mobilizar parte significativa do eleitorado evangélico em torno da ideia de que sua candidatura representaria uma missão religiosa. Agora, afirma, a principal referência desse movimento encontra-se nos Estados Unidos.

Na avaliação do pastor, o avanço dessa estratégia está associado ao chamado dominionismo, corrente religiosa surgida nos Estados Unidos que defende que igrejas e lideranças cristãs devem exercer controle direto sobre as estruturas do Estado. Para Ariovaldo, essa concepção contradiz o próprio ensinamento cristão.

Ele argumentou que a tradição de Jesus de Nazaré aponta para a defesa do Estado laico e para a separação entre poder político e autoridade religiosa. “A fé cristã é pelo Estado laico e ponto. Todo mundo tem direito de crer segundo o seu arbítrio”, declarou durante a entrevista.

O pastor afirmou ainda que essa concepção poderá marcar profundamente a campanha presidencial de 2026. Em sua análise, caso o Partido Liberal escolha uma candidatura capaz de mobilizar o eleitorado evangélico por meio de discursos religiosos, o país poderá assistir a uma campanha centrada na ideia de uma “batalha espiritual”, em vez de um debate sobre programas de governo.

Sem citar propostas eleitorais específicas, Ariovaldo disse acreditar que a extrema direita recorrerá novamente ao uso da religião como instrumento de mobilização política. Segundo ele, o enfraquecimento de algumas lideranças conservadoras não significa que esse campo político tenha perdido capacidade de reorganização.

“O PL pode surpreender o Brasil”, afirmou. Caso isso ocorra, acrescentou, haverá uma tentativa de transformar a disputa presidencial em um confronto religioso, utilizando o carisma de determinadas lideranças para apresentar a eleição como um embate entre forças espirituais.

Para Ariovaldo Ramos, portanto, o principal desafio da próxima eleição será impedir que símbolos, crenças e referências do cristianismo sejam utilizados como instrumentos de disputa pelo poder. Em sua visão, a tradição cristã não autoriza a apropriação da fé por projetos políticos nem admite que governantes sejam elevados à condição de representantes exclusivos da vontade divina. Segundo ele, esse será um dos principais campos de disputa durante a campanha presidencial de 2026.

¨      Por que essa pode ser a eleição mais difícil para Lula desde 2002

Em meio ao que pode ser a eleição mais disputada da história desde a redemocratização, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializa sua candidatura à reeleição neste domingo (2/8) na convenção do PT em São Paulo.

A convenção partidária, um rito exigido pelo Código Eleitoral, marca o início oficial de uma campanha centrada, novamente, em Lula e Bolsonaro, representado neste ano pela candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).

As pesquisas mostram que, mesmo com uma campanha cheia de turbulências para Flávio Bolsonaro — com dificuldades para formar alianças, a briga com Michelle Bolsonaro, e seu nome atrelado ao escândalo do Banco Master — Lula não consegue se firmar num patamar confortável de intenções de voto.

A dois meses do primeiro turno, os levantamentos apontam que esta eleição pode ser ainda mais acirrada que a de 2022, quando a diferença entre Lula e Jair Bolsonaro (PL) ficou em 1,8% dos votos válidos. Aquele havia sido o pleito mais disputado desde a redemocratização. Até o momento.

Hoje, a diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno é a menor se comparada ao mesmo período de 2002, quando o petista enfrentou José Serra (PSDB), e em 2006, contra Geraldo Alckmin (na época no PSDB), segundo levantamento realizado pelo agregador de pesquisas PollingData para a BBC News Brasil.

Até mesmo em 2022, quando Lula disputou com Jair Bolsonaro (PL) e não tinha a máquina na mão, o petista estava em uma posição mais confortável nas pesquisas do que agora.

A comparação foi realizada com base nas simulações de segundo turno, no mesmo período (fim de julho). Hoje, Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro (PL) 42%. Não só a distância entre o petista e seu principal rival é menor, como o percentual de intenções de voto é mais baixo em relação aos outros anos, quando o petista tinha entre 49% e 50% e seus oponentes entre 38% e 39%.

"Olhando para os dados, dá a impressão de que essa vai ser a disputa mais apertada da história", afirma Neale El-Dash, fundador do PollingData. "Em todas as disputas eleitorais neste momento, Lula tinha uma vantagem de 11, 12 pontos, e desta vez ele tem uma vantagem de 4 pontos."

Ele explica, no entanto, que outros dados são importantes para fazer essa leitura. "A simulação de 2º turno é interessante, conta uma história, mas a aprovação do presidente que está no cargo é um dos fatores mais importantes para aumentar a chance de ele ser reeleito", diz.

El-Dash ressalta que o índice de aprovação do presidente em exercício exerce influência direta nas chances de ele ser reeleito ou não. "Estatisticamente falando, a partir de 40% de aprovação, as chances de vitória são de 50%."

Neste mesmo período em 2022, 38% aprovavam o governo de Jair Bolsonaro, segundo o PollingData. "Mas chegando próximo do dia da eleição, ele chegou a 45% de aprovação e ficou competitivo", diz.

Naquele momento, pesava sobre o ex-presidente — o primeiro na história da redemocratização que não conseguiu se reeleger — a má condução da pandemia de coronavírus. Por isso, a dois meses do primeiro turno, Bolsonaro sancionou diversas medidas para injetar dinheiro na conta de brasileiros por meio de auxílios sociais, no que ficou conhecido como "pacote das bondades".

Ele aumentou o valor do Auxílio Brasil, autorizou empréstimo consignado para quem recebia o benefício, reduziu o ICMS e concedeu um voucher de R$ 1 mil para caminhoneiros e taxistas.

Assim, o governo Bolsonaro saiu de 38% de aprovação no fim de julho para 40% no fim de agosto, permanecendo estável durante todo o mês de setembro, e atingiu 45% no fim de outubro.

Agora, em um esforço para melhorar sua aprovação, o governo Lula também lançou mão de políticas para estimular a economia, como a redução do imposto de renda para a classe média.

Turbinou programas sociais como o Gás do Povo e Luz do Povo, criou linhas de crédito para entregadores e reeditou o Desenrola, para a negociação de dívidas.

No entanto, do começo do ano para cá, a aprovação de seu governo aumentou pouca coisa, saindo de 45%, no início de fevereiro, para 47% agora.

"Se Lula não conseguir subir essa aprovação, talvez de fato seja a eleição mais disputada da história", afirma El-Dash.

<><> 'A última dança'

A convenção do PT deste domingo deve ser protocolar. A campanha vai priorizar a realização de um comício no dia 16 em São Bernardo do Campo, no estádio Primeiro de Maio, na Vila Euclides. A data marca o primeiro dia oficial de campanha desta eleição, estabelecida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O local é o berço político de Lula e a escolha carrega essa simbologia. Foi ali que o presidente liderou imensas assembleias com metalúrgicos durante o período que ficou conhecido como as greves do ABC, entre 1979 e 1980, e discursou para um estádio abarrotado de gente.

A ideia agora é Lula "terminar onde começou" e realizar "a última dança", nas palavras de uma fonte próxima à campanha. Ali, Lula quer reunir a militância, tomar fôlego para os próximos dois meses e tentar avançar pelo Estado de São Paulo, prioridade desta campanha.

A concepção do comício foi inspirada nas convenções partidárias dos Estados Unidos, onde o palco fica no meio e os apoiadores ficam ao redor do candidato, prevendo a valorização dos enquadramentos para a televisão e as redes sociais. Essa estética já foi testada no lançamento da campanha de Fernando Haddad ao governo do Estado de São Paulo realizado em Campinas no sábado passado.

Aos 80 anos, esta é a sétima — quiçá a última — eleição que Lula disputa. Liderando as pesquisas, ainda que de forma apertada, ele não deve participar dos debates televisivos para evitar o desgaste.

Pesou na decisão de realizar o evento em São Bernardo do Campo no dia 16 o fato de ser a mesma data marcada para o primeiro debate presidencial, na Band. No entanto, após a divulgação do ato petista no ABC, a rede televisiva alterou o debate para o dia 23 de agosto.

Ainda assim, Lula não deve comparecer.

<><> 'Geração lava-jato'

Assim como em 2022, as mulheres podem ser decisivas nesta eleição. Essa fatia do eleitorado, que hoje corresponde à maioria dos votantes brasileiros, aparece mais indecisa do que a média.

"Hoje, na espontânea [quando o entrevistador não apresenta todos os nomes dos candidatos, deixando a pergunta aberta: "em quem você vai votar?"], 45% das mulheres não citam nenhum nome", afirma Luciana Chong, diretora do Datafolha. "Em 2022, eram 31%."

Já no total, entre homens e mulheres, este percentual é de 37%, mais alto do que no mesmo período em 2022, que era de 25%.

O eleitorado feminino, no entanto, não forma um grupo homogêneo. Na simulação de segundo turno feita pelo Datafolha, Lula tem vantagem em relação a Flávio entre as mulheres mais jovens (16 a 34 anos) e entre as com mais de 45 anos.

O eleitorado feminino é o Calcanhar de Aquiles de Flávio Bolsonaro, exceto na faixa entre 35 e 44 anos, em que ele tem vantagem de 11 pontos percentuais em relação a Lula.

Chong afirma que as notícias de corrupção atreladas ao PT têm peso nesse recorte da pesquisa.

"Essa geração entre 35 e 44 anos é a que chamamos de 'geração lava-jato', que cresceu muito tomada pelas notícias sobre corrupção", afirma ela.

Entre os homens, Lula só fica na frente na faixa de 45 anos ou mais.

As campanhas terão que fazer suas apostas para tentar mudar os cenários. "Pode ser que, com o início da campanha, as mulheres sejam mais mobilizadas", afirma Chong.

Assim como Neale El-Dash, ela faz uma ressalva: o recorte sobre o segundo turno em uma pesquisa não é uma previsão fiel do que pode acontecer até o fim de outubro.

Ela explica que as simulações de segundo turno refletem mais o antilulismo do que necessariamente um favoritismo.

"Por isso, quando fazemos uma simulação com Ronaldo Caiado (PSD) ou Romeu Zema (Novo), o cenário não muda."

¨      “A eleição de 2026 é a escolha mais fácil do mundo”, diz Paulo Nogueira Batista Júnior

Ao contrário do ambiente de incertezas e de falsas equivalências que marcou disputas passadas, o cenário político para a eleição presidencial de 2026 apresenta contornos de absoluta clareza. Em entrevista à TV 247, o economista Paulo Nogueira Batista Júnior classificou o pleito vindouro como a “escolha mais fácil do mundo”, ao colocar em lados opostos a normalidade democrática representada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o colapso institucional oferecido pela extrema-direita.

Paulo Nogueira refletiu sobre o contraste entre o projeto de reconstrução nacional liderado por Lula e a precariedade da chapa liderada por Flávio Bolsonaro, apoiada abertamente por figuras controversas do cenário internacional, como o presidente argentino Javier Milei e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. Para o analista, esse alinhamento internacional explicita o risco de submissão do Brasil a projetos extremistas e sem compromisso com o desenvolvimento soberano.

“Nós temos uma opção entre um candidato razoável, experiente, equilibrado e uma calamidade. Essa escolha é a escolha mais fácil do mundo. Até setores da direita tradicional e das elites econômicas percebem que a volta da extrema-direita seria a repetição do caos institucional e da incompetência administrativa”, afirmou o economista.

<><> O Realismo das Elites e o Fracasso da Terceira Via

Na avaliação do economista, o apoio velado ou a tolerância da camada dirigente em relação a uma eventual reeleição de Lula — na consolidação do chamado “Lula 4” — deriva de um cálculo de pragmatismo. As elites econômicas e o capital produtivo reconhecem que o governo Lula reestabeleceu a previsibilidade, a estabilidade e o prestígio internacional do país, enquanto a candidatura de Flávio Bolsonaro representa desorganização e descalabro na gestão pública.

Além disso, o economista destacou a completa inviabilidade das alternativas de “terceira via”, que se mostram sem densidade ou apelo eleitoral diante da polarização entre as duas grandes forças políticas da nação. Segundo Paulo Nogueira, os nomes cotados pela mídia tradicional possuem prestígio restrito, mas não têm peso nas urnas.

<><> Desafios Econômicos e Taxas de Investimento

Apesar de defender a vitória de Lula para a preservação democrática, Paulo Nogueira fez ressalvas às projeções econômicas do FMI e do Banco Mundial, que apontam crescimento moderado em torno de 2,5% ao ano. Para ele, o Brasil precisa superar travas fiscais e elevar substancialmente a taxa de investimento público e privado para garantir um salto qualitativo de longo prazo.

<><> Frente Ampla e a Governança no Lula 4

Projetando o provável cenário de segundo turno e a composição de um quarto mandato do presidente Lula, o economista ressaltou que a governabilidade exigirá novamente a articulação de uma ampla frente de forças políticas. O desafio principal do próximo ciclo será equilibrar os compromissos com a estabilidade e a necessidade de promover transformações sociais e industriais profundas que o país requer.

 

Fonte: Brasil 247/BBC News Brasil

 

Nenhum comentário: