Alzheimer:
três alimentos que ajudam a proteger o cérebro e podem reduzir o risco de
demência
A
alimentação pode desempenhar um papel importante na prevenção do declínio
cognitivo e na redução do risco de doenças neurodegenerativas, como o
Alzheimer. Estudos científicos apontam que o consumo regular de determinados
alimentos está associado à preservação da memória e ao funcionamento saudável
do cérebro ao longo do envelhecimento.
Entre
os padrões alimentares estudados está a dieta MIND, que combina características
da dieta mediterrânea e da DASH, originalmente desenvolvida para ajudar no
controle da pressão arterial. O modelo prioriza alimentos ricos em
antioxidantes, vitaminas e gorduras saudáveis.
Três
grupos alimentares se destacam por seus possíveis benefícios à saúde cerebral:
frutas vermelhas, peixes ricos em ômega-3 e vegetais de folhas verdes.
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Frutas vermelhas ajudam a proteger as células cerebrais
Morangos,
mirtilos, framboesas e amoras são ricos em antioxidantes e flavonoides,
compostos que ajudam a combater o estresse oxidativo, processo associado ao
envelhecimento celular.
Pesquisas
relacionam o consumo frequente dessas frutas à preservação de funções
cognitivas, incluindo a memória. Os mirtilos, por exemplo, contêm antocianinas,
substâncias responsáveis por sua coloração e com propriedades antioxidantes.
O açaí
também pode fazer parte de uma alimentação equilibrada, por apresentar
compostos antioxidantes.
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Peixes ricos em ômega-3 contribuem para a saúde do cérebro
Peixes
como sardinha, salmão e truta fornecem ômega-3, gordura essencial para o
funcionamento das células cerebrais.
Um dos
principais componentes desse nutriente é o DHA, que participa da estrutura das
membranas dos neurônios e contribui para a comunicação entre as células
nervosas.
A
sardinha se destaca como uma alternativa mais acessível para incluir esse
nutriente na alimentação. Além do ômega-3, os peixes fornecem nutrientes como
vitamina B12 e selênio, importantes para o funcionamento do sistema nervoso.
A dieta
MIND recomenda o consumo de peixe pelo menos uma vez por semana.
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Vegetais de folhas verdes podem ajudar a preservar a memória
Couve,
espinafre e rúcula também estão entre os alimentos associados à manutenção da
saúde cerebral. Esses vegetais fornecem vitaminas, minerais e antioxidantes
importantes para o organismo.
As
folhas verdes são fontes de vitamina K, folato e outros nutrientes envolvidos
em processos relacionados ao funcionamento do cérebro.
Estudos
observacionais associam o consumo regular desses vegetais a um declínio
cognitivo mais lento durante o envelhecimento. Eles podem ser consumidos crus
ou cozidos e incorporados às refeições diárias.
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Alimentação saudável não elimina o risco de Alzheimer
Embora
os estudos indiquem benefícios associados à dieta MIND, nenhum alimento isolado
é capaz de prevenir ou impedir o desenvolvimento da demência. As evidências
apontam principalmente para a importância de manter um padrão alimentar
saudável ao longo da vida.
Além da
alimentação, fatores como idade, genética, atividade física e condições
cardiovasculares influenciam o risco de desenvolver doenças neurodegenerativas.
A
prática regular de exercícios, o controle da pressão arterial, a manutenção de
vínculos sociais e o acompanhamento da saúde também são medidas importantes
para preservar as funções cognitivas e favorecer a qualidade de vida durante o
envelhecimento.
• Gordura no fígado: conheça a fruta que
pode contribuir para saúde do órgão
O
tamarindo, fruta tropical de origem africana, tem despertado interesse por suas
propriedades nutricionais e possíveis benefícios à saúde. Rico em fibras,
minerais e compostos antioxidantes, o alimento pode contribuir para o
funcionamento do intestino e para a manutenção da saúde metabólica.
Produzido
pela árvore Tamarindus indica, o fruto apresenta sabor ácido quando ainda está
verde e adquire uma consistência mais pastosa e agridoce ao amadurecer. Sua
polpa é utilizada no preparo de sucos, molhos, sopas e sobremesas,
especialmente em países da Ásia, África e América Latina.
Entre
os nutrientes encontrados no tamarindo estão potássio, cálcio, fósforo e
vitaminas do complexo B. A fruta também contém compostos vegetais, como
polifenóis e flavonoides, conhecidos por sua ação antioxidante.
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Possíveis benefícios para o fígado
Pesquisas
científicas investigam os efeitos dos antioxidantes presentes no tamarindo
sobre o metabolismo das gorduras e a saúde do fígado.
Essas
substâncias ajudam a combater o estresse oxidativo, processo associado a
diferentes doenças metabólicas. Estudos preliminares também apontam possíveis
efeitos sobre os níveis de colesterol e o acúmulo de gordura no organismo.
Entretanto,
ainda não existem evidências clínicas suficientes para afirmar que o consumo da
fruta, isoladamente, previne ou trata a gordura no fígado, condição conhecida
como esteatose hepática.
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Tamarindo pode reduzir a retenção de líquidos?
Outro
componente importante do tamarindo é o potássio, mineral que participa do
equilíbrio de líquidos no organismo e ajuda a regular a pressão arterial.
A
ingestão adequada desse nutriente contribui para o funcionamento dos músculos,
nervos e rins. No entanto, não há comprovação de que o consumo de tamarindo
seja capaz de eliminar edemas ou tratar diretamente o inchaço nas pernas, pés e
tornozelos.
A
retenção de líquidos pode ter diferentes causas, incluindo alterações
circulatórias, problemas renais e doenças cardíacas, e deve ser investigada
quando persistente.
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Benefícios para a digestão
O teor
de fibras é uma das principais características nutricionais do tamarindo. Essas
substâncias auxiliam o trânsito intestinal e podem contribuir para a prevenção
da prisão de ventre.
Uma
revisão publicada no periódico científico Asian Pacific Journal of Tropical
Biomedicine também descreveu propriedades anti-inflamatórias e antimicrobianas
associadas a compostos presentes na fruta.
Apesar
dos possíveis benefícios, o consumo excessivo pode provocar desconfortos
gastrointestinais, incluindo náuseas e diarreia.
Assim
como outros alimentos nutritivos, o tamarindo pode fazer parte de uma dieta
equilibrada, mas não deve ser considerado um tratamento para doenças do fígado,
problemas circulatórios ou retenção de líquidos. Em caso de sintomas
persistentes, a orientação é procurar avaliação médica.
Fonte:
ICL Notícias

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