quinta-feira, 2 de julho de 2026

José Reinaldo de Carvalho: Partido Comunista da China, a vanguarda que moldou uma potência socialista global

Em 1º de julho, a China celebra o 105º aniversário de fundação do Partido Comunista da China (PCCh), que liderou a Revolução Popular e, desde então, conduz a construção de um modelo próprio de socialismo em diferentes etapas históricas, iniciadas com a proclamação da República Popular da China, em 1º de outubro de 1949. A data é celebrada pelo povo chinês e pelos amigos da China em todo o mundo como o aniversário da força política que se consolidou como vanguarda dos trabalhadores e do povo chinês, com papel central na luta pela libertação nacional e no processo de construção socialista do país.

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Hoje com mais de 100 milhões de membros e exercendo a direção política da potência chinesa, o PCCh construiu sua história como uma organização baseada no marxismo-leninismo e no socialismo científico. Ao longo de sua trajetória, o partido buscou adaptar esses princípios às transformações de cada período e às condições concretas da sociedade chinesa.

O avanço da República Popular da China, seu vigoroso desenvolvimento econômico e social, sua atuação internacional em defesa de uma nova governança global e da paz, assim como sua consolidação como potência contemporânea, estão diretamente associados à liderança centralizada e estratégica do Partido Comunista da China (PCCh).

Ao longo de mais de um século de existência, o PCCh exerceu papel decisivo na trajetória de mais de 1 bilhão de pessoas. Sob sua direção, a China deixou a condição de país majoritariamente agrário, marcado por guerras, pobreza extrema e vulnerabilidades diante das potências estrangeiras, para se tornar um dos principais centros econômicos, tecnológicos e sociais do século XXI.

A história moderna chinesa mostra que o PCCh atuou como força organizadora da soberania nacional e do progresso social. Antes de 1949, o país atravessou o chamado “Século da Humilhação”, período marcado por invasões estrangeiras, fragmentação territorial e grave miséria social. A fundação da Nova China, sob a liderança do Partido e tendo Mao Zedong à frente, restabeleceu a dignidade nacional e abriu caminho para a reconstrução política, econômica e social do país.

No discurso em comemoração ao centenário do PCCh, o presidente Xi Jinping resumiu essa façanha histórica ao afirmar: “Sem o PCCh, não existiria a nova China, também não haveria a revitalização da nação chinesa”. A formulação expressa a compreensão de que a identidade, a segurança e a soberania da China contemporânea não decorreram de circunstâncias fortuitas, mas de uma direção política exercida de forma contínua pelo Partido.

Depois da vitória da Revolução de Nova Democracia, o povo chinês, sob a condução do PCCh e de Mao Zedong, iniciou a construção do socialismo. Em um intervalo histórico relativamente curto, o país realizou profundas transformações sociais, estabeleceu um sistema econômico nacional independente, adequado às particularidades chinesas, e consolidou instituições do poder político popular e socialista.

Mais tarde, com a política de Reforma e Abertura, liderada por Deng Xiaoping no contexto da etapa primária do socialismo, a China ingressou em um novo ciclo de crescimento acelerado. O marco desse processo foi a decisão da 3ª Sessão Plenária do Comitê Central do Partido Comunista da China, em dezembro de 1978, que definiu a construção econômica, o desenvolvimento das forças produtivas e o fortalecimento integral da nação chinesa como eixos centrais da atuação do Partido e do Estado.

Esse percurso levou a China ao atual patamar de desenvolvimento, com impacto direto na melhoria das condições de vida da população e na projeção do país como ator de primeira ordem no sistema internacional. Desenvolvimento, poder nacional, progresso social e socialismo aparecem, nesse contexto, como elementos integrados na construção do socialismo com características chinesas.

A trajetória do PCCh comprova a tese de que o Partido é a força indispensável para a estabilidade e o avanço da China. Sem sua liderança, o planejamento de longo prazo que viabilizou a modernização tecnológica, a inclusão social e a inserção internacional do país teria se fragmentado. A articulação entre Partido, Estado e povo permanece como base da realização do chamado Sonho Chinês.

<><> O PCCh e a defesa dos interesses do povo

A formulação teórica e prática presente no pensamento de Xi Jinping indica que o êxito da China contemporânea não resulta de um acaso econômico, mas de uma orientação política deliberada. O Partido Comunista da China busca sua legitimidade ao colocar as aspirações populares no centro de suas decisões, ao mesmo tempo em que se apresenta como a força institucional responsável por conduzir o país à modernização socialista e à revitalização nacional.

O princípio que sustenta a legitimidade e a prática política do PCCh pode ser sintetizado na ideia de uma relação orgânica entre Partido e povo. Diferentemente das democracias liberais ocidentais, nas quais os partidos políticos costumam atuar como representantes de frações de classe ou de interesses corporativos de curto prazo, o sistema político chinês, tendo o PCCh como núcleo dirigente, estrutura-se em torno das aspirações históricas do povo chinês.

Nos discursos de Xi Jinping, essa concepção aparece na afirmação de que o Partido não possui interesses próprios separados dos interesses da esmagadora maioria da população chinesa. A filosofia de desenvolvimento centrada no povo não é apresentada como mera abstração retórica, mas como diretriz operacional expressa em políticas concretas.

“Desde sua fundação em 1921, o Partido tem unido e liderado o povo na revolução, desenvolvimento e reforma, visando fundamentalmente garantir uma vida melhor para o povo. Ele jamais irá vacilar na busca deste objetivo, não importando quão grandes sejam os desafios e as pressões que enfrente e quantos sacrifícios e custos sejam necessários. O pensamento de desenvolvimento centrado no povo não é um slogan vazio, mas um princípio que tem que permear todas as nossas decisões e planos e ser aplicado em todos os aspectos do nosso trabalho”, escreveu o presidente Xi.

Um dos exemplos mais relevantes dessa orientação foi a erradicação da pobreza extrema. A conclusão da maior campanha de alívio da pobreza da história humana é apresentada por Xi Jinping como demonstração do compromisso do Partido com a dignidade humana e o bem-estar social. Sob a liderança do PCCh, o maior contingente populacional já registrado foi retirado da miséria, consolidando a construção de uma sociedade moderadamente próspera em todos os aspectos.

Esse avanço não se limitou ao crescimento do Produto Interno Bruto. Ele se expressou também na ampliação do acesso à educação, à saúde, à infraestrutura e a melhores condições de vida, em consonância com a missão fundamental do Partido Comunista da China: servir ao povo.

Na Nova Era, a busca pela prosperidade comum tornou-se outro eixo central da estratégia chinesa. O Partido reconhece que as contradições sociais se transformaram e que o foco do desenvolvimento deve avançar do crescimento puramente quantitativo para uma etapa qualitativa, voltada à redução das desigualdades regionais, das diferenças de renda e da distância entre campo e cidade.

Defender os interesses do povo, nas condições atuais, significa ampliar o acesso equitativo à educação, à saúde, à moradia e a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Essa perspectiva orienta a governança do PCCh, baseada na linha de massas, princípio segundo o qual o Partido deve estar junto às massas, compreender suas necessidades e converter suas aspirações em políticas públicas de longo prazo.

Essa conexão orgânica com a sociedade confere ao Partido resiliência política e elevada capacidade de mobilização social. Sob sua direção, a China vive um período de forte desenvolvimento das forças produtivas, expansão econômica, intensa mobilidade social e redução expressiva da pobreza.

Hoje, o país figura entre as maiores economias do mundo e pode ser definido, em diversos aspectos, como uma potência emergente. Trata-se de uma fase singular de sua história milenar, marcada por avanços econômicos expressivos, consolidação do poder nacional, fortalecimento da independência e progresso nos objetivos de unificação e integridade territorial.

Nesse cenário, ganha centralidade a realização do Sonho Chinês: a construção de um país socialista poderoso, próspero, socialmente avançado, civilizado e culto. A experiência chinesa revela a originalidade histórica do Partido Comunista da China e representa, no pensamento de Xi Jinping, uma contribuição ao desenvolvimento do marxismo-leninismo e à trajetória do movimento comunista internacional.

¨      Trump encontrou um inimigo para fugir do próprio espelho: os “comunistas”

Era uma vez um líder político tão obcecado por si mesmo (Trump) que quase caiu em seu próprio espelho d’água e só conseguiu se salvar de um possível afogamento político e de passar vergonha quando, de repente, apareceram os “comunistas”, que, segundo ele, representam a maior ameaça já vista nos 250 anos de existência deste país.

Entre as tentativas do mandatário de literalmente impor sua imagem e sua marca sobre a capital e sobre as comemorações do 250º aniversário da Declaração de Independência, ele decidiu reformar o Espelho d’Água do monumento a Lincoln.

Depois de gastar 16,4 milhões de dólares para tornar azul o fundo do espelho d’água e realizar alguns reparos no revestimento de sua base, a água agora está verde por causa das algas e partes do revestimento do fundo estão se soltando. Recusando-se a assumir a responsabilidade, o mandatário culpou “vândalos”, sem apresentar qualquer evidência. Sozinho, revelou sua verdadeira imagem em seu espelho d’água, apontaram os críticos.

Mas, graças à esquerda, ele encontrou uma forma de desviar a atenção de seu desastre aquático de imagem. Depois que autodeclarados socialistas democráticos venceram as eleições primárias para o Congresso federal e para o Legislativo estadual de Nova York na na penúltima semana de junho, o mandatário alertou que “os vermelhos estão chegando”, declarando que “a América nunca será comunista”.

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Essas vitórias vieram depois que uma socialista democrática venceu sua eleição primária e é praticamente certa como a próxima prefeita da capital, Washington, D.C., além de vitórias anteriores que levaram socialistas democráticos às prefeituras da maior cidade do país, Nova York, e de Seattle.

Ao mesmo tempo, políticos progressistas aliados aos socialistas democráticos ocupam as prefeituras de Boston, Chicago e Los Angeles. O mentor e padrinho político dessa nova geração de políticos progressistas continua sendo o senador socialista democrático e duas vezes candidato à Presidência, Bernie Sanders

Com uma agenda que, em quase qualquer outro país, seria definida como social-democrata, os socialistas democráticos e outras forças progressistas, como o Working Families Party e diversas organizações sociopolíticas que nasceram com o movimento das duas campanhas presidenciais de Sanders, estão sacudindo as cúpulas políticas de ambos os partidos.

Vale lembrar que essas campanhas eleitorais também foram, em parte, resultado dos movimentos antineoliberais e altermundialistas que surgiram nos anos 1990 em oposição ao projeto neoliberal de livre comércio, bem como do movimento ambientalista, do ressurgimento da luta sindical, do movimento dos imigrantes e do movimento antiguerra.

Prova disso é a reação quase histérica de líderes republicanos, incluindo o chefe máximo. Em uma mensagem publicada nas redes sociais no último dia 26 de junho, o mandatário norte-americano declarou: “a recente eleição de comunistas em nosso país” representa nada menos que “a ameaça mais séria ao nosso país desde sua existência, há 250 anos”.

Pouco depois, em um discurso na Conferência da Coalizão Fé e Liberdade, afirmou: “Como vocês viram com os comunistas recém-eleitos em Nova York [e na Califórnia] — são comunistas, não são social-democratas — eles querem destruir completamente o modo de vida tradicional dos Estados Unidos. O comunismo é muito fácil de vender… Vou ser honesto: acho que eu seria o melhor comunista da história.

Daria aluguel de graça… Todo mundo teria comida de graça, tudo seria de graça daqui para frente. Todos votariam em mim. O problema é que, em dois ou três anos, o país seria uma zona de desastre… seria um país de terceiro mundo… Todos sofreriam ou morreriam, é isso que acontece. Isso vem acontecendo há milhares de anos, sob diferentes nomes”. Milhares de anos! As coisas novas que a gente aprende a cada dia!

Mas a tentativa de usar o “comunismo” como arma para governar é relativamente recente — talvez tenha um século e meio. A nostalgia pelo macartismo não é acidental. Vale lembrar que quem treinou o atual mandatário nas artes da política foi ninguém menos que Roy Cohn, braço direito do senador Joe McCarthy nos anos 1950, cuja imagem hoje se reflete nos espelhos d’água de Washington.

¨      Trump ganhou mais de US$ 1,4 bilhão com negócios em criptos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou mais de 1,4 bilhão de dólares (R$ 7,2 bilhões) em renda proveniente dos empreendimentos de criptomoedas de sua família no último ano, ou seja, desde que ele assumiu o governo americano.

Os dados revelam como agora ele obtém a maior parte de seus ganhos através de ativos digitais que foram beneficiados por políticas implementadas por sua própria administração, segundo uma análise de suas mais recentes declarações financeiras divulgadas nesta terça-feira (30/06).

Os números refletem o peso crescente dos investimentos em criptomoedas dentro do patrimônio do presidente, em contraste com sua histórica dependência do setor imobiliário e das receitas provenientes de licenciamento de marcas e empreendimentos comerciais.

As divulgações reacenderam o debate sobre possíveis conflitos de interesse entre as atividades privadas do presidente e suas funções públicas, em um momento de expansão do mercado de ativos digitais nos Estados Unidos.

A renda do presidente com criptomoedas está sob escrutínio, em parte porque sua administração tem promovido agressivamente a negociação de moedas digitais. Trump afirmou que deseja transformar os Estados Unidos em uma "superpotência do Bitcoin" e vem reduzindo regulações sobre o setor desde que assumiu o cargo.

Trump também concedeu posteriormente um perdão presidencial a Changpeng Zhao, fundador da corretora de criptomoedas Binance, que havia sido condenado por violações das leis de combate à lavagem de dinheiro. Após a reeleição de Trump, a Binance passou a manter relações comerciais próximas com a World Liberty Financial, uma empresa de criptomoedas fundada por Trump e seus filhos.

Os documentos, que correspondem à sua declaração anual de bens e rendimentos de 2025 junto ao Escritório de Ética Governamental dos Estados Unidos, detalham que as empresas de Trump receberam quase 800 milhões de dólares (R$ 4 bilhões) da World Liberty Financial. Esse total inclui mais de 520 milhões de dólares (R$ 2,7 bilhões) provenientes da venda de tokens de criptomoedas e mais de 250 milhões dólares (R$ 1,3 bilhão) obtidos com a venda de participações no negócio World Liberty, sendo que familiares também têm direito a uma parcela dessa receita.

Trump também declarou outros 635 milhões de dólares (R$ 3,3 bilhões) provenientes da venda de suas memecoins Trump.

<><> Salto nos rendimentos

A divulgação destaca como o mercado de criptomoedas transformou as fontes de renda do presidente americano. Em sua declaração apresentada em junho do ano anterior, Trump informou ganhos de 57,35 milhões de dólares (R$ 296 milhões) com a venda de tokens da World Liberty. Na declaração deste ano, esse valor saltou para mais de 500 milhões de dólares (R$ 2,6 bilhões).

Recentemente, a agência de notícias Reuters estimou que a família Trump obteve pelo menos 2,3 bilhões de dólares (R$ 11,9 bilhões) com projetos relacionados a criptomoedas desde o retorno de Trump à Casa Branca em 2025.

Ao assumir o cargo, Trump passou a implementar políticas e iniciativas consideradas favoráveis ao setor, desde a criação de regras federais para stablecoins até a redução da fiscalização da indústria pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos e pela Comissão de Valores Mobiliários (SEC).

O presidente também declarou mais de 80 milhões de dólares (R$ 413 milhões) em receitas provenientes de acordos com diversas empresas de mídia, além de milhões de dólares recebidos por sua empresa pelo licenciamento de seu nome para incorporadoras imobiliárias no exterior.

"Nem o presidente nem sua família jamais se envolveram – nem jamais se envolverão – em conflitos de interesse. O presidente Trump transformou com orgulho os Estados Unidos na capital mundial das criptomoedas por meio de ações executivas", afirmou a porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, em comunicado.

"Todas as ações do presidente Trump e de sua administração são tomadas no melhor interesse do povo americano – e quaisquer supostos 'repórteres' que afirmem o contrário estão apenas reciclando a mesma narrativa falsa e desgastada que os democratas e a mídia tradicional vêm promovendo há uma década", acrescentou.

Embora a Casa Branca tenha declarado anteriormente que os interesses empresariais do presidente são atualmente administrados por seus filhos, Trump continua sendo o beneficiário dos ativos mantidos no fundo fiduciário que, em última instância, recebe essa renda.

<><> Nova riqueza impulsionada por criptomoedas

Embora as criptomoedas sejam de longe a maior fonte de renda de Trump, seus negócios tradicionais – especialmente os ligados ao setor imobiliário, campos de golfe e resorts – continuaram gerando milhões.

Trump declarou um aumento de 15% na receita de seus clubes de golfe e resorts, que ultrapassou 500 milhões de dólares (R$ 2,6 bilhões) em 2025. Os maiores aumentos ocorreram em propriedades onde o presidente passou períodos consideráveis desde sua posse.

Em Mar-a-Lago, na Flórida – que Trump apelidou de "Casa Branca de Inverno" –, a receita saltou para 77 milhões de dólares (R$ 397,3 milhões), ante 50 milhões de dólares (R$ 258 milhões) em 2024. Já o clube de West Palm Beach registrou um aumento de 27% na receita. Em contrapartida, o campo de golfe de Trump em Los Angeles apresentou queda de faturamento no último ano.

Em abril, Trump recebeu em Mar-a-Lago os vencedores da segunda edição anual de seu concurso relacionado às memecoins.

"A amplitude e a profundidade desta declaração reforçam ainda mais nosso compromisso com a transparência. Com quase mil páginas, ela representa um dos relatórios de divulgação financeira mais abrangentes já apresentados e demonstra um nível de transparência financeira sem paralelos na história presidencial", declarou um porta-voz da Trump Organization.

Don Fox, ex-diretor interino do Escritório Federal de Ética, responsável pela supervisão das regras de ética para servidores federais e pela revisão de declarações financeiras, incluindo a de Trump, observou que presidentes e vice-presidentes dos Estados Unidos estão isentos das leis que proíbem conflitos de interesse para funcionários do Poder Executivo.

"Todo presidente desde a era pós-Watergate administrou suas finanças como se estivesse sujeito às regras de conflito de interesse", disse Fox. "Com Trump, esse entendimento simplesmente foi jogado pela janela. Ele apresenta melhor do que ninguém o argumento de que chegou a hora de novas reformas éticas. Em termos legislativos, uma medida possível seria limitar os tipos de investimentos que ele e o vice-presidente podem manter", concluiu.

 

Fonte: Brasil 247/La Jornada/DW Brasil

 

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