Quando
começa a Copa do Mundo de 2026 e outras perguntas sobre o primeiro Mundial com
48 seleções
Estamos
em contagem regressiva para a Copa do Mundo FIFA de Futebol Masculino de 2026,
que contará pela primeira vez com 48 seleções participantes e mais de uma
centena de partidas.
Esta
será a 23ª edição do Mundial, a ser realizada nos Estados Unidos, México e
Canadá, entre os dias 11 de junho e 19 de julho.
O
número recorde de 48 seleções (16 a mais que no Catar, em 2022) faz com que a
Copa deste ano seja a maior da história. Serão 104 partidas, a serem disputadas
pela primeira vez em três países.
Aqui
detalhamos o que é preciso saber para acompanhar o torneio.
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Quais são os 12 grupos?
A Copa
do Mundo deste ano terá um novo formato, com 12 grupos de quatro equipes cada.
Os dois
primeiros classificados de cada grupo passarão para a fase eliminatória, ao
lado dos oito melhores terceiros colocados.
Os três
primeiros critérios de classificação dos melhores terceiros lugares serão o
número de pontos, melhor saldo de gols e maior número de gols marcados.
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Quando serão os jogos?
O
torneio será disputado entre 11 de junho e 19 de julho. Ou seja, a Copa terá
uma duração recorde de 39 dias — mais que os 29 dias do Catar em 2022 e os 32
das Copas da Rússia em 2018 e do Brasil, em 2014.
O jogo
de abertura será disputado na quinta-feira, 11 de junho. México e África do Sul
se enfrentam pelo grupo A da fase inicial, no histórico Estádio Azteca, na
Cidade do México, onde o Brasil conquistou o tricampeonato mundial em 1970.
Ao
todo, a fase de grupos terá 72 jogos em 17 dias, do jogo inicial até o sábado,
27 de junho.
As
fases eliminatórias serão disputadas nas seguintes datas:
• segunda fase, ou 16 avos de final, entre
28 de junho e 3 de julho;
• oitavas de final, entre 4 e 7 de julho;
• quartas de final, entre 9 e 11 de julho;
e
• semifinais, em 14 e 15 de julho.
A
decisão do terceiro lugar ocorrerá no dia 18 de julho em Miami, no Estado
americano da Flórida. E o novo campeão será conhecido no Estádio MetLife de
Nova Jersey, também nos Estados Unidos, no domingo, dia 19 de julho.
O
Brasil está no grupo C e os jogos da seleção na fase de grupos serão os
seguintes (os horários são de Brasília):
• Brasil x Marrocos: sábado, 13 de junho,
às 19 horas, em Nova Jersey.
• Brasil x Haiti: sexta-feira, 19 de
junho, às 21h30, na Filadélfia.
• Brasil x Escócia: quarta-feira, 24 de
junho, às 19 horas, em Miami.
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Quais são as sedes?
Pela
primeira vez, a Copa do Mundo será celebrada em 16 cidades de três países: 11
nos Estados Unidos, três no México e duas no Canadá.
Como a
Fifa restringe os nomes comerciais pré-existentes dos estádios, eles serão
identificados pelo nome de cada cidade-sede durante o Mundial.
No
México, a abertura do torneio terá lugar no Estádio Cidade do México, que fará
história ao ser o primeiro a receber três edições da Copa do Mundo (1970, 1986
e 2026).
Haverá
também jogos nas cidades mexicanas de Guadalajara e Monterrey.
O
Canadá terá duas sedes: Toronto e Vancouver.
E os
Estados Unidos formam a sede majoritária do torneio, com jogos em Atlanta,
Boston, Dallas, Houston, Kansas City, Los Angeles, Miami, Nova York/Nova
Jersey, Filadélfia, São Francisco/Santa Clara e Seattle.
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Os horários dos jogos
Como as
partidas serão disputadas em quatro fusos horários e em sedes separadas por até
4,5 mil quilômetros, haverá um total de 13 horários de início de partidas
diferentes.
Os
torcedores do continente americano terão comodidade relativamente maior para
acompanhar o Mundial. Todas as partidas serão realizadas com início a partir
das 13 horas e término até meia-noite, pelo fuso horário das suas respectivas
sedes.
Mas, no
horário brasileiro, as últimas partidas de alguns dias poderão terminar depois
das 4h da madrugada.
Nos
outros continentes, os horários são distintos.
Na
Europa, por exemplo, a maioria dos jogos ocorrerá entre as 18 horas e as 5h da
manhã do dia seguinte. E, na Ásia oriental e na Oceania, as pessoas
acompanharão as partidas principalmente de madrugada e pela manhã.
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Quem são os favoritos?
A
seleção da Espanha, campeã europeia, é a favorita para levar a Copa do Mundo de
2026. Sua campanha nas eliminatórias foi praticamente impecável.
O
plantel espanhol está repleto de talentos, com jogadores como Pedri, Fabián
Ruiz, Martín Zubimendi, Rodri (vencedor do prêmio Bola de Ouro de 2024) e
Lamine Yamal, um dos melhores jogadores do mundo da nova geração.
Um
pouco atrás da Espanha, está a Inglaterra, vice-campeã das duas últimas
Eurocopas. Espera-se que a atual geração de jogadores ingleses possa aspirar ao
título.
A
equipe inglesa, do técnico alemão Thomas Tuchel, classificou-se para o Mundial
vencendo todos os jogos, sem levar nenhum gol. Ela conta com um plantel repleto
de grandes nomes, como Jude Bellingham e Harry Kane.
A
França também está entre os favoritos. A seleção de Didier Deschamps conta com
uma poderosa linha de ataque, com destaque para Michael Olise, Kylian Mbappé e
Ousmane Dembele, atual vencedor da Bola de Ouro.
Os
vice-campeões de 2022 terminaram invictos as eliminatórias europeias.
A
Argentina, atual campeã do mundo, venceu as eliminatórias sul-americanas com
larga vantagem, terminando nove pontos acima do segundo classificado, o
Equador.
Depois
de vencerem a Copa América por duas vezes seguidas (2021 e 2024) e o último
Mundial no Catar, os argentinos vêm para a Copa 2026 com muita força.
E,
mesmo com sua campanha decepcionante nas eliminatórias, terminando em quinto
lugar na América do Sul, com seis derrotas em 18 jogos e sem ganhar um Mundial
há 24 anos, quem pode em sã consciência descartar o Brasil?
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Outras seleções para acompanhar
Por
Michael Emons, da BBC Sport
A
Noruega não participa de uma Copa do Mundo desde 1998, na França. E nunca
passou das oitavas de final.
Mas o
time de Erling Haaland, do Manchester City (autor de 16 gols nas
eliminatórias), pode ser uma surpresa.
Sua
trajetória nas eliminatórias europeias foi impecável. Os noruegueses venceram
os oito jogos disputados, incluindo duas vitórias sobre a Itália, tetracampeã
do mundo — dentro e fora de casa.
A
Noruega disputa o grupo I da Copa do Mundo, contra a França, Senegal e Iraque.
O
Marrocos foi outra equipe que venceu todas as suas partidas nas eliminatórias.
O país ocupa atualmente o oitavo posto no ranking da Fifa.
Os
marroquinos chegaram à final da Copa Africana de Nações deste ano. E, mesmo
perdendo para o Senegal por 1x0, acabaram levando o título de forma
controversa.
É
provável que o Marrocos se classifique para a segunda fase, disputando o grupo
C, que tem ainda o Brasil, Escócia e Haiti.
Já o
Egito de Mohamed Salah também espera se classificar no grupo G, contra a
Bélgica, Irã e Nova Zelândia.
O Japão
tem hoje a seleção mais forte da Ásia. Os japoneses passaram com facilidade
pelas eliminatórias, levando apenas três gols em 16 jogos.
No
final de março, a seleção japonesa venceu pela primeira vez a Inglaterra, por
1x0. O jogo amistoso foi disputado no Estádio de Wembley, em Londres.
O Japão
está no grupo F, com a Holanda, Tunísia e Suécia.
A
Colômbia confia que irá fazer um bom papel na Copa, após sua boa campanha nas
eliminatórias sul-americanas.
A
seleção colombiana venceu o Brasil e a Argentina, terminando em terceiro lugar.
A Colômbia disputa o grupo K, com Portugal, Uzbequistão e República Democrática
do Congo.
E sobre
os anfitriões? Bem, o Canadá, na sua terceira participação em Copas do Mundo,
poderia ser uma surpresa.
É
verdade que a seleção canadense perdeu seus seis jogos anteriores ao Mundial,
mas seu grupo B parece favorável, com o Catar, Suíça e Bósnia e Herzegovina.
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Os debutantes do Mundial
Quatro
países farão a sua estreia na Copa do Mundo.
A
pequena Curaçao passará a ser o menor país a participar do Mundial. A ilha
caribenha tem apenas 150 mil habitantes e uma superfície de 444 km².
Curaçao
está no grupo E, com a Alemanha, Costa do Marfim e Equador.
Com
menos de 525 mil habitantes, Cabo Verde é o terceiro menor país a se
classificar para o Mundial. Ele fica atrás apenas de Curaçao e da Islândia, que
disputou a Copa de 2018, na Rússia.
O
arquipélago composto por 10 ilhas no oceano Atlântico enfrentará a Espanha,
Uruguai e Arábia Saudita, no grupo H da Copa 2026.
Os dois
outros estreantes vêm do continente asiático.
O
Uzbequistão foi semifinalista da Copa da Ásia em 2011.
O país
pôs fim à sua longa fila de espera pela classificação sob a direção do técnico
Fabio Cannavaro. Como jogador, ele foi campeão mundial pela seleção italiana em
2006, na Alemanha.
Os
Lobos Brancos contam com jogadores como o zagueiro Abdukodir Khusanov, do
Manchester City, e o ex-atacante da Roma Eldor Shomurodov.
Os
uzbeques esperam causar sensação no grupo K, que também inclui Portugal,
Colômbia e a República Democrática do Congo.
Já a
Jordânia terminou a terceira fase das eliminatórias asiáticas atrás da Coreia
do Sul, com quatro vitórias e quatro empates em 10 partidas.
Os
jordanianos ocupam o 64° lugar do ranking da Fifa e apresentam progressão
constante. Eles chegaram à final da Copa da Ásia de 2023, quando foram
derrotados pelos anfitriões, o Catar.
A
Argentina, Argélia e Áustria estão à espera da Jordânia no grupo J.
• Copa do Mundo Fifa 2026: os 5 azarões
que desafiam as probabilidades
Dos
seis países mais populosos do mundo, apenas os Estados Unidos participam do
evento, como um dos países-sede, ao lado do México e do Canadá. Índia, China,
Indonésia, Paquistão e Nigéria estão de fora da Copa que será disputada em
junho e julho do ano que vem.
Dos 209
países que disputaram as eliminatórias, apenas 64 ainda sonham com o título. E
este número será reduzido para 48 em março, quando a repescagem determinar os
últimos classificados para o torneio.
Três
países de língua portuguesa irão disputar a Copa de 2026: o Brasil, Portugal e
Cabo Verde, estreante em Copas do Mundo.
Mas
para quem irão torcer os moradores de países que não se classificaram?
Bem, os
torcedores de todo o mundo adoram uma surpresa. E diversas nações que estarão
na Copa têm histórias incríveis. Que tal escolher um dos azarões para torcer no
ano que vem?
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Os menores países da Copa
Com
apenas 155 mil habitantes e 444 km², Curaçao é o menor país a se classificar
para a fase final na história da Copa do Mundo, tanto em população quanto em
superfície.
A ilha
do Caribe fica a apenas 60 km do litoral da Venezuela e a maior parte da sua
população caberia no estádio da final da Copa. O MetLife Stadium, em Nova
Jersey, nos Estados Unidos, tem capacidade para 82,5 mil espectadores.
O
técnico de Curaçao é o holandês Dick Advocaat. Com 78 anos de idade, ele será o
técnico mais idoso a atuar na história das Copas do Mundo, superando o alemão
Otto Rehhagel, que dirigiu a Grécia aos 71 anos em 2010, na África do Sul.
Advocaat
já dirigiu oito seleções de países diferentes. Mas, para ele, a classificação
de Curaçao foi "a conquista mais maluca que já consegui como
técnico".
Por um
breve período até a classificação de Curaçao, Cabo Verde foi o país com a
segunda menor população a se classificar para uma Copa do Mundo.
O
pequeno arquipélago de língua portuguesa no Oceano Atlântico, no litoral da
África ocidental, conseguiu a vaga ao vencer eSwatini por 3x0 no Estádio
Nacional da capital cabo-verdiana, a cidade da Praia.
A
vitória fez com que os Tubarões Azuis, como é chamada a seleção nacional,
conseguissem se classificar para a Copa pela primeira vez, em primeiro lugar no
seu grupo das eliminatórias africanas. Eles ficaram à frente de Angola e de
Camarões, uma das potências futebolísticas do continente.
Cabo
Verde contou com muitos membros da sua diáspora para melhorar seus resultados
no futebol nos últimos anos.
O
zagueiro-central Roberto "Pico" Lopes, por exemplo, nasceu e joga na
Irlanda. Ele conseguiu sua primeira convocação pela plataforma LinkedIn.
"Estamos
em todo o mundo. Podemos ir muito longe quando estamos juntos", declarou
ele à BBC.
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Estreias notáveis
Outro
estreante em Copas do Mundo, o Uzbequistão entrou no mapa-múndi do futebol
quando o clube local Bunyodkor anunciou a contratação de Rivaldo, em 2008, e de
Zico como técnico.
Os dois
brasileiros permaneceram por pouco tempo no time, mas o futebol do país se
desenvolveu ao longo dos anos.
O
Uzbequistão vem apresentando bom desempenho na Copa da Ásia, tendo chegado às
semifinais em 2011 e às quartas de final em 2023.
E,
depois de caírem nas eliminatórias para as últimas sete Copas, os Lobos Brancos
conseguiram sua vaga na Copa do Mundo Fifa 2026, dirigidos pelo ex-zagueiro
italiano Fabio Cannavaro, capitão da seleção campeã do mundo de 2006, na
Alemanha.
Já os
torcedores da Jordânia comemoraram a conquista da sua primeira vaga na Copa do
Mundo em junho, quando a seleção do seu país venceu Omã, fora de casa, por 3x0.
O
técnico da equipe é o marroquino Jamal Sellami. Ele dedicou a classificação a
"todos os que acreditaram em nós" e elogiou os anos de trabalho duro
dos jogadores e da Associação de Futebol da Jordânia.
O
progresso do futebol jordaniano nos últimos anos foi notável. O país chegou à
final da Copa Asiática de 2023, eliminando na semifinal a Coreia do Sul, do
técnico alemão Jürgen Klinsmann. A Jordânia perdeu apenas a final para o
país-sede, o Catar.
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Triunfo sobre a adversidade
O
técnico do Haiti é o francês Sebastien Migne, de 52 anos. Mas ele nunca visitou
o país da seleção que dirige.
Migne
não conseguiu colocar os pés no Haiti desde que foi nomeado técnico, 18 meses
atrás, devido aos contínuos conflitos que assolam o país.
Com
cerca de 11,5 milhões de habitantes, o Haiti tem cerca de 1,3 milhão de
deslocados internos devido à violência das gangues, que causa a morte de
milhares de pessoas todos os anos.
Mas
nada disso impediu Migne de levar a seleção haitiana para a Copa do Mundo, pela
primeira vez desde 1974, na antiga Alemanha Ocidental.
Os
jogadores esperam aproveitar a oportunidade para melhorar seu desempenho no
torneio. Em 1974, o Haiti perdeu os três jogos da fase de grupos: 3x1 para a
Itália, 7x0 para a Polônia e 4x1 para a Argentina.
"Meus
jogadores serão embaixadores maravilhosos de um país que precisa
desesperadamente deles", declarou Migne à agência de notícias AFP.
"O
Haiti não é um lugar fácil. Seu povo está sofrendo e não tem muitas
oportunidades para comemorar."
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Mais alguém à vista?
Outro
país vítima de devastadores conflitos internos que pode chegar à Copa do Mundo
Fifa 2026 é a República Democrática do Congo.
O leste
do país, rico em minérios, sofre com os conflitos há mais de 30 anos.
Acredita-se que o número de mortos ao longo das décadas esteja na casa de
milhões de pessoas.
O país
tem imensa necessidade de boas notícias. E sua seleção de futebol, conhecida
como os Leopardos, espera oferecer exatamente isso.
Este
mês, os centro-africanos eliminaram as fortes seleções de Camarões e da
Nigéria, na repescagem continental, e estão a uma vitória para retornar à Copa
do Mundo.
Sua
única participação ocorreu na Alemanha em 1974, quando o país ainda se chamava
Zaire. Foram três derrotas na fase de grupos: 2x0 para a Escócia, 9x0 para a
antiga Iugoslávia e 3x0 para o Brasil.
A
República Democrática do Congo enfrentará a Jamaica ou a Nova Caledônia em jogo
único no México, no mês de março. Quem vencer estará na Copa.
"Foi
um bom sorteio", declarou o ex-capitão congolês Gabriel Zakuani à BBC
Sport África. "No papel, somos os mais fortes."
A
Jamaica, até hoje, só participou de uma Copa do Mundo — a de 1998, na França.
Comandada pelo técnico brasileiro René Simões, a seleção jamaicana caiu na fase
de grupos, mesmo com uma vitória sobre o Japão por 2x1.
O
Iraque é outro país que espera chegar à Copa do Mundo pela repescagem — e outra
nação com histórico recente de conflitos e disputas sectárias.
A
equipe se classificou para a repescagem após uma polêmica vitória em casa
contra os Emirados Árabes Unidos, por 2x1.
A
partida foi decidida por uma cobrança de pênalti dramática, aos 17 minutos da
prorrogação. O drama do final foi substituído por cenas de júbilo no campo e
nas arquibancadas do Estádio Internacional de Basra, no Iraque.
A única
participação iraquiana na Copa do Mundo até aqui ocorreu em 1986, no México.
Foram três derrotas na fase de grupos.
Com uma
população de pouco mais de 250 mil habitantes, a Nova Caledônia chega pela
primeira vez à repescagem. Para ir à Copa, a seleção precisará vencer primeiro
a Jamaica e, depois, a República Democrática do Congo.
Para
chegar até aqui, a Nova Caledônia eliminou a seleção do Taiti. Os dois
arquipélagos do Pacífico estão separados por mais de 4,6 mil quilômetros de
oceano, formando uma das mais distantes "rivalidades locais" do
esporte mundial.
Por
fim, o Suriname é o país com a pior classificação no ranking da Fifa que ainda
tem chances de participar da Copa do Mundo do ano que vem.
Atualmente
no 123° lugar, os surinameses precisam vencer a Bolívia e o Iraque para chegar
lá.
Seus
jogadores nem chegaram a comemorar o gol no último minuto que os levou para a
repescagem, mesmo perdendo para a Guatemala fora de casa por 3x1. Isso porque,
inicialmente, outros resultados poderiam resultar na sua desclassificação.
Antiga
colônia holandesa, o menor país da América do Sul conta com muitos jogadores do
exterior para sua cartada final rumo à Copa do Mundo de 2026.
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Nova expansão à vista?
A Copa
do Mundo Fifa 2026 será muito diferente das 22 edições anteriores. O número de
países participantes (48) é o maior até hoje.
Muitos
críticos afirmam que poderá haver disparidade em alguns jogos e menos
competição. Já outros relembram as atribulações e os nervos à flor da pele
gerados pelo torneio, que vem crescendo continuamente desde a sua primeira
edição no Uruguai, em 1930, com apenas 13 países.
Aparentemente,
a Fifa continuará a expandir a escala e as ambições da Copa do Mundo. A
organização já discute uma proposta que, se aprovada, levará 64 seleções a
disputar a Copa de 2030, que irá comemorar o centenário da competição.
Ela
será disputada na Espanha, Portugal e Marrocos, com jogos também no Uruguai,
Paraguai e Argentina.
Fonte:
BBC News Mundo

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