Mais
da metade dos eleitores dos EUA não confia nas informações dadas por Trump, diz
pesquisa
Mais da
metade dos eleitores nos Estados Unidos não confia nas informações do
presidente Donald Trump, revelou uma nova pesquisa do Emerson College nesta
sexta-feira (25).
Quase
53% dos entrevistados responderam que "definitivamente" não confiam
ou confiam "pouco" em Trump, em relação ao que sai da boca do
republicano. Em contraste, 26% e 21%, respectivamente, confiam
"muito" ou "razoavelmente" nele.
A
pesquisa também descobriu que 51,4% desaprovam a forma com a qual o governo Trump lidou com
os arquivos de Jeffrey Epstein. A aprovação é de 16%, enquanto um a
cada três não tem opinião sobre o assunto. A pesquisa mostrou que 45,7% dos
eleitores aprovam o desempenho geral de
Trump como
chefe de Estado, enquanto 46,8% o desaprovam.
<><>
Tarifaço
Nas
últimas semanas, o chefe de Estado estadunidense decidiu lançar mão de uma
série de tarifaços contra outros países. Em 9 de julho, Trump publicou uma
carta na rede social Truth Social afirmando que os EUA imporiam taxa de importação
de 50% a
todos os produtos do Brasil a partir de 1º de agosto.
A
situação do Brasil, no entanto, é diferente da de outros países mirados pelas
chamadas tarifas recíprocas de Trump. Isso porque, diferentemente deles, o
Brasil não acumula saldo, mas déficit no comércio com os EUA.
Anteriormente,
Trump afirmou que qualquer Estado que apoiasse a política
"antiamericana" do BRICS estaria sujeito a uma tarifa adicional
de 10%. No caso do Brasil, Trump acrescentou às justificativas para a imposição
de tarifas o processo que corre no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o
ex-presidente Jair Bolsonaro, réu por tentativa de golpe de Estado e aliado do
presidente norte-americano.
Democratas
solicitam cópia do 'livro de aniversário' de Epstein que supostamente contém
poema de Trump
¨
Democratas solicitam cópia do 'livro de aniversário' de
Epstein que supostamente contém poema de Trump
Os
democratas da Câmara enviaram na sexta-feira uma carta aos advogados que
representam o espólio de Jeffrey Epstein solicitando uma
cópia do chamado "livro de aniversário", que supostamente contém um
poema grosseiro e um rabisco de Donald Trump em comemoração ao 50º aniversário
do falecido agressor sexual. Na carta, os congressistas californianos Ro Khanna
e Robert Garcia afirmam que o conteúdo do livro pode ser "essencial"
para a supervisão do Congresso sobre a condução da controvérsia Epstein pelo
governo Trump. Na carta, eles solicitam uma cópia "completa e sem
edições" do livro até 10 de agosto. “O público merece saber a verdade e os
sobreviventes e suas famílias merecem justiça”, disse Khanna, que criticou o
Congresso por deixar Washington mais cedo sem votar seu projeto de lei
bipartidário para divulgar os arquivos de Epstein.
O livro
de aniversário é um álbum encadernado em couro, compilado por Ghislaine
Maxwell, associada de longa data de Epstein, que cumpre pena de 20 anos de
prisão por conspirar com Epstein para o tráfico sexual de menores. O livro
supostamente contém mensagens de feliz aniversário de dezenas de amigos e
associados de Epstein, incluindo, segundo o Wall Street Journal , mensagens de
Trump, Bill Clinton e Alan Dershowitz, entre outros homens ricos e poderosos. Na
quinta-feira, o New York Times publicou uma imagem da dedicatória de Maxwell no livro.
Trump
está processando o Journal por sua reportagem inicial de que ele contribuiu com
uma página com um diálogo imaginário entre "Donald" e
"Jeffrey" e um esboço de uma mulher nua. Em seu processo federal,
Trump chamou a carta atribuída a ele de "falsa e inexistente". Khanna
e Garcia enviaram a carta depois que um advogado que representa centenas de
vítimas de Epstein afirmou que o espólio estava de posse do livro de
aniversário. O advogado, Brad Edwards, disse em entrevista ao apresentador da
MSNBC Lawrence O'Donnell que acreditava que o espólio entregaria o livro
mediante solicitação. “Sei que os executores estão de posse deste livro”, disse
Edwards na entrevista.
Os
advogados do espólio não responderam imediatamente a um pedido de comentário. “O
povo americano merece saber quem estava envolvido na rede de tráfico de Epstein
e se eles estão em posições de poder em nosso governo”, disse Garcia, o
principal democrata no comitê de supervisão da Câmara.
Os
arquivos de Epstein estão no centro de uma rixa extraordinária entre Trump e
sua base na Maga, que há muito tempo exige a divulgação de documentos
relacionados ao agressor sexual de crianças. A Casa Branca não conseguiu
reprimir as crescentes demandas de sua base por mais transparência,
enquanto os democratas , sem poder no
Congresso, pressionam a questão em seu benefício. A amizade entre Trump e
Epstein nas décadas de 1990 e início dos anos 2000 era bem conhecida e bem
documentada. O presidente afirmou ter rompido relações com Epstein em 2004 e
não foi acusado de irregularidades relacionadas ao caso Epstein.
No
início desta semana, o Journal foi o primeiro a relatar que Pam Bondi, a
procuradora-geral dos EUA, informou Trump em maio que seu nome
aparecia diversas vezes nos arquivos relacionados à investigação. Na tentativa
de confrontar a questão, Trump instruiu Bondi a buscar a divulgação das
transcrições do júri de uma investigação sobre Epstein. Em um revés, um juiz na
Flórida rejeitou o pedido do governo Trump, embora um caso semelhante ainda
esteja pendente em Nova York.
Na
carta ao espólio de Epstein, os democratas escrevem que o livro é
"relevante para a supervisão contínua do Congresso sobre a condução da
investigação e do processo contra Epstein pelo Departamento de Justiça, bem
como para a decisão do governo Trump de desclassificar e divulgar apenas alguns
documentos dos arquivos de Epstein, enquanto oculta outros do público". O
ex-advogado de defesa criminal de Trump, Todd Blanche, agora procurador-geral
adjunto, encontrou-se com Maxwell em uma prisão federal na sexta-feira e
planeja encontrá-la novamente no sábado. Maxwell está tentando anular sua
condenação.
¨
WikiLeaks expôs verdadeira face dos EUA e teve 'abalo
muito grande' em sua imagem de civilidade
O
impacto dos vazamentos de documentos sobre a guerra do Afeganistão em 2010,
realizados pelo WikiLeaks, não apenas revelou crimes de guerra e abusos por
parte das forças norte-americanas, mas marcou uma virada na forma como a
opinião pública global enxerga a atuação dos Estados Unidos em conflitos
armados, disse um analista à Sputnik Brasil.
O
vazamento marcou um ponto de inflexão na percepção pública sobre o envolvimento
militar dos Estados Unidos no exterior. Entre os arquivos mais emblemáticos
estava o vídeo "Collateral Murder", que mostra soldados
norte-americanos assassinando civis, inclusive crianças, enquanto comentavam
como se estivessem em um jogo de videogame. Em julho, Julian Assange,
responsável pelo vazamento e pelo WikiLeaks, foi libertado de uma prisão britânica após anos de
encarceramento e retornou à Austrália depois de fechar acordo com as
autoridades norte-americanas.
Para o
professor Sérgio Amadeu da Silveira, da Universidade Federal do ABC (UFABC), a
divulgação dos mais de 90 mil documentos foi um "abalo muito grande"
na imagem de civilidade construída em torno das ações militares
norte-americanas.
"Os
Estados Unidos invadem o país sempre em nome de uma causa nobre. E o que
aqueles documentos demonstravam é que, na verdade, os Estados Unidos perseguiam
interesses dos mais mesquinhos possíveis, em geral econômicos,
geoestratégicos, e o método militar era um método extremamente criminoso",
afirmou o pesquisador em entrevista à Sputnik Brasil. Amadeu ressalta que os
arquivos divulgados não foram contestados quanto à veracidade e expuseram
práticas como tortura, ataques a civis e outros crimes de guerra. Ele observa
que, diante das revelações, o discurso norte-americano de que suas ações
externas teriam motivações democráticas e humanitárias perdeu credibilidade.
"Aquilo tudo caiu por terra", disse.
Além
das revelações, a perseguição ao fundador do WikiLeaks, Assange, é, segundo o
pesquisador, mais uma demonstração dos limites da liberdade de imprensa nos
Estados Unidos. "A liberdade de imprensa nos EUA é realizada dentro de
parâmetros que o Departamento de Estado coloca. Quando se trata de segurança
nacional, os EUA exercem censura", afirmou Amadeu, destacando que há
inclusive "mecanismos legais de tirar de circulação determinadas
matérias".
Segundo
o historiador Gabriel Kanaan, doutor pela Universidade Federal Fluminense
(UFF), a brutalidade do conteúdo abalou profundamente a narrativa oficial de
que os EUA lutavam pela democracia e liberdade. "Soldados estadunidenses,
se divertindo, assassinam crianças como se estivessem jogando CS", lembra
ele. No entanto, o impacto foi limitado, uma vez que os grandes veículos de
comunicação, majoritariamente norte-americanos, filtraram as informações.
"Mesmo quando o vazamento chegou às pessoas, geralmente vinha através das
lentes dessas grandes empresas [...] que criaram narrativas que
tentavam pintar os crimes de guerra como exceções", completa.
<><>
Mudança no complexo militar-industrial
Quinze
anos após os vazamentos, os Estados Unidos continuam sendo
a maior potência militar do planeta, mas enfrentam desafios econômicos e
tecnológicos, segundo Amadeu. A principal mudança, no entanto, é a crescente
integração das big techs ao complexo militar-industrial. "O complexo
militar-industrial agora incorpora no centro das decisões as big techs e suas
infraestruturas digitais, em especial os grandes data centers",
explica o Amadeu. Ele destaca que, diante das especificidades das tecnologias digitais e da
inteligência artificial, as Forças Armadas norte-americanas não conseguem mais
operar de forma autônoma e precisam integrar empresas privadas ao processo de
decisão e execução militar. Essa relação vai além da simples terceirização de
serviços: "Executivos dessas empresas estão sendo nomeados, [...] para
poder ter livre trânsito dentro das Forças Armadas em missão", aponta
Amadeu. Para ele, trata-se de um "conúbio extremamente preocupante",
já que essas empresas "têm os dados da população do mundo" e
agora fazem parte do "poderio estratégico militar norte-americano".
Os
documentos vazados não apenas escancararam crimes de guerra, mas também
revelaram os interesses ocultos por trás da chamada "guerra ao
terrorismo", como a busca por petróleo no Oriente Médio. Para Kanaan, o
acesso a esses documentos em tempo real — em vez de décadas depois, como é o
usual — representou uma oportunidade inédita para a história. "Os quase
três mil telegramas enviados do Brasil revelaram o enorme interesse dessas
mesmas petrolíferas pelo pré-sal, e o repúdio delas pela lei do governo Lula que
reservava 30% das reservas à Petrobras, o que chamaram, em conversa com José
Serra, de uma 'maldição'", apontou.
<><>
A crise da narrativa e os riscos à democracia
Segundo
Amadeu, o controle da informação pelos EUA, historicamente sustentado por
recursos diplomáticos, culturais e midiáticos, hoje enfrenta maior contestação
interna e externa. Ele argumenta que a ascensão da extrema-direita nos EUA e em
outros países capitalistas reflete uma crise profunda do modelo democrático
liberal, diante de um capitalismo cada vez mais concentrador de poder, riqueza
e dados.
"A
ideia de que a cultura política tem que se expressar no modelo americano não
cola mais. O modelo americano da política é extremamente perverso. Ele não é
uma democracia, é uma plutocracia, onde o que prevalece é o poder dos
bilionários", argumentou. Apesar do enfraquecimento das narrativas de
legitimidade moral, Amadeu alerta que os EUA ainda exercem grande influência
global e que parte de sua elite dirigente busca resgatar a hegemonia perdida.
"Eles [os EUA] querem se manter numa posição imperial, coisa que eles
não podem mais fazer", arrematou.
Os
documentos revelados pelo WikiLeaks mostram como a diplomacia norte-americana
opera nos bastidores. Um exemplo emblemático citado por Kanaan é o telegrama da
Embaixada dos EUA no Paraguai, de 2012, em que a embaixadora Liliana Ayalde
celebra a derrubada do presidente Fernando Lugo: "Sua intervenção 'não
deixou pegadas'". A mesma diplomata viria a comandar a embaixada no Brasil
durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, em 2016.
Para o
historiador, a principal diferença hoje é que certos interesses geopolíticos
que antes eram encobertos agora são escancarados. "Talvez a
diferença da atuação geopolítica do império sob Trump seja a afirmação dos
mesmos interesses, mas agora sem máscaras." Ao refletir sobre a
continuidade do apoio militar dos EUA a conflitos como os da Ucrânia e de Gaza,
Kanaan é enfático: nada mudou substancialmente. "A Ucrânia [é] vista como
bucha de canhão para enfrentar a Rússia [...] e Israel como o posto avançado
para controlar a região do Oriente Médio".
¨ "As pessoas
perceberam que ele não é bem-vindo": Escócia recebe visita de Trump
Rohan
Beyts visitou as dunas com vista para o Mar do Norte, em Menie, Aberdeenshire,
pela primeira vez quando era adolescente. Mais tarde, ela levou seus próprios
filhos para brincar na paisagem espetacular de dunas e calçadas, vibrantes com
borboletas e flores silvestres. Beyts participou da reunião inicial convocada
em 2006 para galvanizar a resistência local aos planos do então magnata dos
negócios Donald Trump de demolir este local legalmente protegido de raridade
ecológica para dar lugar ao seu primeiro resort de golfe escocês. "Estou
nisso há 19 anos", diz ela, antes da chegada do atual presidente dos EUA
à Escócia , que ocorreu
sexta-feira à noite . "Ainda estou enojada com o que Trump fez em Menie e
agora com o que está fazendo no resto do mundo."
Após
uma disputa acirrada e prolongada com a população local e ambientalistas, que
lutavam para salvar as dunas e as moradias ao redor, Trump finalmente obteve a
permissão de planejamento para construir "o maior campo de golfe do
mundo". Na época, ele prometeu um resort costeiro de £ 1 bilhão, incluindo
campos amplos, moradias de luxo e apartamentos de alto padrão em regime de
timeshare — promessas que Beyts ressalta ainda não foram cumpridas. "Onde
está o enorme desenvolvimento que foi anunciado como a substituição de empregos
na indústria petrolífera? Não entendo como os políticos foram tão
enganados", acrescenta.
Beyts,
que mais tarde obteve uma vitória moral no tribunal
contra a equipe da Trump International que a fotografou quando ela parou para
atender ao chamado da natureza em uma caminhada pelas dunas, não protestará
contra a última visita do presidente. “Apoio totalmente as pessoas que querem
se manifestar e, se achasse que isso faria alguma diferença para as pessoas em
Gaza ou na Ucrânia, eu o faria, mas me preocupo que isso alimente o ego dele.”
David
Milne foi um dos moradores locais que se recusou a ceder depois que Trump
tentou duas vezes comprar sua casa, uma antiga estação da guarda costeira que
Trump descreveu como uma "favela
visual" ,
e depois tentou obter uma ordem de compra compulsória. "Toda a sua atitude
era de arrogância e direito – 'Farei o que eu quiser'. As pessoas aqui têm o
péssimo hábito de dizer: 'Acho que não'", diz Milne.
Em uma
das visitas anteriores de Trump a Menie, Milne hasteou uma bandeira mexicana em
seu mastro em solidariedade aos alvos do primeiro mandato presidencial do
republicano. Desta vez, ele hasteará a bandeira mexicana. “As pessoas estão
chateadas porque isso está sendo descrito como uma visita privada, mas há um
custo enorme para o país em termos de segurança. A situação já está difícil o
suficiente – por que estamos pagando por isso? Ele está usando a polícia
britânica para uma manobra deliberada de publicidade para seu novo curso”, diz
Milne.
Embora
Beyts e Milne estejam dispostos a refletir sobre seus anos de resistência e as
amizades estreitas forjadas, eles reconhecem que outros estão exaustos com a
perturbação implacável e o interesse da mídia que acompanham a proximidade do
resort. A polícia já bateu à porta de Milne para alertá-lo sobre as restrições
de acesso.
No
entanto, Tommy Campbell, um sindicalista local que irá apresentar o
"festival de resistência" planejado para o centro da cidade de
Aberdeen no sábado, diz que manifestantes pacíficos chegarão o mais perto
possível do resort na manhã de terça-feira, quando Trump deve inaugurar seu
novo campo de golfe, com a intenção de escrever mensagens de protesto na areia
da praia de Balmedie enquanto a maré estiver baixa. "O mundo mudou desde
que ele apareceu pela primeira vez em Aberdeen como empresário, e algumas pessoas
estavam dispostas a lhe dar o benefício da dúvida", diz Campbell. "As
pessoas perceberam que ele não é bem-vindo."
Assim
como Beyts e Milne, Campbell também expressa sua decepção com o fato de Keir
Starmer e o primeiro-ministro escocês, John Swinney, se encontrarem com Trump
durante a visita do presidente. "Eles não representam os verdadeiros
sentimentos do povo da Escócia", afirma.
Em toda
a Escócia, na costa oeste, os moradores de Turnberry enfrentam desvios de
estradas, postos de controle de segurança e uma presença policial crescente,
com veículos de transporte público circulando pelas estradas rurais. Há cercas
de metal ao redor do resort de luxo de Trump e fileiras de policiais com
coletes de alta visibilidade bloqueando a praia, onde a falecida Janey Godley
costumava se posicionar para cumprimentá-lo com seu infame
cartaz de protesto escrito à mão: "Trump é um babaca". Em março,
Trump descreveu os membros de um grupo
pró-Palestina acusados de vandalizar o campo de golfe Turnberry pintando a
grama com as palavras "Gaza não está à venda" como
"terroristas".
Na
sexta-feira, alguns moradores locais estavam preocupados com o "lockdown
parcial" em que se encontravam. Um aposentado questionou por que o governo
do Reino Unido estava contribuindo com policiamento caro para uma visita
considerada privada, ao mesmo tempo em que limitava o pagamento do combustível
de inverno de sua geração. Mas outros mencionaram os empregos que Trump trouxe
para a região. O novo curso de Menie é dedicado à falecida mãe do presidente,
Mary Anne Trump, que foi criada na Ilha de Lewis, mais ao norte da costa oeste,
antes de imigrar para os EUA. Em Stornoway, a principal cidade de Lewis, Sarah
Venus recolocou a faixa de protesto que a prefeitura ordenou que ela removesse
em maio. Nela está escrito: "Que vergonha, Donald John", uma
advertência maternal motivada pelo tratamento que ele deu ao presidente
ucraniano, Volodymyr Zelensky, em uma coletiva de imprensa na Casa Branca em
fevereiro.
A faixa
agora fará um passeio pela ilha, passando por casas particulares, enquanto a
visita de Trump continua na próxima semana. "Desta vez, os protestos serão
um pouco diferentes devido ao contexto mais amplo", diz Venus. As pessoas
estão começando a ligar os pontos e perceber que esta é uma luta transnacional
contra o fascismo. Não está acontecendo apenas nos EUA e talvez haja uma
oportunidade de ficar vigilante e evitar que isso aconteça aqui.
Fonte:
Sputnik Brasil/The Guardian

Nenhum comentário:
Postar um comentário