segunda-feira, 28 de julho de 2025

Mais da metade dos eleitores dos EUA não confia nas informações dadas por Trump, diz pesquisa

Mais da metade dos eleitores nos Estados Unidos não confia nas informações do presidente Donald Trump, revelou uma nova pesquisa do Emerson College nesta sexta-feira (25).

Quase 53% dos entrevistados responderam que "definitivamente" não confiam ou confiam "pouco" em Trump, em relação ao que sai da boca do republicano. Em contraste, 26% e 21%, respectivamente, confiam "muito" ou "razoavelmente" nele.

A pesquisa também descobriu que 51,4% desaprovam a forma com a qual o governo Trump lidou com os arquivos de Jeffrey Epstein. A aprovação é de 16%, enquanto um a cada três não tem opinião sobre o assunto. A pesquisa mostrou que 45,7% dos eleitores aprovam o desempenho geral de Trump como chefe de Estado, enquanto 46,8% o desaprovam.

<><> Tarifaço

Nas últimas semanas, o chefe de Estado estadunidense decidiu lançar mão de uma série de tarifaços contra outros países. Em 9 de julho, Trump publicou uma carta na rede social Truth Social afirmando que os EUA imporiam taxa de importação de 50% a todos os produtos do Brasil a partir de 1º de agosto.

A situação do Brasil, no entanto, é diferente da de outros países mirados pelas chamadas tarifas recíprocas de Trump. Isso porque, diferentemente deles, o Brasil não acumula saldo, mas déficit no comércio com os EUA.

Anteriormente, Trump afirmou que qualquer Estado que apoiasse a política "antiamericana" do BRICS estaria sujeito a uma tarifa adicional de 10%. No caso do Brasil, Trump acrescentou às justificativas para a imposição de tarifas o processo que corre no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, réu por tentativa de golpe de Estado e aliado do presidente norte-americano.

Democratas solicitam cópia do 'livro de aniversário' de Epstein que supostamente contém poema de Trump

¨      Democratas solicitam cópia do 'livro de aniversário' de Epstein que supostamente contém poema de Trump

Os democratas da Câmara enviaram na sexta-feira uma carta aos advogados que representam o espólio de Jeffrey Epstein solicitando uma cópia do chamado "livro de aniversário", que supostamente contém um poema grosseiro e um rabisco de Donald Trump em comemoração ao 50º aniversário do falecido agressor sexual. Na carta, os congressistas californianos Ro Khanna e Robert Garcia afirmam que o conteúdo do livro pode ser "essencial" para a supervisão do Congresso sobre a condução da controvérsia Epstein pelo governo Trump. Na carta, eles solicitam uma cópia "completa e sem edições" do livro até 10 de agosto. “O público merece saber a verdade e os sobreviventes e suas famílias merecem justiça”, disse Khanna, que criticou o Congresso por deixar Washington mais cedo sem votar seu projeto de lei bipartidário para divulgar os arquivos de Epstein.

O livro de aniversário é um álbum encadernado em couro, compilado por Ghislaine Maxwell, associada de longa data de Epstein, que cumpre pena de 20 anos de prisão por conspirar com Epstein para o tráfico sexual de menores. O livro supostamente contém mensagens de feliz aniversário de dezenas de amigos e associados de Epstein, incluindo, segundo o Wall Street Journal , mensagens de Trump, Bill Clinton e Alan Dershowitz, entre outros homens ricos e poderosos. Na quinta-feira, o New York Times publicou uma imagem da dedicatória de Maxwell no livro.

Trump está processando o Journal por sua reportagem inicial de que ele contribuiu com uma página com um diálogo imaginário entre "Donald" e "Jeffrey" e um esboço de uma mulher nua. Em seu processo federal, Trump chamou a carta atribuída a ele de "falsa e inexistente". Khanna e Garcia enviaram a carta depois que um advogado que representa centenas de vítimas de Epstein afirmou que o espólio estava de posse do livro de aniversário. O advogado, Brad Edwards, disse em entrevista ao apresentador da MSNBC Lawrence O'Donnell que acreditava que o espólio entregaria o livro mediante solicitação. “Sei que os executores estão de posse deste livro”, disse Edwards na entrevista.

Os advogados do espólio não responderam imediatamente a um pedido de comentário. “O povo americano merece saber quem estava envolvido na rede de tráfico de Epstein e se eles estão em posições de poder em nosso governo”, disse Garcia, o principal democrata no comitê de supervisão da Câmara.

Os arquivos de Epstein estão no centro de uma rixa extraordinária entre Trump e sua base na Maga, que há muito tempo exige a divulgação de documentos relacionados ao agressor sexual de crianças. A Casa Branca não conseguiu reprimir as crescentes demandas de sua base por mais transparência, enquanto os democratas , sem poder no Congresso, pressionam a questão em seu benefício. A amizade entre Trump e Epstein nas décadas de 1990 e início dos anos 2000 era bem conhecida e bem documentada. O presidente afirmou ter rompido relações com Epstein em 2004 e não foi acusado de irregularidades relacionadas ao caso Epstein.

No início desta semana, o Journal foi o primeiro a relatar que Pam Bondi, a procuradora-geral dos EUA, informou Trump em maio que seu nome aparecia diversas vezes nos arquivos relacionados à investigação. Na tentativa de confrontar a questão, Trump instruiu Bondi a buscar a divulgação das transcrições do júri de uma investigação sobre Epstein. Em um revés, um juiz na Flórida rejeitou o pedido do governo Trump, embora um caso semelhante ainda esteja pendente em Nova York.

Na carta ao espólio de Epstein, os democratas escrevem que o livro é "relevante para a supervisão contínua do Congresso sobre a condução da investigação e do processo contra Epstein pelo Departamento de Justiça, bem como para a decisão do governo Trump de desclassificar e divulgar apenas alguns documentos dos arquivos de Epstein, enquanto oculta outros do público". O ex-advogado de defesa criminal de Trump, Todd Blanche, agora procurador-geral adjunto, encontrou-se com Maxwell em uma prisão federal na sexta-feira e planeja encontrá-la novamente no sábado. Maxwell está tentando anular sua condenação.

¨      WikiLeaks expôs verdadeira face dos EUA e teve 'abalo muito grande' em sua imagem de civilidade

O impacto dos vazamentos de documentos sobre a guerra do Afeganistão em 2010, realizados pelo WikiLeaks, não apenas revelou crimes de guerra e abusos por parte das forças norte-americanas, mas marcou uma virada na forma como a opinião pública global enxerga a atuação dos Estados Unidos em conflitos armados, disse um analista à Sputnik Brasil.

O vazamento marcou um ponto de inflexão na percepção pública sobre o envolvimento militar dos Estados Unidos no exterior. Entre os arquivos mais emblemáticos estava o vídeo "Collateral Murder", que mostra soldados norte-americanos assassinando civis, inclusive crianças, enquanto comentavam como se estivessem em um jogo de videogame. Em julho, Julian Assange, responsável pelo vazamento e pelo WikiLeaks, foi libertado de uma prisão britânica após anos de encarceramento e retornou à Austrália depois de fechar acordo com as autoridades norte-americanas.

Para o professor Sérgio Amadeu da Silveira, da Universidade Federal do ABC (UFABC), a divulgação dos mais de 90 mil documentos foi um "abalo muito grande" na imagem de civilidade construída em torno das ações militares norte-americanas.

"Os Estados Unidos invadem o país sempre em nome de uma causa nobre. E o que aqueles documentos demonstravam é que, na verdade, os Estados Unidos perseguiam interesses dos mais mesquinhos possíveis, em geral econômicos, geoestratégicos, e o método militar era um método extremamente criminoso", afirmou o pesquisador em entrevista à Sputnik Brasil. Amadeu ressalta que os arquivos divulgados não foram contestados quanto à veracidade e expuseram práticas como tortura, ataques a civis e outros crimes de guerra. Ele observa que, diante das revelações, o discurso norte-americano de que suas ações externas teriam motivações democráticas e humanitárias perdeu credibilidade. "Aquilo tudo caiu por terra", disse.

Além das revelações, a perseguição ao fundador do WikiLeaks, Assange, é, segundo o pesquisador, mais uma demonstração dos limites da liberdade de imprensa nos Estados Unidos. "A liberdade de imprensa nos EUA é realizada dentro de parâmetros que o Departamento de Estado coloca. Quando se trata de segurança nacional, os EUA exercem censura", afirmou Amadeu, destacando que há inclusive "mecanismos legais de tirar de circulação determinadas matérias".

Segundo o historiador Gabriel Kanaan, doutor pela Universidade Federal Fluminense (UFF), a brutalidade do conteúdo abalou profundamente a narrativa oficial de que os EUA lutavam pela democracia e liberdade. "Soldados estadunidenses, se divertindo, assassinam crianças como se estivessem jogando CS", lembra ele. No entanto, o impacto foi limitado, uma vez que os grandes veículos de comunicação, majoritariamente norte-americanos, filtraram as informações. "Mesmo quando o vazamento chegou às pessoas, geralmente vinha através das lentes dessas grandes empresas [...] que criaram narrativas que tentavam pintar os crimes de guerra como exceções", completa.

<><> Mudança no complexo militar-industrial

Quinze anos após os vazamentos, os Estados Unidos continuam sendo a maior potência militar do planeta, mas enfrentam desafios econômicos e tecnológicos, segundo Amadeu. A principal mudança, no entanto, é a crescente integração das big techs ao complexo militar-industrial. "O complexo militar-industrial agora incorpora no centro das decisões as big techs e suas infraestruturas digitais, em especial os grandes data centers", explica o Amadeu. Ele destaca que, diante das especificidades das tecnologias digitais e da inteligência artificial, as Forças Armadas norte-americanas não conseguem mais operar de forma autônoma e precisam integrar empresas privadas ao processo de decisão e execução militar. Essa relação vai além da simples terceirização de serviços: "Executivos dessas empresas estão sendo nomeados, [...] para poder ter livre trânsito dentro das Forças Armadas em missão", aponta Amadeu. Para ele, trata-se de um "conúbio extremamente preocupante", já que essas empresas "têm os dados da população do mundo" e agora fazem parte do "poderio estratégico militar norte-americano".

Os documentos vazados não apenas escancararam crimes de guerra, mas também revelaram os interesses ocultos por trás da chamada "guerra ao terrorismo", como a busca por petróleo no Oriente Médio. Para Kanaan, o acesso a esses documentos em tempo real — em vez de décadas depois, como é o usual — representou uma oportunidade inédita para a história. "Os quase três mil telegramas enviados do Brasil revelaram o enorme interesse dessas mesmas petrolíferas pelo pré-sal, e o repúdio delas pela lei do governo Lula que reservava 30% das reservas à Petrobras, o que chamaram, em conversa com José Serra, de uma 'maldição'", apontou.

<><> A crise da narrativa e os riscos à democracia

Segundo Amadeu, o controle da informação pelos EUA, historicamente sustentado por recursos diplomáticos, culturais e midiáticos, hoje enfrenta maior contestação interna e externa. Ele argumenta que a ascensão da extrema-direita nos EUA e em outros países capitalistas reflete uma crise profunda do modelo democrático liberal, diante de um capitalismo cada vez mais concentrador de poder, riqueza e dados.

"A ideia de que a cultura política tem que se expressar no modelo americano não cola mais. O modelo americano da política é extremamente perverso. Ele não é uma democracia, é uma plutocracia, onde o que prevalece é o poder dos bilionários", argumentou. Apesar do enfraquecimento das narrativas de legitimidade moral, Amadeu alerta que os EUA ainda exercem grande influência global e que parte de sua elite dirigente busca resgatar a hegemonia perdida. "Eles [os EUA] querem se manter numa posição imperial, coisa que eles não podem mais fazer", arrematou.

Os documentos revelados pelo WikiLeaks mostram como a diplomacia norte-americana opera nos bastidores. Um exemplo emblemático citado por Kanaan é o telegrama da Embaixada dos EUA no Paraguai, de 2012, em que a embaixadora Liliana Ayalde celebra a derrubada do presidente Fernando Lugo: "Sua intervenção 'não deixou pegadas'". A mesma diplomata viria a comandar a embaixada no Brasil durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, em 2016.

Para o historiador, a principal diferença hoje é que certos interesses geopolíticos que antes eram encobertos agora são escancarados. "Talvez a diferença da atuação geopolítica do império sob Trump seja a afirmação dos mesmos interesses, mas agora sem máscaras." Ao refletir sobre a continuidade do apoio militar dos EUA a conflitos como os da Ucrânia e de Gaza, Kanaan é enfático: nada mudou substancialmente. "A Ucrânia [é] vista como bucha de canhão para enfrentar a Rússia [...] e Israel como o posto avançado para controlar a região do Oriente Médio".

¨      "As pessoas perceberam que ele não é bem-vindo": Escócia recebe visita de Trump

Rohan Beyts visitou as dunas com vista para o Mar do Norte, em Menie, Aberdeenshire, pela primeira vez quando era adolescente. Mais tarde, ela levou seus próprios filhos para brincar na paisagem espetacular de dunas e calçadas, vibrantes com borboletas e flores silvestres. Beyts participou da reunião inicial convocada em 2006 para galvanizar a resistência local aos planos do então magnata dos negócios Donald Trump de demolir este local legalmente protegido de raridade ecológica para dar lugar ao seu primeiro resort de golfe escocês. "Estou nisso há 19 anos", diz ela, antes da chegada do atual presidente dos EUA à Escócia , que ocorreu sexta-feira à noite . "Ainda estou enojada com o que Trump fez em Menie e agora com o que está fazendo no resto do mundo."

Após uma disputa acirrada e prolongada com a população local e ambientalistas, que lutavam para salvar as dunas e as moradias ao redor, Trump finalmente obteve a permissão de planejamento para construir "o maior campo de golfe do mundo". Na época, ele prometeu um resort costeiro de £ 1 bilhão, incluindo campos amplos, moradias de luxo e apartamentos de alto padrão em regime de timeshare — promessas que Beyts ressalta ainda não foram cumpridas. "Onde está o enorme desenvolvimento que foi anunciado como a substituição de empregos na indústria petrolífera? Não entendo como os políticos foram tão enganados", acrescenta.

Beyts, que mais tarde obteve uma vitória moral no tribunal contra a equipe da Trump International que a fotografou quando ela parou para atender ao chamado da natureza em uma caminhada pelas dunas, não protestará contra a última visita do presidente. “Apoio totalmente as pessoas que querem se manifestar e, se achasse que isso faria alguma diferença para as pessoas em Gaza ou na Ucrânia, eu o faria, mas me preocupo que isso alimente o ego dele.”

David Milne foi um dos moradores locais que se recusou a ceder depois que Trump tentou duas vezes comprar sua casa, uma antiga estação da guarda costeira que Trump descreveu como uma "favela visual" , e depois tentou obter uma ordem de compra compulsória. "Toda a sua atitude era de arrogância e direito – 'Farei o que eu quiser'. As pessoas aqui têm o péssimo hábito de dizer: 'Acho que não'", diz Milne.

Em uma das visitas anteriores de Trump a Menie, Milne hasteou uma bandeira mexicana em seu mastro em solidariedade aos alvos do primeiro mandato presidencial do republicano. Desta vez, ele hasteará a bandeira mexicana. “As pessoas estão chateadas porque isso está sendo descrito como uma visita privada, mas há um custo enorme para o país em termos de segurança. A situação já está difícil o suficiente – por que estamos pagando por isso? Ele está usando a polícia britânica para uma manobra deliberada de publicidade para seu novo curso”, diz Milne.

Embora Beyts e Milne estejam dispostos a refletir sobre seus anos de resistência e as amizades estreitas forjadas, eles reconhecem que outros estão exaustos com a perturbação implacável e o interesse da mídia que acompanham a proximidade do resort. A polícia já bateu à porta de Milne para alertá-lo sobre as restrições de acesso.

No entanto, Tommy Campbell, um sindicalista local que irá apresentar o "festival de resistência" planejado para o centro da cidade de Aberdeen no sábado, diz que manifestantes pacíficos chegarão o mais perto possível do resort na manhã de terça-feira, quando Trump deve inaugurar seu novo campo de golfe, com a intenção de escrever mensagens de protesto na areia da praia de Balmedie enquanto a maré estiver baixa. "O mundo mudou desde que ele apareceu pela primeira vez em Aberdeen como empresário, e algumas pessoas estavam dispostas a lhe dar o benefício da dúvida", diz Campbell. "As pessoas perceberam que ele não é bem-vindo."

Assim como Beyts e Milne, Campbell também expressa sua decepção com o fato de Keir Starmer e o primeiro-ministro escocês, John Swinney, se encontrarem com Trump durante a visita do presidente. "Eles não representam os verdadeiros sentimentos do povo da Escócia", afirma.

Em toda a Escócia, na costa oeste, os moradores de Turnberry enfrentam desvios de estradas, postos de controle de segurança e uma presença policial crescente, com veículos de transporte público circulando pelas estradas rurais. Há cercas de metal ao redor do resort de luxo de Trump e fileiras de policiais com coletes de alta visibilidade bloqueando a praia, onde a falecida Janey Godley costumava se posicionar para cumprimentá-lo com seu infame cartaz de protesto escrito à mão: "Trump é um babaca". Em março, Trump descreveu os membros de um grupo pró-Palestina acusados de vandalizar o campo de golfe Turnberry pintando a grama com as palavras "Gaza não está à venda" como "terroristas".

Na sexta-feira, alguns moradores locais estavam preocupados com o "lockdown parcial" em que se encontravam. Um aposentado questionou por que o governo do Reino Unido estava contribuindo com policiamento caro para uma visita considerada privada, ao mesmo tempo em que limitava o pagamento do combustível de inverno de sua geração. Mas outros mencionaram os empregos que Trump trouxe para a região. O novo curso de Menie é dedicado à falecida mãe do presidente, Mary Anne Trump, que foi criada na Ilha de Lewis, mais ao norte da costa oeste, antes de imigrar para os EUA. Em Stornoway, a principal cidade de Lewis, Sarah Venus recolocou a faixa de protesto que a prefeitura ordenou que ela removesse em maio. Nela está escrito: "Que vergonha, Donald John", uma advertência maternal motivada pelo tratamento que ele deu ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em uma coletiva de imprensa na Casa Branca em fevereiro.

A faixa agora fará um passeio pela ilha, passando por casas particulares, enquanto a visita de Trump continua na próxima semana. "Desta vez, os protestos serão um pouco diferentes devido ao contexto mais amplo", diz Venus. As pessoas estão começando a ligar os pontos e perceber que esta é uma luta transnacional contra o fascismo. Não está acontecendo apenas nos EUA e talvez haja uma oportunidade de ficar vigilante e evitar que isso aconteça aqui.

 

Fonte: Sputnik Brasil/The Guardian

 

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