domingo, 3 de setembro de 2023

Lula quer usar 7 de Setembro para discurso de pacificação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer usar a data do 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil, para apresentar um discurso de pacificação do país, desvincular símbolos nacionais atrelados ao bolsonarismo e fazer um gesto de aproximação às Forças Armadas.

Com o slogan “Democracia, soberania e união”, o governo irá usar as cores da bandeira nacional, em especial o verde e o amarelo, na campanha publicitária sobre a data comemorativa.

Parte dos militares aderiu ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante seu governo e, agora, Lula tenta aprimorar a relação com a caserna e reduzir a partidarização das forças. Em um evento essencialmente militar, o discurso em defesa da democracia visa justamente minimizar a adesão da categoria ao bolsonarismo, na avaliação do governo.

Lula também priorizará a defesa da Amazônia e da cooperação internacional em prol do meio ambiente. O tema é um dos principais motes do presidente, especialmente quando fala a estrangeiros. O petista definiu este como um dos eixos centrais de seu 3º mandato.

O movimento do governo contrasta com o momento em que militares são investigados pela participação nos atos extremistas do 8 de Janeiro. As apurações sobre possível venda de joias recebidas como presentes pelo ex-presidente também envolvem militares, como o seu ex-ajudante de ordens, o tenente-coronel Mauro Cid.

Embora defenda um discurso de pacificação do país, Lula cita Bolsonaro frequentemente em seus discursos. O presidente costuma criticar o adversário político e atribuir a ele problemas sociais ou dificuldades econômicas que diz ter herdado.

No dia anterior ao feriado, 6 de setembro, Lula fará um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão. O presidente levará a mesma mensagem que pretende ver reforçada no desfile cívico de união e democracia.

O governo espera 30 mil pessoas na plateia do evento, que é organizado pela Secom (Secretaria de Comunicação Social). Foram convidadas 200 autoridades e acompanhantes. Não há, porém, previsão de presença de chefes de Estado de outros países. O desfile cívico será realizado na Esplanada dos Ministérios a partir das 9h. Terá 4 eixos temáticos:

  • Paz e soberania;
  • Ciência e tecnologia;
  • Saúde e vacinação;
  • Defesa da Amazônia.

O desfile deverá durar cerca de duas horas, um pouco menos do que normalmente acontecia em outros anos. Terá a execução do Hino Nacional, passagem das tropas das Forças Armadas, apresentação de alunos de escolas militares, profissionais do Corpo de Bombeiros, e bandas marciais. Haverá também o tradicional show aéreo da Esquadrilha da Fumaça da FAB (Força Aérea Brasileira).

Haverá também uma exposição no gramado da Esplanada dos Ministérios que será aberta ao público logo após o desfile e permanecerá nos dias seguintes. Serão exibidos tanques de guerra e outros armamentos bélicos.

O governo avalia que não haverá manifestações contrárias a Lula, mas o governo do Distrito Federal determinou a criação de um gabinete de mobilização institucional para o feriado.

Conforme a decisão, o gabinete terá a “finalidade de promover a ordem pública e social, coordenar as atividades administrativas e acompanhar os eventos de 07 de setembro de 2023”.

Será composto por órgãos do DF e convidados, como os ministérios da Justiça e o da Defesa, o GSI (Gabinete de Segurança Institucional), o STF (Supremo Tribunal Federal), a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e o Congresso Nacional.

A estrutura para o desfile começou a ser montada há cerca de um mês. Na 5ª feira (31.ago.2023), funcionários da empresa Palco Locação que trabalhavam na montagem da estrutura sofreram um acidente. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, a estrutura metálica tipo tenda de, aproximadamente, 8 metros de altura desabou, matando uma pessoa e ferindo outras 3.

Em nota, a Secom (Secretaria de Comunicação Social) lamentou a morte de Genes Gomes Coelho, de 39 anos, e informou que Jessé Dionísio de Sousa (37), Jardelmo Nunes da Silva (35) e Maxwell Meira da Silva (30) estavam no Hospital de Base.

 

Ø  7 de Setembro não empolga militância do PT nas redes e ruas até agora

 

A primeira celebração da Independência do Brasil no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não tem empolgado os apoiadores do petista até o momento. Faltando menos de uma semana para o desfile militar do 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, parlamentares e influenciadores de esquerda pouco falam no assunto, e a militância não se mobiliza em grupos de troca de mensagens ou nas redes sociais.

O clima político este ano contrasta com os eventos de 7 de Setembro ao longo do governo de Jair Bolsonaro (PL), que tiveram forte conotação ideológica e convocação massiva a apoiadores de extrema direita para participar da solenidade e ouvir o ex-presidente.

Foi em um feriado de Independência, em 2021, que Bolsonaro ameaçou não mais cumprir ordens do Supremo Tribunal Federal (STF) e xingou o ministro Alexandre de Moraes – para depois, com a ajuda do ex-presidente Michel Temer, voltar atrás.

A estrutura do evento deste ano, que terá a presença de Lula e dezenas de outras autoridades, já está quase pronta no centro de Brasília, e o governo estima o público em 30 mil pessoas. O desfile começou a ser anunciado em rádio e TV nessa sexta (1º/9), e havia a previsão de as redes oficiais do Palácio do Planalto iniciarem a divulgação neste fim de semana.

Com novidades na programação, que segue tendo como destaque o desfile de tropas e veículos militares e a apresentação da Esquadrilha da Fumaça, o evento deste ano tem por objetivo ser mais familiar e provocar menos tensão política. O desfile terá o slogan “Democracia, soberania e união” e quatro eixos temáticos: Paz e Soberania; Saúde e Vacinação; Ciência e Tecnologia; e Defesa da Amazônia.

Dino alerta o GDF sobre convocações

Como nas redes da militância lulista, os bolsonaristas não falam muito na internet em mobilizações de rua para o 7 de Setembro. Sem convocações de Bolsonaro, bem como de influenciadores, os militantes do ex-presidente, em geral, pregam o “fique em casa” e propagam supostos planos de prisão a quem se manifestar contra o governo Lula.

Apesar disso, há militantes de direita em grupos de WhatsApp e Telegram e nas redes que fazem convocações genéricas, mas com críticas ao presidente petista. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, enviou 10 vídeos ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e ao secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar, referentes às possíveis manifestações no 7 de Setembro.

Nas imagens, divulgadas pela coluna Grande Angular, apoiadores de Bolsonaro criticam o ministro Alexandre de Moraes e o presidente Lula.

Os vídeos dizem que “7 de Setembro de 2023 será gigantesco”, o que foi interpretado pelo Ministério da Justiça como uma convocação para atos de manifestação na data. “A responsabilidade é nossa”, “acorda Brasil” e “chega de safadeza” são outras frases escritas por cima das imagens compartilhadas via rede social.

·         Grito dos Excluídos

Na militância de esquerda, mais quente que o 7 de Setembro com Lula e militares, está a convocação para o Grito dos Excluídos e das Excluídas, promovido por movimentos sociais, como o MST, para denunciar a desigualdade social. Diversos perfis e publicações progressistas promovem os eventos em suas regiões.

Já a solenidade oficial não conta com tanto engajamento, nem orgânico nem promovido. A rede “Lulaverso”, de perfis e grupos no WhatsApp e Telegram, criada pelo PT na época da campanha para mobilizar a militância, anda há passos lentos há meses nas redes.

A última postagem em grupo fechado do Lulaverso acompanhado pela reportagem já tem quase duas semanas. Nos grupos abertos, onde os participantes também podem escrever, não há muito mais fluxo, e tampouco se fala do 7 de Setembro.

A organização do desfile de 7 de Setembro na Esplanada, que cai na quinta-feira, pretende pautar melhor o assunto ao longo da semana e encher as arquibancadas que vem sendo montadas há alguns dias.

 

Ø  Lula fará seu 9º desfile de 7 de Setembro; relembre os anteriores

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fará o tradicional desfile de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios na próxima semana. Mais de 30.000 pessoas são esperadas no evento, que é aberto ao público geral. Para este ano, foi escolhido o slogan “Democracia, soberania e união”.

Segundo o governo, a mensagem principal do evento é “resgatar os valores da República” e os símbolos nacionais, como a bandeira brasileira. A cerimônia deve durar cerca de 2 horas. Haverá apresentações das forças armadas e o tradicional show da Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira.

Este será o 9º desfile de Lula como presidente da República. E o 1º de seu 3º mandato. Suas participações anteriores foram marcadas por altos e baixos. Saiba como foi as outras cerimônias de independência do petista:

·         2003 

No ano de seu 1º desfile, Lula chegou à Esplanada em carro fechado. Foi a única vez que fez isso. De acordo com relatos da época, o presidente havia prometido uma festa popular, mas o esquema de segurança foi muito reforçado e as expectativas do público não foram atendidas.

Cerca de 50.000 pessoas foram ao evento. Houve o tradicional show Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira, e um desfile de atletas dos jogos Pan-Americanos.

2004

A cerimônia foi aberta pelo maratonista Vanderlei Cordeiro. No início daquele ano, o atleta liderava a maratona dos Jogos Olímpicos de Atenas, com grandes chances de conquistar o ouro, quando um espectador invadiu a pista e o empurrou para fora da arena. Ajudado por outros da plateia, conseguiu voltar a correr e conquistou o bronze, 3º lugar.

Sua presença no 7 de Setembro foi uma homenagem a sua persistência. Novamente, cerca de 50.000 pessoas foram à Esplanada. Dessa vez, houve alguns protestos pelo aumento dos salários de militares.

·         2005

Em 2005, Lula enfrentava o auge do escândalo do mensalão – um esquema de desvio de dinheiro público para financiar campanhas políticas e comprar apoio de parlamentares. O PT foi um dos partidos mais investigados.

Por causa disso, o 7 de Setembro daquele ano foi marcado por protestos em várias cidades do Brasil. Dessa vez, apenas 25.000 pessoas foram à Esplanada. Lula foi recebido com vaias e cartazes pedindo impeachment. O petista foi embora antes mesmo de acabar a apresentação da Esquadrilha da Fumaça.

·         2006

Lula continuava abalado politicamente. Foi novamente recebido com vaias e houve protestos contra corrupção. No entanto, sua base fiel também esteve presente. A área próxima ao palanque do presidente foi isolada e as arquibancadas mais a frente foram reservadas para convidados. Era ano eleitoral. Apesar da crise, Lula seria eleito novamente. Cerca de 35.000 pessoas foram à Esplanada.

·         2007

Foi um evento sem muitas emoções. Havia poucos cartazes, seja de protesto ou de apoio. O grupo Grito dos Excluídos organizou manifestações em todo o país, mas reuniu menos pessoas do que o esperado. Este grupo faz passeatas todo 7 de Setembro na intenção de lembrar que a independência “não garantiu direitos de cidadania à parte da população”. Cerca de 30.000 pessoas foram à Esplanada assistir ao desfile.

·         2008

Naquele ano, a cerimônia contou com a participação da então presidente da Argentina Cristina Kirchner, que hoje ocupa a vice-presidência do país vizinho.  Atletas brasileiros que participaram das Olimpíadas da China também foram convidados. Cerca de 20.000 pessoas foram à Esplanada.

·         2009

Em 2009, enquanto o mundo vivenciava um cenário de crise econômica, o Brasil celebrava o pré-sal. Naquele ano, Lula tinha recebido, em cerimônia simbólica, o 1º litro de óleo retirado da camada. O slogan do desfile de 7 de Setembro tinha a “confiança” como tema principal. O então presidente da França Nicolas Sarkozy assistiu ao desfile como convidado. Cerca de 30.000 pessoas foram à Esplanada.

·         2010

Este foi o último desfile de 7 de Setembro de Lula como presidente -até então. Em 4 meses, passaria a faixa para Dilma Rousseff (PT), que ainda não estava eleita. O presidente usou do tradicional pronunciamento televisivo no dia do desfile para defender sua sucessora, que estava sendo acusada pelo adversário José Serra (PSDB) de ter envolvimento no caso de violação e acessos de sigilos fiscais de pessoas ligadas ao PSDB. O futuro vice-presidente -e depois presidente-, Michel Temer (PMDB), esteve ao lado de Lula durante o desfile. Cerca de 30.000 pessoas foram à Esplanada.

Da esquerda para a direita, o ex-presidente Michel Temer -na época, futuro vice-presidente-; a ex-primeira-dama Marisa Letícia; e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no desfile de 7 de Setembro de 2010

 

Ø  Não podemos ter medo de emprestar dinheiro para pobre, diz Lula

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta sexta-feira (1º), de cerimônia comemorativa de programas de microcrédito produtivo e orientado do Banco do Nordeste (BNB), em Fortaleza (CE). Citando a baixa inadimplência dessas carteiras, Lula afirmou que os bancos não podem ter medo de emprestar para as pessoas mais pobres.

“É preciso convencer a maioria dos economistas desse país de que é possível. Quando digo que a melhor coisa que a gente fez nesse país foi colocar o pobre no orçamento, a melhor coisa que a gente fez nesse país foi dar vez e voz a quem não tinha nem vez e nem voz”, destacou Lula.

 “A gente não pode ter medo de emprestar dinheiro pra pobre se a gente tiver um compromisso de ajudá-los a desenvolver aquilo que eles podem fazer. Hoje, no Brasil, há milhões de mulheres e homens que não querem mais trabalhar de carteira assinada. Eles não querem ter chefes dando pitaco na vida deles, eles querem ser empreendedores, querem trabalhar por conta própria. E quem é que pode ajudá-los se não o Estado com os seus bancos públicos, que podem dar o primeiro voto de confiança a essas pessoas?”, acrescentou.

Lula afirmou que, com o crescimento da economia, essa riqueza precisa ser distribuída. O presidente se comprometeu a aumentar os recursos para investimento no país.

“Muita gente que pega dinheiro com vocês, que compra alguma coisa, que produz alguma coisa, esse dinheiro vai gerar mais emprego, mais desenvolvimento, mais comércio, vai gerar mais fábrica. E aí a gente percebe que vai acontecer duas coisas importantes, a economia vai crescer, mas ela crescendo ela precisa ser distribuída”, disse.

“Eu vivi o crescimento econômico da década de 70, o famoso milagre brasileiro, em que a economia crescia 14% ao ano. E depois que o Dieese levantou, as pessoas tinham ficado mais pobres porque o dinheiro ficou muito concentrado na mão de pouca gente”, argumentou o presidente.

•        Dados dos programas

O Programa Agroamigo está completando 18 anos de criação e o Programa Crediamigo, 25 anos.

O primeiro é destinado a agricultores familiares enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e visa a inclusão produtiva e diversificação de atividades dos produtores. Ele atende 1,3 milhão de produtores rurais com microcrédito, com carteira ativa de R$ 6,6 bilhões.

Desde sua criação, o Agroamigo aplicou mais de R$ 29,3 bilhões em 7,2 milhões de operações contratadas. O perfil dos clientes desta modalidade mostra que 75% estão na região do semiárido e quase a metade (47,5%) são mulheres.

Segundo Lula, o Brasil tem 4,6 milhões de propriedades no Brasil com menos de 100 hectares e é preciso “acreditar no investimento no pequeno e no médio”.

“Somos gratos aos grandes produtores rurais que sustentam a China com soja, uma parte da Europa com milho e algodão e são muito importantes para o Brasil. Mas a gente tem que levar em conta que o cara que tem uma plantação de 50 mil hectares de soja não vai perder tempo criando galinha caipira, criando um porquinho, três vaquinhas leiteiras, plantando hortaliça. Ele precisa comprar de quem? Do pequeno e do médio produtor, que é quem coloca mais de 70% do alimento que vai nas nossas mesas, nos hotéis e restaurantes o país”, disse o presidente.

Já o Crediamigo é um programa de microcrédito urbano para pequenos empreendedores e oferece serviços de microfinanças e orientação empresarial. Ele atende, atualmente, cerca de 2 milhões de pessoas em quase 2 mil municípios na área de atuação do BNB. A carteira ativa é de R$ 4,9 bilhões.

Em 25 anos, o Crediamigo já emprestou R$ 113,2 bilhões em 55,6 milhões de operações. Entre seus clientes, 18% têm renda familiar mensal de até R$ 700 e 16% têm renda familiar de R$ 700 até R$ 1 mil.

•        Crédito orientado

O presidente do BNB, Paulo Câmara, destacou que o propósito dos programas é a inserção social, o aumento da renda familiar e a melhoria da qualidade de vida nas áreas urbanas e rurais. Para ele, o processo de desenvolvimento econômico e social do país é uma tarefa multidisciplinar e as políticas de acesso ao crédito também são parte desse processo.

Segundo Câmara, uma das principais características dos microcréditos do BNB é a orientação que vem acompanhando a concessão do crédito. “Os microcréditos orientados tem essas características pois oferecem oportunidades para que o cliente possa crescer desenvolvendo integralmente suas potencialidades”, disse, lembrando que a inadimplência também era uma preocupação do banco quando criou o Crediamigo, há 25 anos.

“Já naquela época, os maiores desafios eram risco de inadimplência e o tipo de garantia que poderia ser oferecido ao banco. Ora, em se tratando de um público-alvo de baixa renda e informal, como exigir garantias reais? Surge, então, a primeira inovação para minimizar a inadimplência. Passamos a trabalhar o crédito de forma orientada para que os empreendedores possam adotar uma gestão com foco no seu negócio e no mercado. Com isso conseguimos alcançar uma taxa de inadimplência histórica inferior a 3%, que continua até os dias atuais”, contou.

O BNB é uma instituição de desenvolvimento regional que opera como órgão executor de políticas públicas, especialmente com a operacionalização do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Mais de 90% de seu capital está sob o controle do governo federal.

O presidente Lula está no Nordeste desde esta quinta-feira (31), quando lançou o Programa Brasil sem Fome, em Teresina (PI). Hoje à tarde, antes de retornar a Brasília, ele visita a obra do Ramal do Apodi, em Luís Gomes (RN), uma das estruturas do Projeto de Integração do Rio São Francisco.

 

Fonte: Poder 380/Metrópoles/Agencia Brasil

 

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