Caetano notifica herdeiras de Olavo e filha do ‘guru’ diz que ‘a viúva
vai ter que se explicar’
O principal ideólogo da direita bolsonarista, Olavo
de Carvalho, morreu em janeiro de 2022 e deixou para suas herdeiras uma dívida
de R$ 2,9 milhões a ser paga a Caetano Veloso. Mas só agora os advogados do
cantor baiano conseguiram notificar as responsáveis pelo espólio olavista,
Segundo o blog do Ancelmo Gois, n’O Globo, as
representantes dos bens deixados pelo “guru” são sua viúva, Roxane, e uma de
suas filhas, Leilah Maria. Elas foram encontradas em Santa Catarina e
oficialmente notificadas da dívida, o que volta a colocar em andamento a cobrança
que havia sido suspensa em abril de 2022 pela 50ª Vara Cível do Rio de Janeiro.
Heloísa de Carvalho, também filha de Olavo, se
manifestou nas redes sociais. “Olavo faleceu devendo + de 3 milhões de
indenização para o Caetano Veloso, os parentes dele q detém o patrimônio e
direitos autorais, vão ter q prestar contas p/ a justiça, e se pegaram $
indevidamente podem responder proc. crime, não é o meu caso, + a viúva vai ter
q se explicar”.
Heloísa tinha uma relação conturbada com o pai e em
diversas ocasiões confrontou suas opiniões. Ela foi filiada ao PT e chegou a
dizer que se recebesse algum dinheiro depois da morte de Olavo, doaria para a
campanha de Lula. Mas afirmou que o “guru” não poderia deixar uma quantia
significativa aos filhos (são 8 no total), pois devia “milhões em
indenizações”.
PGR
notifica Flávio Bolsonaro em processo movido por marqueteiro
Michel Winter, que se apresenta como marqueteiro e
amigo da família Bolsonaro, impetrou ação contra o senador Flávio Bolsonaro no
Supremo Tribunal Federal (STF). A queixa-crime narra que o filho 01 do
ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teria praticado os crimes de injúria, calúnia
e difamação conta Winter.
No Supremo, a ação, que data de 7 de junho, foi
distribuída ao ninistro Nunes Marques, que a remeteu à Procuradoria-Geral da
República (PGR), responsável por notificar o senador. Flávio recebeu a
notificação na última terça-feira (29/8) e tem o prazo de 15 dias para
apresentar defesa.
Toda a discussão começou por conta de um vídeo que
foi divulgado por Flávio Bolsonaro, no dia 10 de maio deste ano. Nele, o
senador afirma que Winter estaria praticando golpes financeiros utilizando-se
do nome da família Bolsonaro.
“Então,
fiquem alertas, fiquem espertos, para não serem vítimas de um golpe desse
senhor Michel Winter e qualquer pessoa que esteja próxima dele. Fiquem atentos,
porque não tem nenhuma espécie de relação conosco, de proximidade, de amizade,
de vínculo de trabalho, nada”, diz trecho do vídeo do senador, degravado na
peça jurídica.
A reportagem procurou a defesa de Flávio Bolsonaro,
mas não obteve resposta. O espaço segue aberto.
• Winter
alega ligação com família Bolsonaro
Winter alega que, apesar de Flávio alegar não ter
vínculo com ele, tem “o número de WhatsApp do Senador, e possui conversas com o
mesmo, tendo liderado, inclusive, os movimentos independentes do Estado de
Minas Gerais pró-Bolsonaro, sendo um cientista político, conservador e
patriota”.
Diz ainda que é prática da família Bolsonaro é se
afastar dos aliados que se encontram em situação de investigados. Ele citou os
casos de Roberto Jefferson, Daniel Silveira, Fabrício Queiroz e Otoni de Paula.
Grampo
na cela de doleiro sai da influência de Moro
O pedido da defesa de Alberto Youssef para acessar
à íntegra de todas as investigações já realizadas sobre o caso dos grampos
ilegais na cela do doleiro vai sair da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde estão
abrigados os processos remanescentes da Operação Lava Jato.
Em decisão assinada no final da tarde de
sexta-feira (1), o juiz Fábio Nunes de Martino, que assumiu a Vara da Lava Jato
em junho, determinou que a petição de Youssef seja enviada para a 23ª Vara
Federal.
Protocolado em abril na Vara da Lava Jato, o pedido
da defesa de Youssef tem sido acompanhado com atenção pelas partes envolvidas
no escândalo de corrupção da Petrobras porque desdobramentos dele podem atingir
o acordo de colaboração premiada firmado pelo doleiro, e considerado uma
espinha dorsal de toda a investigação.
A defesa de Youssef acredita que o conteúdo das
investigações sobre os grampos – incluindo os áudios ilegalmente captados na
cela – pode trazer à tona elementos que interferem na “voluntariedade e
espontaneidade” da delação.
Com base nisso, a defesa de Youssef poderia alegar
contaminação no acordo de colaboração premiada firmado com as autoridades no
final de 2014 e apontar a quebra dele.
Youssef foi preso no âmbito da Operação Lava Jato
em 2014 e levado à carceragem da Superintendência da Polícia Federal em
Curitiba. Quase um mês depois, a defesa do doleiro revelou a existência de uma
escuta ambiental encontrada na cela dele.
O episódio gerou a abertura de sindicâncias e
procedimentos administrativos disciplinares na PF, além de inquéritos
policiais. Em 2019, a PF informou que a escuta gravou irregularmente 260 horas (11
dias).
Em sua decisão de sexta-feira, Martino afirma que
os inquéritos policiais sobre o tema foram tratados na 23ª Vara e que, por
isso, a 13ª Vara não é competente para decidir agora sobre a petição
apresentada pelo doleiro.
O juiz titular da 23ª Vara é Nivaldo Brunoni, que
atualmente está convocado pelo TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região). O
substituto é o juiz Paulo Sérgio Ribeiro.
O juiz Eduardo Appio, que ficou à frente da Vara da
Lava Jato entre fevereiro e maio, já havia concordado com a petição da defesa
de Youssef, e pediu à PF uma cópia integral de todas as investigações sobre os
grampos na cela, mas, de acordo com os advogados do doleiro, nem todo o
material foi de fato disponibilizado até agora.
Faltariam, por exemplo, os áudios captados na
carceragem. Logo em seguida, Martino assumiu a 13ª Vara.
Antes de ser afastado do cargo pelo TRF4 por
suspeita de infração disciplinar, Appio também havia recomendado uma nova
investigação sobre o caso do grampo, mas, em julho, a Polícia Federal se
manifestou contra a ideia, argumentando que não há fatos novos que justifiquem
a retomada do caso.
O Ministério Público Federal também contestou a
petição da defesa do Youssef e pede a anulação de todas as decisões assinadas
desde abril.
O novo juiz da Lava Jato, contudo, não se debruçou
nesta sexta sobre outros requerimentos. Martino apenas determinou que a petição
da defesa de Youssef fosse encaminhada à 23ª Vara.
Malafaia
após incitar golpe diz que se for preso “me deixa lá”
O pastor evangélico Silas Malafaia está na mira do
ministro da Justiça, Flávio Dino, por um vídeo de teor golpista que vem sendo
utilizado em convocatórias de bolsonaristas para atos potencialmente
antidemocráticos no feriado de 7 de setembro, Dia da Independência.
Na gravação, feita em agosto, Malafaia xinga o
ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de
"ditador de toga", dispara contra a prisão de bolsonaristas envolvidos
com os atos golpistas do dia 8 de janeiro e ainda cobra uma postura golpista de
generais das Forças Armadas diante do caso do tenente-coronel Mauro Cid,
ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro que está preso desde maio.
Após a repercussão do video, Malafaia reapareceu
dizendo que não vai querer habeas corpus se for preso.
“Falei pro meu advogado: se me prenderem, você tá
proibido de entrar com o habeas corpus. Me deixa lá, por que se Deus quiser eu
vou usar isso pra derrubar esses caras. Eu sei o preço que se paga”, disse o
evangélico durante uma pregação.
• "Botar
o pé na porta"
No vídeo anterior, Malafaia afirmou: "sabe por
que o ditador de toga Alexandre de Moraes comete todas essas injustiças? Nós
temos meia dúzia de generais de 4 estrelas que são covardes e frouxos. Não
estou falando de golpe, não. Escute bem. Não é o Exército Brasileiro. É meia
dúzia de general de 4 estrelas que são frouxos e poderiam botar o pé na
porta", dispara Malafaia.
O vídeo em questão vem sendo utilizado em postagens
de bolsonaristas com convocações para atos extremistas no Feriado da
Independência. "Dia 7 de setembro será GIGANTESCO", diz a legenda das
publicações com a mensagem de Malafaia.
Templo
de Valdemiro Santiago em SP vai a leilão para quitar dívidas
Um templo da Igreja Mundial do Reino de Deus, do
pastor Valdemiro Santiago, em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, será
leiloado em outubro para quitar dívidas da denominação. O espaço, de 46 mil m²,
é avaliado em cerca de R$ 38,5 milhões, valor do lance inicial do leilão.
A penhora do imóvel foi determinada pela Justiça de
São Paulo como uma forma de quitar um débito de R$ 881 mil de um outro templo
da Igreja Mundial, localizado em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo.
Em janeiro deste ano, Valdemiro Santiago pediu
ajuda a seus fiéis para levantar R$ 10 milhões para pagar dívidas. O dinheiro,
diz ele, seria destinado a pagar funcionários da TV Mundial. O pastor
disponibilizou uma chave Pix para que os fiéis possam fazer transferências.
O leilão acontece entre os dias 9 e 10 de outubro
na plataforma Superbid Exchange. As informações sobre o imóvel já estão
disponíveis no site.
De acordo com a descrição do imóvel, o espaço,
inaugurado em 2014, possui cinco pavimentos, com elevadores e escadas de
acesso; um galpão com vão livre de 17 mil m² e 10 metros de pé direito e um
estacionamento de 18 mil m² com capacidade para 813 automóveis.
O templo da Igreja Mundial fica na Rua Benedito
Fernandes, na esquina da Rua Projetada.
Pastor
dono de clínica com tortura é preso e diz que mulher é inocente
O dono do centro terapêutico Amparo, onde 50
pessoas em situação de maus-tratos foram resgatadas na última semana, se
entregou na Delegacia do Idoso, em Anápolis (GO), na madrugada de sábado (2/9).
Reportagem do Metrópoles publicada nesse domingo
revelou o horror que acontecia dentro da clínica, a partir do depoimento de
cinco vítimas. Os relatos incluíam pessoas nuas, dopadas e amarradas, como
forma de castigo. Os internos resgatados tinham entre 14 e 96 anos.
Pastor evangélico da Igreja Batista Vida Nova, o
gaúcho Angelo Mario Klaus Junior, mais conhecido como pastor Junior Klaus,
ficou em silêncio na maior parte do interrogatório com o delegado Manoel
Vanderic.
No entanto, Klaus adiantou que se divorciou
legalmente da pastora Suelen Klaus, que também cuidava da clínica e foi presa
em flagrante na terça-feira (29/8), dentro do centro terapêutico, que
funcionava em uma chácara. Angelo fugiu por um matagal quando percebeu a
chegada da equipe da Polícia Civil. O casal tem quatro filhos.
• Interrogatório
Ainda no interrogatório, o pastor disse que se
divorciou de Suelen, com quem tem quatro filhos, mas que eles têm um
relacionamento amigável. Além disso, o líder religioso assumiu que a pastora
ajudava nos afazeres da clínica, mas que ela não tem qualquer participação na
pessoa jurídica do estabelecimento.
Quando foi presa, Suelen disse que não tinha acesso
à área onde os internos ficavam e que sua função era estritamente
administrativa. Na sexta-feira (1º/9), os policiais fecharam uma segunda
clínica do pastor Klaus, com 43 pessoas.
A prefeitura de Anápolis teve que montar uma
força-tarefa no ginásio da cidade, para fazer a triagem dessas pessoas
resgatadas. As vítimas são dependentes químicos, deficientes intelectuais e
idosos.
Mãe de
santo é apedrejada por fanáticos: “Morre, macumbeira”
Solange de Arruda Machado, mãe de santo e ativista
da causa animal, conhecida como Done Solange D’Ogun, denunciou ter sido alvo de
apedrejamento enquanto realizava um ritual religioso. O fato ocorreu na mata da
Colônia Juliano Moreira, em Curicica, no Rio de Janeiro.
A mãe de santo postou um vídeo nas redes sociais
para relatar o ato de intolerância religiosa ao qual foi vítima.
Solange e duas filhas de santo realizavam um ritual
para ajudar uma pessoa doente, quando foram surpreendidas com pedras
arremessadas em direção a elas e ofensas.
Entre as agressões verbais, ouviram “Macumbeiros
miseráveis” e “Morre, macumbeira”. Por sorte, ninguém se feriu, porém, o caso
foi registrado na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância
(Decradi).
A mãe de santo relatou que sentiu ter sido
escolhida para viver a intolerância religiosa na pele, para que fosse ainda
mais forte na luta contra este problema.
• “Foi
assustador, ficamos com muito medo”, revelou Solange
“A gente nunca acha que vai acontecer com a gente.
Eu vim aqui para alertar as pessoas que frequentam esses locais na mata, porque
quem praticou esse ato, a gente tem que pensar que eles estão dispostos a tudo,
porque as pedras jogadas eram imensas e poderia ter ocorrido um homicídio. Eu
não sei o que leva uma pessoa a fazer uma coisa dessas”, disse Solange.
“O que aconteceu não foi apenas um caso de
intolerância religiosa, mas sim uma tentativa de homicídio. Se uma daquelas
pedras tivesse nos acertado, principalmente na cabeça, não tenho dúvidas de que
não sobreviveríamos. Quem jogou as pedras ainda estava gritando: ‘Morre,
macumbeira’. Não conseguimos ver quem era. Foi assustador, ficamos com muito
medo”, revelou Solange.
A mãe de santo iniciou sua trajetória na umbanda
quando tinha 14 anos. Há duas décadas possui seu próprio terreiro, que se
localiza em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, de acordo com o site O São Gonçalo.
Bolsonarista
casa usando tornozeleira e véu com bandeira do Brasil
A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) compartilhou,
na noite deste sábado (2/9), imagens do que seria o casamento de uma das
mulheres presas nos atos golpistas de 8 de janeiro, solta pelo Supremo Tribunal
Federal (STF) para aguardar o julgamento em liberdade.
Dois detalhes inusitados foram apontados pela
parlamentar: a bolsonarista estava com tornozeleira eletrônica, exigida pelo
STF para os que esperam em liberdade pelo julgamento, e usava um véu com a
bandeira do Brasil.
“Casamento de uma das mulheres presas em Brasília,
usando tornozeleira. Como véu, a bandeira do Brasil. Impossível não se
emocionar”, escreveu Bia Kicis ao compartilhar o vídeo no X, ex-Twitter. A
deputada não informou o nome da noiva ou a data da celebração.
As imagens dividiram a opinião dos usuários da rede
depois de viralizar. O vídeo já tem mais de 1 milhão de visualizações. “Lindo,
corajoso e emocionante! Felicidade para o casal! Essa moça é o verdadeiro
símbolo da resistência”, comentou uma mulher que se identifica como
bolsonarista.
“Que gente cafona”, comentou outra pessoa. “Quem é
que se emociona com bandido? Bia. Pelo amor de Deus”, disse outro.
“Maravilhosa! Lindíssima! A justiça será divina!”, rebateu outra apoiadora.
Bolsonarista
que matou eleitor de Lula é condenado
Na noite de 7 de setembro de 2022, o bolsonarista
Rafael Silva Oliveira deu mais de 70 facadas em Benedito Cardoso dos Santos,
apoiador do presidente Lula, e tentou arrancar sua cabeça com um machado após
uma discussão sobre as preferências política de ambos na zona rural de Confresa
(MT).
Quase um ano após o crime, Oliveira foi condenado
pelo Tribunal do Júri a 14 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado
(motivo fútil por conta da questão de uma polêmica sobre política, meio cruel e
utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima) no último dia 24.
Laudo da perícia apontou que a maioria das
perfurações se concentrou na cabeça e no pescoço na vítima. À decisão, cabe
recurso, e o Ministério Público do Mato Grosso afirmou que estuda pedir aumento
da pena.
Coincidentemente, a briga que levou ao crime
começou algumas horas após o então presidente da República Jair Bolsonaro
defender, em comício na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, no 7 de
setembro de 2022, que era necessário “extirpar da vida pública” adversários
políticos da esquerda.
Oliveira confessou, foi preso e nunca se arrependeu
pelo crime. “O que levou ao crime foi a opinião política divergente. A vítima
estava defendendo o Lula, e o autor, defendendo o Bolsonaro”, afirmou o
delegado Victor Oliveira logo após o crime.
“O acusado estava defendendo o atual presidente
Bolsonaro e a vítima falava sobre o ex-presidente Lula. Considerando tal
divergência, iniciaram uma discussão. Na sequência, o denunciado conseguiu
pegar uma faca e, após perseguir a vítima, atingiu-a pelas costas”, afirmou a
denúncia do MP.
“Aproveitando-se que ela se encontrava ferida e
caída ao solo, sem que pudesse oferecer resistência, foi golpeada várias outras
vezes com a faca. Ao constatar que ela ainda estava viva, desferiu-lhe mais um
golpe fazendo uso de outra arma branca (machado), revelando uma brutalidade
fora do comum e em contraste com o mais elementar sentimento de piedade”,
completou.
A coluna tentou contato com a defesa de Rafael, mas
não teve sucesso. Tão logo consiga, incluirá a posição.
O caso de Rafael e de Benedito não foi o único de
violência por política com morte durante as eleições do ano passado. Nem o
primeiro.
No dia 9 de julho, o guarda civil Marcelo Arruda
foi morto pelo agente penitenciário bolsonarista Jorge Guaranho, em Foz do
Iguaçu (PR). Ele ficou sabendo da festa de aniversário de temática lulista de
Arruda e foi lá provocar. O caso terminou com o petista morto e o bolsonarista
preso.
Em suas redes sociais, Guaranho reproduzia
postagens com retórica violenta. Em sua conta do Facebook, por exemplo, o
assassino ecoava Jair Bolsonaro em dezenas de postagens, chegando a afirmar que
o Brasil precisava de uma “limpeza” dos petistas. O ex-presidente, durante as
eleições de 2018, defendeu “fuzilar a petralhada”.
Fonte: Agencia Estado/Metrópoles/Fórum/em.com/UOL

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