terça-feira, 5 de setembro de 2023

Caetano notifica herdeiras de Olavo e filha do ‘guru’ diz que ‘a viúva vai ter que se explicar’

O principal ideólogo da direita bolsonarista, Olavo de Carvalho, morreu em janeiro de 2022 e deixou para suas herdeiras uma dívida de R$ 2,9 milhões a ser paga a Caetano Veloso. Mas só agora os advogados do cantor baiano conseguiram notificar as responsáveis pelo espólio olavista,

Segundo o blog do Ancelmo Gois, n’O Globo, as representantes dos bens deixados pelo “guru” são sua viúva, Roxane, e uma de suas filhas, Leilah Maria. Elas foram encontradas em Santa Catarina e oficialmente notificadas da dívida, o que volta a colocar em andamento a cobrança que havia sido suspensa em abril de 2022 pela 50ª Vara Cível do Rio de Janeiro.

Heloísa de Carvalho, também filha de Olavo, se manifestou nas redes sociais. “Olavo faleceu devendo + de 3 milhões de indenização para o Caetano Veloso, os parentes dele q detém o patrimônio e direitos autorais, vão ter q prestar contas p/ a justiça, e se pegaram $ indevidamente podem responder proc. crime, não é o meu caso, + a viúva vai ter q se explicar”.

Heloísa tinha uma relação conturbada com o pai e em diversas ocasiões confrontou suas opiniões. Ela foi filiada ao PT e chegou a dizer que se recebesse algum dinheiro depois da morte de Olavo, doaria para a campanha de Lula. Mas afirmou que o “guru” não poderia deixar uma quantia significativa aos filhos (são 8 no total), pois devia “milhões em indenizações”.

 

       PGR notifica Flávio Bolsonaro em processo movido por marqueteiro

 

Michel Winter, que se apresenta como marqueteiro e amigo da família Bolsonaro, impetrou ação contra o senador Flávio Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF). A queixa-crime narra que o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teria praticado os crimes de injúria, calúnia e difamação conta Winter.

No Supremo, a ação, que data de 7 de junho, foi distribuída ao ninistro Nunes Marques, que a remeteu à Procuradoria-Geral da República (PGR), responsável por notificar o senador. Flávio recebeu a notificação na última terça-feira (29/8) e tem o prazo de 15 dias para apresentar defesa.

Toda a discussão começou por conta de um vídeo que foi divulgado por Flávio Bolsonaro, no dia 10 de maio deste ano. Nele, o senador afirma que Winter estaria praticando golpes financeiros utilizando-se do nome da família Bolsonaro.

 “Então, fiquem alertas, fiquem espertos, para não serem vítimas de um golpe desse senhor Michel Winter e qualquer pessoa que esteja próxima dele. Fiquem atentos, porque não tem nenhuma espécie de relação conosco, de proximidade, de amizade, de vínculo de trabalho, nada”, diz trecho do vídeo do senador, degravado na peça jurídica.

A reportagem procurou a defesa de Flávio Bolsonaro, mas não obteve resposta. O espaço segue aberto.

•        Winter alega ligação com família Bolsonaro

Winter alega que, apesar de Flávio alegar não ter vínculo com ele, tem “o número de WhatsApp do Senador, e possui conversas com o mesmo, tendo liderado, inclusive, os movimentos independentes do Estado de Minas Gerais pró-Bolsonaro, sendo um cientista político, conservador e patriota”.

Diz ainda que é prática da família Bolsonaro é se afastar dos aliados que se encontram em situação de investigados. Ele citou os casos de Roberto Jefferson, Daniel Silveira, Fabrício Queiroz e Otoni de Paula.

 

       Grampo na cela de doleiro sai da influência de Moro

 

O pedido da defesa de Alberto Youssef para acessar à íntegra de todas as investigações já realizadas sobre o caso dos grampos ilegais na cela do doleiro vai sair da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde estão abrigados os processos remanescentes da Operação Lava Jato.

Em decisão assinada no final da tarde de sexta-feira (1), o juiz Fábio Nunes de Martino, que assumiu a Vara da Lava Jato em junho, determinou que a petição de Youssef seja enviada para a 23ª Vara Federal.

Protocolado em abril na Vara da Lava Jato, o pedido da defesa de Youssef tem sido acompanhado com atenção pelas partes envolvidas no escândalo de corrupção da Petrobras porque desdobramentos dele podem atingir o acordo de colaboração premiada firmado pelo doleiro, e considerado uma espinha dorsal de toda a investigação.

A defesa de Youssef acredita que o conteúdo das investigações sobre os grampos – incluindo os áudios ilegalmente captados na cela – pode trazer à tona elementos que interferem na “voluntariedade e espontaneidade” da delação.

Com base nisso, a defesa de Youssef poderia alegar contaminação no acordo de colaboração premiada firmado com as autoridades no final de 2014 e apontar a quebra dele.

Youssef foi preso no âmbito da Operação Lava Jato em 2014 e levado à carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Quase um mês depois, a defesa do doleiro revelou a existência de uma escuta ambiental encontrada na cela dele.

O episódio gerou a abertura de sindicâncias e procedimentos administrativos disciplinares na PF, além de inquéritos policiais. Em 2019, a PF informou que a escuta gravou irregularmente 260 horas (11 dias).

Em sua decisão de sexta-feira, Martino afirma que os inquéritos policiais sobre o tema foram tratados na 23ª Vara e que, por isso, a 13ª Vara não é competente para decidir agora sobre a petição apresentada pelo doleiro.

O juiz titular da 23ª Vara é Nivaldo Brunoni, que atualmente está convocado pelo TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região). O substituto é o juiz Paulo Sérgio Ribeiro.

O juiz Eduardo Appio, que ficou à frente da Vara da Lava Jato entre fevereiro e maio, já havia concordado com a petição da defesa de Youssef, e pediu à PF uma cópia integral de todas as investigações sobre os grampos na cela, mas, de acordo com os advogados do doleiro, nem todo o material foi de fato disponibilizado até agora.

Faltariam, por exemplo, os áudios captados na carceragem. Logo em seguida, Martino assumiu a 13ª Vara.

Antes de ser afastado do cargo pelo TRF4 por suspeita de infração disciplinar, Appio também havia recomendado uma nova investigação sobre o caso do grampo, mas, em julho, a Polícia Federal se manifestou contra a ideia, argumentando que não há fatos novos que justifiquem a retomada do caso.

O Ministério Público Federal também contestou a petição da defesa do Youssef e pede a anulação de todas as decisões assinadas desde abril.

O novo juiz da Lava Jato, contudo, não se debruçou nesta sexta sobre outros requerimentos. Martino apenas determinou que a petição da defesa de Youssef fosse encaminhada à 23ª Vara.

 

       Malafaia após incitar golpe diz que se for preso “me deixa lá”

 

O pastor evangélico Silas Malafaia está na mira do ministro da Justiça, Flávio Dino, por um vídeo de teor golpista que vem sendo utilizado em convocatórias de bolsonaristas para atos potencialmente antidemocráticos no feriado de 7 de setembro, Dia da Independência.

Na gravação, feita em agosto, Malafaia xinga o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de "ditador de toga", dispara contra a prisão de bolsonaristas envolvidos com os atos golpistas do dia 8 de janeiro e ainda cobra uma postura golpista de generais das Forças Armadas diante do caso do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro que está preso desde maio.

Após a repercussão do video, Malafaia reapareceu dizendo que não vai querer habeas corpus se for preso.

“Falei pro meu advogado: se me prenderem, você tá proibido de entrar com o habeas corpus. Me deixa lá, por que se Deus quiser eu vou usar isso pra derrubar esses caras. Eu sei o preço que se paga”, disse o evangélico durante uma pregação.

•        "Botar o pé na porta"

No vídeo anterior, Malafaia afirmou: "sabe por que o ditador de toga Alexandre de Moraes comete todas essas injustiças? Nós temos meia dúzia de generais de 4 estrelas que são covardes e frouxos. Não estou falando de golpe, não. Escute bem. Não é o Exército Brasileiro. É meia dúzia de general de 4 estrelas que são frouxos e poderiam botar o pé na porta", dispara Malafaia.

O vídeo em questão vem sendo utilizado em postagens de bolsonaristas com convocações para atos extremistas no Feriado da Independência. "Dia 7 de setembro será GIGANTESCO", diz a legenda das publicações com a mensagem de Malafaia.

 

       Templo de Valdemiro Santiago em SP vai a leilão para quitar dívidas

 

Um templo da Igreja Mundial do Reino de Deus, do pastor Valdemiro Santiago, em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, será leiloado em outubro para quitar dívidas da denominação. O espaço, de 46 mil m², é avaliado em cerca de R$ 38,5 milhões, valor do lance inicial do leilão.

A penhora do imóvel foi determinada pela Justiça de São Paulo como uma forma de quitar um débito de R$ 881 mil de um outro templo da Igreja Mundial, localizado em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo.

Em janeiro deste ano, Valdemiro Santiago pediu ajuda a seus fiéis para levantar R$ 10 milhões para pagar dívidas. O dinheiro, diz ele, seria destinado a pagar funcionários da TV Mundial. O pastor disponibilizou uma chave Pix para que os fiéis possam fazer transferências.

O leilão acontece entre os dias 9 e 10 de outubro na plataforma Superbid Exchange. As informações sobre o imóvel já estão disponíveis no site.

De acordo com a descrição do imóvel, o espaço, inaugurado em 2014, possui cinco pavimentos, com elevadores e escadas de acesso; um galpão com vão livre de 17 mil m² e 10 metros de pé direito e um estacionamento de 18 mil m² com capacidade para 813 automóveis.

O templo da Igreja Mundial fica na Rua Benedito Fernandes, na esquina da Rua Projetada.

 

       Pastor dono de clínica com tortura é preso e diz que mulher é inocente

 

O dono do centro terapêutico Amparo, onde 50 pessoas em situação de maus-tratos foram resgatadas na última semana, se entregou na Delegacia do Idoso, em Anápolis (GO), na madrugada de sábado (2/9).

Reportagem do Metrópoles publicada nesse domingo revelou o horror que acontecia dentro da clínica, a partir do depoimento de cinco vítimas. Os relatos incluíam pessoas nuas, dopadas e amarradas, como forma de castigo. Os internos resgatados tinham entre 14 e 96 anos.

Pastor evangélico da Igreja Batista Vida Nova, o gaúcho Angelo Mario Klaus Junior, mais conhecido como pastor Junior Klaus, ficou em silêncio na maior parte do interrogatório com o delegado Manoel Vanderic.

No entanto, Klaus adiantou que se divorciou legalmente da pastora Suelen Klaus, que também cuidava da clínica e foi presa em flagrante na terça-feira (29/8), dentro do centro terapêutico, que funcionava em uma chácara. Angelo fugiu por um matagal quando percebeu a chegada da equipe da Polícia Civil. O casal tem quatro filhos.

•        Interrogatório

Ainda no interrogatório, o pastor disse que se divorciou de Suelen, com quem tem quatro filhos, mas que eles têm um relacionamento amigável. Além disso, o líder religioso assumiu que a pastora ajudava nos afazeres da clínica, mas que ela não tem qualquer participação na pessoa jurídica do estabelecimento.

Quando foi presa, Suelen disse que não tinha acesso à área onde os internos ficavam e que sua função era estritamente administrativa. Na sexta-feira (1º/9), os policiais fecharam uma segunda clínica do pastor Klaus, com 43 pessoas.

A prefeitura de Anápolis teve que montar uma força-tarefa no ginásio da cidade, para fazer a triagem dessas pessoas resgatadas. As vítimas são dependentes químicos, deficientes intelectuais e idosos.

 

       Mãe de santo é apedrejada por fanáticos: “Morre, macumbeira”

 

Solange de Arruda Machado, mãe de santo e ativista da causa animal, conhecida como Done Solange D’Ogun, denunciou ter sido alvo de apedrejamento enquanto realizava um ritual religioso. O fato ocorreu na mata da Colônia Juliano Moreira, em Curicica, no Rio de Janeiro.

A mãe de santo postou um vídeo nas redes sociais para relatar o ato de intolerância religiosa ao qual foi vítima.

Solange e duas filhas de santo realizavam um ritual para ajudar uma pessoa doente, quando foram surpreendidas com pedras arremessadas em direção a elas e ofensas.

Entre as agressões verbais, ouviram “Macumbeiros miseráveis” e “Morre, macumbeira”. Por sorte, ninguém se feriu, porém, o caso foi registrado na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).

A mãe de santo relatou que sentiu ter sido escolhida para viver a intolerância religiosa na pele, para que fosse ainda mais forte na luta contra este problema.

•        “Foi assustador, ficamos com muito medo”, revelou Solange

“A gente nunca acha que vai acontecer com a gente. Eu vim aqui para alertar as pessoas que frequentam esses locais na mata, porque quem praticou esse ato, a gente tem que pensar que eles estão dispostos a tudo, porque as pedras jogadas eram imensas e poderia ter ocorrido um homicídio. Eu não sei o que leva uma pessoa a fazer uma coisa dessas”, disse Solange.

“O que aconteceu não foi apenas um caso de intolerância religiosa, mas sim uma tentativa de homicídio. Se uma daquelas pedras tivesse nos acertado, principalmente na cabeça, não tenho dúvidas de que não sobreviveríamos. Quem jogou as pedras ainda estava gritando: ‘Morre, macumbeira’. Não conseguimos ver quem era. Foi assustador, ficamos com muito medo”, revelou Solange.

A mãe de santo iniciou sua trajetória na umbanda quando tinha 14 anos. Há duas décadas possui seu próprio terreiro, que se localiza em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, de acordo com o site O São Gonçalo.

 

       Bolsonarista casa usando tornozeleira e véu com bandeira do Brasil

 

A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) compartilhou, na noite deste sábado (2/9), imagens do que seria o casamento de uma das mulheres presas nos atos golpistas de 8 de janeiro, solta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para aguardar o julgamento em liberdade.

Dois detalhes inusitados foram apontados pela parlamentar: a bolsonarista estava com tornozeleira eletrônica, exigida pelo STF para os que esperam em liberdade pelo julgamento, e usava um véu com a bandeira do Brasil.

“Casamento de uma das mulheres presas em Brasília, usando tornozeleira. Como véu, a bandeira do Brasil. Impossível não se emocionar”, escreveu Bia Kicis ao compartilhar o vídeo no X, ex-Twitter. A deputada não informou o nome da noiva ou a data da celebração.

As imagens dividiram a opinião dos usuários da rede depois de viralizar. O vídeo já tem mais de 1 milhão de visualizações. “Lindo, corajoso e emocionante! Felicidade para o casal! Essa moça é o verdadeiro símbolo da resistência”, comentou uma mulher que se identifica como bolsonarista.

“Que gente cafona”, comentou outra pessoa. “Quem é que se emociona com bandido? Bia. Pelo amor de Deus”, disse outro. “Maravilhosa! Lindíssima! A justiça será divina!”, rebateu outra apoiadora.

 

       Bolsonarista que matou eleitor de Lula é condenado

 

Na noite de 7 de setembro de 2022, o bolsonarista Rafael Silva Oliveira deu mais de 70 facadas em Benedito Cardoso dos Santos, apoiador do presidente Lula, e tentou arrancar sua cabeça com um machado após uma discussão sobre as preferências política de ambos na zona rural de Confresa (MT).

Quase um ano após o crime, Oliveira foi condenado pelo Tribunal do Júri a 14 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado (motivo fútil por conta da questão de uma polêmica sobre política, meio cruel e utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima) no último dia 24.

Laudo da perícia apontou que a maioria das perfurações se concentrou na cabeça e no pescoço na vítima. À decisão, cabe recurso, e o Ministério Público do Mato Grosso afirmou que estuda pedir aumento da pena.

Coincidentemente, a briga que levou ao crime começou algumas horas após o então presidente da República Jair Bolsonaro defender, em comício na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, no 7 de setembro de 2022, que era necessário “extirpar da vida pública” adversários políticos da esquerda.

Oliveira confessou, foi preso e nunca se arrependeu pelo crime. “O que levou ao crime foi a opinião política divergente. A vítima estava defendendo o Lula, e o autor, defendendo o Bolsonaro”, afirmou o delegado Victor Oliveira logo após o crime.

“O acusado estava defendendo o atual presidente Bolsonaro e a vítima falava sobre o ex-presidente Lula. Considerando tal divergência, iniciaram uma discussão. Na sequência, o denunciado conseguiu pegar uma faca e, após perseguir a vítima, atingiu-a pelas costas”, afirmou a denúncia do MP.

“Aproveitando-se que ela se encontrava ferida e caída ao solo, sem que pudesse oferecer resistência, foi golpeada várias outras vezes com a faca. Ao constatar que ela ainda estava viva, desferiu-lhe mais um golpe fazendo uso de outra arma branca (machado), revelando uma brutalidade fora do comum e em contraste com o mais elementar sentimento de piedade”, completou.

A coluna tentou contato com a defesa de Rafael, mas não teve sucesso. Tão logo consiga, incluirá a posição.

O caso de Rafael e de Benedito não foi o único de violência por política com morte durante as eleições do ano passado. Nem o primeiro.

No dia 9 de julho, o guarda civil Marcelo Arruda foi morto pelo agente penitenciário bolsonarista Jorge Guaranho, em Foz do Iguaçu (PR). Ele ficou sabendo da festa de aniversário de temática lulista de Arruda e foi lá provocar. O caso terminou com o petista morto e o bolsonarista preso.

Em suas redes sociais, Guaranho reproduzia postagens com retórica violenta. Em sua conta do Facebook, por exemplo, o assassino ecoava Jair Bolsonaro em dezenas de postagens, chegando a afirmar que o Brasil precisava de uma “limpeza” dos petistas. O ex-presidente, durante as eleições de 2018, defendeu “fuzilar a petralhada”.

 

Fonte: Agencia Estado/Metrópoles/Fórum/em.com/UOL

 

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