TCU
vê indícios de irregularidades em viagem de Eduardo Bolsonaro aos EUA
O
Tribunal de Contas da União (TCU) identificou indícios de irregularidades na
viagem do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) aos Estados Unidos,
levantando suspeitas sobre o uso de recursos públicos. A Corte de Contas apura
o suposto benefício indevido de verbas que totalizam R$ 5,8 mil, conforme
parecer técnico.
Os
auditores do TCU apontam que Eduardo Bolsonaro, durante seu período de licença,
não justificou quatro de suas cinco ausências em sessões deliberativas da
Câmara dos Deputados. De acordo com as normas da Casa, cada falta injustificada
deveria resultar em um desconto de R$ 1.466,95 do salário, o que, somado,
corresponde a um recebimento indevido de R$ 5.867,80.
A
investigação do TCU, apesar do valor relativamente baixo em questão, ganha
relevância devido ao contexto da viagem de Eduardo Bolsonaro aos EUA, que já é
objeto de um inquérito criminal no Supremo Tribunal Federal (STF). A atuação do
deputado no exterior é vista como uma forma de atrapalhar as investigações da
ação penal do golpe que envolvem seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro
(PL-RJ).
Diante
dos indícios, e em conformidade com uma resolução que estabelece um limite
mínimo de R$ 120 mil para a instauração de processos administrativos formais no
TCU, o caso será encaminhado para a análise do ministro Benjamin Zymler. Ele
decidirá se recomendará que a apuração seja conduzida pela Mesa Diretora e pela
Unidade de Controle Interno da Câmara dos Deputados, uma vez que o valor em
questão não atinge o patamar para uma investigação formal do Tribunal.
Na
semana passada, o ministro do Supremo Alexandre de Moraes prorrogou por mais 60
dias as investigações contra Eduardo a pedido da Polícia Federal (PF) devido à
"necessidade de continuidade das investigações e à realização de
diligências pendentes".
O
inquérito foi aberto em maio deste ano, a pedido da Procuradoria-Geral da
República (PGR), que destacou declarações recorrentes do deputado, nas quais
ele afirmava estar "se dedicando a conseguir do governo dos Estados Unidos
a imposição de sanções contra integrantes do Supremo Tribunal Federal, da
Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal".
• Quebra de decoro: fim da licença de
Eduardo Bolsonaro pode custar seu mandato
A
licença não remunerada do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por interesse
particular se encerra no próximo domingo (20) e caso não retome o exercício do
seu mandato em seguida, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode
perder seu mandato parlamentar.
Segundo
a Câmara dos Deputados, esse tipo de licença tem limite máximo de 120 dias e
não pode ser prorrogada. O regimento interno da Casa estabelece que se um
parlamentar falta a mais de um terço das sessões plenárias em um ano sem
justificativa, as ausências acumuladas podem configurar quebra de decoro.
Nesses
casos, a cassação pode ser declarada pela própria Mesa Diretora da Câmara ou
provocada por qualquer deputado ou partido com representação no Congresso
Nacional, garantido o direito à ampla defesa.
Foi o
que aconteceu, por exemplo, com o deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ).
Acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco
(Psol) e do motorista Anderson Gomes, em 2018, ele foi preso em março do ano
passado e liberado em 12 de abril para o regime de prisão domiciliar com
tornozeleira eletrônica.
O ato
de cassação foi baseado no dispositivo que prevê a perda do mandato do
parlamentar que "deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça
parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer, salvo licença ou missão
por esta autorizada".
Segundo
o jornal Valor Econômico, consultores legislativos ouvidos pelo veículo apontam
que, embora o não retorno imediato não seja, por si só, motivo para cassação, a
omissão pode configurar quebra de decoro parlamentar.
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Pedido de prisão preventiva
“O
discurso de Eduardo Bolsonaro é fantasmagórico: evoca sangue, vingança, forças
ocultas, ameaças existenciais. É o velho teatro da extrema-direita, que precisa
de inimigos imaginários para justificar sua ânsia por confronto. Mas palavras
assim não pairam no ar — elas matam.” Foi com essas palavras que o deputado
federal Lindbergh Farias (PT-RJ) reagiu neste sábado (12) à postagem
incendiária de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), em que o filho do ex-presidente
convoca seus apoiadores para uma cruzada contra o Supremo Tribunal Federal.
A
manifestação de Lindbergh, publicada nas redes sociais, exige providências
imediatas. “A prisão preventiva é não só cabível — é necessária e urgente. O
Brasil não tem medo e não aceita ameaças da família Bolsonaro”, escreveu o
parlamentar.
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“Apito de cachorro” e linguagem cifrada da ruptura
Para
Lindbergh, a retórica de Eduardo Bolsonaro ultrapassa os limites da liberdade
de expressão e configura incitação codificada à violência política. “Trata-se
de um clássico caso de dog whistle fascism — ou ‘apito de cachorro’. À maioria
soa como exagero retórico, mas os radicais ouvem um chamado à ação. O tom é
ambicioso, apocalíptico e revanchista: tudo o que antecede rupturas violentas.
Não é discurso político. É ameaça codificada, lançada com cálculo e propósito”,
afirmou.
O
deputado petista indagou ainda: “Quando Eduardo fala em ‘sangue’, está falando
do quê? De derramamento contra pessoas? E ‘vingança’ contra quem? O STF? A
democracia? O povo brasileiro que não se ajoelha?”
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Eduardo convoca “guerra santa” e promete “vingança”
Na
postagem que provocou a reação de Lindbergh, Eduardo Bolsonaro, que se encontra
nos Estados Unidos, afirma ter feito um “compromisso com Deus” para lutar
contra o que chama de “regime sanguinário”. Em tom messiânico e quase
delirante, declarou: “Se não salvarmos o Brasil, ao menos o vingaremos! Que
Deus nos proteja.”
O
deputado bolsonarista voltou a evocar a retórica de “presos políticos”, pedindo
a soltura de golpistas condenados pelo 8 de janeiro. “Chegou a hora verdadeira,
que separará os homens dos covardes. Só há um acordo possível: a soltura de
todos os presos políticos, o fim de toda perseguição e a saída do mais
desprezível tirano que já passou por nossa república, Alexandre de Moraes”,
escreveu, atacando diretamente o ministro do Supremo.
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“O Brasil não será refém de golpistas reincidentes”, diz Lindbergh
Em sua
análise, Lindbergh vê semelhanças claras entre o atual discurso de Eduardo e as
mensagens cifradas que antecederam o 8 de janeiro. “O apelo é messiânico, quase
suicidário: que deem suas vidas, que derramem sangue, que se insurjam para
conquistar a anistia do clã Bolsonaro. A linguagem é cifrada, como foi na
véspera do 8 de janeiro — com nova promessa de ‘Festa da Selma’, novos códigos
para um mesmo projeto golpista”, afirmou.
Segundo
o parlamentar, o país não pode permitir a reincidência de ataques à democracia.
“O nosso país não será refém de golpistas reincidentes nem de traidores da
Pátria que insuflam a desordem e o caos. Quem articula com estrangeiros, agride
o STF, prejudica a economia e chantageia a nação para garantir a impunidade do
pai não pode circular em liberdade”, declarou.
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Risco jurídico e desdobramentos
A nova
escalada verbal de Eduardo Bolsonaro ocorre no momento em que o Supremo
Tribunal Federal avança em investigações sobre a tentativa de golpe de Estado
de 2023. Alexandre de Moraes é relator dos inquéritos que envolvem o
ex-presidente Jair Bolsonaro, o próprio Eduardo e diversos aliados. A postura
do deputado, ainda que protegido por foro privilegiado, pode gerar
consequências jurídicas, especialmente se for enquadrada como apologia ao crime
ou incitação à violência.
Lindbergh
encerrou sua manifestação com um aviso direto: “O Brasil não tem medo. E não
aceita ameaças da família Bolsonaro”.
• Lindbergh quer Bolsonaro e Flávio em
inquérito que investiga Eduardo no STF
O
deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), líder da bancada do PT na Câmara, protocolou
neste domingo (13) uma petição complementar ao Inquérito 4995 do Supremo
Tribunal Federal, que investiga o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro
(PL-SP) por suspeita de coação no curso do processo, obstrução de justiça de
organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de
Direito.
O
pedido do líder petista é explosivo: ele quer a inclusão de Jair Bolsonaro e do
senador Flávio Bolsonaro como investigados por crimes como obstrução de
justiça, atentado à soberania nacional e associação criminosa.
O
documento também reitera o pedido de prisão preventiva do deputado Eduardo
Bolsonaro, que se encontra nos EUA e é apontado como grande articulador do
"tarifaço" à economia brasileira.
A peça
jurídica acusa os três filhos do ex-presidente de articularem uma “nova fase do
golpe”, agora disfarçada de pressão econômica internacional, com apoio direto
de Donald Trump.
Segundo
Lindbergh, a família Bolsonaro age como “quinta-coluna”, sabotando instituições
brasileiras e atuando como “agentes estrangeiros disfarçados de patriotas”.
Entre
os elementos apresentados, está a declaração de Flávio Bolsonaro à CNN Brasil,
na qual afirmou que a aprovação de uma anistia aos golpistas de 8 de janeiro
seria o “primeiro passo” para suspender tarifas impostas pelos EUA. Para
Lindbergh, a fala representa “chantagem institucional”: uma troca da soberania
nacional pela impunidade familiar.
O
documento também aponta que Jair Bolsonaro endossou a pressão internacional,
pedindo publicamente que os Poderes “ajam com urgência” para resgatar a
“normalidade institucional” — declaração interpretada como tentativa de coação
ao STF.
Já
Eduardo, nos EUA, seria o “lobista informal da extrema direita internacional”,
incitando à violência com discursos sobre “sangue e vingança”. A petição pede
ainda medidas cautelares contra '03', como suspensão de passaporte diplomático
e prisão do articulador de Trump.
“O
Brasil não é colônia. O STF não é refém”, afirma o deputado em nota. Para ele,
os atos configuram “traição institucional à Pátria".
• Sobretaxa de Trump ao Brasil fortalece
acusação de obstrução da Justiça contra Eduardo Bolsonaro
O
anúncio feito por Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos e candidato à
Casa Branca, de impor uma sobretaxa de 50% aos produtos brasileiros
intensificou a crise diplomática entre os dois países e acirrou o cerco
jurídico a Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Embora não deva alterar o curso do
julgamento de Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF), a medida
pode agravar a situação de seu filho, que já é investigado por suposta
tentativa de interferência nas instituições democráticas brasileiras. A
informação é da Folha de S.Paulo.
Segundo
ministros do STF, assessores e advogados ouvidos pela reportagem, a ofensiva
política e comercial de Trump pode reforçar os indícios de que Eduardo
Bolsonaro tem atuado em conluio com autoridades estrangeiras para pressionar o
Judiciário brasileiro e influenciar investigações em curso. O deputado federal
licenciado é investigado por crimes como coação, obstrução de investigação e
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Em
relatório recente, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que
Eduardo pode ter cometido tais crimes ao colaborar com figuras do governo Trump
contra integrantes do STF, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da
Polícia Federal. A apuração teve seu prazo prorrogado por mais 60 dias na
semana passada, por decisão do ministro Alexandre de Moraes, que considerou
necessário aprofundar as diligências da Polícia Federal.
Trump
classificou o julgamento de Bolsonaro como uma “caça às bruxas” e criticou
supostas "ordens de censura" dirigidas a plataformas de mídia social
dos EUA. As declarações ecoam o discurso adotado por Eduardo Bolsonaro, que
acusa o ministro Alexandre de Moraes de censurar empresas e indivíduos e de
ferir princípios internacionais de direitos humanos.
No
mesmo dia do anúncio das tarifas, Eduardo divulgou uma carta assinada em
conjunto com o ex-apresentador Paulo Figueiredo — também réu por envolvimento
na tentativa de golpe de Estado. No texto, os dois pedem às autoridades
brasileiras que evitem uma escalada do conflito com os EUA para impedir a
efetivação das tarifas a partir de 1º de agosto. Para eles, a retaliação
econômica seria fruto do trabalho de interlocução feito com o entorno de Trump.
“Nos
últimos meses, temos mantido intenso diálogo com autoridades do governo do
presidente Trump — sempre com o objetivo de apresentar, com precisão e
documentos, a realidade que o Brasil vive hoje. A carta do presidente dos
Estados Unidos apenas confirma o sucesso na transmissão daquilo que viemos
trazendo com seriedade e responsabilidade”, escreveu Eduardo.
O
documento também menciona a possibilidade de que "as avaliações a Moraes
possivelmente serão selecionadas" no pacote de retaliações contra o
Brasil. No início de julho, Alexandre de Moraes anexou ao inquérito um vídeo
publicado por Eduardo na rede social X (antigo Twitter), como indício de que
ele continua a tentar influenciar o processo judicial sobre a trama golpista.
Na
última sexta-feira (11), Eduardo Bolsonaro voltou a provocar ao condicionar a
suspensão das tarifas a uma “anistia ampla, geral e irrestrita” — declaração
feita após o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), se
encontrar com o encarregado de negócios da embaixada americana em Brasília,
Gabriel Escobar. Tarcísio pregou o caminho da negociação em uma publicação nas
redes sociais.
No
depoimento que prestou à Polícia Federal, Jair Bolsonaro foi questionado sobre
como Eduardo se sustenta nos Estados Unidos, se recebe recursos do PL e com
quem articula suas ações junto ao governo americano. As perguntas indicam que
os investigadores buscam rastrear eventuais vínculos financeiros e políticos
com as articulações internacionais.
Por
outro lado, fontes do STF afirmam que, no caso do ex-presidente, o processo já
segue seu curso natural e não deve ser afetado pelas declarações de Trump. A
Primeira Turma do Supremo deve julgar, a partir de setembro, as acusações
contra o núcleo central da trama golpista, com o objetivo de encerrar a ação
ainda em 2025 e evitar interferências no calendário eleitoral de 2026.
Mesmo
após o tarifaço, ministros do STF continuam vendo as declarações de Trump como
manobras políticas que não alteram o mérito jurídico das ações. “A declaração
pode até aumentar a antipatia”, disse um magistrado em condição de anonimato,
referindo-se à repercussão interna da pressão externa.
A
postura de Trump, no entanto, pode ter efeito contrário ao desejado. Assessores
e advogados admitem que a tentativa de interferência pode levar os ministros a
adotarem uma linha mais dura contra os investigados.
Pouco
depois da divulgação da carta de Trump, o presidente do STF, Luís Roberto
Barroso, conversou com o presidente Lula e com o ministro das Relações
Exteriores, Mauro Vieira. As conversas, segundo fontes oficiais, reafirmaram
que a resposta brasileira será conduzida pelos canais diplomáticos e
institucionais.
• Bolsonaro diz que anistia é “único
caminho” para evitar tarifaço dos EUA
Jair
Bolsonaro (PL) condicionou neste domingo (13) a aprovação da anistia aos
envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 como saída para
evitar o aumento das tarifas anunciado pelos Estados Unidos contra o Brasil.
A declaração foi publicada nas redes sociais e
ocorre após o presidente norte-americano, Donald Trump, ter associado a nova
taxação a decisões judiciais brasileiras contra o ex-mandatário e empresas
americanas.
Na
última semana, Trump enviou uma carta ao governo brasileiro comunicando a
imposição de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA, a
partir de 1º de agosto. No texto, o republicano menciona diretamente os
processos judiciais enfrentados por Bolsonaro, além de decisões do Judiciário
brasileiro que afetaram grandes empresas de tecnologia dos EUA, como Google e
Meta.
Segundo
Bolsonaro, a medida tem motivações políticas e simbólicas. “A decisão de Trump
tem muito mais, ou quase tudo a ver com valores e liberdade, do que com
economia”, escreveu ele. E acrescentou: “O tempo urge, as sanções entram em
vigor no dia 1º de agosto. A solução está nas mãos das autoridades brasileiras.
Em havendo harmonia e independência entre os Poderes nasce o perdão entre
irmãos e, com a anistia, também a paz para a economia.”
O
presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem reiterado que não aceitará
"tutela" estrangeira sobre decisões internas do país. “A justiça
brasileira precisa ser respeitada. Somos um país grande, soberano, de tradições
diplomáticas históricas com todos os países”, disse Lula em resposta às medidas
anunciadas por Trump.
Nos
bastidores, a diplomacia brasileira tenta articular uma resposta técnica e
coordenada com outros países afetados pelas tarifas. O vice-presidente Geraldo
Alckmin afirmou neste domingo (13) que o governo brasileiro ainda busca uma
saída diplomática para reverter a tarifa de 50% imposta pelo presidente dos
Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos brasileiros. Caso não haja acordo,
ele assegurou que o Brasil responderá com medidas proporcionais. A declaração
foi dada durante evento de inauguração de um viaduto em Francisco Morato, na
Grande São Paulo, segundo o G1.
“Vamos
trabalhar para reverter a situação”, disse Alckmin, ao comentar os efeitos da
decisão de Trump sobre setores como café, suco de laranja, carne bovina e aço.
Ainda segundo o vice-presidente, o governo federal está pronto para adotar o
chamado decreto de reciprocidade, que prevê sobretaxa a produtos americanos. A
expectativa é que a regulamentação seja publicada até terça-feira (15).
Fonte:
Correio Braziliense/Fórum

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