quinta-feira, 2 de julho de 2026

Qual o caminho até o hexa? Quem o Brasil precisa vencer para chegar à final

A vitória por 2 a 1 sobre o Japão nesta segunda-feira (29/6) colocou o Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo 2026 e deixou a Seleção mais perto do tão sonhado hexacampeonato.

Agora, o time comandado por Carlo Ancelotti vai enfrentar a Noruega, que venceu a Costa do Marfim por 2 a 1 nesta terça-feira e também garantiu vaga na próxima fase.

O duelo pelas oitavas de final está marcado para domingo (5/7), às 17h, no estádio de Nova Jersey, nos Estados Unidos, onde o Brasil estreou no Mundial.

Se avançar, a equipe comandada por Carlo Ancelotti ainda terá mais três partidas pela frente para conquistar o título: quartas de final, semifinal e a decisão, marcada para 19 de julho.

Confira os possíveis adversários do Brasil caso a seleção avance até a final da Copa do Mundo e a data dos jogos.

<><> Quartas de final

Se vencer a Noruega nas oitavas de final, o Brasil voltará a campo no sábado (11/7), às 18h (de Brasília), pelas quartas de final.

Há três possibilidades de adversários: México, Inglaterra e República Democrática do Congo.

Os mexicanos venceram os equatorianos por 2 a 0 na terça-feira. Já os ingleses encaram os congoleses na quarta.

<><> Semifinal

Caso avance às semifinais, o Brasil jogará na quarta-feira (15/7), às 16h (de Brasília).

O adversário sairá do outro lado da chave, que reúne Argentina, Cabo Verde, Austrália, Egito, Colômbia, Gana, Suíça e Argélia.

Para chegar à semifinal, uma dessas seleções precisará vencer três confrontos eliminatórios. Entre os possíveis rivais da Seleção, pode vir um clássico contra a Argentina.

<><> Final

Se avançar até a decisão, o Brasil voltará a campo no domingo (19/7), às 16h (de Brasília), em busca do hexacampeonato.

O adversário sairá da outra metade do chaveamento, que reúne algumas das principais potências da competição.

Entre as seleções que ainda disputam uma vaga na final estão França, Espanha, Portugal, Bélgica, Estados Unidos e Canadá, além de Paraguai, Marrocos, Croácia, Áustria, Senegal e Bósnia e Herzegovina.

Como essas equipes estão no mesmo lado da chave, elas se enfrentam ao longo das oitavas, quartas e semifinais. Assim, apenas uma delas chegará à decisão para enfrentar o Brasil, caso a Seleção confirme a classificação.

•        As armas da Noruega, que enfrenta o Brasil nas oitavas

A Noruega passou 28 anos sem jogar uma Copa do Mundo, mas chegou à edição de 2026 como uma seleção a ser levada muito a sério.

Nesta terça-feira (30/6), em Dallas, o time venceu a Costa do Marfim por 2 a 1 e se classificou para as oitavas-de-final. A seleção norueguesa, agora, enfrenta o Brasil no próximo domingo (5/7).

Esta é a quarta participação da Noruega em uma Copa do Mundo e a primeira desde 1998. Suas únicas vitórias ocorreram na fase de grupos: contra o México, em 1994, e diante da própria Seleção brasileira, em 1998.

Nas Eliminatórias da Copa do Mundo, fez uma campanha avassaladora. Venceram todos os oito jogos, incluindo dois contra a Itália. Eles são apenas o sexto time europeu a terminar com um recorde de 100% de vitórias em uma campanha de qualificação para a Copa do Mundo envolvendo seis partidas ou mais.

A presença de nomes consagrados como Erling Haaland e Martin Odegaard fez com que esta equipe passasse a ser chamada de "Geração de Ouro" da Noruega.

Desde dezembro de 2020, a equipe é treinada por Stale Solbakken, que atuou como jogador na França e teve uma breve passagem pelo Wolverhampton no início da carreira como treinador. Antes, ele atuou sete anos no comando do Copenhague.

Meio-campista que disputou 58 partidas pela seleção, ele precisou encerrar a carreira após sofrer um ataque cardíaco, em 2001, que o deixou clinicamente morto por sete minutos.

Depois de mais de duas décadas de resultados decepcionantes, a Noruega começa a colher os frutos da paciência demonstrada com Solbakken.

Após fracassar nas campanhas de classificação para a Copa do Mundo de 2022 e para a última Eurocopa, seu cargo esteve ameaçado até cerca de 20 meses atrás.

Quando sua equipe foi goleada por 5 a 1 pela Áustria, em outubro de 2024, e a linha defensiva adiantada foi repetidamente explorada, uma enquete na internet mostrou que apenas 18% dos torcedores queriam sua permanência. Mas os dirigentes mantiveram a confiança no treinador e foram amplamente recompensados.

Nenhuma seleção garantiu vaga nesta Copa do Mundo de forma mais convincente do que a Noruega, que encerrou as Eliminatórias com oito vitórias em oito jogos após golear a Itália por 4 a 1 no San Siro, na última partida da campanha.

A Inglaterra também teve campanha perfeita, mas nenhuma seleção europeia chegou perto dos noruegueses quando o assunto foi balançar as redes.

A equipe de Solbakken marcou 37 gols, oito a mais do que qualquer outra seleção, com média de 4,63 gols por partida — a maior já registrada por uma equipe europeia em uma campanha de Eliminatórias para a Copa do Mundo com mais de quatro jogos.

Na fase de grupos, a equipe terminou em segundo lugar no Grupo I, atrás da França — de quem tomou uma goleada de 4 a 1. Mas o time revidou o placar contra o Iraque e venceu Senegal por 3 a 2 para se classificar para o mata-mata.

O time também chamou a atenção por algo fora do campo. Ao comemorar a vitória sobre Senegal, os jogadores da Noruega se sentaram no gramado e simularam movimentos de remada, em perfeita sincronia.

A comemoração reproduzia a remada viking, que virou marca registrada da torcida norueguesa na Copa do Mundo de 2026.

<><> Os pontos fortes e fracos da Noruega

Solbakken construiu gradualmente uma equipe que utiliza sua qualidade técnica para controlar as partidas e que, apesar da abundância de talento ofensivo, mantém o equilíbrio.

Solbakken afirma que a qualidade da Noruega permite à equipe "ter confiança para impor uma postura mais ofensiva até mesmo contra seleções tradicionalmente mais fortes".

Bons centroavantes são um bem precioso no futebol de seleções, e os noruegueses têm três: Haaland, Sorloth e Jorgen Strand Larsen.

O atacante Alexander Sorloth, do Atlético de Madrid, costuma cair pela ponta direita quando a equipe está sem a bola, mas se junta a Haaland na área quando a Noruega recupera a posse. Nesse momento, o lateral-direito Julian Ryerson, do Borussia Dortmund, é quem dá amplitude por aquele lado.

A equipe se beneficia de uma formação bastante consolidada, com sete jogadores que foram titulares em todos os jogos das Eliminatórias.

A Noruega também divide o posto de seleção mais alta desta Copa do Mundo, fator que pode fazer a diferença nas bolas paradas.

<><> Quais são os principais jogadores?

Capitão tanto do clube quanto da seleção, Martin Odegaard, do Arsenal, de 27 anos, é o cérebro criativo da equipe. Apesar de ter disputado apenas cinco das oito partidas das Eliminatórias, deu sete assistências — mais do que qualquer outro jogador europeu.

O ponta Antonio Nusa, do RB Leipzig, de 21 anos, foi apelidado de "Neymar norueguês" quando despontou no futebol profissional. Ele fez jus ao apelido ao completar 27 dribles nas Eliminatórias — mais do que qualquer outro jogador europeu, com exceção de Jeremy Doku.

O incansável lateral-direito Julian Ryerson, de 28 anos, é um dos três noruegueses que atuaram todos os minutos das Eliminatórias. Seus cruzamentos pelos lados podem ser decisivos: nesta temporada, deu 18 assistências em todas as competições pelo Borussia Dortmund.

<><> O superastro Haaland

O principal responsável por trás da campanha sem precedentes da Noruega nas Eliminatórias foi Erling Haaland, que fez 16 gols — mais do que qualquer outro jogador, de qualquer continente, nas Eliminatórias para a Copa de 2026.

Seis seleções classificadas para a Copa do Mundo de 2026 — Equador, Paraguai, Escócia, Suécia, Suíça e África do Sul — marcaram menos gols nas Eliminatórias do que Erling Haaland sozinho.

Ele teve média de um gol a cada 44 minutos, converteu 39% das finalizações e superou sua estatística de gols esperados (xG) em mais de seis gols. Nenhum de seus gols foi de pênalti — aliás, ele desperdiçou a única cobrança que teve.

Nesta Copa, ele já foi autor de cinco gols.

Da última vez que a Noruega disputou uma Copa do Mundo, Erling Haaland nem sequer havia nascido.

Nascido em Yorkshire, o atacante de 25 anos tinha direito de atuar pela Inglaterra. Mas sua ligação com o país que considera seu lar significava que havia poucas chances de isso acontecer, mesmo que isso significasse que as oportunidades de conquistar algo em nível internacional fossem reduzidas.

Mas Haaland não é um herói norueguês típico.

"Ele é confiante e pode ser um pouco atrevido. Sabe o seu valor, sabe sua qualidade e acredita em si mesmo", disse o jornalista norueguês Lars Sivertsen.

"A Escandinávia tem uma cultura mais voltada para a humildade. Erling reclamaria se estivesse no banco. Portanto, acho que ele é um pouco atípico para os noruegueses. Isso faz dele um herói interessante para nós, porque haverá momentos de reação negativa."

Mas, sobre a disputa com o Brasil no domingo, ele demonstrou humildade. Ao ser questionado sobre quais as chances dos noruegueses contra a seleção brasileira, o camisa 9 respondeu: "Pequenas possibilidades".

<><> Quem é Haaland, o maior astro da Noruega

Erling Haaland parou no gramado de Dallas, com um sorriso largo no rosto e um capacete de viking torto sobre a cabeça. Aproveitava cada segundo daquele momento.

A Noruega tinha acabado de vencer a Costa do Marfim por 2 a 1 e conquistar a primeira vitória em um mata-mata de Copa do Mundo de sua história. A comemoração reuniu jogadores e torcedores na já tradicional celebração da "remadava Viking", comandada por Martin Odegaard ao som do tambor.

Haaland marcou o gol da vitória. Não foi seu gol mais bonito pela seleção. Mas foi, sem dúvida, o mais importante.

A Noruega tornou-se a primeira seleção europeia a garantir vaga nas oitavas de final, conseguindo o que Alemanha e Holanda não conseguiram. O feito iguala a melhor campanha do país em Copas do Mundo, em sua última participação em 1998.

Agora, os noruegueses enfrentam a Seleção brasileira no próximo domingo (5/7) em um duelo que promete ser um dos grandes jogos do torneio.

Para Haaland, esse gol dá um novo peso ao impressionante retrospecto pela seleção. Ele soma agora 60 gols em 53 partidas pela seleção principal — média de um gol a cada 72 minutos.

Agora, no Mundial, ele já marcou 5 gols.

A última vez que a Noruega disputou uma Copa do Mundo, Haaland ainda nem havia nascido. Ao ajudar a garantir a classificação da seleção para as oitavas de final, ele concluiu uma missão que carregou sobre os ombros durante anos.

Ainda nas Eliminatórias, as esperanças de que o país escandinavo encerrasse um jejum de 28 anos sem disputar uma Copa do Mundo estavam depositadas no atacante de 25 anos muito antes de ele marcar 16 gols em oito partidas na campanha pré-Copa.

Essas expectativas em torno do centroavante do Manchester City já vêm do início de sua adolescência, quando seu talento foi descoberto pelo Bryne, da Noruega, e ele passou rapidamente pelas categorias de base do clube.

Seu talento floresceu e seu potencial se consolidou ao longo de uma carreira cuidadosamente construída para favorecer seu desenvolvimento.

Agora, depois de conquistar tudo o que havia para conquistar no futebol de clubes com o Manchester City, ele também está se destacando na seleção nacional.

Mas a história poderia ter sido diferente.

Nascido em Yorkshire, o atacante tinha direito de defender a Inglaterra. No entanto, sua identificação com o país de origem fez com que essa possibilidade praticamente nunca existisse, mesmo sabendo que as chances de conquistar títulos internacionais seriam pequenas.

Essa decisão poderia ter resultado em um destino que nenhum astro deseja: uma carreira sem disputar uma Copa do Mundo.

Haaland escapou desse cenário. Mas como é ser um astro mundial vindo de um país com apenas 5,5 milhões de habitantes?

E será que é realmente apenas Haaland quem está levando a Noruega à Copa do Mundo?

<><> Três Leões ou viking?

Em 2020, quando o então técnico da Inglaterra, Gareth Southgate, foi questionado sobre a possibilidade de Haaland defender a seleção dos Três Leões, ele descartou rapidamente essa hipótese.

"Jogadores como ele normalmente sabem muito bem por qual seleção querem jogar", disse Southgate. "Ele sente essa ligação com o país que representa hoje, e isso sempre merece respeito."

Haaland nasceu em Leeds, em 2000, quando seu pai, o também jogador Alf-Inge, ainda vivia na cidade, pouco depois de deixar o Leeds United para se transferir ao Manchester City.

A família mudou-se para Bryne, na Noruega, três anos depois, quando Alf-Inge encerrou a carreira devido a uma lesão, que também pôs fim à sua passagem pelo City.

O talento do jovem Haaland foi identificado muito cedo. Ele rapidamente avançou pelas categorias de base do Bryne antes de ser contratado pelo Molde, em 2017, clube então comandado por Ole Gunnar Solskjaer.

Solskjaer ajudou a transformar Haaland na potência ofensiva que ele é hoje e, desde então, costuma elogiar o jogador.

O jovem atacante começou a chamar atenção durante sua passagem pelo Red Bull Salzburg, mas foi no Borussia Dortmund que realmente se apresentou ao mundo.

A transferência de Erling Haaland para o Manchester City, em 2022, foi vista por muitos como inevitável, tanto pela história de seu pai no clube quanto por sua própria paixão pelo futebol inglês.

Em meio a todas as mudanças, ao sucesso e aos momentos marcantes de sua vida, Haaland nunca deixou de sentir o chamado de casa. Ele retorna com frequência ao país natal, onde possui vários imóveis.

"Apesar de seu status de superstar global, Haaland continua exatamente a mesma pessoa", disse o jornalista norueguês Andreas Korssund à BBC Sport.

"Ele sabe perfeitamente de onde veio e visita regularmente sua pequena cidade natal, em Rogaland. Tem um enorme orgulho de suas origens e sempre se coloca à disposição da imprensa norueguesa quando está defendendo a seleção."

Haaland já falou sobre o desejo de administrar uma fazenda em seu país quando se aposentar e costuma ser visto caminhando por Oslo, onde possui um apartamento.

Ele também abraçou a herança viking da Noruega e demonstra enorme orgulho em representar seu país.

Essa identificação com suas raízes também explica por que ele usa o nome completo Braut Haaland nas costas da camisa da seleção. Braut é o sobrenome de solteira de sua mãe, e combinar esse sobrenome ao do pai é uma tradição comum na Noruega.

"Haaland significa tudo para a Noruega", afirma Korssund.

"Ele se tornou um astro sem precedentes no maior esporte do mundo. Um país de pouco mais de 5,5 milhões de habitantes produzir um dos maiores jogadores de futebol do planeta é algo gigantesco."

Além das participações consecutivas nas Copas de 1994 e 1998, a Noruega passou por longos períodos afastada das principais competições internacionais. Sua última presença em um grande torneio havia sido na Eurocopa de 2000.

Isso significa que a lista de grandes jogadores noruegueses que nunca disputaram uma Copa é extensa.

Mas muitos consideram que a atual seleção representa a "Geração de Ouro" do futebol norueguês e, embora os números de Haaland possam sugerir uma equipe dependente de um único jogador, a realidade é que ele não é o único responsável pela classificação.

O meio-campista Martin Odegaard chegou aos Estados Unidos depois de conquistar a Premier League com o Arsenal. Kristoffer Ajer, Jorgen Strand Larsen e Oscar Bobb também são jogadores consolidados na elite do futebol europeu.

"Enxergamos isso de forma parecida com o que aconteceu com a geração de ouro da Bélgica alguns anos atrás: uma nação relativamente pequena que simplesmente respira futebol", disse Korssund.

A Noruega pode ter bastante qualidade em seu elenco, mas ninguém entre seus companheiros ultrapassa as fronteiras do esporte como Haaland.

Sua fama já se aproxima da de Lionel Messi ou Cristiano Ronaldo. E a Noruega jamais teve um jogador com esse nível de projeção.

<><> Não é um norueguês típico: o fator celebridade

Com 1,95 metro de altura e os longos cabelos loiros, Haaland se tornou um dos jogadores mais famosos do futebol mundial.

Seu carisma apareceu cada vez mais durante sua passagem pelo Manchester City, e seu humor, muitas vezes bastante britânico, conquistou os torcedores.

Seu canal no YouTube, onde publica vídeos mostrando um "dia na vida", reúne mais de 2 milhões de inscritos. Além disso, ele participará do filme de animação ViQueens, dando voz a um viking chamado, naturalmente, Haaland.

Mas Haaland não é exatamente o herói norueguês tradicional.

"Ele é confiante e pode ser um pouco ousado. Sabe o próprio valor, conhece sua qualidade e acredita muito em si mesmo", afirma o jornalista norueguês Lars Sivertsen.

"Na Escandinávia existe uma cultura mais voltada para a humildade. Erling reclamaria se ficasse no banco de reservas. Então, acho que ele foge um pouco do perfil típico dos noruegueses", continua.

"Isso faz dele um herói interessante para nós, porque inevitavelmente haverá momentos de reação negativa."

Mas, sobre a disputa com o Brasil no domingo, Haaland demonstrou humildade. Ao ser questionado sobre quais as chances dos noruegueses contra a seleção brasileira, o camisa 9 respondeu: "Pequenas possibilidades".

Na disputa contra a Seleção brasileira no próximo domingo, um grande confronto é esperado: o de Haaland com o zagueiro Gabriel Magalhães.

Rivais frequentes na Premier League, o atacante do Manchester City e o defensor do Arsenal protagonizaram uma série de confrontos acalorados nos últimos anos.

Em setembro de 2024, após o City arrancar um empate nos acréscimos, Haaland arremessou a bola na cabeça de Gabriel, que lamentava o gol sofrido. Meses depois, na goleada do Arsenal por 5 a 1 sobre o City, o brasileiro respondeu com provocações ao comemorar um gol e ao ironizar o atacante durante a partida.

O capítulo mais recente da rivalidade aconteceu nesta temporada. Na vitória do City por 2 a 1 em abril, Haaland marcou o gol decisivo e voltou a se desentender com Gabriel. Após um empurrão e uma encarada entre os dois, o zagueiro fez um movimento de cabeçada que gerou debate sobre uma possível expulsão.

"Acho que, se eu tivesse caído no chão, seria um lance para expulsão", disse Haaland à Sky Sports. "Não vou cair tão fácil assim."

 

Fonte: BBC Sport

 

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