Arma
de Bolsonaro apreendida em blitz é caso de revogação da domiciliar, afirma
criminalista
A
apreensão de uma arma de fogo registrada em nome do ex-presidente Jair
Bolsonaro durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal levantou
questionamentos jurídicos sobre o cumprimento de sua prisão domiciliar. Para o
advogado criminalista Fernando Augusto Fernandes, a informação de que o
armamento seria devolvido ao ex-presidente é “extremamente grave” e pode
justificar uma investigação sobre eventual descumprimento das condições
impostas pela Justiça.
“A
informação do sargento de que a arma seria devolvida ao proprietário, Jair
Bolsonaro, é extremamente grave e indica a possibilidade de um preso estar
armado. Há uma evidência da necessidade de revogação da prisão domiciliar para
que o fato seja investigado. O risco de o preso acessar uma arma coloca em
risco os policiais federais e o próprio preso. E como o sargento retirou a arma
do local onde ele está preso?”, questiona o criminalista.
Segundo
Fernandes, “o armamento não poderia estar no local onde há uma prisão
domiciliar! Os membros da GSI, o preso e a defesa tinham a obrigação de
informar a existência da arma no local e ela deveria ser entregue a Polícia
Federal! A questão é muito grave. Tanto por parte do sargento como do preso”.
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Entenda o caso
Uma
arma de fogo registrada em nome de Bolsonaro foi apreendida na noite de
segunda-feira (15), durante uma blitz realizada no Pistão Norte, em Taguatinga,
no Distrito Federal. A informação é da coluna de Mirelle Pinheiro no
Metrópoles.
O
armamento estava em posse de um sargento do Exército Brasileiro identificado
como Estácio, ligado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Durante a
abordagem de rotina, o militar foi conduzido à 21ª Delegacia de Polícia, no
Pistão Sul, para prestar esclarecimentos.
Segundo
o registro da ocorrência, o sargento apresentou documentação referente ao porte
funcional e informou aos policiais que a arma pertencia ao ex-presidente. Ele
também se identificou como integrante do GSI.
Em
depoimento, o militar afirmou que havia retirado a arma para realizar um reparo
mecânico após identificar uma falha de funcionamento relacionada ao percussor.
Ainda de acordo com sua versão, o armamento foi retirado na segunda-feira e
seria devolvido ao proprietário nesta terça-feira (16), após a conclusão do
conserto.
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O transporte da arma
Fernando
Augusto Fernandes também questionou a legalidade do transporte da arma. Segundo
ele, o porte funcional apresentado pelo militar não seria suficiente para
justificar a condução de um armamento registrado em nome de outra pessoa.
“O
sargento cometeu crime de transporte de arma de fogo porque ela não poderia ser
transportada sem guia de transporte. O porte funcional não autoriza o
transporte de arma de terceiro”, avaliou.
Apesar
de possuir porte de arma, a situação chamou a atenção dos policiais porque o
armamento estava registrado em nome de outra pessoa. Diante da circunstância, a
arma foi apreendida e encaminhada para análise da Polícia Civil.
A
ocorrência foi registrada na 21ª Delegacia de Polícia, que deverá apurar as
circunstâncias da posse da arma, a regularidade do transporte do armamento e a
documentação apresentada pelo militar.
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Bolsonaro cumpre prisão domiciliar
O
ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre atualmente prisão domiciliar após decisão
do Supremo Tribunal Federal (STF). Em março deste ano, após uma internação por
broncopneumonia aspirativa, a defesa obteve autorização para que ele cumprisse
a pena em casa, sob monitoramento por tornozeleira eletrônica.
A
medida impõe restrições, entre elas a proibição do uso de meios de comunicação
externa, o cumprimento integral da prisão na residência do ex-presidente além,
obviamente, da proibição do porte de armas de fogo. O eventual descumprimento
das condições estabelecidas pela Justiça pode resultar na revogação do
benefício e no retorno ao regime anterior.
• Moraes dá 24 horas para Bolsonaro
explicar por que mantinha arma de fogo em casa durante prisão domiciliar
O
ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta
terça-feira (16) que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro preste
esclarecimento em 24 horas sobre uma arma de fogo de propriedade do
ex-presidente apreendida em uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal
(PMDF).
O
episódio ocorreu na noite desta segunda (15), por volta das 23h30, quando
policiais relataram ter abordado um militar em um Honda Civic em um ponto de
bloqueio no Pistão Norte, região de Taguatinga, no Distrito Federal.
O
veículo era conduzido por um servidor identificado como Estácio Leite da Silva
Filho, que atua na segurança do ex-presidente.
De
acordo com a ocorrência, o militar se apresentou como integrante do Gabinete de
Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República e afirmou que estaria
levando a arma para reparo e que, no dia seguinte, devolveria à casa do
ex-presidente.
Ainda
segundo boletim, inicialmente, quando os policiais militares avistaram a
pistola Glock 9mm no assoalho do carro, o condutor afirmou que o armamento
estava registrado em sua carteira funcional, mas a fiscalização constatou que
não havia registro.
Apenas
em um segundo momento, Silva Filho teria admitido que a arma pertencia a
Bolsonaro. A propriedade da arma foi confirmada por meio de consulta ao sistema
Sigma do Exército Brasileiro.
🔎Bolsonaro cumpre atualmente uma pena
de 27 anos e 3 meses de prisão. Desde o dia 24 de março deste ano, ele está sob
prisão domiciliar humanitária, autorizada por Moraes por um prazo inicial de 90
dias, para que o ex-presidente se recupere de uma broncopneumonia.
Em
nota, a Polícia Militar afirmou que o homem estava com duas armas, uma
institucional e outra que estava sem a documentação no local.
Por não
estar com o Certificado de Registro de Arma de Fogo (Craf), a conduta foi
considerada, pela Polícia Civil, como irregular, conforme a Lei 10826/2003.
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O que Moraes quer saber
• Por que Bolsonaro tinha arma em casa?
O
ministro quer saber por que o ex-presidente mantinha pistola em casa durante
prisão domiciliar e por que solicitou reparo no armamento.
"Diante
do exposto, (...) determino, no prazo de 24h (vinte e quatro horas), que: 1) A
Defesa de Jair Messias Bolsonaro se manifeste sobre o referido Boletim de
Ocorrência, esclarecendo, inclusive, a razão pela qual o condenado mantinha uma
arma de fogo em casa, com carregador sobressalente e porque, às vésperas do
encerramento do período de 90 (noventa) dias concedido à titulo de prisão
domiciliar humanitária, o condenado solicitou a realização de reparo no
armamento", diz o documento.
➡️No despacho de Moraes, contudo, não há
informação sobre a proibição de manutenção do armamento em casa ou se Bolsonaro
teria violado alguma medida imposta nesse âmbito.
O
advogado Gustavo Sampaio explicou ao g1 que, em tese, Bolsonaro pode ter arma
de fogo em casa. Ele mencionou que não há expressa vedação em lei, desde que a
arma seja legalizada e de posse permitida ao particular. Ponderou, contudo, que
o órgão judicial pode vedar por determinação autônoma.
• Veículos estão sendo revistados?
No
documento, Moraes ainda determinou esclarecimentos por parte do comando do 19ª
Batalhão da PMDF, responsável pelas medidas de segurança do regime domiciliar.
O
ministro quer saber se está sendo cumprida integralmente a ordem de revista dos
carros que saem da residência de Bolsonaro, inclusive os veículos oficiais que
fazem a segurança.
• Aparelhos celulares dos agentes ficam
fora da residência?
Moraes
acrescentou querer informações sobre os aparelhos celulares dos agentes do GSI.
O ministro quer saber se eles ficam armazenados fora da residência do
ex-presidente.
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O que diz a PM
"A
Polícia Militar do Distrito Federal informa que, durante abordagem realizada na
madrugada desta segunda-feira (15), na DF-001, Km 79, em frente ao Tag Park, em
Taguatinga, um militar do Exército Brasileiro que conduzia veículo oficial foi
encaminhado à 21ª Delegacia de Polícia após ser encontrada, além da arma
institucional regularmente portada, uma segunda arma de fogo no interior do
veículo.
Durante
a ocorrência, o abordado informou não possuir a documentação da segunda arma e
declarou que o armamento pertenceria a terceiro. Diante dos fatos, a arma e o
condutor foram conduzidos à 21ª DP.
A
identificação da propriedade, origem, regularidade e eventual vinculação da
arma apreendida a qualquer pessoa dependerá da análise dos órgãos competentes,
especialmente das autoridades responsáveis pela investigação."
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O que diz o GSI
"Sobre
o assunto, informamos que o GSI não realiza a segurança de ex-Presidentes,
incluindo o senhor Jair Messias Bolsonaro.
Os
servidores à disposição dos ex-Presidentes são de livre indicação dos mesmos e
não estão subordinados nem vinculados operacionalmente ao GSI, conforme dispõem
a Lei Nº 7.474, de 8 de maio de 1986, e o Decreto Nº 6.381, de 27 de fevereiro
de 2008.
Informamos
ainda que, de acordo com o decreto supramencionado, o GSI oferece a capacitação
e a avaliação de servidores e de condutores de veículos, que integram a
segurança dos ex-Presidentes da República. (Portaria GSI/PR Nº 136, de 20 de
setembro de 2024)."
• Quem é o sargento “kid preto” flagrado
com revólver de ex-presidente
nome do
segundo-sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho saltou dos relatórios
do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) direto para o centro
do mais recente escândalo policial envolvendo Jair Bolsonaro (PL). Ele é o
militar ligado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) flagrado por
agentes da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) transportando uma arma de
fogo registrada em nome do ex-presidente durante uma blitz no Pistão Norte, em
Taguatinga.
O
episódio ocorre em um momento judicial crítico. O sargento alegou aos policiais
que havia retirado o armamento temporariamente para consertar uma falha
mecânica no percussor e que o devolveria a Bolsonaro no dia seguinte. A
justificativa esbarra no fato de o ex-mandatário cumprir prisão domiciliar por
determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), o que tem gerado debate sobre a
regularidade do armamento circulando com terceiros. Segundo criminalistas
ouvidos pela Fórum, o flagrante pode levar até mesmo à revogação da domiciliar
de Bolsonaro, <><> agravando ainda mais a sua situação penal.
Na
folha de pagamento pública
A
relação de Estácio Leite com o ex-presidente passa longe da informalidade. Ele
compõe a estrutura pública de apoio a ex-mandatários, um benefício custeado
integralmente com dinheiro federal. A sua nomeação para o cargo de assistente
técnico (código CCE 2.05) foi garantida ainda na transição de governo, em
portaria da Secretaria-Geral da Presidência da República publicada no Diário
Oficial da União (DOU) de 27 de dezembro de 2022.
O nível
de confiança depositado no militar rendeu-lhe acesso ao círculo íntimo e a
deslocamentos bancados pelo Estado. Em novembro de 2023, um despacho da Casa
Civil autorizou, com ônus para os cofres públicos, que o sargento acompanhasse
Bolsonaro na viagem oficial a Buenos Aires, na Argentina, para a posse do
ultradireitista Javier Milei.
Já em
abril de 2026, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou formalmente o
cadastro de quatro novos agentes do GSI para atuarem no reforço da segurança
perimetral da residência de Bolsonaro, que também teve o espaço aéreo restrito
contra o uso de drones. O nome de Estácio Leite da Silva Filho figurava na
lista deferida pela Corte.
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O rastro do Coaf e a teia dos “kids pretos”
O
sargento já era um velho conhecido dos órgãos de controle. O seu nome desponta
nas investigações do Coaf que miraram a teia financeira dos chamados “kids
pretos”, militares do Comando de
Operações Especiais (Copesp) investigados pela tentativa de golpe de Estado e
pelo monitoramento clandestino do ministro Alexandre de Moraes.
Os
dados financeiros, enviados à CPMI dos Atos Golpistas e revelados por
investigações da Agência Pública, detalharam repasses feitos a partir de contas
de Bolsonaro para militares da sua estrita confiança entre maio de 2022 e julho
de 2023. Nesse levantamento, Estácio Leite figura como destinatário direto de
R$ 1,9 mil transferidos pelo ex-presidente. A mesma planilha listou pagamentos
ao coronel Marcelo Câmara, figura central da trama golpista e do aparelhamento
da inteligência, além de repasses a outros agentes lotados na segurança
presidencial, como o segundo-sargento Jossandro da Silva.
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Histórico: missões na ONU e trânsito na Defesa
Natural
de Paranaguá, no litoral do Paraná, Estácio construiu uma trajetória militar de
longa data até chegar à antessala do poder. Promovido a cabo em 1992 e a
segundo-sargento em 2013, o militar acumula participações em missões de paz das
Nações Unidas.
De
acordo com registros oficias do Exército e do DOU, o sargento integrou o
contingente brasileiro enviado ao Timor Leste durante a turbulenta transição
entre 1999 e 2000, e participou da Missão das Nações Unidas para a
Estabilização no Haiti (Minustah) em 2014. No âmbito político, foi condecorado
com o título de Cidadão Honorário de Brasília e coleciona indicações
legislativas na sua cidade natal.
Na
segurança do alto escalão, Estácio atuou no Ministério da Defesa a partir de
2009 e fez parte da segurança pessoal do comandante do Exército entre 2015 e
2020, até ser alocado no GSI no último ano do governo Bolsonaro. De lá, passou
a atuar como sombra oficial do ex-presidente, cruzando do organograma público
para os inquéritos da Polícia Federal.
• Bolsonaro ainda está impune, apesar de
ter empurrado milhares para a morte. Por Moisés Mendes
Não é
analogia, não é comparação, não é equivalência. É a realidade do Brasil que já
foi jogado do penhasco e sobreviveu. É o mesmo país que está agora sem entender
como uma moça foi atirada de uma ponte para a morte sem proteção alguma, apesar
de estar sob os ‘cuidados’ de três homens.
Bolsonaro
jogou todo o Brasil num penhasco, na pandemia, e ainda riu dos que morreram.
Metade dos que sobreviveram voltou a pedir, pouco tempo depois, que ele
continuasse cuidando das suas vidas, na condição de pessoa mais importante do
país.
Bolsonaro
empurrou para a morte pelo menos metade das 700 mil vítimas da Covid, conforme
cálculos consagrados por especialistas, ao negar vacina, oxigênio e orientação
básica à população e ao induzir a população ao negacionismo. E debochou dos que
morreram.
Metade
dos vivos, que são parentes, amigos, colegas de trabalho, vizinhos e conhecidos
dos mortos, achou que era assim mesmo. Essa metade queria que Bolsonaro
permanecesse no poder em 2022.
O
Brasil estupefato com o caso de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, jogada do
alto de uma ponte de 40 metros em São Paulo, no que deveria ser um salto
recreativo, nunca se abalou como deveria com as ações de Bolsonaro.
Não
foram omissões. Foram ações deliberadas. Bolsonaro negou vacina à população, no
pico da pandemia, porque precisava vender a solução milagrosa da cloroquina.
Seria ovacionado mundialmente como o salvador da humanidade.
Os três
homens que jogaram Maria Eduarda sem cordas são parte do retrato do Brasil que
o bolsonarismo começou a construir em 2018. Um Brasil que se espanta com o fato
assombroso da moça jogada da ponte, que reúne imperícia, negligência e descaso
com a vida alheia.
Mas é
incapaz de admitir que Bolsonaro fazia a mesma coisa, em 2020, como chefe da
nação e da matança da pandemia. Não por descuido culposo, mas por ação dolosa.
Bolsonaro decidiu que a população não seria vacinada.
A
imunização só ocorreu pela iniciativa do então governador João Doria com o
Butantã, para desenvolvimento de uma vacina, e pela pressão do que ainda chamam
de sociedade civil. Bolsonaro foi tardiamente derrotado, mas continua impune.
Bolsonaro
dizia, às gargalhadas, que não era o coveiro da pandemia. E não era mesmo. O
coveiro cumpre com dignidade sua tarefa de enterrar os mortos. Bolsonaro era o
líder da estrutura de morte montada dentro do governo.
Também
seus cúmplices estão impunes, apesar de indiciados pela CPI da Covid em outubro
de 2021. Todos impunes há cincos. Setenta e nove impunes, contando os que
governavam, os que achavam que eram governo e se intrometiam na propagação da
cloroquina e na venda fraudulenta de vacinas, os que se consideravam médicos ou
especialistas em saúde pública e os que agiam deliberadamente como criminosos
negacionistas.
Todos
com crimes tipificados pela CPI. Todos terrivelmente impunes. Bolsonaro é
acusado de nove crimes. Começando pelo protagonismo, como governante, para que
a pandemia se alastrasse. É acusado de charlatanismo, ao disseminar a
propaganda e a distribuição de cloroquina. De prevaricação, por não ter agido
com a autoridade de quem tinha prerrogativas e deveres.
É
acusado de emprego criminoso de verba pública em soluções ineficazes. De
incitação ao crime ao instigar a população para que se aglomerasse e criasse
imunidade de rebanho. De falsificação de documentos, ao usar falsos relatórios,
segundo os quais milhares de pessoas não estavam morrendo de Covid.
É
acusado de crime de responsabilidade, por proceder de modo incompatível com a
dignidade, a honra e o decoro do cargo, ao subestimar a pandemia. E de crimes
contra a humanidade, pelo conjunto de suas ações deliberadas e omissões.
Bolsonaro
não se esqueceu de colocar no país os equipamentos de proteção contra a Covid.
Ele agiu de propósito no sentido de não oferecer proteção alguma. Está impune
porque o Ministério Público não fez nada, desde outubro de 2021.
Mas
pelo menos continua sob investigação, em inquérito aberto em setembro do ano
passado por determinação do ministro Flávio Dino. Ele e mais 23 impunes, que
nunca foram alcançados por nenhuma medida de contenção que pudesse interromper
o que faziam.
Metade
do Brasil alarmado com o que aconteceu com Maria Eduarda torce para que um
herdeiro de Bolsonaro continue fazendo o que o pai dele fazia e que aparecia
até no Fantástico.
Fonte:
Fórum/g1/Brasil 247

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