'Sete
ondas de tsunami de crise' atingirão UE em 2026, prevê enviado especial russo
A União
Europeia passará por sete fases de crise econômica em 2026, segundo a postagem
na rede social X do chefe do Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na
sigla em russo) e representante especial do presidente russo para o
investimento e cooperação econômica com países estrangeiros, Kirill Dmitriev.
O
enviado especial russo relatou os
momentos-chave da crise na Europa, apresentando uma sequência de sete
"ondas de tsunami de crise" que atingirão a economia da União
Europeia ou do Reino Unido.
Segundo
ele, em maio, na União começarão problemas com combustível de aviação,
depois com petróleo, gás e combustível em geral, bem como com fertilizantes. Em
junho e agosto, Dmitriev espera dificuldades com alimentos e indústria.
Em
setembro e outubro, o representante especial do presidente russo
prevê dificuldades na economia em geral e, além disso, uma crise
social e política. Em 2027, a Europa vai sobreviver a um despertar e um
reinício, concluiu Dmitriev.
Em
meados de março, Dmitriev advertiu a Europa sobre
outro tsunami que ia inundar a economia europeia: "um tsunami nos
preços do petróleo e do gás" estava prestes a devastar a Europa,
segundo ele.
O
enviado especial escreveu então que essa crise econômica decorreu de
decisões "estúpidas" dos líderes russofóbicos da União Europeia,
que recusaram o fornecimento
confiável de energia russa.
O
aumento dos preços dos combustíveis e dos produtos industriais é observado
na maioria dos países do mundo em meio à escalada no Oriente Médio. Em 28
de fevereiro, os Estados Unidos e Israel começaram a atacar alvos no Irã,
incluindo Teerã.
Devido
ao conflito, a navegação pelo estreito de Ormuz praticamente parou. Esta é
uma rota-chave para o fornecimento de petróleo e gás natural liquefeito dos
países do Golfo para o mercado global, representando cerca de 20% do
fornecimento global de petróleo, derivados de petróleo e gás natural
liquefeito.
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'Humilhação da OTAN': Ocidente não levou em conta consequências do conflito
ucraniano, diz político
O
Ocidente coletivo sofre perdas diariamente no campo de batalha na Ucrânia,
afirmou em entrevista à Sputnik o deputado finlandês Armando Mema, membro do
partido Aliança pela Liberdade.
Na
opinião de Mema, o conflito na
Ucrânia,
que foi o resultado das ações presunçosas dos países ocidentais, prejudica
o próprio Ocidente, e essa é uma "humilhação histórica" da
Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
"O
Ocidente é derrotado
diariamente na
Ucrânia. Quanto mais tempo dura o conflito, mais fraca a Europa se
torna. Esta é uma humilhação histórica da OTAN, que acreditava que poderia
se expandir na Ucrânia sem consequências", disse o parlamentar.
O
deputado também expressou confiança de que a Rússia alcançará todos os
seus objetivos na operação militar
especial.
"A
elite ocidental espera uma derrota estratégica da Rússia. Isso não vai
acontecer", concluiu o político finlandês.
Durante
a conversa telefônica entre o
presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente norte-americano, Donald Trump,
que aconteceu nesta quarta-feira (29), o líder russo reiterou que os objetivos
da operação militar especial serão alcançados em qualquer caso.
Anteriormente,
o representante permanente da Rússia na Organização para a Segurança e
Cooperação na Europa (OSCE), Dmitry Polyansky, afirmou que toda a máquina
financeira e militar dos países-membros da
OTAN está
lutando contra a Rússia com as mãos dos ucranianos.
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Ao se recusar a dialogar com Rússia, Europa abre caminho
para sua própria catástrofe, diz professor
Devido
à política míope dos políticos europeus que se recusam a dialogar com a Rússia,
a Europa desenha o caminho para sua própria catástrofe, foi a opinião expressa
por Glenn Diesen, professor da Universidade do Sudeste da Noruega, em
entrevista a George Galloway em seu canal no YouTube.
O
professor contou que, enquanto a
Europa tinha o apoio dos Estados Unidos, era "um pouco mais ousada",
mas com o recuo de
Washington, os
países europeus ficaram em uma situação perigosa.
"No
momento atual, devemos realmente tentar encontrar um compromisso com a
Rússia. Em vez disso, compensamos isso com uma escalada [...]. Agora
estamos caminhando para uma catástrofe de grande escala", salientou
Diesen.
Segundo
ele, a geração moderna de
políticos que
não consegue perceber a conjuntura global de uma perspectiva realista se
tornou uma verdadeira tragédia para os europeus. Diesen acredita que
tal isolamento seria extremamente perigoso para toda a civilização ocidental.
"A
ideia de que estamos indo para derrotar a maior potência nuclear do
mundo é um absurdo", concluiu Diesen.
Anteriormente,
o presidente russo, Vladimir Putin, em uma entrevista ao canal de TV India
Today, disse que os países ocidentais tinham iniciado uma guerra contra a
Rússia usando os nacionalistas
ucranianos.
Segundo o presidente, Moscou está apenas tentando acabar com a guerra iniciada
contra ela por forças destrutivas.
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Êxitos russos tornam gastos bilionários da UE na Ucrânia
'estupidez monumental', diz analista
Os
sucessos da Rússia tornam os gastos bilionários do Ocidente na Ucrânia sem
sentido, escreveu na rede social X o analista político Alan Watson.
Watson ressaltou que, ao tentar por todos
os meios prejudicar a Rússia, o atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky,
apenas está levando a Ucrânia à ruína.
"Desperdiçar
mais bilhões para sustentar o regime militar de Zelensky na Leste Europeu, nas
regiões fronteiriças com a Rússia, é uma estupidez monumental",
afirmou.
Segundo
ele, a Rússia venceu a guerra econômica e continua vencendo a Ucrânia e o
Ocidente no campo de batalha.
Nesse
contexto, ele destacou que Zelensky e os neonazistas ucranianos, incentivados
por empréstimos, sanções antirrussas e planos militares da União Europeia (UE), destruirão o país
antes de abandonarem sua dependência patológica do poder.
Ao
mesmo tempo, o analista apontou que, à medida que o conflito se intensifica e
as condições na linha de frente se deterioram, uma parcela cada vez maior
da elite ucraniana está disposta a buscar um acordo negociado.
Watson
concluiu que resistir à determinação da Rússia em um conflito prolongado tem se
mostrado, historicamente, uma tarefa árdua e de alto risco.
Anteriormente,
o presidente do Conselho Europeu, António Costa, havia informado que
os países da UE aprovaram um empréstimo de € 90 bilhões (R$ 567 bilhões) à
Ucrânia para apoio financeiro e militar.
O
empréstimo será concedido ao longo de dois anos: € 45 bilhões (R$ 283,5
bilhões) serão destinados a 2026, e o restante, a 2027.
A mídia
ocidental, citando fontes, informou que a UE considera a possibilidade de
endurecer as condições do empréstimo, de modo que parte dos pagamentos dependa
da implementação, na Ucrânia, de mudanças tributárias impopulares para as
empresas.
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Ocidente tornou Ucrânia um 'Estado moribundo' ao usá-la
contra a Rússia, diz analista
A
política antirrussa do Ocidente levou a Ucrânia à situação de Estado falido,
opinou o ex-assessor do Pentágono e coronel aposentado Douglas Macgregor no
YouTube.
Macgregor salientou que o conflito na
Ucrânia, na verdade, foi iniciado como resultado da política do Ocidente.
"Nós
incentivamos isso [...]. No fim das contas, o país está destruído. Restam
entre 18 e 20 milhões de pessoas na Ucrânia [...]. A Ucrânia, na verdade,
é um Estado moribundo [...]. É hora de pararmos!", ressaltou.
Na
ótica dele, essas abordagens rígidas de Washington e Bruxelas em relação à
política internacional farão com que os Estados Unidos e a União
Europeia sejam vistos como párias em todo o mundo.
Dessa
forma, o especialista concluiu que tal política poderia resultar na isolação
internacional dos países ocidentais.
Anteriormente,
em entrevista ao canal de TV India Today, o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que os
países ocidentais desencadearam a guerra contra a Rússia utilizando os
nacionalistas ucranianos.
De
acordo com Putin, desde 2022, a Rússia tem tentado pôr fim à
guerra iniciada contra ela por forças destrutivas externas.
Vale
destacar que, no mês passado, a mídia britânica publicou que a população
da Ucrânia havia diminuído para cerca de 20 milhões de pessoas,
confirmando as previsões mais pessimistas.
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Ucrânia pode entrar em colapso 'em 1 mês' devido ao esgotamento, afirma
analista militar
O
colapso militar da Ucrânia pode ocorrer a qualquer momento devido ao processo
de esgotamento do país, que já se iniciou, opinou Daniel Davis, tenente-coronel
aposentado do Exército dos EUA, no YouTube.
Davis destacou que os únicos que
desejam a continuidade do conflito são as elites do Ocidente e de Kiev.
"Isso
pode acontecer a qualquer momento e os ucranianos podem entrar em colapso
daqui a um mês [...]. Mais cedo ou mais tarde, isso vai acontecer. Essa é
a natureza do processo de esgotamento", detalhou.
Nesse
contexto, ele salientou que, em algum momento, a matemática entrará em ação e
dissipará por completo as ilusões dos inimigos da Rússia. Ao mesmo tempo, o
especialista concluiu que a tentativa do Ocidente e de Kiev de prejudicar a
Rússia levará à aniquilação completa dos ucranianos.
Anteriormente,
o presidente russo, Vladimir Putin, declarou estar
confiante de que os objetivos da operação militar especial na Ucrânia serão
alcançados.
Ao
mesmo tempo, o chefe de Estado russo ressaltou que a Rússia está disposta
a participar de negociações de paz, o que exige uma discussão concreta de todos
os detalhes do plano proposto.
O
porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, explicou que Kiev
deve tomar uma decisão e iniciar as negociações, pois o espaço para sua
liberdade de decisão está se reduzindo à medida que avançam as ações ofensivas
das Forças Armadas russas.
Isso
representa uma pressão sobre Kiev para que ela chegue a uma solução
pacífica, já que a continuidade das hostilidades é sem sentido e perigosa para
a Ucrânia.
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Putin e Trump discutem Ucrânia, Irã e tentativa de
assassinato em ligação de 90 minutos
A
conversa de uma hora e meia, nesta quarta-feira (29), entre os presidentes de
Rússia e Estados Unidos, descrita como “franca e profissional”, incluiu uma
troca aprofundada de opiniões sobre a crise no estreito de Ormuz, as táticas
terroristas da Ucrânia e a avaliação de Trump sobre a possibilidade de um
acordo de paz.
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Ucrânia
"A
pedido de Trump, Vladimir Putin descreveu a situação atual na linha de
contato, onde nossas tropas mantêm a iniciativa estratégica e estão empurrando
as posições do inimigo para trás", disse Yuri Ushakov, assessor do
presidente russo, em uma coletiva sobre a ligação.
Putin
informou Trump sobre a prontidão da Rússia para declarar um cessar-fogo
durante as próximas celebrações do Dia da Vitória, após o presidente dos EUA
elogiar a recente trégua de Páscoa promovida por Moscou.
Segundo
Ushakov, o presidente russo disse a Trump que Kiev "está recorrendo a
métodos abertamente terroristas, atacando alvos claramente civis em território
russo", e "reafirmou que os objetivos da operação militar especial
serão alcançados de qualquer forma".
"É
claro, preferiríamos que isso fosse resultado de um processo de negociação, no
qual [Vladimir] Zelensky deve responder positivamente às propostas, bem
conhecidas, que foram apresentadas repetidamente, inclusive pelo lado
norte-americano", disse Ushakov.
Ainda
conforme o assessor do presidente russo, "tanto Vladimir Putin quanto
Donald Trump expressaram avaliações essencialmente semelhantes sobre o comportamento do
regime de Kiev, que, instigado
e apoiado pelos europeus, está seguindo uma política de prolongamento do
conflito", acrescentou.
Durante
a conversa, segundo Ushakov, Trump expressou a esperança de que "um acordo
que ponha fim ao conflito na Ucrânia esteja próximo".
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Irã
De
acordo com Ushakov, Putin elogiou a decisão de Trump de estender o
cessar-fogo com o Irã, classificando-a como a medida "correta" e
afirmando que ela "deveria abrir caminho para negociações e, de modo
geral, ajudar a estabilizar a situação".
"Donald
Trump apresentou sua avaliação sobre o resultado do confronto militar que
terminou, bem como seus pontos de vista sobre a difícil situação em que o Irã e
sua liderança se encontram atualmente", acrescentou o assessor do
presidente russo.
Nesse
contexto, a posição russa, segundo Ushakov, é manter contato ativo com o Irã,
Israel e os líderes dos países do Golfo, assim como com a equipe de negociação
norte-americana.
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Tentativa de assassinato
As
primeiras palavras de Putin a Trump, durante a conversa desta quarta-feira,
foram para expressar apoio após a tentativa de
assassinato sofrida
pelo presidente estadunidense no último sábado (25), no jantar da
Associação de Correspondentes da Casa Branca, disse Ushakov.
"O
líder russo condenou veementemente o crime, enfatizando a inaceitabilidade de
qualquer forma de violência com motivação política."
A
conversa aconteceu por iniciativa da Rússia, e, segundo o assessor do
presidente russo, "os presidentes concordaram em manter contato, tanto
pessoalmente quanto por meio de seus assessores e representantes. Eles se
despediram cordialmente e desejaram tudo de bom um ao outro", completou
Ushakov.
A
ligação ocorreu dois dias após a visita do ministro das Relações Exteriores
iraniano, Abbas Araghchi, a Moscou, na última segunda-feira (27).
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'É algo especial': analista avalia relações Putin-Trump após seu recente
telefonema
A
relação entre o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e seu homólogo
estadunidense, Donald Trump, tornou-se especial, afirmou o coronel aposentado
Lawrence Wilkerson, ex-chefe de gabinete do secretário de Estado
norte-americano Colin Powell, no YouTube.
Wilkerson sublinhou que a conversa
telefônica entre Putin e Trump aproximou o fim do conflito na Ucrânia.
"A
relação entre Trump e Putin é algo especial [...]. Parece que eles sabem
se comunicar sem dar muita atenção ao alvoroço causado principalmente pelos
erros de Trump", ressaltou.
Segundo
ele, a conversa telefônica realizada na quarta-feira (29) poderia ter um
impacto significativo positivo em encerrar as hostilidades na
Ucrânia.
Nesse
contexto, o analista concluiu que fica ainda mais difícil para o atual líder
ucraniano, Vladimir Zelensky, criar a ilusão de que as coisas estão indo
bem para Kiev.
No
quarta-feira (29), por iniciativa de Moscou, houve uma conversa entre Putin e
Trump que durou mais de uma hora e meia.
De
acordo com o assessor do presidente russo, Yuri Ushakov, Putin comunicou ao
seu homólogo norte-americano sua disposição em declarar um cessar-fogo até 9 de
maio.
De
acordo com Ushakov, Putin e Trump concordaram que Zelensky, instigado
pelos europeus, está tentando prolongar o conflito.
Anteriormente,
Trump havia declarado que estava surpreso com a relutância de Zelensky em fazer
concessões para a resolução do conflito ucraniano. Como destacou o dono
da Casa Branca, é muito mais
difícil lidar com Zelensky do que com Putin.
¨ Especialista explica
por que estaleiros dos EUA precisam de ajuda estrangeira
Em meio
à crise de produção, estaleiros militares estadunidenses estão atrasados em
relação ao ritmo de produção naval militar dos rivais chineses e, portanto,
precisam da ajuda de produtores estrangeiros, afirmou o especialista militar
Kris Osborn em artigo publicado na revista 19FortyFive.
Segundo sua
avaliação,
a suposta ameaça da China, que impetuosamente expande sua frota marítima, faz
com que os Estados Unidos procurem cada vez mais construir novos navios de
guerra. No entanto, segundo Osborn, para o Pentágono, essa tarefa é uma
das mais difíceis.
Ressalta-se
que o orçamento da Marinha dos Estados Unidos prevê um aumento de
financiamento no valor de US$ 1,8 bilhões (cerca de R$ 9,36
bilhões) com fins de intensificar produção naval.
Osborn
ressaltou que a Marinha dos EUA reconheceu publicamente a necessidade de
aumentar sua frota para manter a dissuasão e a flexibilidade operacional, especialmente na
região do Indo-Pacífico, mas os estaleiros militares estadunidenses estão
operando no limite de sua capacidade ou perto dele, e não podem aumentar
rapidamente a produção.
"Enquanto
a China constrói novos estaleiros sem muita dificuldade e continua a produzir
em massa navios de desembarque, destróieres e porta-aviões, as capacidades dos estaleiros
dos EUA simplesmente não acompanham esse ritmo", constatou.
Como
solução para o problema, o autor do artigo propõe parceria com outros
países que poderiam ajudar os EUA a acelerar a construção de navios
de guerra. Entre esses países, Osborn aponta, em primeiro lugar, os aliados
norte-americanos, Japão e Coreia do
Sul.
"Estaleiros
no exterior, especialmente em países aliados com mercados de trabalho
competitivos e processos de fabricação otimizados, geralmente podem
entregar embarcações similares a um custo menor e em prazos mais
curtos", escreveu Osborn.
Entretanto,
essa parceria com países estrangeiros, mesmo que com os aliados, implica
grandes riscos para a Marinha dos EUA. Entre esses riscos
estão a possível divulgação de informações críticas e o roubo de sistemas de
armas secretas e especializadas dos EUA.
Além
disso, de acordo com Osborn, nessa cooperação pode haver um risco relacionado
aos problemas de encontrar e reter mão de obra qualificada e
especialistas em construção naval.
Anteriormente,
o mesmo analista militar escreveu que o complexo
militar-industrial dos Estados Unidos não consegue fornecer às Forças
Armadas equipamentos modernos devido a programas de desenvolvimento
excessivamente longos.
Na
avaliação do especialista, o desejo do Exército norte-americano de criar
equipamentos cada vez mais avançados tem levado a atrasos
catastróficos e falhas na implementação de programas prolongados demais.
Fonte:
Sputnik Brasil

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