segunda-feira, 24 de março de 2025

Ucrânia e Gaza: o calcanhar de Aquiles dos EUA

tornou adversária da política externa de Washington; e países como Índia e Irã fazem parte do bloco que resiste à hegemonia americana.

Além disso, os EUA estão perdendo terreno na guerra econômica, na corrida tecnológica e até na disputa armamentista com poder nuclear. Para muitos especialistas, esses fatores indicam o início da decadência de um império que dominou o mundo por mais de oito décadas.

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Mas a queda do imperialismo americano está próxima? Provavelmente não. Todo império leva tempo para desaparecer, e seu sucessor amadurece na medida em que a decomposição do anterior avança.

·        A queda da URSS e o fim da unipolaridade

Com o colapso da União Soviética em 1991, os EUA acreditaram que poderiam governar o mundo sem adversários e, com isso, passaram a ignorar os limites do direito internacional. Foi o início da era unipolar, com a OTAN servindo como braço armado encarregado de desmantelar politicamente e territorialmente a ex-URSS. Mais de três décadas de pressão culminaram na guerra na Ucrânia.

Desde então, a política externa americana abandonou qualquer pretensão de neutralidade em conflitos internacionais. As promessas de que a OTAN não avançaria sobre a Europa Oriental se mostraram falsas, especialmente com a recente interferência na Ucrânia. O verdadeiro objetivo dessa expansão era evitar uma aliança entre Rússia e China, a principal ameaça à hegemonia americana.

A OTAN iniciou sua expansão em 1999, incorporando Hungria, Polônia e República Tcheca. Mesmo diante dos protestos russos, o bloco seguiu sua política expansionista. Em 2004, mais sete países foram adicionados ao pacto: os três Estados Bálticos, Romênia, Bulgária, Eslovênia e Eslováquia. Isso trouxe a aliança militar ainda mais próxima das fronteiras russas, em clara violação dos acordos de cooperação entre EUA e Rússia.

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Após os atentados de 11 de setembro de 2001, os EUA lançaram uma série de guerras contra o “terrorismo”, alinhando-se a Netanyahu, que rejeitava a solução dos dois Estados para o conflito entre Israel e Palestina. O poderoso lobby judaico nos EUA garantiu que Washington e Tel Aviv compartilhassem os mesmos objetivos geopolíticos: eliminar aliados da antiga União Soviética e erradicar Hamas e Hezbollah, enquanto minavam qualquer chance de um Estado palestino.

Em 2010, Viktor Yanukovich foi eleito presidente da Ucrânia com a promessa de manter o país neutro na crescente disputa entre OTAN/EUA e Rússia. Na época, Moscou não tinha interesse territorial na Ucrânia, exceto pela manutenção de sua base naval em Sebastopol, sob um contrato de arrendamento de 25 anos.

·        A “revolução” de Maidan e a guerra na Ucrânia

O governo de Yanukovich era um incômodo para os interesses americanos e, por isso, precisava ser removido. Em 2014, os EUA apoiaram a chamada “Revolução de Maidan”, que resultou em um golpe de Estado. Moscou não reagiu militarmente e aceitou os Acordos de Minsk, que visavam pacificar a região de Donbass. No entanto, esses acordos foram sabotados pelos próprios garantes – França e Alemanha – e negligenciados pelo Conselho de Segurança da ONU sob influência americana.

Tanto republicanos quanto democratas adotaram a mesma postura agressiva. Tanto Trump, em seu primeiro mandato, quanto Biden, armaram e financiaram a Ucrânia para confrontar a Rússia. Porém, ao buscar um segundo mandato, Trump mudou de estratégia e passou a defender uma “paz duradoura”.

Segundo fontes russas e analistas independentes, a “operação especial” lançada por Moscou tinha como objetivo obrigar Zelensky a negociar a neutralidade da Ucrânia, e não conquistar territórios, como propagavam os veículos de mídia ocidentais. O Kremlin queria evitar a entrada da OTAN na Ucrânia, mantendo os EUA longe de suas fronteiras.

Esse conflito aprofundou as tensões globais. Em 2002, os EUA abandonaram o Tratado de Mísseis Antibalísticos e em 2019 encerraram os acordos de controle de armas nucleares. Desde 2010, sem compromissos legais a cumprir, Washington instalou sistemas de mísseis antibalísticos Aegis na Polônia e Romênia e cogitava fazer o mesmo na Ucrânia – um movimento que Moscou via como inaceitável.

Nos primeiros meses da operação russa, Zelensky chegou a aceitar negociar a neutralidade da Ucrânia, mas, pressionado pelos EUA e pelo Reino Unido, desistiu das tratativas. Estava claro que Washington não queria o fim da guerra, principalmente porque o conflito gerava lucros bilionários para a indústria bélica americana.

Com o retorno de Trump, os EUA tiveram que reconhecer que a Rússia resistiu ao bloqueio econômico, demonstrou força militar e sustentou sua posição no campo de batalha por muito mais tempo do que Washington esperava. Nem a exclusão da Rússia do sistema SWIFT nem as diversas sanções impostas pelos EUA e pela UE surtiram o efeito desejado.

Agora, Trump assume com a promessa de encerrar a guerra e recuperar o dinheiro enviado à Ucrânia. A maneira mais rápida e eficaz de fazer isso? Negociar diretamente com Putin. E é isso que ele está tentando fazer, partindo do princípio de que o futuro do mundo será decidido pelas grandes potências. Trump sabe que nem a União Europeia nem a OTAN, juntas ou separadas, têm condições de impor a paz na Ucrânia.

¨      Israel faz primeiro ataque ao Hezbollah no Líbano desde o início do cessar-fogo; o que se sabe

Israel afirmou que atacou alvos do Hezbollah no sul do Líbano, após o lançamento de foguetes da região em direção a Israel, o que ocorreu pela primeira vez desde a implementação do acordo de cessar-fogo bilateral, em novembro. O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse ter instruído as Forças de Defesa de Israel (IDF) a "agir com força contra dezenas de alvos terroristas no Líbano".

As IDF informaram anteriormente que três foguetes foram interceptados na cidade israelense de Metula na manhã de sábado. Não houve feridos.

Nenhum grupo assumiu a responsabilidade pelo lançamento dos foguetes. O primeiro-ministro do Líbano pediu ao exército que tomasse medidas para evitar que o país fosse "arrastado para uma nova guerra".

A força de paz da ONU no Líbano, Unifil, expressou "preocupação com a possível escalada da violência", pedindo que Israel e o Líbano "cumprissem seus compromissos".

O chefe das IDF, Eyal Zamir, afirmou anteriormente que o "estado do Líbano tem responsabilidade" em garantir o cumprimento do acordo de cessar-fogo, que pôs fim a 14 meses de combates com o Hezbollah, o grupo armado libanês apoiado pelo Irã.

Relatos locais no Líbano informaram que houve disparos de artilharia em algumas regiões do sul do país. A trégua tem se mostrado frágil: Israel tem realizado ataques aéreos quase diários em alvos que descreve como pertencentes ao Hezbollah, e indicou que os ataques continuarão para impedir que o grupo se rearme.

Além disso, as forças israelenses ainda ocupam cinco locais no sul do Líbano, o que o governo libanês considera uma violação da soberania do país e um descumprimento do acordo de cessar-fogo, que exigia a retirada das tropas israelenses.

Israel afirma que o exército libanês ainda não se deslocou totalmente para essas áreas, e que precisa manter presença nesses pontos para garantir a segurança de suas comunidades fronteiriças.

O ataque com foguetes de sábado aumentará ainda mais a pressão sobre o governo libanês, e provavelmente será usado por Israel como prova de que o exército libanês não tem controle completo sobre as áreas fronteiriças.

Apesar dos constantes ataques de Israel, o Hezbollah não respondeu. O grupo enfrenta o enorme desafio de oferecer apoio financeiro às suas comunidades afetadas pela guerra, além da pressão de seus opositores para se desarmar.

O presidente do Líbano, Joseph Aoun, que assumiu o cargo em janeiro, afirmou que apenas o Estado deveria possuir armamentos no país, em uma declaração vista como uma referência ao arsenal do Hezbollah. Os parceiros internacionais do Líbano afirmam que só ajudarão o país caso o governo tome medidas para limitar o poder do Hezbollah.

O Hezbollah iniciou sua campanha no dia seguinte aos ataques do Hamas ao sul de Israel, em 7 de outubro de 2023, alegando agir em solidariedade com os palestinos na Faixa de Gaza.

O conflito de longa data se intensificou, levando a uma intensa campanha aérea israelense sobre o Líbano, ao assassinato de líderes seniores do Hezbollah e a uma invasão terrestre do sul do Líbano.

A ofensiva resultou na morte de cerca de 4 mil pessoas no Líbano, incluindo muitos civis, e causou o deslocamento de mais de 1,2 milhão de pessoas.

O objetivo declarado de Israel na guerra contra o Hezbollah foi permitir o retorno de cerca de 60 mil residentes que haviam sido deslocados de comunidades no norte do país devido aos ataques do grupo, e removê-lo das áreas ao longo da fronteira.

¨      Israel ameaça anexação após expandir ofensiva terrestre em Gaza

As forças militares de Israel continuam pelo quarto dia consecutivo com a ofensiva contra a Faixa de Gaza, intensificando operações terrestres no norte e no sul do território. O ministro da Defesa, Israel Katz, ameaçou tomar posse permanente de áreas da região caso os cativos não sejam libertados.

O ministro afirmou nesta sexta-feira que as Forças de Defesa de Israel “intensificariam” a campanha contra o Hamas e utilizariam “toda a pressão militar e civil, incluindo a evacuação da população de Gaza para o sul e a implementação do plano de migração voluntária proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para os moradores de Gaza”.

Segundo a mídia local, Katz ordenou ao exército “que tomasse áreas adicionais em Gaza, evacuasse a população e ampliasse as zonas de segurança ao redor de Gaza para proteger comunidades israelenses e soldados”.

Ele também advertiu que Israel tomaria posse definitiva de territórios na Faixa de Gaza até que o Hamas concordasse em libertar todos os reféns mantidos no enclave.

“Quanto mais o Hamas persistir em recusar a libertação dos reféns, mais território perderá, que será anexado a Israel”, disse Katz, conforme publicado pelo jornal The Jerusalem Post.

“Se os reféns não forem libertados, Israel continuará tomando mais e mais território da Faixa de Gaza para controle permanente.”

Enquanto as forças terrestres avançam, a aviação israelense mantém intenso bombardeio sobre Gaza. Segundo médicos palestinos, cinco pessoas, incluindo três crianças, morreram em um ataque aéreo no distrito de Tuffah, na Cidade de Gaza. Outras duas vítimas – uma mulher e sua filha – foram mortas por disparos de tanque em Abassan, próximo a Khan Younis, no sul.

Mais tarde, o exército israelense informou ter interceptado dois projéteis disparados do norte de Gaza, após alertas soarem na cidade de Ashkelon, no sul de Israel. Nenhum grupo palestino reivindicou a autoria do ataque imediatamente.

Os desdobramentos ocorrem após a invasão israelense nas áreas de Shaboura, em Rafah (no extremo sul, próximo à fronteira com o Egito), e Beit Lahiya, no norte da Faixa de Gaza, na noite de quinta-feira. No início da semana, Israel havia anunciado o bloqueio da principal rota norte-sul do território como parte da ampliação de sua ofensiva terrestre.

A correspondente da Al Jazeera, Hind Khoudary, reportando de Gaza central, afirmou que, segundo moradores de Beit Lahiya e Rafah, não houve aviso prévio das incursões israelenses.

“Eles não lançaram panfletos nem emitiram alertas pedindo para que as pessoas evacuassem essas áreas”, disse ela.

As operações em solo ocorrem após Israel romper um cessar-fogo de quase dois meses na terça-feira, com uma nova onda de bombardeios, após impor novo bloqueio ao território palestino. De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, mais de 590 pessoas, incluindo cerca de 200 crianças, foram mortas desde o reinício dos ataques.

Israel justificou o retorno das operações afirmando que o Hamas não aceitou uma nova proposta de cessar-fogo. As autoridades israelenses desejavam uma extensão da primeira fase da trégua de três etapas e a libertação da maioria dos 59 reféns ainda mantidos em Gaza – dos quais cerca de duas dezenas estariam vivas – sem se comprometerem com o fim da guerra.

O grupo armado palestino, por sua vez, reiterou que queria cumprir o acordo original assinado em janeiro, segundo o qual as partes deveriam iniciar negociações para a segunda fase do acordo, que incluiria a libertação dos reféns restantes, a retirada das tropas israelenses do enclave e o fim definitivo das hostilidades.

Os Estados Unidos, principal aliado de Israel, responsabilizaram o Hamas pela retomada dos bombardeios a Gaza.

“O Hamas tem total responsabilidade pela guerra em andamento em Gaza e pela retomada das hostilidades. Cada morte poderia ter sido evitada se o Hamas tivesse aceitado a proposta-ponte apresentada pelos Estados Unidos na última quarta-feira”, declarou a embaixadora interina dos EUA, Dorothy Shea, no Conselho de Segurança da ONU nesta sexta-feira.

<><> Falta de ajuda e hospitais sobrecarregados

A UNRWA, agência da ONU para refugiados palestinos, afirmou que a situação em Gaza é extremamente grave, diante da drástica redução de suprimentos humanitários.

“Este é o período mais longo desde o início do conflito, em outubro de 2023, sem a entrada de qualquer tipo de suprimento em Gaza”, declarou Sam Rose, da UNRWA, falando a jornalistas a partir da região central de Gaza. “Todo o progresso que conseguimos nas últimas seis semanas de cessar-fogo está sendo revertido.”

“Podemos estender um pouco, oferecendo menos às pessoas, mas estamos falando de dias, não semanas”, acrescentou Rose sobre quanto tempo a ajuda pode durar. Ele também informou que seis das 25 padarias apoiadas pelo Programa Mundial de Alimentos foram forçadas a fechar.

Hind Khoudary afirmou que profissionais da saúde e hospitais na Faixa de Gaza estão completamente sobrecarregados durante a nova ofensiva israelense.

“Estamos falando de 18 dias sem a entrada de nenhum caminhão de ajuda na Faixa de Gaza. Nem mesmo um único caminhão com suprimentos médicos entrou”, afirmou.

Ela acrescentou que, segundo os médicos, a maioria dos feridos são crianças, mulheres e idosos, e que muitos dos ferimentos são extremamente graves.

Além disso, a escassez de combustível na região costeira está agravando ainda mais a situação. “A maioria dos hospitais de Gaza corre risco de colapso e fechamento se não receber combustível nos próximos dias”, disse Khoudary.

Em 2 de março, Israel bloqueou toda ajuda humanitária para Gaza após o término da primeira fase do cessar-fogo, interrompendo a entrada de alimentos, medicamentos e combustível.

A decisão resultou em condenações internacionais, com países europeus alertando que o bloqueio pode violar o direito humanitário internacional.

 

¨      Trump diz que manda recado ao mundo com ‘caça mais letal já criado’

Na sexta-feira (21), o presidente dos Estados Unidos Donald Trump anunciou que a Boeing assumiu o desenvolvimento de um novo caça militar, batizado de F-47. O número "47" faz referência ao próprio Donald Trump, que é o 47º presidente dos Estados Unidos

No Salão Oval da Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos e autoridades do Pentágono enalteceram características do novo caça, avaliando que a sua criação envia uma mensagem clara e direta a aliados e aos inimigos.

"Os inimigos da América nunca o verão chegando, espero que não precisemos usá-lo para esse fim, mas é necessário tê-lo, e se isso algum dia acontecer, eles não saberão o que diabos os atingiu", diz Trump.

"Agora temos o F-47, que envia uma mensagem muito direta e clara aos nossos aliados de que não vamos a lugar nenhum... e aos nossos inimigos de que podemos, e seremos capazes de projetar poder ao redor do mundo, sem impedimentos, por gerações vindouras.", disse Pete Hegseth, secretário da Defesa ao lado de Trump.

Segundo a Força Aérea dos Estados Unidos, o F-47 representa a peça central para o programa americano de Dominância Aérea de Nova Geração (NGAD, na sigla em inglês).

Para isso, o avião incorpora, em sua tecnologia, "furtividade de próxima geração, fusão de sensores e capacidades de ataque de longo alcance, a fim de enfrentar os adversários mais sofisticados".

Apesar da descrição de algumas qualidades do caça, nem a Boeing, nem o governo americano divulgaram dos detalhes do design e da ficha técnica da aeronave permanecem guardados como segredo de estado.

"Detalhes técnicos e programáticos da plataforma de Dominância Aérea de Nova Geração (NGAD, na sigla em inglês) permanecem em segredo sob as leis de segurança nacional e exportação dos Estados Unidos", diz a Boeing em nota.

Segundo a Reuters, o contrato de desenvolvimento de engenharia e fabricação fechado com a Boeing vale mais de US$ 20 bilhões (ou mais de R$ 100 bilhões). Na coletiva, Trump não revelou o montante real do contrato, dizendo apenas que o governo encomendou um "grande pedido".

Atualmente, o caça mais moderno da Força Aérea dos EUA é o F-35, que está em operação desde 2015 e foi fabricado pela Lockheed Martin. A Lockheed, porém, não participou do projeto do F-47.

<><> Trump sai em defesa de Elon Musk

O presidente americano aproveitou a coletiva de anúncio do F-47 para tratar de outros assuntos. Entre eles, a presença de Elon Musk em reunião no Pentágono na sexta-feira (21) de manhã.

Trump saiu em defesa de seu apoiador, após o jornal New York Times ter dito que o bilionário e teria acesso a documentos militares sigilosos que mostrariam uma simulação de guerra contra a China.

Musk e Trump negaram que a China tenha sido assunto da vista de Musk, qualificando a publicação como "fake news" e "propaganda". O bilionário também foi a sua rede X para prometer represálias a quem quer que tenha "vazado" a história para o jornal.

Na entrevista, Trump disse que não quer ter uma guerra contra a China, mas ponderou que os Estados Unidos está preparado e bem-equipado para esse cenário..

Ainda em sua defesa de Musk, Trump diz que seu apoiador vem sendo alvo de uma campanha de difamação.

Trump também fez críticas aos ataques feitos a carros, agências e estações de carregamento da Tesla, a companhia de veículos elétricos controlada por Elon Musk, comparando os atos à invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021.

“Não tivemos violência assim nem no 6 de janeiro", disse o presidente republicano.

 

Fonte: Por Nilo Meza, em Opera Mundi/BBC News/O Cafezinho/g1

 

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